MP articula ação contra irregularidades no trânsito de Carnaíba
Por Nill Júnior
A Promotoria de Justiça de Carnaíba, está viabilizando uma operação de transito com o Detran/PE, visando corrigir algumas irreguralidades que estão sendo cometidas na cidade de Carnaíba.
Segundo o promotor Ariano Aguiar, de início serão ministradas algumas palestras educativas, com o intuito de educar os transeuntes da localidade, e também, orientá-los acerca das normas de trânsito.
Em seguida após esse processo educativo, várias operações ostensivas serão conduzidas pelos Agentes do Detran, Polícia Militar e MP, visando regularizar o transito local.
Recentemente, Carnaíba sofreu algumas mudanças na sinalização local, e isso trouxe várias benesses, porém, alguns motoristas não estão respeitando a sinalização local, fazendo com que várias queixas chegassem ao conhecimento do Ministério Público, diz em nota o MP.
Não há data ainda a ser divulgada, mas, em breve, os trabalhos começarão. Essa é a primeira intervenção do MP local em se tratando do trânsito carnaibano.
Registre-se, ano passado, houve uma operação semelhante, inclusive com apoio da operação lei seca.
No início da noite desta quinta-feira (21), um homem foi assassinado a tiros na Rua Luiz Aureliano de Carvalho, na Quadra 26, do bairro Vila Bela. O crime aconteceu por volta das 18h, quando ouviu-se tiros contra Aldemar Alexandre da Silva Filho, 35 anos, desempregado. Aldemar deixou esposa e quatro filhos. A equipe de reportagem […]
No início da noite desta quinta-feira (21), um homem foi assassinado a tiros na Rua Luiz Aureliano de Carvalho, na Quadra 26, do bairro Vila Bela. O crime aconteceu por volta das 18h, quando ouviu-se tiros contra Aldemar Alexandre da Silva Filho, 35 anos, desempregado. Aldemar deixou esposa e quatro filhos.
A equipe de reportagem do Farol de Notícias esteve no local do crime e conversou com a viúva da vítima, Simone Leite dos Santos, 30 anos. Ela contou que estava recém separada de Aldemar, porém ficou consternada com o fato, mas conseguiu relatar como tudo aconteceu.
A Polícia Civil declarou que dois homens armados e pilotando uma motocicleta, de modelo ainda não identificado, abordaram Aldemar da Silva e dispararam a queima roupa pelo menos seis tiros.
“Eu estava chegando em casa e ele (Aldemar) estava do lado de fora. Saí para chamar meu menino que estava jogando bola e ele estava na esquina. Quando dei fé só ouvi os tiros e voltei correndo. É uma dor muito profunda, não consigo acreditar”, relatou Simone Leite.
Este é o homicídio de número 24. Os assassinatos anteriores ocorreram há exatos 10 dias quando Cleytson Nogueira, 34 anos, filho de Veraluza Nogueira, ex-candidata a vereadora nas eleições passadas, foi alvejado por tiros de arma de fogo. No mesmo local, Whashington Mendes, 43 anos, foi atingido por uma bala perdida e não resistiu aos ferimentos. O duplo homicídio ocorreu no bairro Bom Jesus.
De acordo com presidente da instituição, Evaldo Campos, estão previstas novas unidades em cidades como Olinda, São Bento do Una, Palmares, Timbaúba e Salgueiro. Ele avaliou positivamente o crescimento da instituição em 2021 O Presidente do Sicoob Pernambuco e Sicoob Central Nordeste, Evaldo Campos, fez uma avaliação positiva de 2021, falou das perspectivas para 2022 e […]
De acordo com presidente da instituição, Evaldo Campos, estão previstas novas unidades em cidades como Olinda, São Bento do Una, Palmares, Timbaúba e Salgueiro. Ele avaliou positivamente o crescimento da instituição em 2021
O Presidente do Sicoob Pernambuco e Sicoob Central Nordeste, Evaldo Campos, fez uma avaliação positiva de 2021, falou das perspectivas para 2022 e os projetos do maior sistema cooperativo do Brasil em Pernambuco. Ele falou à Rádio Pajeú e ao blog. Para ouvir, clique aqui no Podcast Pajeú. Ou leia abaixo:
Que avaliação pode ser feita desse ano pelo Sicoob Pernambuco?
