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Márcia Conrado lamenta morte do serra-talhadense Batoré

Por Nill Júnior

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, emitiu nota de pesar pela morte do comediante serra-talhadense, Batoré.

O artista faleceu nesta segunda-feira (10), aos 61 anos, em São Paulo.

Confira a nota na íntegra:

“Recebi com muita tristeza a notícia da morte do comediante serra-talhadense, Ivanildo Gomes Nogueira (Batoré). Um grande artista que elevou o nome de Serra Talhada a nível nacional, também como futebolista, ator, humorista, apresentador e político. Quero manifestar minha solidariedade aos seus familiares, amigos e fãs, bem como à arte e à cultura brasileira que perdem um grande talento”.

Márcia Conrado
Prefeita de Serra Talhada

Outras Notícias

Câmara aprova parecer sobre minirreforma eleitoral e vota agora destaques

Agência Brasil – A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, o substitutivo ao projeto de lei que trata da minirreforma eleitoral, apresentado pelo relator, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ressalvadas as emendas e os destaques que visam a alterar o texto. A proposta, que foi aprovada pelos deputados e alterada na votação dos senadores está sendo votada […]

Parecer do relator Rodrigo Maia acolheu emendas aprovadas  no  Senado,  como  a  que  simplifica  processos da vida partidária
Parecer do relator Rodrigo Maia acolheu emendas aprovadas no Senado, como a que simplifica processos da vida partidária

Agência Brasil – A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, o substitutivo ao projeto de lei que trata da minirreforma eleitoral, apresentado pelo relator, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ressalvadas as emendas e os destaques que visam a alterar o texto. A proposta, que foi aprovada pelos deputados e alterada na votação dos senadores está sendo votada novamente na Câmara.

O relator acolheu no substitutivo algumas mudanças aprovadas pelos senadores, como a que aumenta o tempo de propaganda para candidatas, a que estabelece medidas de estímulo à participação feminina na política e a que trata da simplificação de procedimentos da vida partidária.

Rodrigo Maia rejeitou emendas incluídas no Senado como a que proibia a doação de empresas a partidos políticos, o pagamento de cabos eleitorais, o uso de carros de som nas campanhas, a que revogava o prazo de domicilio eleitoral e a que proibia a contratação de empresas de pesquisa se elas tiverem trabalhado para candidatos anteriormente.

Neste momento, os deputados discutem e votam os 15 destaques e emendas que buscam modificar o texto. Alguns dos dispositivos têm o objetivo de resgatar emendas aprovadas pelos senadores e rejeitadas pelo relator no substitutivo aprovado nesta quarta-feira pelos deputados.

Nas discussões do substitutivo no plenário, muitos deputados defenderam a aprovação da emenda dos senadores que proibia a doação de empresas para as campanhas eleitorais. No entanto, o relator propôs e o plenário rejeitou a emenda, e ficou mantido o texto que já havia sido aprovado pela Câmara, segundo o qual pessoas jurídicas podem doar para partidos, e não para candidatos, com limites estabelecidos em lei.

Rodrigo Maia informou que restabeleceu no substitutivo pontos que foram aprovados com apoio da maioria dos deputados. Sobre a doação de empresas aos partidos, o relator disse que não há problema. “O problema não é a doação privada, o problema é a utilização de recursos ilícitos e de caixa 2. Acho que a participação do capital privado é bem-vinda, com limites estabelecidos”, afirmou.

João de Maria diz que vereadores governistas são “falsos moralistas”

O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, disse ao blog que não é verdade o que foi dito por Maurício do São João e Vicente de Vevéi no Debate do Sábado, na Gazeta FM. Eles o acusaram de trancar a pauta ao não apreciar o projeto 001/2021, que […]

O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, disse ao blog que não é verdade o que foi dito por Maurício do São João e Vicente de Vevéi no Debate do Sábado, na Gazeta FM.

Eles o acusaram de trancar a pauta ao não apreciar o projeto 001/2021, que cria o Instituto de Previdência do município. Como a pauta está trancada, outros projetos não podem ser apreciados.

“Não existe pauta trancada na nossa Câmara de Vereadores. Não existe essa conversa de servidores que estejam ou venham a ser prejudicados. Isso é jogada e encenação política daqueles que só sabem fazer intrigas “, disse.

Garante João estar seguindo o que diz o regimento e Lei Orgânica do município. “O projeto de lei complementar 001/2021 recai na exceção do artigo 50 , parágrafo terceiro da Lei Orgânica da nossa Câmara que nos garante que os projetos de lei complementares não tem prazo de urgência para votação, mesmo que solicitada pelo executivo “.

E segue: “no momento foram apresentadas emendas pelos vereadores da base do governo e nessa segunda o projeto seguirá para parecer das comissões que são autônomas”.

