José Patriota convoca reuniões para fortalecer a cadeia produtiva da construção civil no Pajeú
Por André Luis
Tabira, São José do Egito e Afogados da Ingazeira serão palco de encontros com objetivo de impulsionar o setor
O deputado estadual José Patriota (PSB) estará presente nesta sexta-feira (19) nos municípios de Tabira, São José do Egito e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.
Ele ajudará a promover reuniões em parceria com as Câmaras dos Dirigentes Logistas (CDL) dos respectivos municípios, com o intuito de fortalecer a cadeia produtiva da construção civil na região.
Os encontros terão a participação especial da advogada especialista em Direito Ambiental e Articulação Institucional, Anne Cabral. Ela abordará o tema do acesso legal e seguro à areia e aos insumos necessários para a construção, trazendo esclarecimentos e diretrizes importantes para o setor.
“A garantia de acesso legal e seguro aos insumos é um fator fundamental para o desenvolvimento da construção civil. Nosso objetivo é fortalecer essa cadeia produtiva, impulsionando o setor e contribuindo para o crescimento econômico da região”, afirma o deputado José Patriota.
As Operações Trânsito Seguro – OTS, e Rota de Fuga – ORF, do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN-PE, juntas, durante os festejos de Anovo Novo, ou seja, de 21 de dezembro de 2018 a 01 de janeiro de 2019, abordaram 3.500 veículos em blitzes nas cidades de Recife, Olinda e Jaboatão dos […]
As Operações Trânsito Seguro – OTS, e Rota de Fuga – ORF, do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN-PE, juntas, durante os festejos de Anovo Novo, ou seja, de 21 de dezembro de 2018 a 01 de janeiro de 2019, abordaram 3.500 veículos em blitzes nas cidades de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, quando foi dado ênfase na educação, fluidez e teste de alcoolemia.
Na ação, que contou com a parceria da Polícia Militar – PM, e do Batalhão de Policiamento de Trânsito – BPTran, foram autuados 608 condutores por não uso do cinto de segurança, inclusive no banco traseiro; falar ao celular durante a condução do veículo; não portar Carteira Nacional de Habilitação – CNH, e documento de porte obrigatório (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV); dirigir sob o efeito de álcool; falta de equipamento obrigatório de segurança; e carregar criança sem o uso da cadeirinha.
Desses, 88 tiveram o veículo removido para o depósito do Órgão; foram realizados 1.580 testes de alcoolemia, desses 6 condutores foram autuados por alcoolemia; 31 condutores recusaram a fazer o teste e teve um crime, quando ao realizar o teste, os agentes constataram o valor superior a 0,33 mg/l.
A OTS tem como foco infrações do cotidiano, comuns nas ruas e avenidas, sempre garantindo o cumprimento das leis e da fluidez do trânsito. Já a ORF, que foge do modelo convencional de blitz estática e mobiliza as equipes para que os agentes se posicionem estrategicamente, a fim de impedir a evasão dos infratores, tem como objetivo principal coibir a realização de manobras perigosas nas vidas como calçadas, colocando em risco a segurança no trânsito, inclusive dos pedestres.
Os agentes de trânsito estão nas ruas para garantir aos cidadãos mais tranquilidade. É importante que cada um faça seu papel, os condutores devem ter prudência na hora de dirigir e não fazer a mistura fatal que é álcool e direção.
O Detran também está participando da Operação Octopus, disponibilizando agentes de trânsito da ORF e OTS, guinchos, viaturas e motos, sendo parceiro da PM-PE, com foco na diminuição de acidentes e da violência.
Foi positiva a avaliação sobre a Audiência Pública que apresentou o projeto de municipalização do Trânsito de Tabira. Após a aprovação na Câmara, um novo projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Esdras Cordeiro. Esse projeto foi apresentado e discutido com a população que compareceu à Câmara dos Vereadores. Os pontos discutidos pelo secretário Flávio Marques e […]
Foi positiva a avaliação sobre a Audiência Pública que apresentou o projeto de municipalização do Trânsito de Tabira. Após a aprovação na Câmara, um novo projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Esdras Cordeiro. Esse projeto foi apresentado e discutido com a população que compareceu à Câmara dos Vereadores.
Os pontos discutidos pelo secretário Flávio Marques e pelo engenheiro Esdras Cordeiro trataram dos meios que serão utilizados para fluidez e segurança nas ruas e avenidas da cidade. A promessa é de redução do número de acidentes e melhorias do fluxo.
