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Jogo entre Afogados x Vera Cruz é antecipado

Por Nill Júnior

Partida adiada com o Santa Cruz foi confirmada para 3 de fevereiro

A partida entre Afogados Futebol Clube e Vera Cruz foi antecipada para o sábado, cinco da tarde. E a partida contra o Santa Cruz, não realizada este domingo, foi marcada para 3 de fevereiro.

O presidente do Afogados, Edygar Santos articulou a proposta do novo calendário junto à Federação Pernambucana de Futebol  e saiu satisfeito da reunião. A antecipação foi para o time ter tempo de preparação para o jogo contra o Santa.

Veja agora como ficou a tabela do Afogados na competição:

Dia : 29/01 (Sábado)
Jogo: Afogados X Vera Cruz
Local: Vianão

Dia: 03/02 (Quinta-feira)
Jogo: Santa Cruz X Afogados
Local: Arruda

Dia: 09/02 (Quarta-feira)
Jogo: Ibis X Afogados
Local: Ademir Cunha

Dia: 16/02 (Quarta-feira)
Jogo: Afogados X Salgueiro
Local: Vianão

Dia: 23/02 (Quarta-feira)
Jogo: Afogados X Caruaru City
Local: Vianão

Dia: 27/02 (Domingo)
Jogo: Afogados X Náutico
Local: Vianão

Dia: 02/03 (Quarta-feira)
Jogo: Retro X Afogados
Local: Arena

Dia: 09/03 (Quarta-feira)
Jogo: Sport X Afogados
Local: Ilha do Retiro

Dia: 16/03 (Quarta-feira)
Jogo: Afogados X Sete de Setembro
Local: Vianão

Rádio Pajeú transmite: a Seleção do Povo da Rádio Pajeú transmite Afogados x Vera Cruz sábado a partir das 4 da tarde. A transmissão terá narração de Aldo Vidal, comentários de Augusto Martins, ainda contando com Júnior Cavalcanti, Marconi Pereira, Nill Júnior e apoio técnico de Tito Barbosa, Tony Medeiros, Samuelson Humberto e Leandro Simões.

Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.

Ainda pode ouvir o debate em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Ainda em aplicativos como radios.net ou Tunein Rádio.

Outras Notícias

Na Alepe, Julio Cavalcanti diz que falta segurança no Estado

Na reunião plenária desta quarta-feira (03), o deputado Júlio Cavalcanti falou sobre a insegurança no Estado. O parlamentar afirmou estar preocupado com os rumo que a segurança pública está tomando. “Na verdade, não há rumo. Está, simplesmente, desgovernado”, afirmou. Júlio destacou a pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Rodoviários, que aponta que o número de assaltos […]

JULIO-CAVALCANTI-RS-4Na reunião plenária desta quarta-feira (03), o deputado Júlio Cavalcanti falou sobre a insegurança no Estado. O parlamentar afirmou estar preocupado com os rumo que a segurança pública está tomando. “Na verdade, não há rumo. Está, simplesmente, desgovernado”, afirmou.

Júlio destacou a pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Rodoviários, que aponta que o número de assaltos a ônibus no Grande Recife foi de 1002 até a última segunda, uma média de cinco por dia.

O parlamentar destacou, ainda, as ocorrências nos caixas eletrônicos. “Os ladrões se sentem tão seguros, mas tão seguros, que explodem até equipamentos que estão dentro de prédios públicos, como aconteceu na terça, na Procuradoria Regional da Fazenda. Ora, senhoras e senhores, se um bandido se sente à vontade para fazer isso num instituição pública, é porque o desgoverno desse barco é, realmente, muito grande”, afirmou.

Outro ponto da fala do deputado foi o grande assalto à agência dos correios de Sirinhaém, que fez a gerente de refém. E, no mês de julho, Sirinhaém também ganhou destaque na mídia por ter sido palco de um assalto cinematográfico: duas agências bancarias invadidas, quatro caixas eletrônicos destruídos, tiros e bombas, e carros queimados.

STF anula eleição na Câmara para comissão de impeachment

A presidente Dilma Rousseff obteve nesta quinta-feira uma vitória importante no Supremo Tribunal Federal (STF) com o reconhecimento da autonomia do Senado para barrar o impeachment contra a petista, mesmo após eventual aprovação do processo na Câmara. Oito dos onze ministros da Corte admitiram a tese governista de que os deputados apenas autorizam o andamento […]

Luis Roberto Barroso

A presidente Dilma Rousseff obteve nesta quinta-feira uma vitória importante no Supremo Tribunal Federal (STF) com o reconhecimento da autonomia do Senado para barrar o impeachment contra a petista, mesmo após eventual aprovação do processo na Câmara.

