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MP que flexibiliza regras trabalhistas em caso de calamidade pública vira lei

Por André Luis

Nova lei foi publicada no Diário Oficial da União com o objetivo de preservar empregos e renda em casos de calamidade pública

Foi publicada no Diário Oficial da União uma nova lei que estabelece regras trabalhistas alternativas em caso de calamidade pública municipal, estadual ou nacional. A lei também autoriza o Poder Executivo Federal a adotar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que prevê redução proporcional de horas de trabalho e salário, ou suspensão temporária de contratos de trabalho com base em acordo entre empregador e empregado, com pagamento do BEm.

Desde 2020, devido a pandemia da Covid-19, as regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (BEm) já haviam sido adotadas. Dessa vez, a Medida Provisória foi promulgada e se tornou lei. A contadora Eliane Rufino explica que o prazo permitido para adoção das regras é de até 90 dias. 

“A partir de agora, quando uma cidade, estado ou até mesmo o país decretar estado de calamidade pública o poder executivo poderá adotar a Lei 14.437 e seguir as regras para assim preservar empregos e renda, garantir a continuidade das atividades e reduzir o impacto social do estado de calamidade pública”, afirma.

A lei permite, a adoção do regime de teletrabalho (home office ou trabalho remoto), antecipação de férias individuais, concessão de férias coletivas, aproveitamento e antecipação de feriados e regime diferenciado de banco de horas. De acordo com Eliane a lei também prevê suspensão da exigência dos recolhimentos do FGTS. 

“Com a lei, o empregador tem o direito facultativo de suspender a exigibilidade do pagamento de FGTS por até quatro meses nos lugares com estado de calamidade pública reconhecido pelo governo federal”, conclui.

Outras Notícias

MPPE recomenda que Tuparetama e Ingazeira fiscalizem restaurantes e bares

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Tuparetama, recomendou aos prefeitos, às Secretarias Municipais de Saúde, aos delegados de Polícia e aos Comandos do 23º Batalhão da Polícia Militar e das Guardas Municipais das cidades de Tuparetama e Ingazeira que fiscalizem o cumprimento das regras sanitárias e de convivência […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Tuparetama, recomendou aos prefeitos, às Secretarias Municipais de Saúde, aos delegados de Polícia e aos Comandos do 23º Batalhão da Polícia Militar e das Guardas Municipais das cidades de Tuparetama e Ingazeira que fiscalizem o cumprimento das regras sanitárias e de convivência estabelecidas pelo Poder Público Estadual, por meio dos Decretos nº 49.005, de 31 de maio, e do Decreto Estadual nº 49.171, de 07 de julho.

A recomendação ainda orienta que seja fiscalizado o cumprimento do Protocolo Geral do Estado de Pernambuco para todas as atividades em funcionamento, que estabelece recomendações para a aplicação de medidas preventivas devido à pandemia da Covid-19 ao segmento de alimentação (restaurantes, lanchonetes, cafeterias e similares).

Conforme o protocolo, os estabelecimentos deverão seguir as seguintes normas: funcionar com limitação de 50% do total de sua capacidade de clientes; atendimento presencial até no máximo 20h; se abster de realizar eventos que possam gerar aglomeração de pessoas; garantir o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre clientes de mesas diferentes; garantir que todos os clientes, funcionários e prestadores de serviços utilizem máscara; reforçar a limpeza e a desinfecção das superfícies mais tocadas e banheiros a cada duas horas; disponibilizar aos funcionários e clientes, em todos os pontos de entrada, álcool 70%; dentre outras.

O MPPE estabeleceu o prazo de dez dias para que seja comunicado sobre o acatamento do conteúdo das recomendações, que se encontram disponíveis no Diário Oficial Eletrônico do MPPE do dia 2 de setembro. 

O não cumprimento da mesma pode resultar em adoção das medidas administrativas e judiciais cabíveis, notadamente o ajuizamento de ação pública para compelir o ente a atender o regramento emanado do Poder Público e a legislação pertinente.