Entre as melhorias que foram apresentadas estão a implantação de semáforos, faixas de pedestres elevadas, placas de sinalização, entre outras. Haverá uma atenção especial para a Educação no Trânsito, através de panfletos e placas informativas, no período de 90 dias.
Após esse prazo, começará a fiscalização mais efetiva e punitiva da Guarda Municipal e Polícia Militar. Após a apresentação do projeto, a palavra foi facultada para que a população pudesse opinar.
No Pajeú, Serra Talhada é a única cidade com o processo concluído. São José do Egito tem oscilações na execução das normas de municipalização. Flores e Triunfo ampliaram e melhoraram a sinalização.
Afogados da Ingazeira continua devendo. Tem sinalização, mas falta fiscalização e organização. A prefeitura continua afirmando que estuda o modelo a ser implantado.
Do Correio Braziliense Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez […]
Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez nos últimos anos, e na segunda-feira já estará de volta a Brasília para se reunir com a equipe.
O objetivo é apresentar medidas econômicas no início do ano que vem, após a troca de ministros da Fazenda, de onde saiu Joaquim Levy para dar lugar a Nelson Barbosa, e do Planejamento, assumido por Valdir Simão. Especialistas analisam que tirar folga poderia aliviar a tensão à qual a presidente acabou exposta neste ano.
Dilma viajou na quarta-feira para Porto Alegre para passar o Natal com a família. A filha da presidente, Paula Rousseff, está grávida do segundo filho, que deve nascer nos próximos dias Na segunda, no entanto, Dilma tem reunião marcada com a equipe econômica e ministros do núcleo duro para definir de três a quatro eixos das medidas que pretende apresentar ao Congresso no início de 2016. Nenhuma outra viagem da presidente está prevista.
Na reta final de 2015, a presidente ganhou um respiro com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular o rito do impeachment conduzido até então na Câmara dos Deputados, mas ainda não se livrou do pedido de impedimento. O primeiro trimestre do ano que vem promete ser conturbado.
Nos anos anteriores, Dilma costumava aproveitar a folga do Natal para descansar até os primeiros dias de janeiro. Desde que assumiu o governo, Dilma tira alguns dias de férias no fim do ano, em Aratu, na Bahia. Em 2011, a presidente viajou à Praia de Inema, na base aérea, e ficou do dia 26 até 8 de janeiro. Nos outros, repetiu o comportamento. Em 2013, em 2 de janeiro, Dilma chegou a ser alvo de protesto de quilombolas. No mesmo ano, ela teve de interromper o descanso por um dia para visitar a cidade de Governador Valadares (MG), que havia sido inundada.
Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso também tinham o costume de tirar férias no mesmo período. Lula também costumava ir a Aratu. Em 2010, o ex-presidente chegou a ser fotografado levando um isopor na cabeça em uma das praias do local.
Diferentemente de Dilma, que todo ano vai a Aratu, Lula variou um pouco mais seus destinos. Ele chegou a visitar Fernando de Noronha e o Guarujá. Já FHC não passava o descanso em Aratu. Mas fazia questão de tirá-lo e o fez mesmo em meio a uma reforma, em 1999, quando foi a Praia do Saco, em Sergipe.
O Instituto Múltipla aferiu como está a preferência do eleitor a um ano da eleição municipal. A pesquisa ouviu 220 entrevistados e analisou alguns cenários na cidade. A primeira constatação é a de que o prefeito Gilson Bento tem uma posição no momento de vantagem em relação aos principais opositores, inclusive o mais forte deles, […]
O Instituto Múltipla aferiu como está a preferência do eleitor a um ano da eleição municipal. A pesquisa ouviu 220 entrevistados e analisou alguns cenários na cidade.
A primeira constatação é a de que o prefeito Gilson Bento tem uma posição no momento de vantagem em relação aos principais opositores, inclusive o mais forte deles, o filho do ex-prefeito Ze Vanderlei, Túlio Carvalho.
Na simulação em que estão Gilson e Túlio, o prefeito lidera os levantamentos com 62,7% contra 20,9% de Túlio. Brancos e nulos somam 2,7%, indecisos são 12,3%. Não opinaram 1,4%.
Quando o vereador Chico Dudu é incluído no levantamento, Gilson tem 60,5% contra 17,7% de Tulio Carvalho e 1,8% de Chico Dudu. Brancos e nulos somam 3,6%. Indecisos são 14,1%. Não opinaram 2,3%.
Outro indicativo: o Múltipla perguntou se Gilson Bento merece ser reeleito. Para 78,6% ele merece um segundo governo, contra 11,4% que dizem não merecer e 10% que não opinaram.
