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Marília e Raquel voltam a discutir apadrinhamento de Paulo Câmara e Bolsonaro

Por André Luis

A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, na noite desta sexta-feira (21), o debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. A Rádio Pajeú, como emissora parceira, retransmitiu no seu dial e nas redes sociais.

Marília Arraes e Raquel Lyra, mais uma vez discutiram o apadrinhamento de Paulo Câmara e Bolsonaro. 

O primeiro bloco teve melhor gestão do tempo por Raquel Lyra que por Marília Arraes. Ela abriu e fechou o bloco com banco de minutos, com doze sendo gerados por cada uma. 

A gestão de Raquel na FUNASE também voltou à pauta. Marília voltou a acusá-la de ser responsável pela morte de adolescentes, invocando o vídeo de uma mãe que a acusou de negligente. Raquel rebateu e disse que entregou o cargo pouco após sua primeira licença maternidade. 

Sobre Compesa, Raquel acusou Marília Arraes de faltar à votação do Marco Civil do Saneamento. Marília disse estar de licença médica e rebateu dizendo que as propostas de Raquel para a Compesa se alinhavam as de Bolsonaro, dizendo que a oponente pretende privatizar a Compesa.

O jogo de apelidos entre as candidatas continuou. Depois do “Raquellândia” que Marília cunhou sobre Raquel,  a tucana disse que a adversária deveria se chamar “Mentirilha”.

O presidente da Asserpe, Nill Júnior, questionou as candidatas sobre uma pauta institucional, perguntando quais os compromissos das candidatas com a liberdade de imprensa, de informação e expressão do rádio e da TV em nosso estado. Ambas se comprometeram em respeitar a democracia e os veículos de comunicação. 

Sobre a necessidade de menos fake news, briga de apadrinhamento e necessidade de uma campanha mais propositiva, Raquel e Marília mantiveram ataques. 

Raquel disse ter ganhado mais direitos de respostas em relação à Marília, que rebateu dizendo que tem sido vítima até de disparos de mensagens do exterior.

No último bloco, Marília invocou o nome de Fernando Lira, que segundo ela, até se sacrificou politicamente por ter lado. Raquel disse ser sobrinha de Fernando e que suas ações falavam por ela. Voltou a negar apoiar Bolsonaro. Como exemplo, usou os apoios da prefeita de Serra Talhda, Márcia Conrado (PT), que vota em Lula e da prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino (UB), que vota em Bolsonaro.

Já Marília, ao se defender das acusações de representar a continuidade do governo Paulo Câmara, mais uma vez destacou que Raquel ajudou o governador a chegar onde está e desafiou a achar foto dela com Câmara.

Raquel voltou a defender sua política de construção de creches, invocando o apelido de “Racreche”. Marília: “de 8 mil, entregou 3 mil vagas de creche”.

Em mais de uma vez, as candidatas se perderam no banco de tempo,  proposta da emissora parecida com o debate da Band entre Lula e Bolsonaro.  Algumas vezes, uma perguntou a outra sobre o que mesmo havia perguntado.

Outras Notícias

Sucessão em Custódia: Manuca lidera cenário para 2020, diz Múltipla

O Instituto Múltipla realizou pesquisa de opinião aferindo intenção de voto para prefeito em Custódia. A cidade atualmente é gerida pelo prefeito Manuca que tem direito a disputar a reeleição. A pesquisa foi divulgada pelo Blog e também pelo Blog do Finfa. O Múltipla quis saber: em quem você votaria para prefeito se as eleições […]

O Instituto Múltipla realizou pesquisa de opinião aferindo intenção de voto para prefeito em Custódia. A cidade atualmente é gerida pelo prefeito Manuca que tem direito a disputar a reeleição. A pesquisa foi divulgada pelo Blog e também pelo Blog do Finfa.

O Múltipla quis saber: em quem você votaria para prefeito se as eleições fossem hoje? Quando o instituto coloca no cenário estimulado Manuca contra o ex-prefeito Luiz Carlos, o prefeito atual lidera com 55,6% contra 28,8% do petista. Em votos válidos, Manuca tem 65,8% contra 34,2%. Quando o adversário é Gilberto de Belchior, a vantagem é um pouco menor: 53,6% contra 31,6%. Em votos válidos, 62,9% contra 37,1%.

