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Maio Amarelo é tema de audiência pública na Assembleia Legislativa

Por Nill Júnior

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A Assembléia Legislativa de Pernambuco, através da Frente Parlamentar de Transito e Transporte, realiza hoje (19.05), a partir das 14h, uma Audiência Pública sobre a importância do Movimento Maio Amarelo para a diminuição dos  altos índices de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Já confirmaram presença representantes da CCTU, Cetran, DNIT, Cepam, Sindicato dos Cursos de Formação de Condutores, Detran, Rota do Atlântico , Pedala PE, Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais e Secretaria de Mobilidade do Recife. O evento acontece no auditório do 6º andar.

Os dados são alarmantes: Apenas de janeiro a março de 2015, o Hospital da Restauração, principal emergência do Estado, atendeu a 946 pessoas envolvidas com quedas e colisões de motocicleta. Cada paciente envolvido em acidente de moto, só para o Hospital da Restauração, custa entre 120 mil e 190 mil reais.

Ontem (segunda-feira), os parlamentares da Frente fizeram uma visita surpresa ao Hospital da Restauração e puderam conferir de perto a calamidade. A coordenação da Frente é do Deputado Estadual Eduíno Brito.

Outras Notícias

Dilma diz que Marina mente ao acusar governo de retrocesso na área ambiental

do O Globo A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou que sua adversária do PSB na corrida presidencial, Marina Silva, mente ao afirmar que a política ambiental de seu governo representa um retrocesso e que o desmatamento na Amazônia aumentou desde 2010. Os indicadores não só melhoraram, garantiu a presidente, como os […]

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do O Globo

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou que sua adversária do PSB na corrida presidencial, Marina Silva, mente ao afirmar que a política ambiental de seu governo representa um retrocesso e que o desmatamento na Amazônia aumentou desde 2010. Os indicadores não só melhoraram, garantiu a presidente, como os dados brasileiros, na comparação internacional, “são excepcionais”, defendeu Dilma, logo após discursar à plenária das Nações Unidas durante a Cúpula do Clima.

Marina fez a crítica no último domingo, durante evento de campanha em Manaus. Na ocasião, a candidata do PSB afirmou que as medidas adotadas por Dilma “nos fazem andar para trás”, que criação de unidades de conservação travou e que o desmatamento da Amazônia “voltou a crescer após quase dez anos de redução”.

A presidente afirmou que o Brasil avançou sistematicamente na redução do desmatamento nos 12 anos de administração petista, com a área desmatada na Amazônia Legal recuando 79% desde 2003, de 25.396 km2 para 5.891 km2 no ano passado. Entre 2010 e 2013, disse ela, foram registradas a quatro menores taxas de desmatamento da História do país.

Dilma destacou ainda que o Brasil tomou a decisão voluntária, na Cúpula de Copenhague, em 2009, de cortar entre 36% e 39% as emissões de dióxido de carbono até 2020 e já deixou de lançar na atmosfera anualmente 650 milhões de toneladas de gases desde 2010.

“Eu quero saber onde está o retrocesso. Porque quem definiu 36% a 39% voluntariamente, quem reduziu 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera, foi o meu governo e o governo do presidente Lula. E não foi na época dela que fizemos isso. Ela deu a contribuição dela. Agora, o que eu acho interessantíssimo é que os dados dela (ministra de janeiro de 2003 a maio de 2008) não são nada excepcionais. Ela estava também combatendo, ela estava na labuta. Mas os nossos (dados), eu quero dizer, em termos internacionais, são excepcionais. Nos compare com qualquer outro país do mundo e me diz quem teve este tipo de conduta”, desafiou Dilma.

Provocada se era possível desvincular os resultado do governo Lula da gestão de Marina à frente do Meio Ambiente, Dilma afirmou que “não é possível” e que a adversária tem crédito nas conquistas ambientais brasileiras. Salientou apenas que ela própria participou de decisões importantes do governo Lula – como a criação do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal (PPCDAm), de 2004 – e que as críticas de Marina contra seu governo são injustas.

“Sem dúvida, ninguém está tirando isso (o crédito da Marina). O que estou dizendo é que nós, ao contrário, caímos (a taxa de desmatamento). Se ela está dizendo que não está caindo, ela está mentindo. Nós caímos, tanto no governo Lula em relação ao FHC quanto no meu caiu em relação ao governo Lula. Ninguém pode ficar estacionado. E o próximo terá que cair”.

Mas Dilma alfinetou Marina, ao ser perguntada se considerava ter feito mais do que Marina na questão do desmatamento.

“Se você falar em termos absolutos, sem dúvida que sim. Agora, ela (Marina) estava numa trajetória, eu estou em outra”, disse a presidente.

