Laura Cardoso, um dos principais nomes da dramaturgia brasileira, morre aos 98 anos
Por Nill Júnior
Morreu, aos 98 anos, a atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira. A informação foi divulgada em seu perfil oficial no Instagram, na madrugada desta terça-feira (18).
“Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso”, diz a publicação.
De acordo com Fátima Cardoso, filha da atriz, Laura faleceu na noite desta segunda-feira (17), após se sentir mal em sua residência, no bairro de Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, por volta das 23h20. A atriz deixa duas filhas, netas e bisneto.
A cerimônia de velório da atriz acontecerá nesta terça-feira, entre 8h e 14h, no bairro da Bela Vista, na região central de São Paulo.
O LW Cast desta quinta, na TV LW On Line, recebeu o diretor e proprietário da clínica Leal Gastro, o gastroenterologista Emiliano Leal e o Secretário de Desenvolvimento Urbano, Aildo Bezerra. Eles falaram sobre a intervenção irregular que demoliu quase que totalmente no último domindo a Clínica, além de atingir outros imóveis. O programa revelou […]
O LW Cast desta quinta, na TV LW On Line, recebeu o diretor e proprietário da clínica Leal Gastro, o gastroenterologista Emiliano Leal e o Secretário de Desenvolvimento Urbano, Aildo Bezerra.
Eles falaram sobre a intervenção irregular que demoliu quase que totalmente no último domindo a Clínica, além de atingir outros imóveis.
O programa revelou pela primeira vez o nome da empresa responsável pela demolição e que adquiriu o imóvel antigo no local à família Macambira. A empresa é o Grupo São Lucas, com sede em Petrolina.
Os empresários contrataram os profissionais para a demolição que quase acaba em tragédia. Em suma, no trabalho de escavamento do local, para a fundação de um imóvel comercial, houve danos aos alicerces dos prédios vizinhos. O mais afetado, a clínica do gastro Emiliano Leal, veio abaixo. O prédio era alugado, pertencendo a um empresário local conhecido como Lula.
O médico afirmou que está tentando compor um acordo com a empresa, considerando fatores como os prejuízos materiais, lucro cessante, dano moral e psicológico, dentre outros, com provas de que alertou algumas vezes os trabalhadores e foi ignorado. Caso contrário, buscara levar a ação à frente. Ele revelou que a partir da próxima semana, atenderá na Clínica Inova Diagnósticos, na Arlindo Pacheco, até mudança definitiva para um novo prédio em construção a frente da Prefeitura.
Já o Secretário Aildo Bezerra disse que e empresa está sendo multada e que a obra só sera retomada com todas as exigências técnicas atendidas. A empresa, que também responde pela Pernambuco Sorrisos, não havia deixado claro se construiria uma nova sede do grupo odonotológico ou se locaria para outra atividade. Veja o LW Cast completo abaixo:
O Desembargador Alberto Nogueira Virgínio, em decisão monocrática, determinou o retorno do vereador João de Maria à presidência da Câmara de Vereadores de São José do Egito. A decisão é automática, sem nenhuma outra exigência formal para ser cumprida. A decisão reforma a sentença da juíza Thayna Prado, que mantinha Maurício do São João na […]
O Desembargador Alberto Nogueira Virgínio, em decisão monocrática, determinou o retorno do vereador João de Maria à presidência da Câmara de Vereadores de São José do Egito.
A decisão é automática, sem nenhuma outra exigência formal para ser cumprida.
A decisão reforma a sentença da juíza Thayna Prado, que mantinha Maurício do São João na presidência e ordenava novas eleições.
Atuaram na defesa de João de Maria os advogados Luiz Galindo e Hérica Brito.
O caso envolve a Ação Ordinária de Anulação de Ato Administrativo que contestou a eleição de João de Maria para a presidência da Câmara Municipal para o biênio 2023/2024. A sentença, que julgou procedente o pleito inicial, anulou a eleição do vereador, alegando violação ao art. 14 da Lei Orgânica Municipal.
Na decisão monocrática, o Desembargador Alberto Nogueira Virgínio considerou a possibilidade de recondução para o mesmo cargo da Mesa Diretora, citando jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Ele destacou a Emenda Modificativa nº 04/2002, que permitiu a recondução, e questionou a interpretação quanto à sua publicidade, salientando que a norma sempre esteve disponível no site da Câmara.
O magistrado ressaltou que a aplicação da Emenda não só seria válida como também seria um precedente para outras leis municipais. Ele argumentou que a decisão da juíza causaria transtornos ao município, incluindo exonerações e contratações questionáveis.
A decisão do Desembargador concedeu efeito suspensivo à apelação interposta por Leônidas Campos de Brito, permitindo o retorno de João de Maria à presidência da Câmara até a resolução definitiva do caso.
O último sábado (23) a Prefeitura de Afogados inaugurou a pavimentação das Ruas Padre Cícero e José Silveira Ramos, na comunidade Alto da Bela Vista, no bairro Padre Pereira. A obra foi custeada integralmente com recursos do município, no valor de R$ 55 mil. Foram pavimentados os 1.650 metros quadrados das duas ruas. O Prefeito […]
O último sábado (23) a Prefeitura de Afogados inaugurou a pavimentação das Ruas Padre Cícero e José Silveira Ramos, na comunidade Alto da Bela Vista, no bairro Padre Pereira. A obra foi custeada integralmente com recursos do município, no valor de R$ 55 mil. Foram pavimentados os 1.650 metros quadrados das duas ruas.
O Prefeito José Patriota esteve acompanhado na inauguração do vice, Alessandro Palmeira; primeira-dama, Madalena Leite; e dos Vereadores Cícero Miguel, Raimundo Lima, Reinaldo Lima, Luiz Besourão, Cancão, Franklin Nazário, Rubinho do São João; além, é claro, dos moradores das duas ruas pavimentadas.