O Múltipla também quis classificar a gestão Manuca: 69,6% aprovam o governo, contra 24,4% que não aprovam e 6% que não opinaram. Quando a população é chamada a classificar a gestão, 10% dizem ser ótima, 42,8% afirmam ser boa, 28% regular, 8,8% ruim e 8,8% péssima. Apenas 1,6% não sabem ou não opinaram. A nota média atribuída á gestão é 6,7. Quando o Instituto quis comparar a atual gestão à gestão anterior, para 64,8% ela está melhor que o governo anterior. Para 13,2% está igual à anterior e para 18,4% está pior. Apenas 3,6% não sabem ou não opinaram.

Foram realizadas 250 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Custódia e distribuída da seguinte forma: Cidade 59,6% e Zona Rural 40,4%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,0%.

Na cidade, foram pesquisados Centro, Redenção, Joaquim Pereira, Mandacaru 2, Cruzeiro, Polivalente, COHAB, Mandacaru 1, Rodoviária, Renascer, Pindoba Velha, Pindoba, Pindoba Nova, Mutirão, Macambira, Matadouro e Nossa Senhora de Lourdes.

Na zona Rural: Açudinho, Caetano, Lagoa do Capim, Logradouro, Areias, Lagoa Cercada, Lamarão, Mata Verde de Baixo, Mata Verde de Cima, Barro Vermelho 1, Jaramantais, Marias Pretas, Barro Branco, Engenho, jati, Lagoinha, Pitombeira, Riacho do Gado, Santa Maria, Cangalha, Saco, Cacimba Nova, Lagoinha, Quilombo, Barbosa, Riacho do Meio, Bravo, Umbuzeiro, Barro Vermelho2, Cacimbinha, Malhadinha, Mulungu, Carvalho,  Umbuzeiro, Maravilha, Barreiro, Ingá, Pindoba do Ingá, Barro Vermelho1, Serrote da Cinza, Açude dos Costas, Pinhões, Cachoeira, Malhada, Serrote, Samambaia, Caiçara, Quitimbu, Barra da Misericórdia, Lajedo, Araras, Caldeirão, Mimoso de Baixo, Araras, Cachoeira da Onça, Santana, Jati, Lajedo, Vaca Morta, Lagoa do Capim, Queimada Nova, Buenos Aires, Caldeirão, Catolé e São José.

“A democracia não se curva”, diz Ângelo Ferreira sobre denúncias de abuso de poder

O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), subiu o tom nesta quinta-feira (29) ao denunciar o que classifica como um método sistemático de uso da máquina pública pelo Governo de Pernambuco para fins eleitorais. Em vídeo divulgado nas suas redes sociais, Ferreira estabeleceu uma conexão direta entre as recentes denúncias de espionagem contra a gestão […]

O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), subiu o tom nesta quinta-feira (29) ao denunciar o que classifica como um método sistemático de uso da máquina pública pelo Governo de Pernambuco para fins eleitorais. Em vídeo divulgado nas suas redes sociais, Ferreira estabeleceu uma conexão direta entre as recentes denúncias de espionagem contra a gestão de João Campos, no Recife, e as práticas observadas no Sertão durante o pleito de 2024.

O pessebista destacou que a utilização de estruturas de Estado, como a Casa Militar e a Polícia Civil, para pressionar ou monitorar adversários políticos, não é um “fato isolado”, mas uma estratégia de poder que fere os princípios republicanos.

Segundo Ferreira, durante a campanha eleitoral em Sertânia, a presença do aparato estadual em prol da candidatura governista foi ostensiva. Ele relembrou falas da candidata apoiada pela governadora Raquel Lyra, que exaltava o suporte das secretarias palacianas em seus palanques.

“O palácio tá aqui dentro, a Casa Civil tá aqui dentro e também a Casa Militar”, dizia a candidata na época, conforme trecho resgatado pelo ex-prefeito. Para Ângelo, essa é a prova material de que o governo agiu para transformar o estado em uma “propriedade privada de um projeto de poder”.