O Sicoob Pernambuco mesmo enfrentando uma crise durante o ano de 2021 está crescendo a todo vapor. Nossos ativos devem fechar na casa de R$ 400 milhões, o que representa crescimento de 50%. Nossa carteira de crédito deve ser fechada em R$ 300 milhões, ou mais 55%. Os depósitos que representam a confiança dos associados cresceram 27%, ou R$ 270 milhões. Começamos a cooperativa com R$ 36 mil e nosso capital social hoje é de R$ 50 milhões. Devemos fechar com resultado de R$ 8 milhões ou mais um pouco. Devemos jogar no capital social cerca de R$ 1 milhão e o restante vai para o fundo de reserva, Assembleia e Fundo de Assistência Técnica Social e conta dos associados. Quando criamos a cooperativa tínhamos 101 sócios. Hoje temos 43 mil associados.
O sistema bancário convencional tem uma tendência de fechamento de agências. O Sicoob caminha no sentido oposto, abrindo mais unidades. A que se deve isso?
Tem um princípio cooperativista que é muito forte, o interesse pela comunidade. Entendemos que devemos estar junto com a sociedade, criando relacionamento. Embora alguns bancos se afastem pelo processo de digitalização, nós entendemos que o associado precisa da presença da empresa dele. Abrimos mais uma agência no Shopping Serra Talhada, uma em Camaragibe e outra em Jaboatão dos Guararapes. A cooperativa não é banco. É uma instituição financeira diferenciada, que tem que zelar por seus associados. Além disso, temos a presença do ponto de atendimento digital e um gerente específico. Temos um público que não quer se relacionar, querem fazer suas operações, aplicações e empréstimos digitalmente. E oferecemos toda segurança. Nosso aplicativo é o melhor do mercado.
Para o próximo ano, que novas praças devem ganhar unidades do Sicoob com o plano de expansão?
Sim, pretendemos criar pelo menos dez agências. Algumas já estão em plano andamento, com gerentes contratados. No primeiro semestre, abriremos em Olinda, São Bento do Una, Palmares, Timbaúba e Salgueiro. A de Salgueiro mira o Araripe também. Depois de Salgueiro devemos começar a conversar com Ouricuri, Araripina. No segundo semestre, planejamos Cabo de Santo Agostinho, Vitória de Santo Antão, Ipojuca, Paulista e Surubim.
Qual a posição do Sicoob Pernambuco em relação ao país?
Eu também exerço a função de Presidente do Sicoob Nordeste. Fui provocado pelo pessoal do Sul do Sudeste porque o Nordeste não tinha tradição em cooperativa. O pessoal nasce dentro de uma cooperativa, o hospital é de uma cooperativa, a creche é de uma cooperativa, a Faculdade é de uma cooperativa, ele produz grãos para uma cooperativa. No Nordeste isso era incipiente. Esse desafio estamos enfrentando em todos os estados do Nordeste. E hoje o Sicoob Nordeste e Pernambuco vai seguindo os passos do Sicoob nacional. Agora está muito bem representado inclusive participando das decisões nacionais, já que temos cadeira no Conselho. Esse protagonismo se deve ao apoio da sociedade, de autoridades, empresários, entidades de classe e principalmente nossos colaboradores.
O Sicoob nasceu no Pajeú com os cooperados que apostaram no projeto. Quais as perspectivas para a região?
Nosso propósito para ficar como legado é ver a instituição como referência do estado. Temos presença em toda a região. Temos agências em Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim, São José do Egito, Tabira, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Serra Talhada, Triunfo. Fechamos bem o Pajeú. Nas outras, além do atendimento nas cidades do entorno, podem ser atendidas nos meios eletrônicos. Bom lembrar que as agências de cidades menores tem um risco maior por conta da violência, o que acaba inviabilizando. Também temos ações sociais na região onde nascemos, como na parceria com a Diocese de Afogados na sementeira da Ingazeira, num projeto de sustentabilidade.
Como o senhor pensa o futuro próximo do Sicoob?
