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Maus-tratos em Triunfo: cachorro é amarrado e queimado vivo

Por Nill Júnior

O caso foi denunciado pela ONG Amigos 4 Patas da cidade de Serra Talhada. A delegacia de Triunfo já tomou conhecimento do fato. 

Por Juliana Lima

Mais um crime bárbaro envolvendo maus-tratos contra animais foi registrado na região. Desta vez, moradores denunciam um ato de crueldade praticado contra um cachorro na cidade de Triunfo.

O animal foi encontrado carbonizado e com as patas amarradas dentro de uma caixa de metal na Rua do Museu dos Carros.

Ainda havia fogo no local no momento em que o animal foi localizado, como mostra um vídeo que circula na internet. 

Segundo populares, o animal tinha dono. O caso foi denunciado na delegacia de polícia local, que precisa investigar a autoria do crime. 

Outras Notícias

Morte de policial comove região

Eduardo Bruno tinha 35 anos e morava em Custódia.  Carro que atingiu moto também era conduzida por PM Morreu na manhã deste domingo (20), em acidente no quilômetro 21 da BR-424, na zona rural da Pedra, o policial militar Eduardo Bruno de Souza Campos. Ele tinha 35 anos e voltava de moto para a cidade […]

Eduardo Bruno tinha 35 anos e morava em Custódia.  Carro que atingiu moto também era conduzida por PM

Morreu na manhã deste domingo (20), em acidente no quilômetro 21 da BR-424, na zona rural da Pedra, o policial militar Eduardo Bruno de Souza Campos.

Ele tinha 35 anos e voltava de moto para a cidade de Custódia, onde morava, quando foi atingido por um carro Fiat Siena, também conduzido por um policial, lotado na cidade de Lajedo e que seria de Venturosa.

Bruno Campos tinha concluído plantão em Venturosa. Ele atuava na primeira companhia do terceiro Batalhão de Polícia Militar.

Segundo o Arcoverde On Line,  condutor carro foi submetido a teste etilométrico, que comprovou a presença de álcool no sangue do motorista. Ele sofreu apenas escoriações e uma lesão no braço.

A polícia científica foi acionada para realizar a perícia no local do acidente.

Ministro Pepe Vargas deve entregar o cargo a Dilma

Contrariado com o noticiário de que o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) foi convidado para assumir o comando da Secretaria de Relações Institucionais, o ministro Pepe Vargas decidiu deixar o cargo. Antes, no entanto, ele pediu uma audiência urgente com a presidente Dilma Rousseff. Ele quer ouvir da petista uma explicação sobre o assunto e […]

pepe_vargas

Contrariado com o noticiário de que o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) foi convidado para assumir o comando da Secretaria de Relações Institucionais, o ministro Pepe Vargas decidiu deixar o cargo. Antes, no entanto, ele pediu uma audiência urgente com a presidente Dilma Rousseff.

Ele quer ouvir da petista uma explicação sobre o assunto e consultar se ela realmente fez o convite a Padilha para o seu lugar.

Caso Dilma não tome a iniciativa de demiti-lo, Pepe deve entregar a chefia da pasta responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Ele inclusive já cancelou a reunião que faria com líderes da base aliada nesta terça, marcada para as 16h. A informação é do Blog do Camarotti.

Arthur Lira vem pedir votos em Pernambuco

Candidato a presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) cumpriu agenda em Pernambuco, nesta quarta-feira (13), buscando ampliar o leque de apoios à sua postulação ao comando da Casa. O parlamentar visitou pela manhã com o governador Paulo Câmara (PSB) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), no Palácio do […]

Candidato a presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) cumpriu agenda em Pernambuco, nesta quarta-feira (13), buscando ampliar o leque de apoios à sua postulação ao comando da Casa.

O parlamentar visitou pela manhã com o governador Paulo Câmara (PSB) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), no Palácio do Campo das Princesas, e à tarde reuniu parte da bancada federal pernambucana em um almoço.

O progressista destacou que, se eleito, “sua gestão será democrática, vai ouvir todos os deputados e a Casa vai ter altivez e independência para pautar e votar temas de interesse da população brasileira”. A eleição do novo presidente está marcada para o dia 1º de fevereiro.

O parlamentar enfatizou que a Câmara dos Deputados necessita resgatar o protagonismo, dando voz e vez aos demais deputados da Casa.

“Os deputados precisam ter voz porque a população de cada estado elege os parlamentares para que represente o seu povo e as causas estruturantes de seus estados”, completou.

Integraram a comitiva de Arthur Lira durante visita a Pernambuco os deputados federais Felipe Carreras (PSB-PE), Fernando Monteiro (PP-PE), Eduardo da Fonte (PP-PE), Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), André de Paula (PSD-PE), Sebastião Oliveira (Avante-PE), Tadeu Alencar (PSB-PE), Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), Wolney Queiroz (PDT-PE), Bispo Ossesio (Republicanos-PE), André Ferreira (PSC-PE), Ricardo Teobaldo (Podemos-PE), Celina Leão (PP-DF), Celso Sabino (PSDB-PA), Luiz Miranda (DEM-DF), Artur Maia (DEM-BA), Dr. Luiz Antônio Teixeira (PP-RJ), Gustinho Ribeiro (Solidariedade-SE), Hiran Gonçalves (PP-RR), Jhonathan de Jesus (Republicanos-RR), Marcelo Ramos (PL-AM), Luiz Tibé (Avante-MG), André Fufuca (PP-MA) e Margarete Coelho (PP-PI); e os deputados estaduais Eriberto Medeiros (PP) – presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco -, Clovis Paiva (PP) e Henrique Queiroz Filho (PL).