O ex-prefeito encerrou sua manifestação reafirmando a resistência institucional de Sertânia e do estado diante das práticas de “arapongagem” e interferência policial na política: “Pernambuco não aceita e a democracia não se curva”.

 

Rompimento em Adutora interrompe distribuição em Iguaraci, Tuparetama, Ingazeira e Jabitacá

Os municípios de Iguaraci, Tuparetama e Ingazeira, além do Distrito de Jabitacá estão com o fornecimento de água suspenso e o pior, com previsão média de 15 dias a um mês para normalizar a distribuição. Segundo o Chefe da Compesa em Iguaracy, Ubirani Rodrigues, falando ao TV Web Sertão, engenheiros da empresa identificaram a cerca […]

Os municípios de Iguaraci, Tuparetama e Ingazeira, além do Distrito de Jabitacá estão com o fornecimento de água suspenso e o pior, com previsão média de 15 dias a um mês para normalizar a distribuição.

Segundo o Chefe da Compesa em Iguaracy, Ubirani Rodrigues, falando ao TV Web Sertão, engenheiros da empresa identificaram a cerca de 8 quilômetros do Sítio Riacho do Meio, em Tabira, o rompimento de trecho da tubulação feita a partir  da Adutora do Pajeú para socorrer as cidades e o distrito ano passado.

O dano foi causado pela  força das chuvas que caíram na segunda em Tabira. A força da água foi tanta que destruiu todas as bases da adutora lançando os tubos a vários metros de distância.

A adutora atravessava um riacho que tem uma correnteza muito forte. A empresa que fez a obra está sendo questionada por não ter feito a devida ancoragem de concreto no local. Resultado: o trabalho terá que ser todo refeito. A previsão do reparo é de, no mínimo, quinze dias.

Moraes determina bloqueio do Telegram

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão do aplicativo de mensagens Telegram no país. A ordem, emitida nesta quinta-feira (17), atende a um pedido da Polícia Federal e foi encaminhada a plataformas digitais e provedores de internet, que devem adotar em cinco dias os mecanismos para inviabilizar a utilização do aplicativo Telegram. As empresas estavam […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão do aplicativo de mensagens Telegram no país.

A ordem, emitida nesta quinta-feira (17), atende a um pedido da Polícia Federal e foi encaminhada a plataformas digitais e provedores de internet, que devem adotar em cinco dias os mecanismos para inviabilizar a utilização do aplicativo Telegram.

As empresas estavam sendo notificadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A decisão atende a um pedido da Polícia Federal e foi motivada pelo descumprimento de ordens judiciais pelo Telegram.

Recentemente, atendendo a determinação do Supremo, o Telegram bloqueou três perfis apontados como disseminadores de informações falsas, entre eles do blogueiro Allan dos Santos, um dos aliados mais próximos da família Bolsonaro.

Adilson Gomes sonda Luciano Duque sobre aliança entre PSB e PT

O secretário-geral do PSB Adilson Gomes, visitou neste domingo o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), ao lado do socialista Ronaldo Melo. O gestor comentou sobre o encontro em sua página no Facebook. Segundo informações que circularam após o encontro, Duque chegou a ser sondado sobre a possibilidade de aliança com o PSB. A […]

O secretário-geral do PSB Adilson Gomes, visitou neste domingo o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), ao lado do socialista Ronaldo Melo. O gestor comentou sobre o encontro em sua página no Facebook.

Segundo informações que circularam após o encontro, Duque chegou a ser sondado sobre a possibilidade de aliança com o PSB. A posição do gestor como um dos principais nomes da legenda no interior seria de interesse do bloco socialista. A conversa teria tido a chancela do governador Paulo Câmara.

O gestor serra-talhadense reafirmou que apoia a vereadora e pré-candidata Marília Arraes (PT) nas eleições de 2018, a não ser que mude a orientação partidária.

“Adilson, que é um amigo de muito tempo, sabe que faço um debate franco e que tenho posição clara. De toda forma estou aberto ao bom debate, sempre defendendo o melhor para Pernambuco, Serra Talhada e a região”, disse o prefeito.