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Promotor esclarece abate de animais de Tabira: reunião de Comissão quarta tratará de possíveis falhas no matadouro em Afogados

Publicado em Notícias por em 12 de janeiro de 2015

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Até lá, abate segue provisoriamente –  e não em definitivo – em Tabira. Marchantes comemoram

Atualizado às 22h16

Um protesto de marchantes interditou a PE 320, na altura da comunidade de Riacho do Gado, município de Tabira. Eles protestaram alegando que o acordo feito com o MP para abate de carne bovina no Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira, que começou no último dia 9, estaria causando prejuízos e deixando de ser cumprido integralmente pelo Matadouro.

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Marchantes queriam renegociar com o promotor Lúcio Almeida abate de carne em Afogados

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Mais cedo, eles já haviam demonstrado revolta com a qualidade de peças de carne  recebidas dos animais abatidos no matadouro de Afogados da Ingazeira. Segundo relatos dos próprios comerciantes, as carnes vieram estragadas a ponto de causar mau cheiro. Carne azulada e peças sem  o tratamento devido estiveram entre as reclamações mais comum.

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Os marchantes exigiram a presença do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto no local para renegociar o abate. O promotor esteve no local e pouco após o fim do protesto ele, representantes dos marchantes, da Câmara de Vereadores a exemplo de Sebastião Ribeiro e Edmundo Barros e o prefeito Sebastião Dias acompanhado de parte  do Secretariado tiraram encaminhamentos.

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Foto: Bruna Verlene

Os marchantes conseguiram a retomada provisória do abate em Tabira,  sob algumas condições impostas pelo MP.  Marchantes comemoraram a decisão após o encontro.

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Foto: Bruna Verlene

Também deverá ser apurada a condição de transporte da prefeitura da Tabira a Afogados. Há relatos de má vontade o corpo mole para o transporte, piorando a situação.

O promotor falou ao blog e esclareceu o acordo. “Fui determinado a manter o abate em Afogados. Mas os marchantes me mostraram fotos com a carne recebida em parte estragada e não tínhamos interesse nisso, já que a prioridade era a carne ter mais qualidade. Nesta terça já viriam 60 bois pra Afogados. Se com 16 já houve dificuldades, como seria com 60?”

Ele esclareceu que foi criada uma comissão com representantes de Câmara, Prefeitura, MP, marchantes e abatedouro. Essa comissão se reúne quarta (14) para  fechar  a análise da condição de abate. “O abate de Tabira é o maior da região, chegando a 600 animais em determinados meses. Talvez o abatedouro não tenha se preparado pra tanto. Falaram na questão do motorista, só que aparentemente não foi só isso”.

Ele deixou claro que se Tabira conseguir construir um abatedouro com qualificações técnicas e sanitárias pode assumir o abate. Mas deixou claro que a decisão atual é provisória e que quarta, novo encaminhamento, como a volta do abate a Afogados com critérios mais claros não está descartada.

Comentário(s) (1)

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  1. MP metido em abate de bois para comercialização? Isso é assunto para a Vigilância Sanitária e só! Enquanto puderem boicotar esse abate de bois de Tabira em Afogados eles, os tabirenses, o farão e por mero orgulho. Enquanto o MP estiver metido nessa disputa meramente comercial, privada, nada se resolverá.

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