Miguel Coelho critica abandono da agricultura familiar pelo governo do estado
Por André Luis
Diante da falta de investimentos do governo do estado em políticas para o campo, as famílias rurais sofrem para garantir o sustento no Sertão de Pernambuco. Na região do São Francisco, apesar da oferta hídrica abundante, os agricultores familiares enfrentam a falta de água e de incentivos para produzir e escoar a produção em municípios como Orocó, Santa Maria da Boa Vista e Cabrobó.
Para enfrentar esse problema, o pré-candidato a governador, Miguel Coelho, defende que a Secretaria Estadual de Agricultura seja mais atuante.
“A agricultura familiar precisa de apoio, assistência técnica, extensão rural, crédito e água suficiente. Precisa voltar o programa de distribuição de sementes e apoio para que tudo que for produzido no campo tenha para onde escoar, seja nas feiras locais ou num entreposto regional, uma vez que a região de Orocó, Cabrobó e Santa Maria tem um grande potencial, evitando que a produção precise ser levada para Petrolina. Assim, o agricultor economiza com o frete e sobra mais dinheiro. Agora, para isso, a gente precisa de uma Secretaria de Agricultura que não fique só no papel”, disse Miguel em entrevista à rádio Orocó FM.
Ele reforçou a cobrança para que órgãos estaduais, como o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e o Instituto de Terras e Reforma Agrária (ITERPE), deixem de ser usados como cabide de emprego e voltem a apoiar os produtores rurais.
“Os agricultores precisam de apoio técnico, precisam ser treinados e capacitados para saber como expandir seus negócios, suas roças, plantios, rebanho, para poder crescer. E esse papel cabe a dois órgãos do estado que há muito tempo estão devendo ao povo pernambucano. Onde estão o IPA, a distribuição de sementes, a assistência, os laboratórios de genética? O IPA se escondeu, sumiu. Outro órgão que pode ajudar muito junto aos assentamentos é o ITERPE, que poderia fazer parcerias de fomento aos agricultores”, afirmou em entrevista à rádio Boa Vista FM, de Santa Maria da Boa Vista.
Do Correio Braziliense Servidores da Câmara dos Deputados enfrentaram problemas no primeiro dia de funcionamento do sistema de ponto da Casa. A partir de agora, os servidores efetivos terão de registrar, por meio do ponto biométrico, oito horas diárias de serviço, com uma pausa para o almoço. O novo sistema resultou em uma cena atípica, […]
Relógios biométricos, que controlam frequencia e horários, provocaram protestos de funcionários
Do Correio Braziliense
Servidores da Câmara dos Deputados enfrentaram problemas no primeiro dia de funcionamento do sistema de ponto da Casa. A partir de agora, os servidores efetivos terão de registrar, por meio do ponto biométrico, oito horas diárias de serviço, com uma pausa para o almoço. O novo sistema resultou em uma cena atípica, com corredores cheios já na segunda-feira. A mudança também provocou dificuldades na hora de estacionar os carros e até falta de mesas e cadeiras em alguns setores. Servidores também reclamaram da ausência de clareza na nova regra, já que a Mesa Diretora ainda não publicou o ato que regulamentará a novidade. Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o documento deve ser aprovado nesta quarta.
Movimentação de carros acima do normal: dificuldade para estacionar
“O que acontece é que as pessoas geralmente faziam escala. Quem chegava mais cedo, saía mais cedo. Com todo mundo chegando ao mesmo tempo, faltou computadores e mesas em algumas salas”, contou um servidor, sob condição de anonimato. O mesmo funcionário também disse que houve dificuldades nos estacionamentos e com os restaurantes da Casa, considerados insuficientes. A regra não se aplica aos servidores comissionados, que são nomeados pelos parlamentares.
