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Ministro anuncia que governo prepara medidas de combate à corrupção

Por Nill Júnior

entrevistra

O governo anunciou neste domingo (15) que enviará, nos próximos dias, ao Congresso Nacional, um pacote de medidas de combate à corrupção e à impunidade, além de reforçar a necessidade de acabar com o financiamento privado de campanha.

Escalados para falar em nome do governo, no dia em que ocorreram manifestações por todo o país, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disseram que a percepção da presidenta Dilma Rousseff e seu posicionamento é o de que os brasileiros anseiam por ver o combate eficiente à corrupção.

Segundo Cardozo, o pacote de medidas vem sendo formulado desde o início deste segundo mandato e demandou a abordagem de questões técnicas e jurídicas, por isso ele não tinha sido lançado até hoje, apesar de ter sido promessa de campanha de Dilma. “Os textos legislativos, os textos normativos e questões que circundam essa posição tinham que ser discutidos pelo novo governo, pelos novos ministros. Se você observar, nós estamos em março. A presidenta anunciou em seu discurso de posse que essas medidas seriam lançadas em até seis meses. Nós vamos enviá-las muito antes disso”, disse o ministro.

Cardozo reforçou ainda a posição que o governo já vinha defendendo desde a campanha eleitoral sobre a necessidade de reforma política. Na opinião do ministro da Justiça, a questão mais urgente nesse contexto é o financiamento das campanhas eleitorais. “Não é mais possível que continuemos a ter o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. É necessário fechar imediatamente esta porta [para a corrupção]”, disse.

Os ministros comentaram ainda a postura de alguns grupos vistos com cartazes que sugeriam a intervenção militar no país ou que pediam o fim de instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Miguel Rossetto, apesar de serem minoria, essas posturas não devem ser aceitas na sociedade e precisam ser combatidas inclusive pelos demais manifestantes democratas.

“O que não é aceitável são manifestações que nós vimos, embora isoladas, que dizem ‘fora, Supremo Tribunal Federal’ ou coisas desse tipo. A consciência da sociedade brasileira há de rejeitar esse tipo de atitude antidemocrática. Aqui não há nenhuma crítica ao governo da presidenta Dilma, aqui há uma agressão à democracia e isso não pode ser tolerado”, pontuou.

Questionado sobre o tamanho dos protestos, Rossetto disse que não houve surpresa no governo. “Não há surpresa, há uma dinâmica eleitoral muito forte na memória das pessoas. Nós saímos das urnas há cinco meses e isso está na memória das pessoas”, afirmou. Ele admitiu que as medidas de austeridade tomadas pelo governo também influenciaram no clima de insatisfação e disse que não foi possível prever que o país chegaria ao fim de 2104 em situação tão crítica.

“De fato, diferente do que imaginávamos, a economia brasileira chega ao final de 2014 abaixo do que nós esperávamos. E todos nós temos no governo a responsabilidade de sustentar a economia em um padrão de crescimento de emprego e renda, e essa é a prioridade da presidenta Dilma. Para isso o governo vem apresentando um conjunto de medidas com o objetivo de arrumar as contas públicas no período rápido de tal forma que também rapidamente retomarmos o ambiente econômico de preservação do emprego e renda e dos programas sociais que tornaram esse país mais igualitário”, disse Rossetto. Ele disse que todos os líderes do país, sejam eles políticos ou sociais, devem participar dos debates necessários para atender aos anseios demonstrados pela sociedade nas ruas neste 15 de março.

Durante a entrevista dos ministros, transmitida por emissoras de TV, moradores de algumas cidades, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, voltaram a se manifestar com panelaço e buzinaço. No último domingo (8), enquanto a presidenta Dilma Rousseff falava em rede nacional de rádio e televisão, em seu pronunciamento pelo Dia Internacional da Mulher, várias cidades do país registraram protestos desse tipo.

