Justiça acata Ação Civil Pública e impugna edital da Secretaria de Saúde de Serra Talhada
Por André Luis
A Justiça acatou, nesta quarta-feira (29), a Ação Civil Pública movida pelo Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (COREN-PE) contra o Município de Serra Talhada. A decisão resultou na concessão de uma liminar que impugna o edital de seleção simplificada, de número 001-11/2023, publicado pela Secretaria Municipal de Saúde em 8 de novembro de 2023.
A ação, registrada sob o número 0801189-18.2023.4.05.8303, alega que a remuneração oferecida no referido edital está em desacordo com o Piso Nacional da Enfermagem, estabelecido pelo governo federal. O COREN-PE argumenta que o município não seguiu o repasse complementar destinado a garantir o correto cumprimento desse piso salarial.
A decisão judicial ressalta a necessidade de alinhamento entre as práticas salariais municipais e as determinações federais para assegurar a valorização da categoria de enfermagem. Em caso de descumprimento por parte do Município de Serra Talhada, uma multa diária no valor de R$ 1.000,00 será aplicada, visando incentivar a adequação imediata aos parâmetros estabelecidos pelo governo. As informações são da Vilabela FM.
Edilson Xavier* O Brasil não usa quase um terço de seus trilhos ferroviários, além de deixar apodrecer boa parte da pouca estrutura que possui nessa área. Optou pela via rodoviária, cedendo ao lobby dos fabricantes de caminhões e o resultado é que nos tornamos dependentes dos 60 mil quilômetros de rodovias federais. Dos 28.218 quilômetros […]
O Brasil não usa quase um terço de seus trilhos ferroviários, além de deixar apodrecer boa parte da pouca estrutura que possui nessa área. Optou pela via rodoviária, cedendo ao lobby dos fabricantes de caminhões e o resultado é que nos tornamos dependentes dos 60 mil quilômetros de rodovias federais.
Dos 28.218 quilômetros da malha ferroviária, 8,6 mil km estão abandonados, são trilhos que não podem ser usados. O transporte de carga no Brasil é complexo. Mais de 60% do transporte de carga feito no Brasil é rodoviário.
A crise não é dos caminhoneiros, mas de uma infraestrutura logística precária. Temos uma quantidade exagerada de caminhões movidos a diesel, e pela política de preços da Petrobrás, o petróleo é cotado pelo mercado internacional em dólar, pois não somos auto-suficientes.
Exatamente aí é que reside nosso problema da alta do diesel e gasolina, que gera inúmeros problemas, o que culminou com greve dos caminhoneiros, causando desabastecimento no país, deixando-nos reféns dessa categoria.
Não padece de dúvida que o país pagaria caro pela opção rodoviária em detrimento da malha ferroviária, que atenderia melhor a um país de dimensões continentais.
A ferrovia Transnordestina e a Norte Sul que em tese poderiam minimizar nossa dependência do transporte rodoviário, vêm consumindo bilhões de reais e estão no meio do caminho e atoladas em corrupção sistêmica, e caíram no esquecimento, sem que um órgão fiscalizador intervenha.
Como visto, não é apenas a política de preços da Petrobras, mas também a crônica incompetência do governo federal desde os anos 80, que nos causa indignação generalizada nesse setor e essa monumental incompetência tende a se agravar, pelos nomes inúmeros candidatos a presidente, alguns despreparados, outros enrolados e desajustados.
Como visto, estamos em pleno horizonte de incertezas e as perspectivas não são agradáveis.
*Edilson Xavier foi presidente da Câmara Municipal de da OAB de Arcoverde.
O pré-candidato a deputado estadual e presidente licenciado da Associação Municipalista de Pernambuco, José Patriota esteve na última quarta-feira (1º) acompanhando uma comitiva da Câmara dos Lojistas de Tabira (CDL Tabira) na Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), em Recife, para tratar sobre a Feira de Negócios de Tabira (Fenet). Na reunião, o ex-prefeito de […]
O pré-candidato a deputado estadual e presidente licenciado da Associação Municipalista de Pernambuco, José Patriota esteve na última quarta-feira (1º) acompanhando uma comitiva da Câmara dos Lojistas de Tabira (CDL Tabira) na Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), em Recife, para tratar sobre a Feira de Negócios de Tabira (Fenet).