Em Tabira, pipeiros interrompem serviço acusando Ipa de atraso, diz Prefeitura

Tabira é mais uma das muitas cidades que sofrem com a falta de recursos hídricos. O Secretário de Agricultura do município, Beto Santos, informa em nota que dois carros pipa de responsabilidade do Governo do Estado, sob a coordenação do IPA, deixaram de abastecer porque estão com cinco meses sem receber. Com essa paralisação, 40 […]

GEDC0053

Tabira é mais uma das muitas cidades que sofrem com a falta de recursos hídricos. O Secretário de Agricultura do município, Beto Santos, informa em nota que dois carros pipa de responsabilidade do Governo do Estado, sob a coordenação do IPA, deixaram de abastecer porque estão com cinco meses sem receber.

Com essa paralisação, 40 famílias foram prejudicadas. Para socorrer os moradores das comunidades afetadas o prefeito Sebastião Dias autorizou a secretaria de agricultura contratar pipeiros para levar água a essas famílias.

Beto Santos informa que o prefeito entrou em contato com o IPA e ainda não obteve respostas quanto à solução do problema. Enquanto aguarda a resposta do governo do estado, o município está atendendo às pessoas.

Beto desabafou: “O que é muito engraçado é que faz cinco meses que os trabalhadores, os pipeiros não receberam do Estado. Se fosse a gente com esse problema como estaria a situação?”

Prefeitura diz que culpa é dos catadores. “Não estão indo trabalhar”, diz a nota

Caro Nill Júnior, Desde junho do ano passado, quando iniciamos o projeto-piloto de coleta seletiva, temos cumprido rigorosamente com todas as nossas obrigações e contrapartidas. Garantimos fardamento, equipamento de proteção, galpão para processamento e armazenamento do papelão (utilizando inclusive uma prensa cedida pela diocese), cesta básica, etc. Todos os custos e equipamentos são cedidos e […]

Caro Nill Júnior,

Desde junho do ano passado, quando iniciamos o projeto-piloto de coleta seletiva, temos cumprido rigorosamente com todas as nossas obrigações e contrapartidas.

Garantimos fardamento, equipamento de proteção, galpão para processamento e armazenamento do papelão (utilizando inclusive uma prensa cedida pela diocese), cesta básica, etc.

Todos os custos e equipamentos são cedidos e arcados pela Prefeitura, a exemplo do trator utilizado, onde custeamos o combustível e a manutenção, e o reboque.

Não é verdade que os denunciantes não estão indo trabalhar porque não recebem cestas básicas. A verdade é justamente o contrário. As cestas deixaram de ser entregues justamente porque eles não estão indo trabalhar, descumprindo com a parte que lhes cabia quando do início do projeto, que está temporariamente suspenso.

Quanto ao feijão, ele é adquirido nos supermercados de Afogados, temos diversas notas fiscais que comprovam isso. É o mesmo feijão adquirido e consumido por todos os afogadenses. Não procede a informação de que é de baixa qualidade.

Informamos ainda que, devido a relevância do projeto, ele será reativado com pessoas que desejem realmente trabalhar. De nossa parte, seguiremos honrando nossos compromissos, desde que haja a contrapartida do trabalho realizado.

Prefeitura de Afogados

Crise no Sassepe afeta até 40 mil pessoas, diz Fórum de Servidores

Foto: Chico Carlos/ Divulgação Entidade que reúne dez sindicatos de trabalhadores do estado diz que crise do Sassepe ‘virou pesadelo’. A crise financeira do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) afeta trabalhadores de vários setores e seus dependentes. O Fórum dos Servidores do Estado denunciou, nesta sexta (31), que […]

Foto: Chico Carlos/ Divulgação

Entidade que reúne dez sindicatos de trabalhadores do estado diz que crise do Sassepe ‘virou pesadelo’.

