O Deputado Estadual Luciano Duque (DS) voltou a ser assunto por conta da relação com a prefeita Márcia Conrado.
Fui convidado a participar da entrevista concedida a Marcelo Patriota na Gazeta FM. Nela, Duque falou de tudo.
Comentou a reunião de Waldemar Oliveira com Marília Arraes sobre seu nome como possível candidato a prefeito pela oposição.
Ainda as críticas à condução política de Márcia Conrado, algumas vazadas, como uma recente em rede social.
Também sobre o envio de um interlocutor da prefeita para buscar um encontro. Duque foi duro ao tratar da questão. Toda repercussão hoje, a partir de meio dia no blog.
Logo após a vereadora Nelly Sampaio alegar que por questões ligadas a regimento e Lei Orgânica, não poderia prosseguir com a eleição da Mesa Diretora, de retirar e chamar os vereadores que a apoiavam para deixar a Câmara, a polêmica prosseguiu. Alegando não haver motivo para não haver a votação, o Primeiro Secretário Aristóteles Monteiro […]
Logo após a vereadora Nelly Sampaio alegar que por questões ligadas a regimento e Lei Orgânica, não poderia prosseguir com a eleição da Mesa Diretora, de retirar e chamar os vereadores que a apoiavam para deixar a Câmara, a polêmica prosseguiu.
Alegando não haver motivo para não haver a votação, o Primeiro Secretário Aristóteles Monteiro reabriu a sessão e deu sequência à escolha da Mesa Diretora. Monteiro criticou a colega Nelly e a acusou de “não saber perder”, prosseguindo com os trabalhos.
No vídeo da sessão, enquanto Nelly encerra a sessão antes do início da votação, Aristóteles olha para colegas de grupo e repete : “é golpe!”
Aberta a votação, como esperado, a chapa II foi eleita, com Aldo Santana Presidente, Aristóteles Monteiro (Primeiro secretário) e Cléber Paulino (Segundo Secretário).
Somando os três da chapa, mais Djalma, Claudiceia Rocha e Dicinha do Calçamento, a chapa teve unanimidade com as ausências dos pró Nelly.
“Fizemos como manda o regimento. Amanhã registramos a ata e em janeiro a chapa tina posse. Lamentamos a condução de Nelly”, disse Aristóteles ao blog. A aguardar os orpróxim capítulos.
Enquanto segue o impasse para funcionamento do SAMU na região, cada prefeitura tem um modo diferente de tratar sua ambulância. Em Ingazeira o Prefeito Luciano Torres (PSB), tem a ambulância em lugar coberto e seguro. Já em São Jose do Egito o prefeito médico Romério Guimarães (PT), deixa a ambulância do SAMU exposta ao sol […]
Enquanto segue o impasse para funcionamento do SAMU na região, cada prefeitura tem um modo diferente de tratar sua ambulância. Em Ingazeira o Prefeito Luciano Torres (PSB), tem a ambulância em lugar coberto e seguro.
Já em São Jose do Egito o prefeito médico Romério Guimarães (PT), deixa a ambulância do SAMU exposta ao sol (sempre), a chuva (as vezes) e dentro do mato no estacionamento do hospital. (Por Anchieta Santos).
A Compesa lidera as queixas essa manhã na Rádio Pajeú. De vários bairros, há questionamentos sobre a falta de água. Sobreira, São Braz, Costa, Planalto, Brotas, Vila Pajeú, são os bairros que lideram as reclamações. O repórter Marconi Pereira ouviu o Gerente da Compesa, Kaio Maracajá. Ele alegou ter havido um problema nsa ETA, a […]
A Compesa lidera as queixas essa manhã na Rádio Pajeú. De vários bairros, há questionamentos sobre a falta de água. Sobreira, São Braz, Costa, Planalto, Brotas, Vila Pajeú, são os bairros que lideram as reclamações.
O repórter Marconi Pereira ouviu o Gerente da Compesa, Kaio Maracajá. Ele alegou ter havido um problema nsa ETA, a Estação de Tratamento, com o problema em uma válvula de uma bomba. “Acionamos a bomba reserva,mas ela teve queda de pressão. Infelizmente pra trocar as válvulas o sistema tem que parar”, explicou.
Kaio informou que houve mudança no cronograma, com a água passando a chegar dois dias após o cronograma anterior de distribuição e que até a população se adaptar, vai levar um tempo. As altas temperaturas e baixa umidade aumentam as queixas, pois há maior necessidade de consumo.