Emissora destacou relação histórica com a Cidade das Tradiçõe radiopajeu.com.br A Rádio Pajeú foi homenageada na Sessão Solene pelos 70 anos de Tabira, que serão comemorados até o próximo dia 27. A noite de entregas de várias comendas e títulos de cidadão tabirense a personalidades e instituições que contribuíram com a história de 70 anos […]
Emissora destacou relação histórica com a Cidade das Tradiçõe
radiopajeu.com.br
A Rádio Pajeú foi homenageada na Sessão Solene pelos 70 anos de Tabira, que serão comemorados até o próximo dia 27.
A noite de entregas de várias comendas e títulos de cidadão tabirense a personalidades e instituições que contribuíram com a história de 70 anos do município.
A sessão foi presidida pela vereadora Nelly Sampaio e teve a participação de boa parte do legislativo, como os proponente da homenagem à Rádio Pajeú, Aristóteles Monteiro, aprovada por unanimidade. Os trabalhos foram presididos por Maria Nelly Sampaio.
A emissora recebeu a Medalha Pedro Pires Ferreira Classe Ouro, comenda entregue a pessoas ou instituições que tenham prestado relevantes serviços à cidade e ao seu povo.
Foto: Vanderlei Miron
A entrega foi feita pelo proponente, vereador Aristóteles Monteiro ao Gerente Administrativo da emissora e Presidente da Asserpe, Nivaldo Galindo, o Nill Júnior.
Em sua fala, ele destacou a relação histórica entre a emissora e a Cidade das Tradições.
“Quando a Rádio Pajeú nasceu, em 4 de outubro de 1959, Tabira tinha dez anos, já iniciando os passos para ser a cidade pujante que é hoje, impulsionada por nomes como Pedro Pires. Assim, dos setenta, em sessenta anos a Pajeú esteve presente, como parceira de Tabira e sua gente, em todos os passos de seu desenvolvimento”.
A sessão ainda foi marcada por homenagens a outros nomes que tem parte na história da emissora como Luciano Bezerra, hoje defensor público e Elias Mariano. O jornalista Magno Martins, que apresenta na emissora o Frente a Frente, também recebeu como os demais o título de Cidadão Tabirense.
A cidade registrou saldo zero em outubro e saldos negativos no acumulado de 2021 e no acumulado dos últimos doze meses. Melhor desempenho do ano na região é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos. Por Juliana Lima Além do resultado do último mês de outubro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou os […]
A cidade registrou saldo zero em outubro e saldos negativos no acumulado de 2021 e no acumulado dos últimos doze meses. Melhor desempenho do ano na região é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos.
Por Juliana Lima
Além do resultado do último mês de outubro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou os índices da geração de empregos no acumulado do ano de 2021 e nos últimos doze meses, considerando o período de novembro de 2020 a novembro de 2021.
Segunda maior cidade do Pajeú e a décima maior do Sertão em termos populacionais, Afogados da Ingazeira apresentou resultado negativo nos três índices do Caged. Em outubro a cidade registrou saldo zero de empregos formais, com 64 admissões e 64 demissões. Com o resultado, a cidade ficou no 11º lugar no Pajeú e no 33º entre as 56 cidades do Sertão.
No acumulado do ano de 2021, Afogados da Ingazeira registrou saldo negativo de -30 e variação relativa de -1,18%, com 812 admissões e 842 demissões de janeiro a novembro de 2021. É o pior resultado do Pajeú e o 54º lugar no Sertão. No acumulado dos últimos doze meses, de novembro de 2020 a novembro de 2021, Afogados registrou saldo negativo de -19 e variação relativa de -0,75%, com 922 admissões e 941 demissões, ocupando o 16º lugar no Pajeú e o 53º do Sertão na geração de empregos.
No Pajeú, o melhor desempenho no acumulado do ano é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos. O segundo lugar é de São José do Egito, com 195. Em seguida vêm as cidades de Serra Talhada (180), Tabira (113), Flores 94, S. Terezinha 63, Itapetim 42, Triunfo 39, Carnaíba 18, Iguaracy 16, Santa Cruz da Baixa Verde 16, Calumbi 13, Quixaba 8, Solidão 8, Tuparetama 5, Ingazeira 3 e Afogados da Ingazeira -30. Afogados foi a única cidade do Pajeú a registrar saldo negativo no período.