Na reunião, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira conversou com o presidente da Agência Estadual, Roberto Abreu e Lima e conseguiu o apoio para a realização da Fenet.
“Já havia falado anteriormente com o Governo do Estado antes para conseguirmos os recursos para a realização da Feira. O comércio da cidade e da região ganham muito com esse evento”, falou Patriota sobre a atividade que será realizada no mês de outubro em Tabira.
Roberto Abreu e Lima destacou o potencial da feira para o desenvolvimento dos negócios da região. “É uma feira que tem tudo para dar certo. É de interesse nosso ajudar. Nós teremos um espaço da Adepe no local. É uma feira que tem um conjunto enorme de expositores e também de visitantes.”, afirmou.
Também estiveram na reunião, o presidente da CDL Tabira, Jacson Amaral e sua equipe formada por Franklin Silva, Vicente Neto e João Pedro; e os assessores da Adepe, Érika Vasconcelos, Jackson rocha e Carla Godoy.
O agora ex-presidente do PT de Afogados da Ingazeira Jair Almeida continua revirando arquivos e páginas que divulgam repasses federais para Afogados da Ingazeira e descobriu que há convênios a serem executados no município pelo Ministério das Cidades. “Já que o prefeito de Afogados não divulga as ações do governo Dilma em nosso município, venho […]
O agora ex-presidente do PT de Afogados da Ingazeira Jair Almeida continua revirando arquivos e páginas que divulgam repasses federais para Afogados da Ingazeira e descobriu que há convênios a serem executados no município pelo Ministério das Cidades.
“Já que o prefeito de Afogados não divulga as ações do governo Dilma em nosso município, venho a público apresentar obras importantes que a população afogadense precisa saber”, diz em nota.
Jair apresentou prints de dois convênios firmados com o Ministério da Cidades, de quase R$ 1 milhão para pavimentação de ruas, conforme dados do Portal da Transparência do Governo Federal. “O governo que está mudando o Brasil, continua mudando Afogados”, assina.
Jair deixou a presidência do PT recentemente e se prepara para assumir vaga no Banco do Brasil fruto de concurso público para o qual foi aprovado.
Como presidente da Câmara, vereador criou quase 90 cargos e projeto que custa mais de R$ 4 milhões por ano aos cofres. Fato será explorado por governistas na sessão Nos últimos dias, o Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Siqueirinha (sem partido), tem se posicionado ccontrário o projeto de lei, enviado pelo Poder Executivo Municipal, […]
Como presidente da Câmara, vereador criou quase 90 cargos e projeto que custa mais de R$ 4 milhões por ano aos cofres. Fato será explorado por governistas na sessão
Nos últimos dias, o Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Siqueirinha (sem partido), tem se posicionado ccontrário o projeto de lei, enviado pelo Poder Executivo Municipal, que propõe a criação de 15 cargos na estrutura da Prefeitura, para formalização do setor de compras, na estrutura da Secretaria Municipal de Finanças.
O projeto, proposto pelo Prefeito Wellington Maciel (MDB), diz a municipalidade, garante mais segurança jurídica ao processo de licitação e de compras pelo Executivo, no interesse da população e da correta aplicação do dinheiro público, atende a uma exigência legal, constante em leis e recomendações de órgãos de controle.
Segundo defende a gestão, na prática, os cargos não irão gerar impacto no orçamento do Portal do Sertão, uma vez que substituirão cargos já existentes, com outras nomenclaturas, o que invalida segundo a gestão o argumento defendido por Siqueirinha e pelos Vereadores Rodrigo Roa (Avante) e Célia Galindo (PSB).
No discurso da oposição, a criação destes cargos seria desnecessária e um desperdício de dinheiro público, já que iria gerar um impacto de quase R$ 700 mil por ano no orçamento do município. Em vídeo recentemente publicado nas redes do Vereador Rodrigo Roa, a informação é massificada, trazendo falas editadas de moradores da cidade, criticando o projeto.