(Fonte: Agência Brasil)

Outras Notícias

Envenenamento: a causa da morte de empresário que era procurado pela PF

A causa da morte de Paulo César de Barros Morato foi envenenamento. A informação foi apurada pela reportagem da Folha de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (30). Com o resultado, a polícia ficará responsável em apurar se o empresário se envenenou ou foi envenenado. O corpo de Morato já está liberado pelo Instituto Médico Legal […]

Imagens de empresário circularam redes sociais
Imagens de empresário circularam redes sociais

A causa da morte de Paulo César de Barros Morato foi envenenamento. A informação foi apurada pela reportagem da Folha de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (30). Com o resultado, a polícia ficará responsável em apurar se o empresário se envenenou ou foi envenenado.

O corpo de Morato já está liberado pelo Instituto Médico Legal (IML), que aguarda a família dele. Segundo nossas fontes, a causa da morte que aparece no laudo é “intoxicação exógena”.

Morato é considerado o “testa de ferro” da organização criminosa suspeita de levar dinheiro para as campanhas do ex-governador Eduardo Campos e foi encontrado morto no dia 22 de junho, no Motel Tititi, em Olinda, Região Metropolitana do Recife.

O empresário estava foragido desde a última terça-feira (21), quando a PF cumpriu 62 mandados judiciais e prendeu quatro pessoas, no âmbito da Operação Turbulência. Durante a estadia no motel, Morato chegou a pedir somente uma água.

Ele teria chegado por volta do meio-dia, da terça (21), sozinho em um Jeep Renagade. Na quarta (22), funcionários do estabelecimento decidiram abrir o quarto com a chave-mestra, já que o empresário não renovou a diária. O corpo foi encontrado em cima da cama, sem sinais de violência, sangue ou arma.

No quarto onde Paulo Cesar de Barros Morato foi encontrado, a Polícia Civil recolheu cartelas de remédios em uso, três aparelhos celulares – iPhone 5, iPhone 6 e um da marca Blue -, vários óculos de grau e sol, três carteiras de couro marrom, três cheques em branco – dois do Banco do Brasil e um do Bradesco -, além de 53 envelopes vazios para depósito do Banco do Brasil, R$ 3 mil em espécia, R$ 4,95 em moedas, sete pendrives e um boneco do Homem-Aranha.

Carnaval e futebol: duas paixões que se misturam na folia em Afogados

A folia de momo em Afogados da Ingazeira combina duas das maiores paixões do povo brasileiro: carnaval e futebol. Domingo foi dia do desfile do já tradicional bloco rubro-negro, o cazá-cazá, que reuniu uma multidão de torcedores foliões. Embalados pela paixão, pelo frevo, e por um time ainda invicto este ano, os rubro-negros desfilaram animados […]

A folia de momo em Afogados da Ingazeira combina duas das maiores paixões do povo brasileiro: carnaval e futebol.

Domingo foi dia do desfile do já tradicional bloco rubro-negro, o cazá-cazá, que reuniu uma multidão de torcedores foliões. Embalados pela paixão, pelo frevo, e por um time ainda invicto este ano, os rubro-negros desfilaram animados e mostraram que vieram para ficar no carnaval de Afogados.

Outro bloco que misturou as paixões foi o bloco da Coruja, do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. Saindo pela primeira vez no carnaval afogadense, a coruja fez bonito e mostrou que este será o primeiro dos muitos carnavais que virão pela frente.

Amanhã (28), será a vez do maior bloco de torcedores do interior do Estado: o já consagrado “A cobra vai subir”. Os tricolores concentram a partir das duas da tarde, no bar do bode assado, ao som de Josimar Show. A saída está prevista para às 17h, com desfile em direção à Avenida Rio Branco. A animação ficará por conta da Banda Vizzu, que tocará em cima do Trio “A tradição dos tabaqueiros”.

Morte de professora comove nas redes e cancela evento político

A morte da professora Silvaneide Veras foi noticiada esta tarde em Afogados da Ingazeira. Silvaneide faleceu em sua casa, na Rua 15 de novembro,  em decorrência de um câncer contra o qual vinha fazendo tratamento a algum tempo. Ela veio a óbito nesta sexta, depois de mais complicações da doença. A morte da professora gerou […]

A morte da professora Silvaneide Veras foi noticiada esta tarde em Afogados da Ingazeira.

Silvaneide faleceu em sua casa, na Rua 15 de novembro,  em decorrência de um câncer contra o qual vinha fazendo tratamento a algum tempo. Ela veio a óbito nesta sexta, depois de mais complicações da doença.

