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João Campos se diz contra privatizações e anuncia participação popular no uso de emendas

Por André Luis

Por André Luis

O deputado federal João Campos (PSB), falou na manhã desta quinta-feira (22), por telefone, ao comunicador Aldo Vidal, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, sobre o espaço que será aberto aos pernambucanos para que possam opinar sobre onde o deputado deve aplicar parte significativa das emendas parlamentares que tem direito.

O anúncio será feito durante ‘live’, em sua página no Instagram, às 12h30 de hoje. A Pajeú, o deputado adiantou que a população poderá opinar através de um site que será lançado na ocasião.

“Todo parlamentar tem direito a 15 milhões do orçamento da União. Estaremos disponibilizando 5 milhões para o povo decidir onde serão gastos”, explicou.

O deputado pessebista também falou, ao ser provocado, do pacote de privatizações, anunciadas pelo Governo Federal, na noite de ontem.

Ele disse achar as privatizações “muito perigosas” e vê com desconfiança a vontade do Governo Federal em “privatizar tudo que é possível”. “Tem áreas estratégicas do país, que não podem ser pensadas em privatizar. Você privatizar, por exemplo, todo controle da geração e distribuição de energia do país… você está falando em colocar em risco a própria soberania nacional”, afirmou o parlamentar.

“Acho que a gente tem que acompanhar, sabendo que tem casos que são mais graves e esses a gente tem que acompanhar ainda mais de perto” disse.

João Campos disse estar preocupado e que o seu papel como oposição é a de se posicionar contra.

Outras Notícias

A Humberto, Aneel atesta que Celpe presta mau serviço

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou ao líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que encontrou “indícios de falhas e transgressões” nos serviços prestados pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). O órgão federal responsável por inspecionar as atividades das concessionárias na operação e na manutenção das redes elétricas, incluindo a segurança das […]

Mortes por choque elétrico: Pernambuco tem uma das maiores incidências do país
Mortes por choque elétrico: Pernambuco tem uma das maiores incidências do país

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou ao líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que encontrou “indícios de falhas e transgressões” nos serviços prestados pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

O órgão federal responsável por inspecionar as atividades das concessionárias na operação e na manutenção das redes elétricas, incluindo a segurança das instalações, atestou que a Celpe não tem prestado serviço “adequado” aos cidadãos pernambucanos.

No começo de julho, após mais um caso de morte ocorrida em decorrência de descarga elétrica por meio de um fio solto em via pública do Estado, Humberto cobrou ações da Aneel para investigar a Celpe e tomar medidas efetivas a fim de reduzir o número assustador de mortes em Pernambuco. Somente entre 2008 e 2013, 125 pessoas faleceram eletrocutadas no Estado.

A Aneel comunicou a Humberto, por meio de ofício, que analisou indicadores de segurança e quantidade de óbitos envolvendo a rede elétrica em Pernambuco e constatou que Pernambuco registrou um número de mortes superior à média do Brasil no ano de 2011.

Medidas de curto e médio prazos terão de ser tomadas para o restabelecimento da qualidade do serviço, com monitoramento permanente das ações propostas. Por considerar de alta relevância os resultados da iniciativa, a diretoria da Aneel coordenará diretamente o acompanhamento da execução do plano.

O órgão regulador explicou a Humberto que o plano de resultados visa permitir à Celpe a possibilidade de “reversão da qualidade ruim do serviço prestado, haja vista que os incentivos regulatórios e dispositivos sancionatórios da Aneel não têm surtido os efeitos esperados”.

A agência afirma ainda que o monitoramento da evolução do planejamento será trimestral. “Vale lembrar que o plano não introduz nenhuma obrigação nova à concessionária de distribuição de energia, mas sim explicitar as ações de reversão da trajetória de degradação da qualidade do serviço oferecido” aos pernambucanos, ressalta a Aneel.

Segundo Humberto, a Aneel garantiu que entre as punições possíveis à Celpe por não cumprir o plano de resultados estão a intervenção administrativa e a recomendação de declaração de caducidade (perda da concessão do serviço público) ao Ministério de Minas e Energia.