“Já pavimentamos quase cem ruas em toda Afogados da Ingazeira, incluindo ruas da zona rural. Esse é o maior programa municipal de pavimentação de ruas da história de Afogados da Ingazeira. E vamos continuar trabalhando para levar a dignidade e o conforto de uma rua pavimentada para cada vez mais afogadenses,” destacou o Prefeito José Patriota.
A apresentação cultural ficou por conta do grupo de crianças da comunidade, atendidas pelos programas sociais coordenados pela Secretaria Municipal de Assistência Social.
Edilson Xavier* As recentes declarações do Ministro da Justiça, Torquato Jardim, colocaram em alerta máximo as instituições públicas (que ainda funcionam) no Estado do Rio de Janeiro, quando à exaustão apontou a falência do Estado em todos os níveis. A alegação ministerial de que as polícias militar e civil atuam de acordo com os interesses do mundo do tráfico, […]
As recentes declarações do Ministro da Justiça, Torquato Jardim, colocaram em alerta máximo as instituições públicas (que ainda funcionam) no Estado do Rio de Janeiro, quando à exaustão apontou a falência do Estado em todos os níveis.
A alegação ministerial de que as polícias militar e civil atuam de acordo com os interesses do mundo do tráfico, são além de estarrecedoras, pois têm o poder de demonstrar que o Estado cedeu espaço a outro estado “paralelo”.
Há muito se discute na imprensa que o Rio deixou, na prática, de ser Estado organizado, no sentido literal da palavra, dada á atuação do tráfico que corrói todo o sistema estadual e o exemplo reluzente é o Tribunal de Contas, sob intervenção judicial. Entretanto, o Ministro da Justiça nos fez refletir sobre o estado de promiscuidade reinante naquele Estado.
Nos causa estranheza estarrecedora o silêncio comprometedor da classe política que não faz a mínima referencia a esse estado caótico que envolve a insegurança generalizada e a corrupção oficial é constitui prática. Nada se sabe sobre qualquer pronunciamento dos três Senadores, deputados federais e da Assembleia Legislativa, que é outro centro de corrupção explícita. Ante o silêncio que se assemelha à cumplicidade, se começa a dar razão ao Ministro da Justiça, que talvez tenha cometido o equivoco de generalizar, que não faz justiça ainda aos bons policiais daquele Estado.
Tudo no Estado do Rio de Janeiro está dando errado, pois tem uma classe politica totalmente omissa e deixa o Estado á mercê da bandidagem, passando pelo Tribunal de Contas em que seus membros foram presos e outros afastados pela prática de corrupção amplamente comprovada.
De forma totalmente tardia, tenta-se discutir agora como combater o estado paralelo abastecido pelo tráfico de drogas e armas, em que recebe todo tipo de armamento pesado, que faz inveja a qualquer exército. No entanto, o que nos causa espécie, é que o Governo Federal não cria uma sistemática de combater pra valer esse estado de coisas que vem a muito comprometendo o país em todo o mundo, pois permitiu que o crime organizado em todos os níveis tomasse conta do Estado, e atua como fosse uma instituição de sua propriedade.
A transformação das favelas (ok, comunidades) em distritos dominados pelo tráfico ocorreu à vista de todos, bem como os desmandos e as descomposturas em série de governadores, deputados, vereadores e até integrantes do Judiciário se deram à luz do dia. E assim se começa a dar razão às duras palavras do Ministro da Justiça, não obstante entenda que não se pode generalizar, com acusações desse porte.
*Edilson Xavier é advogado, tendo presidido a OAB e Câmara de Vereadores de Arcoverde
A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, hoje, da decisão do ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que alterou a aplicação da lei da Ficha Limpa no que diz respeito à inelegibilidade. As informações são do G1. A lei determina que uma pessoa condenada por órgão colegiado deve ficar inelegível desde a condenação até […]
A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, hoje, da decisão do ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que alterou a aplicação da lei da Ficha Limpa no que diz respeito à inelegibilidade. As informações são do G1.
A lei determina que uma pessoa condenada por órgão colegiado deve ficar inelegível desde a condenação até oito anos após o cumprimento da pena.
Atendendo um pedido do PDT, Nunes Marques decidiu suspender o trecho que diz “após o cumprimento da pena”. O ministro afirmou que a decisão se aplica apenas a candidaturas para as eleições de 2020 ainda pendentes de análise pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pelo Supremo. Candidaturas já barradas não poderiam ser revistas.
Como o STF entrou no recesso, o caso deve ser analisado pelo presidente da corte, Luiz Fux, responsável por casos urgentes que chegarem ao tribunal.
O recurso, assinado pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, apresenta “ao menos cinco relevantes obstáculos jurídicos” contra a decisão de Nunes Marques.
A PGR diz que Nunes Marques não poderia ter suspendido o trecho porque, de acordo com a legislação, mudanças em regras eleitorais só podem valer se forem estabelecidas ao menos um ano antes do pleito.
Outro ponto é que a decisão individual fere uma súmula (um instrumento que uniformiza entendimento) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prevê a inelegibilidade de oito anos após o cumprimento da pena.
Medeiros ressaltou ainda que o STF já debateu esse ponto e considerou o dispositivo derrubado por Marques constitucional.
Outra irregularidade, segundo a PGR, é que Nunes Marques suspendeu o trecho para processos de registro de candidatura das eleições de 2020 ainda pendentes de apreciação nas cortes superiores ferindo a isonomia (igualdade) entre os candidatos.
“O tema, como se vê, foi expressamente discutido e afastado em sede própria, com a observação de todos os órgãos da cadeia judicial”, escreveu o vice-PGR.
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