Avaliação de gestão
O Múltipla também quis aferir a avaliação da gestão Gilson Bento. Quando perguntou se a população aprova ou não a gestão, 85,5% disseram aprovar, 9,1% afirmaram desaprovar e 5,5% não opinaram.
Ao classificar a gestão, 37,7% disseram ser ótima, 45,9% dizem ser boa, 10% afirmam ser regular. Classificam como ruim 1,4%, péssimo 3,6% e não opinaram 1,4%.
Lula e Raquel
A governadora Raquel Lyra também foi avaliada: para 33,2% seu governo é regular. Consideram a gestão boa, 15,9% contra 1,8% que dizem ser ótima. Acham o governo ruim 13,6% e péssimo, 12,3%. Nesse cenário, 23,2% não opinaram.
Já o governo Lula é bom para 46,8%, ótimo para 16,4%, regular para 19,1%, ruim para 3,2% e péssimo para 8,6%. Não opinaram 5,9%.
Bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo tem sido alvo de ataques e ameaças após posicionamento a favor de pautas associadas à classe trabalhadora Do Diário de Pernambuco Negro, admirador de Dom Hélder Câmara e filho de um cortador de cana e de uma costureira. Há oito anos […]
Bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo tem sido alvo de ataques e ameaças após posicionamento a favor de pautas associadas à classe trabalhadora
Do Diário de Pernambuco
Negro, admirador de Dom Hélder Câmara e filho de um cortador de cana e de uma costureira. Há oito anos bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo Antônio da Silva foge aos estereótipos relacionados ao episcopado também em sua insistência em defender publicamente a democracia brasileira e causas ligadas à classe trabalhadora, como o fim da escala 6×1 e as cotas para estudantes negros.
Embora já fosse conhecido na cena católica de Pernambuco pelo engajamento histórico no combate às desigualdades sociais, ele se tornou alvo de ataques e ameaças nas redes sociais após a repercussão de uma homília que celebrou durante o Natal do ano passado. Na ocasião, Dom Limacêdo pediu punição para quem pratica atos antidemocráticos e criticou a Lei da Dosimetria, promulgada em 8 de maio de 2026 pelo Congresso Nacional para viabilizar a redução de penas e a aceleração da progressão de regime para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, notadamente favorecendo os envolvidos no 8 de Janeiro de 2023.
“O propósito da Igreja é formar consciências”, disse Dom Limacêdo ao ser questionado sobre o papel da Igreja na atualidade, em entrevista concedida ao Diario de Pernambuco.
Nascido em Nazaré da Mata no dia 29 de setembro de 1960, ele comentou sobre sua intimidade de longa data com a pauta política, que teve início com a atuação pastoral junto a catadores de recicláveis, trabalhadores rurais e movimentos sociais. A vivência prática ganhou esteio intelectual durante sua formação em teologia no Mosteiro de São Bento em Olinda, onde Limacêdo se aproximou de Dom Fernando Saburido, agora Arcebispo emérito de Olinda e Recife, e dos estudos filosóficos. Confira a entrevista na íntegra:
DP: Desde quando o senhor tem sofrido ataques por seus posicionamentos?
Mais intensamente, desde a pregação que fiz na noite de Natal. Todo mundo aprendeu que na homília a gente faz primeiro a interpretação da bíblia. De quais são os feitos de Jesus, seus gestos. O texto bíblico não é todo passado, é todo presente.
Natal quer dizer o quê? Que Deus se encarnou, se fez homem e desceu até nós para que subíssemos. Vou negar a encarnação? A encarnação pressupõe o assumir da história, das lutas, dos sonhos e esperanças humanas.
O documento do Concílio Vaticano II- Gaudium et Spes fala do relacionamento da Igreja com o mundo. Segundo ele, as dores, medos e esperanças das pessoas de hoje são as dores, esperanças e medos dos discípulos de Cristo.
DP: Na sua visão, qual é o papel da Igreja diante de temas sociais e políticos que agora dividem a sociedade brasileira?
O nosso papel é anunciar o evangelho que salva e liberta. O evangelho que faz servir as pessoas que estão caídas. Pessoas, muitas vezes, que vivem na solidão, por parte dos familiares e de alguns governantes.
O propósito da Igreja é formar consciências. Se Deus é nosso pai, qual a consequência imediata? Somos todos irmãos. Todo mundo tem inteligência, tem valor e quer colocar isso à disposição da sociedade. Para isso, a gente precisa de muitas coisas.