Só que a bancada governista tem alegado que há hipocrisia no posicionamento da bancada oposicionista, principalmente por Siqueirinha, que como Presidente, criou no início da sua gestão como chefe do Poder Legislativo, 89 novos cargos comissionados, sem concurso público e de livre nomeação e exoneração, além de 11 funções gratificadas.
É o que traz o texto do Projeto de Lei Complementar nº 02/2021, de autoria de Siqueirinha.
Na estrutura criada pelo projeto, apresentado pelo Presidente da Câmara e aprovado com votos da bancada de oposição ao prefeito Wellington, contempla a criação de cargos como Assessores Especiais da Presidência, Chefe de Gabinete da Presidência, Oficial de Gabinete da Presidência, Assessor Legislativo de Articulação, entre outros, diretamente ligados e nomeados pelo próprio Siqueirinha. Isso tudo, além da função gratificada de Chefe do Setor de Compras, um dos cargos tão criticados pela bancada oposicionista.
O mais chocante, dizem os governistas, é a despesa que a ação de Siquerinha como Presidente também gerou. Com a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 04/2022, datado de 12 de dezembro de 2022, nas vésperas do recesso parlamentar, foram instituídos aumentos para todos os cargos comissionados e funções gratificadas criados em 2021, com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2023.
Com mais esse projeto do Presidente Siqueirinha, será gasto o expressivo valor de R$ 4.105.660.00, só em 2023, para pagamento dos salários e do 13º salário. Esse projeto também contou com votos dos vereadores de oposição.
Desde a manhã desta segunda (29), o fato tem repercutido negativamente.
Siqueirinha tenta consolidar-se como a principal alternativa do campo oposicionista na corrida pela Prefeitura, no próximo ano. Acusado de “indignação seletiva de Siqueirinha”, tem gerado o contraponto para os governistas na sessão de hoje.
Donald Trump fez na quinta-feira uma confissão surpreendente e se declarou arrependido das palavras ofensivas que pronunciou durante a campanha eleitoral, ao assumir a postura de um candidato mais propenso à busca de consensos. “Às vezes, no calor do debate e falando sobre uma grande variedade de temas, não escolhemos as palavras corretas e dizemos […]
Donald Trump fez na quinta-feira uma confissão surpreendente e se declarou arrependido das palavras ofensivas que pronunciou durante a campanha eleitoral, ao assumir a postura de um candidato mais propenso à busca de consensos.
“Às vezes, no calor do debate e falando sobre uma grande variedade de temas, não escolhemos as palavras corretas e dizemos coisas equivocadas”, afirmou Trump durante um ato em Charlotte, na Carolina do Norte.
“Isso aconteceu comigo e, acreditando ou não, eu lamento”, disse, provocando aplausos entre a multidão. “Realmente lamento, e em especial quando causou dor às pessoas”, acrescentou, garantindo aos seus seguidores que “sempre direi a verdade a vocês”.
Esta declaração, que foi lida por ele, marca uma inflexão em seu estilo de campanha. Nos últimos dias e em meio a sua queda nas pesquisas, Trump havia expressado seu desejo de retomar os discursos explosivos que fizeram sucesso durante as primárias republicanas.
Nesta mesma semana, Trump renovou sua equipe assessora na campanha eleitoral e nomeou como diretor Steve Bannon, dono do site conservador Breitbart News, um homem sem experiência política, mas reconhecido por sua virulência. Mas suas polêmicas mais recentes – especialmente seus confrontos com os pais de um capitão muçulmano que morreu no Iraque – o afetaram duramente.
Seus críticos também o acusaram de incitar a violência contra sua rival democrata Hillary Clinton, mediante declarações ambíguas sobre o direito ao porte de armas. Sem alterar as linhas gerais de seu discurso – muro na fronteira com o México, protecionismo comercial -, Trump se apresentou na quinta-feira como um agente da mudança, em contraposição a Hillary que, segundo ele, representa o establishment e favorece os ricos e poderosos.
Ao chamar novamente Hillary de “mentirosa”, propôs reforçar as normas éticas do governo e combater o tráfico de influência. Além de integrar Bannon em seu comando, Trump nomeou como diretora de sua campanha a pesquisadora republicana Kellyanne Conway, especialista em comunicação com as mulheres.
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