Brejinho realiza ato de arborização da nascente do Rio Pajeú

Na última sexta-feira (22) a Prefeitura Municipal de Brejinho, através da Secretaria de Agricultura, em parceria com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e o Conselho Municipal de Meio Ambiente, realizaram o ato de plantio de 50 mudas de espécies nativas na nascente do Rio Pajeú, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiras. Foi […]

Na última sexta-feira (22) a Prefeitura Municipal de Brejinho, através da Secretaria de Agricultura, em parceria com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e o Conselho Municipal de Meio Ambiente, realizaram o ato de plantio de 50 mudas de espécies nativas na nascente do Rio Pajeú, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiras.

Foi um importante momento para impulsionar a preservação da nascente e da sua flora local. Estavam presentes o Prefeito Gilson Bento, o Vice-prefeito Josinaldo Alves, a Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, secretários de demais pastas, o presidente do CONDEMA Advogado Allan Leite e representantes dos Conselhos Municipais e Câmara de Vereadores.

Também foram convidados para o momento os alunos da Escola Municipal José Gomes de Almeida, localizada próximo à comunidade onde nasce o Rio Pajeú, para participarem do Ato de Arborização, com intuito de mostrar a importância do reflorestamento para manter viva a área da nascente.

O importante rio que leva o nome da nossa região e que já foi citado em música de Luiz Gonzaga nasce em Brejinho. Sua água além de contribuir para os agricultores locais, também nos presenteia com suas histórias místicas.

Coluna do Domingão

A chave da eleição em Pernambuco está na Região Metropolitana O quadro pintado pelo Instituto Múltipla, reforçado pela anterior pesquisa do Instituto Alfa para a CNN, aponta um caminho muito difícil, mas não impossível para a governadora Raquel Lyra. Um dos desafios é o da aprovação. Ela chega a 47% que aprovam, contra 42% que […]

A chave da eleição em Pernambuco está na Região Metropolitana

O quadro pintado pelo Instituto Múltipla, reforçado pela anterior pesquisa do Instituto Alfa para a CNN, aponta um caminho muito difícil, mas não impossível para a governadora Raquel Lyra.

Um dos desafios é o da aprovação. Ela chega a 47% que aprovam, contra 42% que desaprovam. Precisa chegar a, no mínimo 65%. O ideal, com base na experiência e na ciência, é uma aprovação que beire os 70%, para transferir para intenção de voto com segurança de vitória.

Outra questão é a imperativa necessidade de melhorar na Região Metropolitana, onde está 43% da população que vota. É lá que João Campos está resolvendo a peleja. Raquel precisa ampliar sua penetração no campo onde João lidera com números que chegam a 53%, com 59% no Recife e 57% em municípios com mais de meio milhão de habitantes.

Raquel sabe disso. Tanto que tem buscado fortalecer as ações na região.  Foi o caso dos mais de 2 mil PMs recém formados, os “laranjinhas”, e agora, anunciando um Pernambuco Meu País Verão,  em cinco cidades do Grande Recife e do Litoral Sul do estado entre dezembro e janeiro.

Outro problema é a rejeição: a governadora lidera quando a pergunta é sobre em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. Ela tem 51%, contra 23% de João Campos, 18% de Eduardo Moura e 12% de Ivan Moraes.

No mais, ainda há muita pedra a quebrar para gerar um sentimento de equilíbrio no processo.

Como já disse, é importante ter prefeitos aliados, dado o potencial de transferência, mas que, se de um lado os afagos e abraços são muito bonitos na foto quando Raquel está aqui, os aliados precisam arregaçar as mangas na defesa quando ela não está na região. É aí que muitos deles ainda têm faltado, omitindo ou capitalizando sozinhos com a paternidade das ações.

Lembra a crítica que era feita a Sebastião Oliveira quando aliado de Paulo Câmara governador. Quando a ação era positiva, as manchetes direcionadas por Sebastião eram garrafais: “Sebastião traz ação à tal comunidade”. Quando havia questionamentos a Paulo, Sebá corria para a imprensa: “vamos levar a demanda e cobrar ao governador”.

Um dado já citado aqui provou a constatação: um importante instituto de pesquisa, em uma importante cidade do interior, gerida por aliado da governadora, atestou que mais de 85% não identificam quais ações têm DNA do Estado.

Conclusão: muitas ações são omitidas pelos gestores, que se apoderam da paternidade e não creditam a Raquel. Uma solução para quebrar essa omissão, além do puxão de orelha da Casa Civil, é regionalizar a mídia institucional, mostrando nas peças publicitárias o que fez o Estado por região. E melhorar a política do governo.