Alckmin diz que não fará campanha com Aécio

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (4), em entrevista ao G1 e à rádio CBN, que, se eleito, vai propor a redução do imposto de renda das empresas para tornar o ambiente econômico brasileiro mais atrativo para investidores estrangeiros. O tucano disse que se espelha na reforma tributária implementada nos […]

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (4), em entrevista ao G1 e à rádio CBN, que, se eleito, vai propor a redução do imposto de renda das empresas para tornar o ambiente econômico brasileiro mais atrativo para investidores estrangeiros.

O tucano disse que se espelha na reforma tributária implementada nos Estados Unidos pelo governo Donald Trump que levou empresas norte-americanas a subir salários e criar vagas.

Na entrevista concedida no estúdio da rádio CBN, em São Paulo, Alckmin também afirmou que não vai fazer campanha com o colega de partido Aécio Neves (MG), que está deixando o Senado e tenta uma vaga de deputado na Câmara. Ex-presidente do PSDB, Aécio é réu na Lava Jato por corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Geraldo Alckmin repetiu na entrevista a promessa de campanha de zerar em dois anos o rombo de R$ 159 bilhões nas contas públicas. O presidenciável do PSDB disse que, caso vença a eleição, pretende tributar lucros e dividendos pagos pelas empresas para compensar a perda de receita que ocorrerá com sua promessa de diminuir o Imposto de Renda das pessoas jurídicas.

A tributação sobre lucros e dividendos foi extinta, em 1996, durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre 1995 e 2002. À época, o governo alegou que se tratava de bitributação, na medida em que as empresas já haviam pago o imposto sobre os mesmos resultados.

Na entrevista desta terça, Alckmin disse que, atualmente, há dinheiro de sobra no mundo que pode ser atraído para o Brasil, por exemplo, com estímulos fiscais.

Pesquisa Quaest: 85% dos brasileiros são contra aumento no número de deputados federais

Do blog da Ana Flor/g1 Apenas 11% aprovam medida aprovada pelo Congresso que eleva de 513 para 531 o total de cadeiras na Câmara; maioria da população não sabia da proposta. A pesquisa Quest divulgada nesta quarta-feira mostrou uma posição majoritária dos brasileiros contra o aumento do número de deputados, conforme aprovado pelo Congresso Nacional […]

Do blog da Ana Flor/g1

Apenas 11% aprovam medida aprovada pelo Congresso que eleva de 513 para 531 o total de cadeiras na Câmara; maioria da população não sabia da proposta.

A pesquisa Quest divulgada nesta quarta-feira mostrou uma posição majoritária dos brasileiros contra o aumento do número de deputados, conforme aprovado pelo Congresso Nacional no início deste mês. Segundo a pesquisa, 85% dos brasileiros são contra a ampliação de 513 para 531 parlamentares na Câmara de Deputados, enquanto 9% se dizem favoráveis e 6% não souberam ou não responderam.

A Quest pesquisou também o nível de conhecimento dos brasileiros sobre a medida aprovada pelo Congresso Nacional, de adicionar 18 novos deputados federais. 53% dos entrevistados afirmaram ter conhecimento da aprovação e 44% disseram não ter conhecimento do aumento aprovado pelo Congresso.

A pesquisa vem num momento em que o presidente Lula precisa decidir se sanciona, veta ou não se pronuncia sobre a aprovação do Congresso que eleva o número de deputados para 531. Na prática, já há uma decisão do presidente, segundo auxiliares, de não sancionar a lei. A dúvida ainda segue se ele não se pronuncia dentro do prazo legal, que termina nesta quarta-feira – o que levaria à sanção tácita da medida – ou veta o aumento.

Assessores próximos do presidentes ouvidos pelo blog afirmam que a tendência dele é vetar o aumento de deputados. Alguns ministros e líderes ainda apelam ao presidente para que não compre a briga com o Congresso, deixando de se manifestar.

Já quem defende o veto afirma que Lula ganharia pontos com a população majoritariamente contrária a um crescimento no número de vagas na Câmara federal – e que tem implicações no aumento dos deputados estaduais também. Afirmam ainda que o presidente tem o direito de se manifestar sobre o tema como achar melhor e que cabe ao Congresso o recurso de derrubar o veto, como já ocorreu no passado em outras medidas.

Ao analisar a pesquisa, o diretor da Quest, Felipe Nunes, afirmou ao blog que um veto de Lula impactaria sua popularidade. “Em uma semana de vitórias políticas por conta da agenda internacional, faria muito bem à popularidade do Lula vetar o aumento de deputados. Resta saber se o governo tem condições de sustentar o custo político com o Congresso”, afirmou.

Uma nova crise com o Congresso poderia afetar o andamento de temas que o governo pretende aprovar nas duas casas. A pauta é especialmente cara ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que é da Paraíba, estado que ganharia deputados.