Oito dos onze ministros da Corte admitiram a tese governista de que os deputados apenas autorizam o andamento do processo, mas a decisão não vincula a instauração do impeachment no Senado. Pela decisão, somente aprovação por maioria simples dos senadores instaura o procedimento o que geraria afastamento de Dilma do cargo por 180 dias.

Antes mesmo do final do julgamento, com o indicativo favorável, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, já comemorava o resultado: “O trem entrou nos trilhos. E os trilhos são retos e não tortos”, afirmou o ministro. O advogado do PT, Flávio Caetano, disse que o STF definiu as regras do jogo e invalidou “atos arbitrários” do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Para o governo, deixar nas mãos do Senado a definição sobre o impeachment traz um alívio inicial no processo porque joga para o futuro o eventual afastamento de Dilma – decisão mais drástica e considerada praticamente irreversível – e ainda deixa espaço para discussões políticas na Casa.

Até o momento, o Senado tem base aliada mais fiel do que a da Câmara dos Deputados, conduzida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rompido com o governo.

O julgamento de hoje dividiu o Tribunal em duas linhas. A maioria seguiu proposta do ministro Luís Roberto Barroso, que abriu a divergência com a decisão do relator, ministro Luiz Edson Fachin. O voto de Fachin, apresentado em plenário na quarta-feira, 16, foi desfavorável ao governo.

Ao discutir o papel do Senado, Barroso afirmou que a Casa não é um “carimbador de papeis da Câmara”. “Não tem sentido, numa matéria de tamanha relevância, estabelecer relação de subordinação institucional do Senado à Câmara”, concordou o decano do Tribunal, Celso de Mello.

Ficaram vencidos na discussão os ministros Fachin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Os três entendiam que a decisão dos deputados vinculava a instauração do processo de impeachment pelo Senado.

Comissão
Também por maioria, os ministros derrubaram a eleição da comissão especial do impeachment formada na Câmara na semana passada. Em votação secreta, os deputados elegeram 39 integrantes para o grupo oriundos de chapa formada por oposicionistas e dissidentes da base.

Os ministros da Corte entenderam, no entanto, que não são admitidas candidaturas avulsas e que a eleição deveria ter sido realizada de forma aberta, e não secreta. Pelo voto de Barroso, a comissão especial fica anulada.

“Mistério, segredo e democracia não combinam”, disse o ministro Luiz Fux em voto, ao seguir Barroso. Sem a candidatura avulsa, cada deputado que quiser se eleger deverá ser indicado pelo líder partidário o que inviabiliza o voto em dissidentes. A eleição para homologar a escolha dos líderes, pela definição do Supremo, deve ser secreta.

No julgamento, os ministros ratificaram o rito que já foi seguido no impeachment do ex-presidente e hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) e rejeitaram, por exemplo, a exigência de defesa prévia da presidente Dilma antes da abertura do processo de impeachment.

O argumento era usado pela base governista para alegar que o ato do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de receber a denúncia de impedimento de Dilma deveria ser anulado. O próprio governo já admitia que este seria um dos pontos mais difíceis de obter indicação favorável no Supremo.

O ministro Gilmar Mendes, um dos vencidos na discussão, adotou posicionamento duro na Corte ao sugerir que o Tribunal estava interferindo no processo do impeachment. Ele usou seu pronunciamento para fazer críticas à situação atual do País. “Estamos de ladeira abaixo, sem governo, sem condições de governar”, disse Mendes.

Nesta sexta-feira, na sessão de encerramento do Judiciário, os ministros ainda devem revisar os votos.

Veja abaixo a tabela com o quórum de votação:

AGU recorre ao STF contra processo de impeachment

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta quinta-feira que ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a anulação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Sempre que foi questionado sobre o assunto, o ministro da AGU, José Eduardo Cardozo, disse que essa era uma medida que vinha sendo estudada e que […]

2016-902610451-201604131538282109_20160413.jpgGLOBOA Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta quinta-feira que ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a anulação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Sempre que foi questionado sobre o assunto, o ministro da AGU, José Eduardo Cardozo, disse que essa era uma medida que vinha sendo estudada e que poderia ser adotada.

Cardozo dará uma coletiva mais tarde sobre o assunto, detalhando a ação. De acordo com a AGU, o processo de impeachment na Câmara tem vícios que impedem sua continuidade. A previsão é de que ele seja votado no domingo. Caso receba o apoio de, pelo menos, dois terços dos deputados – 342 dos 513 da Casa -, segue para o Senado, que tem a palavra final sobre o afastamento ou não de Dilma.

Na última segunda-feira, na comissão que aprovou o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO) recomendando o impeachment, Cardozo disse que o relatório é falho e nulo e que afronta a Constituição. Ele também disse que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), autorizou a abertura do processo de afastamento por vingança. Na entrevista dada após participar da reunião da comissão, Cardozo repetiu as críticas e falou sobre a possibilidade de recorrer ao Judiciário. Na ocasião, ele indicou que os recursos possíveis dentro da própria Câmara, ou seja, sem precisar ir à Justiça, são limitados.