Traduzir-se

Uma tendência das últimas pesquisas em Pernambuco é fazer a leitura de votos válidos, algo que só era aferido no dia da eleição.  O Múltipla por coerência não faz esse exercício.  Mas, vamos lá: fosse assim, o resultado do cenário 1 é: João com 59%; Raquel com 34%; Eduardo Moura com 5,1% e Ivan Moraes com 1,9%. Na simulação de segundo turno em votos válidos, 64% a 36% para João Campos.

Sinônimos

Só para ver que as pesquisas estão falando a mesma língua: a Alfa CNN deu João Campos com 61%, Raquel Lyra com 29% e Eduardo Moura, 6%. No embate direto, 67% a 32%. Muito similares.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas opções para o eleitor, João Campos tem 16% e Raquel Lyra, 13%. Outros nomes chegam a 2%. Brancos e nulos, 7%. Indecisos são 21% e não opinaram 41%.

Aprova/desaprova Raquel

Raquel Lyra tem 47% dos pernambucanos que aprovam sua gestão contra 42% que desaprovam. Não opinaram, 11%. Quando a população é chamada a classificar a gestão, 6% acham ótima, 25% boa, 34% regular, 9% ruim e 21% péssima. Não opinaram 5%.

Para Presidente 

O Múltipla fez um cenário estimulado para Presidente da República. Nele, Lula lidera com 50%, seguido de Tarcísio de Freitas,  com 7%. Ratinho Júnior tem 2%. Outros nomes são citados por 2%. Brancos e nulos somam 22%. Indecisos,  11%. Não opinaram 6%. Quando o embate tem só Lula e Tarcísio,  56% a 16%.

Espontânea

Na espontânea,  quando não são dadas opções,  Lula tem 37%. Jair Bolsonaro é citado por 8%. Outros nomes tem 2%. Brancos e nulos,  12%. Indecisos,  15%. Não opinaram 26%.

Aprova/desaprova Lula

O governo Lula é aprovado por 60% dos pernambucanos, contra 32% que desaprovam. Quando o pernambucano vai avaliar o governo, 14% o acham ótimo, 31% bom e 27% regular. Outros 5% disseram que o governo Lula é ruim e 20% avaliaram como péssimo. Não opinou/não respondeu, 3%.

Merece ou não merece?

O Múltipla também quis saber se a governadora Raquel Lyra merece ser reeleita governadora de Pernambuco. A maioria dos eleitores, 47%, disse que ela não merece continuar comandando Pernambuco. O percentual dos que querem que ela continue no Palácio do Campo dos Princesas é de 41%. Nesse quesito, 12% não opinaram. Esse foi o dado que mais impressionou o diretor do Instituto,  Ronald Falabella.  Pois 41% dizem que ela merece continuar, mas só 27% dizem que votam nela. Alguma coisa está fora da ordem…

Quem transfere mais voto: Lula ou Bolsonaro?

Na pergunta: “Independentemente de quem seja o candidato ao Governo de Pernambuco – apoiado por Lula/Bolsonaro – você votaria com certeza? Lula sai na frente, com 26%. Dizem votar, “dependendo do candidato”,  35%. Já a transferência de votos do ex-presidente Bolsonaro ficou em 16%. Dependendo do candidato,  votam 14%. Independente do nome, não votam no nome de Bolsonaro de jeito nenhum,  66%.

Dados da Pesquisa

O Instituto Múltipla realizou 1.200 entrevistas entre os dias 18 e 22 de novembro de 2025. A margem de erro é de 2,8% para mais ou menos com intervalo de confiança em 95%. A pesquisa ouviu eleitores em 98 municípios pernambucanos na Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Obrigado

O blog foi mais uma vez eleito o melhor em sua categoria na escolha dos Melhores do Ano da Agência MV4.  Os questionários são distribuídos entre a população e a votação,  auditada pela CDL. Muito obrigado mais uma vez!

Frase da semana:

“Dei a ele um caça palavras”.

Do filho 04 de Jair Bolsonaro,  Renan Jair, explicando o que deu ao pai, questionado por ter dito que deixara livros com o ex-mandatário.

Codevasf cede bombas de drenagem para auxiliar na redução de alagamentos no RS

Maquinário saiu de Petrolina rumo ao Rio Grande do Sul nesta terça-feira (28), transportado pela FAB O Rio Grande do Sul tem sido atingido por fortes chuvas desde o início do mês, que causaram o alagamento de cidades e deixaram milhares de famílias desabrigadas. Diante desse cenário, entidades públicas e privadas e a sociedade civil […]

Maquinário saiu de Petrolina rumo ao Rio Grande do Sul nesta terça-feira (28), transportado pela FAB

O Rio Grande do Sul tem sido atingido por fortes chuvas desde o início do mês, que causaram o alagamento de cidades e deixaram milhares de famílias desabrigadas. Diante desse cenário, entidades públicas e privadas e a sociedade civil construíram uma rede de apoio para suporte à população do estado. A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) é um elo dessa corrente de solidariedade. 