O anjo de Jesus diz: ‘Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância’. Quando Jesus fala de vida, é uma vida digna, em que a gente possa gozar de fato dos direitos que todo ser humano tem. E o que estamos vendo? Tentativas de golpe contra a democracia, deputados que são eleitos e votam contra os trabalhadores e as trabalhadoras. Essa falta de coerência me leva, de fato, a não ficar quieto.
Eles podem ter vários dias de folga e descanso, expedientes muito limitados, e o trabalhador não pode. Essas são questões que interessam a Igreja católica, porque ela está preocupada com a pessoa humana integral.
DP: De onde vem essa sua formação mais engajada, ligada às causas sociais?
Eu venho de uma família simples de Pernambuco e fui crescendo vendo muitos exemplos de pessoas comprometidas com os outros. Minha formação foi acontecendo ouvindo as lideranças populares, acompanhando as campanhas da Igreja, lendo as histórias dos mártires e, sobretudo, olhando para a prática de Jesus. Não apenas aquele Jesus distante, divino, mas o Jesus humano, que se encarnou e assumiu as dores e os sonhos do povo.
Na Diocese de Nazaré, vivi experiências muito importantes. Havia semanas populares, encontros com sindicalistas, reuniões para discutir os problemas dos trabalhadores. Meu caminho foi sendo construído nesse contato com a vida do povo e com a compreensão de que o Evangelho precisa dialogar com a realidade concreta das pessoas.
Depois, no seminário, aprofundei meus estudos em Filosofia e Teologia, inclusive no Mosteiro de São Bento, onde tive contato com grandes referências da Igreja. Tudo isso foi me formando. Mas a essência sempre foi essa: compreender que seguir Jesus é também se preocupar com a dignidade humana, com justiça social e com a defesa da vida.
DP: Parte dos seus críticos afirma que religiosos não deveriam “fazer política”. É possível separar completamente fé, defesa de direitos sociais e debate público?
Essa separação não deveria existir, porque o próprio Jesus, no seu tempo, questionou os poderosos de sua época. Jesus não ficou em cima do muro. Um cristão não pode ficar alheio ao debate político e a Igreja não pode ser omissa, pois minha omissão, no fundo, é apoio para alguns.
Segundo o Vaticano Segundo, um grande momento de concílio no Brasil, a Igreja é sinal sacramento de salvação para a humanidade e ponto de diálogo para unir as pessoas, levá-las a refletir e viver enquanto pessoas humanas dignas.
DP: O senhor acredita que o ambiente político mais polarizado dos últimos anos também impactou as relações dentro das comunidades religiosas?
O impacto é dentro das famílias. Desde a última eleição, famílias não se reconciliaram ainda. Isso é um desmonte da própria pessoa, das relações humanas saudáveis.
Sempre existiram direita e esquerda. Isso é importante para que haja cobrança, educada, dialógica e que concorra para o bem. No Brasil, não há espaço para regimes autoritários, nossa educação e nossa história não podem ceder a isso.
Está faltando formação política, que é o que impede que as trevas tomem o lugar da luz. Se os sindicatos, a Igreja e os partidos não formam as pessoas, dá nessas loucuras que estamos vendo por aí. É importante estudar o que foi o regime militar e que, agora, aconteceu uma nova tentativa de golpe, no dia 8 de janeiro de 2025. Precisamos qualificar o jovem, fazê-lo sonhar, pois sua capacidade criativa precisa ser alimentada.
DP: Como lida com as reações negativas, dentro e fora da Igreja, a seus posicionamentos?
A princípio, a gente fica chocado, porque quando defendo a democracia, estou defendendo o óbvio. Os últimos papas têm dito que a política é uma das formas especiais para viver o bem do mundo das pessoas, da sociedade, das famílias, porque os políticos têm capacidade de contribuir para o bem comum. É uma tarefa muito bela, mas o que tem acontecido é que a gente sente vergonha do modo como ela tem sido conduzida.
Eu fico triste muitas vezes, mas isso não me tira a alegria do evangelho. Como dizia o Papa Francisco, não deixe que ninguém tire a sua esperança. E eu tenho esperança em um Brasil participativo, cheio de vitalidade, porque Deus nos deu tudo.
Temos direito ao sol, à lua, ao mar, temos direito de contemplar a natureza e defendê-la. Aqui, eu trabalho com uma equipe muito boa de sacerdotes e leigos engajados na defesa do Rio Pajeú e da caatinga, esse bioma tão profundo, tão belo, que nos permite viver.
A Terra é a nossa casa, a casa comum. Temos que nos lembrar disso. E os meios que ela tem, pode deixar de ter, se não tivermos cuidado.
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