A assessoria do STF informou que ainda não foi designado relator. Na quarta-feira, Cardozo foi até o STF e declarou que o apelo à Corte não deve ser entendido como manobra de tapetão. “O dia em que o Judiciário for entendido como um tapetão, nós rasgamos de vez o Estado de Direito no Brasil. A Constituição é clara: nenhuma lesão de direito pode ficar afastada de apreciação do Poder Judiciário. Se um cidadão comum, se qualquer pessoa, ou um presidente da República tem uma lesão, vamos ao Judiciário. Isso sinceramente não é tapetão”, declarou Cardozo, que negou ter tratado de qualquer tema referente ao impeachment na audiência.

Cardozo deu as declarações após ser recebido pelo presidente, ministro Ricardo Lewandowski. O advogado-geral queria confirmar a data para o julgamento em plenário que definirá se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá ou não ser ministro da Casa Civil. A sessão está marcada para o dia 20. Até lá, Cardozo deve levar memoriais para cada um dos onze integrantes do tribunal, defendendo a validade da nomeação de Lula para o cargo.

Tentativa de assalto assusta população no centro de São José do Egito

Um ferido está sendo operado agora no Emília Câmara, alvo de 5 tiros. Outro foi preso e um terceiro fugiu No começo da manhã desta quarta (17), pelo menos três homens armados invadiram a Casa do Arame, estabelecimento comercial pertencente ao empresário Carlito Filho, muito conhecido na cidade. O estabelecimento fica entre o Pátio da […]

Um ferido está sendo operado agora no Emília Câmara, alvo de 5 tiros. Outro foi preso e um terceiro fugiu

No começo da manhã desta quarta (17), pelo menos três homens armados invadiram a Casa do Arame, estabelecimento comercial pertencente ao empresário Carlito Filho, muito conhecido na cidade.

O estabelecimento fica entre o Pátio da Feira Livre e a Igreja Matriz de São Judas Tadeu. Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, a tentativa de assalto acabou sendo frustrada. Após uma troca de tiros, um criminoso ficou ferido, outro foi preso e um terceiro acabou fugindo.

Pessoas que passavam pelo local escutaram vários tiros. Ainda não há informações oficiais, mais pelo relato das testemunhas, houve troca de tiros.

O suspeito ferido foi levado para o Hospital Maria Rafael de Siqueira pelo Corpo de Bombeiros. De lá, encaminhado para o Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados. Levou cinco tiros no tórax. Em vídeos feitos por populares é possível ver um homem de camisa azul sendo preso. O terceiro envolvido na ação criminosa já está sendo procurado pela Polícia.

São José do Egito contabiliza onze crimes violentos letais intencionais. Até agora é a cidade com maior número, representando 40% do total homicídios na área integrada de segurança.

George Patriota e Arlã Markson discutem recuperação de estradas com secretário de Infraestrutura 

George Patriota, superintendente de articulação regional da Casa Civil e o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, se reuniram com Evandro Avelar, secretário de infraestrutura de Pernambuco para tratar de questões cruciais relacionadas à infraestrutura rodoviária no estado. A principal pauta desse encontro envolveu discussões sobre a recuperação das rodovias estaduais, um […]

George Patriota, superintendente de articulação regional da Casa Civil e o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, se reuniram com Evandro Avelar, secretário de infraestrutura de Pernambuco para tratar de questões cruciais relacionadas à infraestrutura rodoviária no estado.

A principal pauta desse encontro envolveu discussões sobre a recuperação das rodovias estaduais, um tema de extrema importância para a mobilidade e desenvolvimento da região.

A situação das rodovias estaduais tem sido uma preocupação constante para os moradores de algumas regiões. Questões como segurança viária, escoamento de produção e acesso às regiões remotas têm sido discutidas. A reunião entre George Patriota e Evandro Avelar demonstra um comprometimento em abordar essas questões e encontrar soluções eficazes.

Durante a reunião, foi abordada a alocação de recursos e a implementação de projetos voltados para a recuperação das rodovias. A intenção é revitalizar as estradas, garantir melhorias na qualidade do asfalto, sinalização adequada e manutenção regular, visando proporcionar viagens mais seguras e eficientes para os cidadãos.

Tanto George quanto Evandro reiteraram o compromisso do governo em apoiar o desenvolvimento regional por meio de investimentos na infraestrutura viária. A recuperação das rodovias não apenas beneficia os cidadãos em sua rotina diária, mas também contribui para o crescimento econômico do estado, facilitando o transporte de mercadorias e a integração entre as diversas localidades.