A crise financeira do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) afeta trabalhadores de vários setores e seus dependentes. O Fórum dos Servidores do Estado denunciou, nesta sexta (31), que entre 30 e 40 mil pessoas foram prejudicadas com a suspensão e cancelamento do plano.

Segundo o fórum, o descredenciamento de laboratórios e empresas médicas que fazem exames, análises, consultas e cirurgias “transformou-se num pesadelo para milhares de beneficiários”.

O Sassepe tem mais de 180 mil beneficiários. Cerca de 70% de contribuição parte dos servidores beneficiados, descontado em folha de pagamento. Os 30% restantes ficam com o financiamento do governo.

A denúncia foi feita durante uma entrevista coletiva concedida na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na Boa Vista, na área central do Recife.

Em nota, o governo de Pernambuco declarou que “está empenhado na reestruturação administrativa e financeira do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe), gerido pelo Instituto de Recursos Humanos (IRH)”.

No evento, o fórum informou que protocolou um pedido de reunião de urgência com a governadora Raquel Lyra (PSDB) para tratar da crise do Sassepe.

A entidade conta com a participação de dez sindicatos e associações de servidores. Na campanha eleitoral de 2022, a então candidata de oposição ao governo do PSB prometeu transparência e eficiência no plano de saúde dos servidores. As informações são do g1-PE.

Tuparetama: Dêva diz que continua trabalhando por unidade na oposição

Caro Nill, Ao ler matérias a respeito de eleições municipais em Tuparetama, matérias estas se referindo a pesquisa publicada em seu Blog, peço permissão para fazer algumas pontuações. Primeiro, concordo, respeito, apoio e voto em qualquer um dos nomes citados na pesquisa, bem como os citados em matéria posterior. Ressalto, que além destes, existem outros […]

Caro Nill,

Ao ler matérias a respeito de eleições municipais em Tuparetama, matérias estas se referindo a pesquisa publicada em seu Blog, peço permissão para fazer algumas pontuações.

Primeiro, concordo, respeito, apoio e voto em qualquer um dos nomes citados na pesquisa, bem como os citados em matéria posterior. Ressalto, que além destes, existem outros mais, e isso é salutar.

Temos vários nomes que se quiserem, podem pleitear junto ao grupo, uma candidatura a Prefeito e Vice. Me reservo a não citar nomes, pois, tenho certeza que farei injustiça com alguém. Ratifico não haver nenhuma objeção de qualquer nome que angarie o respeito e a confiança e a unidade de todos. Fico feliz com tantas opções existentes.

Isso demonstra a força e a heterogeneidade da oposição, o que é salutar. Mais 2024 perpassa por 2022. Já conseguimos quase que total união com relação a Dep. Estadual que será Fabrizio Ferraz, com exceção apenas de Joel Gomes.

Para Dep. Federal, trabalho pela Unidade de todos também. Caso não consigamos, aí sim, não teremos outro caminho a não ser trabalharmos “divididos”. Porém, continuo acreditando e trabalhando pela União da Frente Popular de Tuparetama. Afinal, já temos muitas convergências.

Minha candidatura, perpassa por todos os processos que passarão os outros. Sou mais um nome, e não “o nome” para prefeito. Não serei empecilho para nenhuma candidatura que promova a União da Frente Popular.

“Se não puder contribuir no comando do processo, serei mais um soldado do grupo”. Nosso foco é, após a transformação da escola Ernesto em EREF, a implantação do Mãe Coruja em Tuparetama. Vou fazer como sempre fiz, trabalhar pela coletividade, por meu povo, por minha terra.

Agradeço ao povo de Tuparetama por sempre ser lembrado quando o assunto é sucessão municipal. Fico lisonjeado com expressivos percentuais que se apresentam em todas as pesquisas que se realizam em Tuparetama. Muito obrigado a todos.

Dêva Pessoa

Ex-prefeito de Tuparetama