Ainda na região do Pajeú, o melhor desempenho no mês de outubro é de Serra Talhada, com saldo de 131 empregos, e o pior desempenho é de Flores, com saldo negativo de -5. As demais cidades obtiveram os seguintes resultados: Tabira (17), São José do Egito (10), Carnaíba (7),Triunfo (4), Iguaracy (3), Itapetim (3), Santa Cruz da Baixa Verde (3) ,Brejinho (1), Santa Terezinha (1), Afogados da Ingazeira (0), Calumbi (0), Ingazeira (0), Quixaba (0), Solidão (0) e Tuparetama (-4).
A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde Francieli Fantinato, informou, em resposta a primeira pergunta do relator da Comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que vem trabalhando incansavelmente desde 2019 na coordenação do PNI e, com a politização do assunto, decidiu seguir seus planos pessoais. Segundo a servidora, essa politização a trouxe […]
A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde Francieli Fantinato, informou, em resposta a primeira pergunta do relator da Comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que vem trabalhando incansavelmente desde 2019 na coordenação do PNI e, com a politização do assunto, decidiu seguir seus planos pessoais. Segundo a servidora, essa politização a trouxe a condição de investigada sem mesmo sem ter sido ouvida.
Francieli chegou a reclamar da politização feita pelo líder da nação colocando em dúvida a segurança da vacinação.
– Quando temos todas as evidências favoráveis mostrando a eficácia, qualquer pessoa que fale contrário vai trazer dúvidas à população. Então, há necessidade de se ter uma comunicação única, seja de qualquer cidadão, de qualquer escalão – disse.
Amparada por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, a depoente Francieli Fantinato escusou-se de assumir o compromisso de dizer a verdade.
Em sua declaração inicial, ela ressaltou seu currículo acadêmico, com especialização em eventos adversos pós-vacina e trabalho de campo em todas as regiões do país. Em seguida, resumiu seu trabalho no serviço público, no Paraná e em Brasília, onde mora desde 2014, estando à frente do Programa Nacional de Imunizações (PNI) desde outubro de 2019:
— Por que o maior programa de vacinação do mundo teve dificuldade em executar o seu papel? Faltou para o PNI quantitativo suficiente para a execução rápida de uma campanha. Há que se considerar que o PNI, estando sob qualquer coordenação, não consegue fazer uma campanha exitosa sem vacinas e sem comunicação. Mesmo assim, me esforcei ao máximo para manter a comunicação alinhada com os estados. Trabalhei incansavelmente 24 horas por dia, sete dias por semana, para vacinar a população brasileira. Para um programa de vacinação ter sucesso é simples: é necessário ter vacinação e é necessário ter campanha publicitária efetiva. Infelizmente, eu não tive nenhum dos dois — concluiu.
Prezado Nill Junior, O caos administrativo e financeiro continua instalado em São José do Egito. Vários ônibus que transportam os estudantes pararam de circular tendo em vista falta de pagamento. A situação mais caótica é do Distrito de Riacho do Meio. Os pais de alunos que possuem condições estão alugando carros e levando os seus filhos as […]
O caos administrativo e financeiro continua instalado em São José do Egito. Vários ônibus que transportam os estudantes pararam de circular tendo em vista falta de pagamento. A situação mais caótica é do Distrito de Riacho do Meio.
Os pais de alunos que possuem condições estão alugando carros e levando os seus filhos as aulas da rede municipal. Porém, os que não possuem condições financeiras estão deixando os seus filhos em casa, perdendo aulas e a semana de provas.
Há tempo tenho denunciado na Câmara essa situação do transporte escolar, porém, nada é resolvido e os alunos continuam prejudicados.
Vereador José Roberto Bernardes – Beto de Marreco (PSB)
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