A morte da professora gerou forte comoção nas redes sociais.  A Secretaria de Educação está em luto e professores tem se manifestado na Internet.

Ela era casada e tinha duas filhas. O sepultamento ocorre na manhã deste sábado, em Afogados da Ingazeira, no cemitério São Judas Tadeu, às 10h. O corpo está sendo velado no velório da plafam, ao lado do cemitério.

A caminhada do candidato socialista José Patriota, que estava prevista para este sábado,  foi cancelada de acordo com a organização do evento, do próprio Patriota e do prefeito do município,  Sandrinho Palmeira.

Isso porque Silvaneide era casada com Márcio José Leite, irmão da ex-primeira dama e atual Secretária de Assistência Social,  Madalena Leite e, portanto,  concunhado do candidato.

Estados e municípios fora do texto da Reforma da Previdência

G1 O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou nesta terça-feira (2) uma nova versão de seu parecer, com mudanças no texto, mas manteve servidores de estados e municípios fora da proposta. O novo texto, um complemento de voto, foi protocolado e disponibilizado no site da Câmara […]

G1

O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou nesta terça-feira (2) uma nova versão de seu parecer, com mudanças no texto, mas manteve servidores de estados e municípios fora da proposta.

O novo texto, um complemento de voto, foi protocolado e disponibilizado no site da Câmara antes mesmo da leitura pelo relator na comissão.

A previsão é que o parecer seja votado nesta quarta-feira (3), mas antes os parlamentares terão que analisar requerimentos da oposição que pedem o adiamento da votação.

A votação do parecer foi adiada para esta semana à espera de uma reunião entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e um grupo de governadores, realizada mais cedo nesta terça, para tentar fechar um acordo sobre a questão.

A intenção era que estados e municípios fossem incluídos no texto a ser votado pela comissão especial, sem esperar pela votação no plenário, que é a etapa seguinte. Mas a articulação fracassou. A discussão sobre a inclusão de estados e municípios na proposta deve ficar para o plenário, segundo afirmou o relator.

A reforma da Previdência é considerada polêmica por endurecer critérios para a concessão de aposentadoria tanto de funcionários públicos federais quanto de trabalhadores da iniciativa privada.

Por essa razão, deputados críticos à inclusão de estados e municípios não querem arcar sozinhos com o desgaste político diante de seus eleitores e exigem que os governadores defendam publicamente a reforma.

Em seu complemento de voto, Moreira escreveu que a nova versão do texto “esclarece com a devida contundência” (…) “a ausência de efeitos imediatos da PEC sobre Estados, Distrito Federal e Municípios”.

“Fica clara a preservação integral da legislação atualmente em vigor no âmbito de cada ente subnacional enquanto não houver das Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores no sentido de alterar as regras do respectivo regime próprio de previdência social”, escreveu no documento.

Na comissão, Moreira ressaltou que estão mantidas as “condições” e a “esperança” de incluir estados e municípios durante a votação no plenário principal da Câmara.

“Nós estamos criando todas as condições para que eles possam ser introduzidos na reforma no plenário”, afirmou. “Toda a estratégia está sendo nesse sentido. Nós não perdemos as condições e a esperança de ter estados e municípios dentro da reforma. Isso foi muito bem avaliado e a estratégia está muito bem desenhada”, acrescentou.

Hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários do Facebook

O Facebook disse, nesta sexta-feira (12), que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários. Para checar se sua conta foi afetada acesse a Central de Ajuda do Facebook (disponível somente em inglês). A […]

O Facebook disse, nesta sexta-feira (12), que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários.

Para checar se sua conta foi afetada acesse a Central de Ajuda do Facebook (disponível somente em inglês).

A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram nomes e detalhes de contato (incluindo número de telefone, e-mail ou ambos), dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

Nos próximos dias, o Facebook irá enviar mensagens customizadas a cada uma das quase 30 milhões de pessoas afetadas para explicar quais informações os invasores podem ter acessado, bem como medidas que elas podem tomar para ajudar a se proteger, incluindo de e-mails maliciosos, mensagens de texto ou chamadas telefônicas.