O relator do Orçamento de 2015, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou nesta quarta-feira (10) que o valor do salário mínimo previsto para vigorar no ano que vem será arredondado para R$ 790. O estabelecido na proposta orçamentária encaminhada pelo Executivo era de R$ 788,06. Esse incremento, disse Jucá, terá impacto de cerca de R$ 1,2 […]
O relator do Orçamento de 2015, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou nesta quarta-feira (10) que o valor do salário mínimo previsto para vigorar no ano que vem será arredondado para R$ 790. O estabelecido na proposta orçamentária encaminhada pelo Executivo era de R$ 788,06. Esse incremento, disse Jucá, terá impacto de cerca de R$ 1,2 bilhão.
“É exatamente para facilitar a vida dos trabalhadores, das empresas e para garantir um ganho real no reajuste”, afirmou Jucá. O número exato do salário mínimo de 2015 só será conhecido, no entanto, com um decreto editado pela presidente Dilma Rousseff no final do ano. O mínimo é calculado a partir de uma forma que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
“Se houver alguma mudança na questão da inflação ou do crescimento, o salário mínimo é o resultado dessa equação. Se houver um número surpresa, o salário (mínimo) poderá ser ajustado até o fim da votação (do Orçamento)”, concluiu.
Curioso, é que horas antes, prefeito havia dito que ele prestou serviço à municipalidade Pela segunda vez seguida o Odontólogo Marcílio Pires usou a Tribuna Popular durante a sessão da Câmara de Tabira. Ontem ele foi convidado para tratar da acusação de que servidor público municipal recebe sem trabalhar em Tabira não é novidade, e […]
Curioso, é que horas antes, prefeito havia dito que ele prestou serviço à municipalidade
Pela segunda vez seguida o Odontólogo Marcílio Pires usou a Tribuna Popular durante a sessão da Câmara de Tabira. Ontem ele foi convidado para tratar da acusação de que servidor público municipal recebe sem trabalhar em Tabira não é novidade, e que tinha servidor prestes a se aposentar sem nunca ter trabalhado.
Depois de provocado pelo Presidente da Casa Marcos Crente, que disse que o convidado precisava esclarecer as denúncias, Marcílio mudou, adiantou que o servidor não seria municipal e que não revelaria o nome.
Diferente da sessão anterior que garantiu ter trabalhado como assessor do governo para justificar o salário de R$ 3 mil reais, agora admitiu: “Devo não nego, quero pagar. E dou duas alternativas: devolver o dinheiro parceladamente, ou trabalhar uma vez por semana (nas sextas feiras) nos Postos de Saúde da Família da zona rural, e ainda pediu para encerrar o assunto.
A sugestão dividiu opiniões: os vereadores Aldo Santana e Djalma das Almofadas disseram que quem errou foi o Prefeito Sebastião Dias e ele é quem deveria devolver o dinheiro. O Vereador Val do Bar, defendeu a devolução do dinheiro recebido, sem trabalhar. O vereador Edmundo Barros, declarou que se na sessão anterior Marcílio Pires, tivesse reconhecido o erro que cometeu, a questão já estaria encerrada.
Sobre as propostas do odontologista, Edmundo demonstrou não concordar com a ideia de trabalhar apenas um dia por semana, ganhando mais do que recebe quem trabalha quatro dias. Gil da Borborema cobrou do prefeito mais respeito com o dinheiro público e o responsabilizou pela contratação do Dr. Marcilio.
Para o vereador Didi de Heleno, “o que aconteceu não foi nada demais”, sobre o odontólogo receber sem trabalhar. O Presidente Marcos Crente parabenizou a Câmara por conseguir recuperar o dinheiro do povo e propôs que dos R$ 18 mil reais que o Odontólogo recebeu sem trabalhar, poderiam ser ressarcidos à municipalidade atendendo em seu consultório particular a comunidade carente.
Fazendo as contas Marcos, disse: “R$ 18 mil divididos por 50 reais que é o preço de uma restauração, dariam 360 atendimentos”. O profissional deu a entender não concordar com a ideia.
Já prefeito diz que Marcílio trabalhou sim: Curioso é que a declaração de Marcílio aconteceu horas depois de o prefeito Sebastião Dias dizer a Júnior Alves na Cultura FM que Pires fez projetos de saúde bucal e outras coisas que ele teria pedido.
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