“Estou seguindo o trâmite da casa e observando regimento e Lei Orgânica. Quem critica a minha conduta está sendo falso moralista e querendo colocar pressão para que eu não tenha a liberdade de fazer a coisa certa. Não vou permitir isso e nunca irei ser contra os funcionários públicos na sua liberdade de discutir e defender os seus direitos”.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Vereadores de São José do Egito, Albérico Thiago, disse ao blog que segue a lei no tocante ao projeto 001/2021.

O projeto trata da criação do Instituto de Previdência do município. Governistas acusam a comissão de postergar a apreciação e parecer, ajudando a trancar a pauta.

Segundo ele, o projeto de lei complementar 001/2021 recai na exceção do artigo 50 , parágrafo terceiro da Lei Orgânica da nossa Câmara que garante que os projetos de lei complementares não tem prazo de urgência para votação, mesmo que solicitada pelo executivo.

“Não temos prazo para apreciar. Estamos amparados. Temos que ouvir especialistas, discutir, pois está em jogo o futuro dos servidores. Não vamos votar a toque de caixa. Não trancamos pauta”.

Carreata cobrou reabertura das academias em Serra Talhada

NE10 Um grupo formado por proprietários de academias e profissionais da educação física realizaram um protesto na manhã desta sexta-feira (17), no centro de Serra Talhada, para cobrar a reabertura dos estabelecimentos. Eles estavam em carros e motocicletas e percorreram algumas ruas da cidade, passando em frente à sede da prefeitura. A educadora física Diva […]

NE10

Um grupo formado por proprietários de academias e profissionais da educação física realizaram um protesto na manhã desta sexta-feira (17), no centro de Serra Talhada, para cobrar a reabertura dos estabelecimentos.

Eles estavam em carros e motocicletas e percorreram algumas ruas da cidade, passando em frente à sede da prefeitura.

A educadora física Diva de Pádua afirma que entende os cuidados que o momento exige, mas na visão dela, com a reabertura do comércio não há justificativa para que as academias não funcionem.

“Estamos parados há 100 dias e precisamos voltar a trabalhar. Existe aluguel, existe o quadro de funcionários para ser pago. Os empresários e profissionais de educação física já não têm como levar”, desabafou.

Ainda segundo ela, os protocolos para receber os alunos, como o limite de pessoas por horário e a higienização dos equipamentos já são de conhecimento dos donos das academias, que aguardam apenas o aval das autoridades para reabrirem.

A profissional cobra uma resposta do governo municipal, para que discuta com o Governo de Pernambuco a possibilidade de funcionamento também para o Sertão.

Municípios do Sertão estão seguindo o plano previsto pelo Governo do Estado, que ainda não prevê reabertura de academias,  bares ou restaurantes. A justificativa, o aumento no número de casos de Covid-19 na região. 

Marina Silva votou nesta manhã no Acre

A ex-candidata à presidência, derrotada no primeiro turno, Marina Silva votou no Acre, na manhã deste domingo.

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A ex-candidata à presidência, derrotada no primeiro turno, Marina Silva votou no Acre, na manhã deste domingo.

76% defendem renúncia de Eduardo Cunha, diz pesquisa Datafolha

Do G1, em Brasília Pesquisa do instituto Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo” nesta segunda-feira (29) apontou que 76% dos eleitores defendem que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, renuncie à função. O número, segundo o Datafolha, representa um aumento de 11 pontos percentuais em relação a uma pesquisa de dezembro de 2015, […]

907881-marco-civil-da-internet_camara_16Do G1, em Brasília

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo” nesta segunda-feira (29) apontou que 76% dos eleitores defendem que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, renuncie à função.

O número, segundo o Datafolha, representa um aumento de 11 pontos percentuais em relação a uma pesquisa de dezembro de 2015, quando 65% queriam a saída do deputado do comando da Casa. Já 12% são contra a renúncia de Cunha.

Cunha é investigado no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar. Ele é acusado de ter mentido aos colegas, na CPI da Petrobras, quando disse que não possuía contas na Suíça. Além disso, inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) apuram se as contas de Cunha no exterior eram ilegais e se ele recebeu propina em contrato de navios-sonda fechado pela estatal.

O levantamento divulgado nesta segunda também mostrou que 78% são favoráveis a uma eventual cassação do mandato de Cunha. Em dezembro, esse número era de 82%. Segundo o Datafolha, a variação está dentro da margem de erro.

A pesquisa foi realizada na última semana, em 171 municípios, e ouviu 2.768 pessoas com mais de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Também aferida pelo instituto a reprovação ao Congresso Nacional, que caiu cinco pontos de dezembro para fevereiro (de 53% para 48%).

Denúncia no STF: a semana é decisiva para Cunha no STF. O tribunal vai decidir se aceita a denúncia sobre o parlamentar oferecida pela Procuradoria-Geral da República. A PGR afirma que o deputado teria recebido propina em um contrato de navios-sonda da Petrobras.

Cunha nega as acusações e tem dito que, mesmo que o tribunal acate a denúncia, não vai deixar o comando da Câmara.