Vínhamos brigando junto ao Banco Central para que o Fundo de Assistência Técnica e Social possa ser usado para não sócios, diante da desigualdade social. Pessoas que não tem nenhuma condição para participar da própria cooperativa. Para nossa alegria, foi aprovada uma PL que permite criar programas sociais. Estamos trabalhando para apoiar projetos para ajuda a portadores de necessidades especiais e comunidades carentes de verdade com sobra desse fundo. Também tem o que vejo, vai ser estouro da boiada, que é a contratação de trinta gerentes de relacionamento. Em cidades como Afogados, temos uma gerente. A partir de 3 de janeiro vamos ter quatro gerentes na rua. Vamos buscar o pessoal, mostrar o que é o cooperativismo. Esse investimento nas agências e no atendimento direto em casa, no trabalho, vamos estar juntos e mostrar porque as pessoas devem apostar no cooperativismo a partir dessa nova fase com novas agências. Queremos aproximar os cooperados da cooperativa. Mostrar porque ele deve participar das assembleias, mostrar porque ao contrários dos bancos convencionais que pegam nosso dinheiro e vão embora, o recurso da cooperativa fica investido, gerando emprego, renda e desenvolvimento na região.
Um dia depois de a Procuradoria-Geral da República pedir investigação da presidente Dilma Rousseff por suposta obstrução da Operação Lava Jato, ela lançou em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (4) o Plano Safra 2016/2017. Serão disponibilizados R$ 202,8 bilhões para produtores rurais de todo o país. Em entrevista coletiva após o evento, ela se […]
Um dia depois de a Procuradoria-Geral da República pedir investigação da presidente Dilma Rousseff por suposta obstrução da Operação Lava Jato, ela lançou em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (4) o Plano Safra 2016/2017. Serão disponibilizados R$ 202,8 bilhões para produtores rurais de todo o país.
Em entrevista coletiva após o evento, ela se defendeu das acusações da delação do ex-líder do governo Delcídio do Amaral (sem partido-MS). “São levianas e sobretudo mentirosas [as acusações], conforme já reiterei sistematicamente desde que elas apareceram. O senador Delcídio tem a prática de mentir”, disse.
Também chamou de “bastante precária” a delação. “Lamento que mais uma vez algo muito grave tenha acontecido. O que foi? Foi o vazamento de algo que tomei conhecimento pela imprensa. Estranhamente vaza às vésperas do julgamento no Senado. Aqueles que vazaram têm interesses escusos. Vou solicitar ao ministro da AGU [José Eduardo Cardozo, da Advocacia Geral da União] para solicitar ao Supremo a verificação desses vazamentos. Primeiro se vaza. Se se verificar que nada há, o estrago já foi feito. O que querem com isso? O dano.”
Durante o lançamento, Dilma reiterou que “não há nenhum ato ilícito meu a respeito [do Plano Safra]”. “Pela lei, eu não participo desses atos. Não houve base para qualquer questionamento do Plano Safra. Considerando o que deve ser considerado, não mostra aumento de valores, mas sim uma queda. Portanto não há base fática para levantar a execução do Plano Safra como um dos motivos para o pedido de impeachment.”
“Consideraram esse atraso [no repasse de recursos da União para o Banco do Brasil] uma operação de crédito. Não me consta que atraso de contas de aluguéis são operações de crédito do inquilino para aquele que aluga”, se defendeu a presidente. “Não há uma operação de crédito. Há um atraso de pagamento”, disse, ressaltando que essas pendências foram quitadas.
“Ajudar a agricultura, do meu ponto de vista, não é um erro. Tenho imenso orgulho de ter feito esse processo em relação à agricultura e dos seis Planos Safra. Eles foram decisivos, fundamentais para o fortalecimento da agricultura brasileira e do Brasil.”
Dilma também lamentou a paralisação do Legislativo. “Várias comissões do Congresso estão sem funcionar. Lamentamos porque sinais de recuperação já se fazem sentir [no país].”
Em entrevista ao comunicador Francys Maya, na Líder FM, o prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT), referiu-se a críticos e adversários como reprodutores da “síndrome de vira-latas”, buscando falar mal da Capital do Xaxado. Duque afirmou que seus adversários priorizam espaços em blogs e na imprensa para falar mal da cidade. Luciano falou direto de […]
Na fotocharge, o blog traduz a insatisfação do vira-lata com a frase de Duque: – E o que eu tenho a ver com isso ?