A 3ª Superintendência Regional da Companhia, localizada em Petrolina, cedeu à Defesa Civil Nacional seis bombas de drenagem, que foram transportadas nesta terça-feira (28) para o Rio Grande do Sul pela Força Aérea Brasileira.

A administração do Rio Grande do Sul é responsável por identificar as cidades que receberão o maquinário. Cada bomba tem capacidade de drenar 3 mil m³ de água por hora (ou cerca de mil litros por segundo), auxiliando na diminuição do nível da água nas localidades indicadas pelas autoridades locais. “Essa é uma bomba elétrica, que funciona de forma anfíbia, ou seja, ela fica submersa no local no qual será utilizada para retirar essa água de um ponto de alagamento e transportá-la para outro local”, explica o gerente de irrigação da Codevasf em Petrolina, José Costa.

As bombas de drenagem cedidas pela Codevasf permitirão uma maior celeridade no processo de reconstrução das áreas atingidas pelos alagamentos. Para tornar essa ação possível, a Codevasf contou com a colaboração de entidades públicas e privadas. O Distrito Irrigado Nilo Coelho fez a cessão de profissionais para a desmontagem dos equipamentos e transporte ao aeroporto de Petrolina, com escolta da Polícia Rodoviária Federal. As bombas de drenagem foram armazenadas em paletes para transporte pela FAB ao Rio Grande do Sul.

“A gente sabe que em toda dificuldade também tem solidariedade e ação. Para isso contamos com o apoio de vários colaboradores, como o caso do Distrito Irrigado Nilo Coelho, que colocou seus mecânicos e operadores para nos ajudar; além do Ministério da Integração e das Forças Armadas, que fazem o transporte desses equipamentos para que logo em breve possa estar auxiliando o povo gaúcho”, reforça o Superintendente da 3ª SR da Codevasf, Edilazio Wanderley. A operação também contou com o suporte da CRS Aeroportos, administradora do Aeroporto de Petrolina que tem provido apoio logístico para transporte de doações ao Rio Grande do Sul.

As bombas cedidas pela Codevasf ao estado do Rio Grande do Sul foram adquiridas em 2015, num período de seca. À época, os equipamentos foram responsáveis por retirar do volume morto do Lago de Sobradinho a água necessária à manutenção do sistema de irrigação do Projeto de Irrigação Senador Nilo Coelho.

Outro lado: Anchieta Patriota diz que prefeitura de Carnaíba não foi formalizada sobre Carreta da Mulher. “Foi uma provocação”

Blog Júnior Campos O ex-prefeito de Carnaíba e candidato a deputado federal, Anchieta Patriota (PSB), reagiu às declarações do ex-prefeito de Flores e candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) sobre a instalação da Carreta da Mulher em Carnaíba. Procurado pelo Portal Júnior Campos, Anchieta disse que a Prefeitura de Carnaíba não recebeu nenhuma comunicação […]

Blog Júnior Campos

O ex-prefeito de Carnaíba e candidato a deputado federal, Anchieta Patriota (PSB), reagiu às declarações do ex-prefeito de Flores e candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) sobre a instalação da Carreta da Mulher em Carnaíba.

Procurado pelo Portal Júnior Campos, Anchieta disse que a Prefeitura de Carnaíba não recebeu nenhuma comunicação formal sobre a instalação da carreta.

De acordo com Anchieta, o equipamento foi instalado em uma das principais praças da cidade sem que houvesse comunicação oficial à gestão. Ele afirmou ainda que a estrutura teria danificado um pequeno trecho da praça nossa Senhora de Lourdes.

O ex-prefeito relatou que guardas municipais estiveram no local e que a situação “parece que foi resolvida”. Para Anchieta, o problema poderia ter sido evitado com uma simples comunicação prévia. “No mínimo, deveria ter avisado. Foi uma provocação.”

A partir daí, Anchieta elevou o tom das críticas a Marconi Santana. “Marconi não cuida da saúde de Flores”, afirmou Anchieta, de maneira taxativa.

O ex-prefeito de Carnaíba disse ainda, que “1.500 pacientes de Flores” foram atendidos pela rede de saúde de Carnaíba no ano passado.

Anchieta questionou, então, se a Carreta da Mulher conseguiria realizar uma quantidade semelhante de atendimentos. “Será que essa Carreta da Mulher vai atender a mesma quantidade?”

Ainda durante a conversa com o Portal Júnior Campos, Anchieta afirmou que o prefeito de Carnaíba, Berg Gomes (PSB), estaria preparando uma nota oficial para responder às declarações de Marconi.

Segundo ele, Marconi Santana terá uma resposta considerada “à altura” tanto dele quanto do prefeito. “Marconi vai ter a resposta à altura, tanto minha como de Berg.”