Em entrevista ao comunicador Francys Maya, na Líder FM, o prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT), referiu-se a críticos e adversários como reprodutores da “síndrome de vira-latas”, buscando falar mal da Capital do Xaxado. Duque afirmou que seus adversários priorizam espaços em blogs e na imprensa para falar mal da cidade. Luciano falou direto de Curitiba, onde participa de feira ligada ao desenvolvimento da municipalidade.
No centro da resposta parafraseando Nelson Rodrigues* – originalmente grafada como complexo de vira-latas para relacionar o preconceito do brasileiro com o futebol da seleção brasileira após o fracasso de 1950 – o imbróglio em torno do debate sobre a modernização do Aeroporto de Serra Talhada. Como o blog noticiou, Duque esteve com o senador Humberto Costa em audiência com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, Eliseu Padilha, para pedir a aceleração das obras de implantação do aeroporto do município de Serra Talhada.
Recebeu do ministro Padilha a garantia de que os estudos de viabilidade técnica e econômica que antecedem o início das obras já foram concluídos.
Agora, o processo vai passar por um detalhamento do estudo de viabilidade técnica; em seguida, chega-se à fase do licenciamento ambiental e da elaboração do anteprojeto; abre-se a licitação; e, na sequência, são realizadas as obras.
Opositores tem criticado a existência de um lixão próximo à área do aeroporto que precisa ser desativado pela prefeitura para não empancar o projeto. Um recado direto de Duque foi para o Secretário de transportes, Sebastião Oliveira. Em resumo, disse que Oliveira deverão se unir em torno do projeto e não ficar antecipando o debate eleitoral.
Relembre a origem * : “Complexo de vira-lata” é uma expressão criada pelo dramaturgo e escritor brasileiro Nelson Rodrigues, a qual originalmente se referia aotrauma sofrido pelos brasileiros em 1950, quando a Seleção Brasileira foi derrotada pela Seleção Uruguaia de Futebol na final da Copa do Mundo em pleno Maracanã. O Brasil só teria se recuperado do choque (ao menos no campo futebolístico) em 1958, quando ganhou a Copa do Mundo pela primeira vez.
Segundo Rodrigues, “o brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima”.
Foi reaberto nesta segunda-feira (27) o Sistema de Monitoramento do PAC (SisPAC) para que os municípios beneficiados na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) encaminhem a Declaração Final de Liberação de Encargos e regularizar sua situação junto ao governo. O novo prazo termina em 31 de julho e foi anunciado pela Secretaria […]
Foi reaberto nesta segunda-feira (27) o Sistema de Monitoramento do PAC (SisPAC) para que os municípios beneficiados na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) encaminhem a Declaração Final de Liberação de Encargos e regularizar sua situação junto ao governo. O novo prazo termina em 31 de julho e foi anunciado pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, por meio de comunicado.
Para enviar a Declaração Final, o gestor municipal deve acessar o site do sistema no endereço http://sispac2.mda.gov.br/login, preencher os espaços em branco com CPF e senha e clicar no botão “Entrar”, quando será redirecionado, automaticamente, para a página da Declaração Final. Em seguida, basta clicar em “Download da Declaração” para salvar o arquivo no formato PDF. O documento deve ser impresso, preenchido e assinado de próprio punho, digitalizado e enviado por meio do botão “Upload da Declaração”, também localizado na tela inicial.
A iniciativa visa a liberação dos encargos assumidos pelos municípios no Termo de Doação. Após a entrega da Declaração Final e posterior publicação de Portaria no Diário Oficial da União homologando o ato, os bens passam, definitivamente, para o patrimônio municipal.
Canais de informações foram disponibilizados para a auxiliar os gestores, por meio dos telefones (61) 2020-0653 e (61) 2020-0853 ou pelo endereço eletrônico [email protected].
Programa
O PAC2 empreendeu a doação de 18.071 equipamentos para uso exclusivo em ações de promoção da agricultura familiar e da reforma agrária, em especial para a recuperação de estradas vicinais e obras de enfrentamento à seca. As concessões aconteceram entre 2011 e 2014, por Termo de Doação, com cada município participante.
Considerando tratar-se de doação onerosa, que prevê ao donatário a imposição de encargos, os Termos de Doação têm como principal compromisso a ser cumprido pelos municípios o envio de Declaração Anual de utilização dos bens, por período que varia entre três e cinco anos, dependendo do equipamento doado.
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