O projeto que quer salvar Bolsonaro

Um projeto de lei complementar que altera a Lei da Ficha Limpa é a nova aposta de parlamentares bolsonaristas para liberar seus direitos políticos a tempo de concorrer a presidente em 2026. A proposta, de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS), reduz de oito para dois anos o tempo de inelegibilidade de um político. Em […]

Um projeto de lei complementar que altera a Lei da Ficha Limpa é a nova aposta de parlamentares bolsonaristas para liberar seus direitos políticos a tempo de concorrer a presidente em 2026.

A proposta, de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS), reduz de oito para dois anos o tempo de inelegibilidade de um político.

Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao atacar, sem provas, as urnas eletrônicas em 2022.

Com base na Lei da Ficha Limpa, ele está proibido de disputar um cargo público por oito anos, tornando-se o primeiro ex-presidente na história a perder direitos políticos em um julgamento na Corte. Caso não consiga reverter a decisão, ele só poderá disputar uma eleição em 2030.

Para o idealizador da Ficha Limpa, o ex-juiz eleitoral Márlon Reis, este é o maior ataque já feito à lei, aprovada em 2010 como projeto de lei de iniciativa popular para barrar a candidatura de políticos com condenações em tribunais. Mais de 1 milhão de pessoas assinaram a iniciativa.

Bibo Nunes nega que a proposta seja casuística, mas reconhece que tratou do assunto com Bolsonaro.

“Ele gostou da proposta, não tem como não gostar. Todos os partidos e políticos vão gostar porque oito anos é um absurdo. Político corrupto se pune com o processo por improbidade administrativa, com o Código Penal e com a Justiça comum. E não deixando-o inelegível por mais ou menos tempo. Dois anos são mais do que suficientes”, disse o deputado ao Congresso em Foco.

“A mudança não é casuística, é para fazer justiça. Beneficia a todos, da esquerda à direita”, acrescentou.

Para liberar Bolsonaro a tempo de concorrer ano que vem, o projeto terá de ser convertido em lei até outubro. Embora precise do aval do presidente Lula para virar lei, por meio da sanção, o Congresso poderia derrubar o eventual veto, avaliam bolsonaristas.

“Luciano Duque saiu do grupo”. Prefeito de Serra se aborrece com críticas e deixa grupo de Whatsapp da cidade

Em última mensagem do grupo, disse que “é perseguido” pelo Governo do Estado O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) vive um inferno astral. Ou melhor, dilúvio astral. É que as chuvas deste domingo (22) deram o gran finale para reforças as críticas a uma das obras que ele mais havia decantado no seu […]

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Em última mensagem do grupo, disse que “é perseguido” pelo Governo do Estado

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) vive um inferno astral. Ou melhor, dilúvio astral. É que as chuvas deste domingo (22) deram o gran finale para reforças as críticas a uma das obras que ele mais havia decantado no seu governo. O asfalto do Bairro Ipsep, que já vinha sendo criticado pela péssima qualidade e “desmanchou” com as chuvas deste domingo.

Luciano e seu desabafo no Wathsapp:
Luciano e seu desabafo no Wathsapp: “perseguido pelo GovPE”. Depois, saiu do grupo.

Uma coisa as imagens comprovam: o calçamento é de péssima qualidade e com certeza não passaria pela análise mais minunciosa da engenharia. As imagens que mostram moradores dos bairros com pedaços do asfalto só reforçam isso.  A espessura do asfalto visualizada na foto é mínima. Não resiste à ação do tempo como obras de qualidade. O resultado foi o que vimos.

Duque começa a ser criticado por vereadores da oposição e principalmente pela população do bairro. Nas redes sociais, também não faltam críticos. Já há os que defendem uma ação do MP para apurar como foi executada a obra.

Assunto rendeu no Serra On Line, grupo de Whatsapp que debate problemas da cidade
Assunto rendeu no Serra On Line, grupo de Whatsapp que debate problemas da cidade

A pressão é tão grande que Duque não suportou as críticas em um grupo de serra-talhadenses no Whatsapp.

O grupo Serra On Line debate várias questões na Capital do Xaxado e contava com a participação de Duque, um gesto que até ontem era visto como democrático, com o gestor acompanhando o que diziam os integrantes do grupo e debatendo questões de Serra.

Mas, bombardeado pelo impacto das chuvas no bairro Ipsep, Duque não aguentou. Primeiro, fez sua última postagem.

“É uma obra que não consigo terminar porque o Governo do Estado me persegue. Não libera os recursos para eu terminar”, desabafou.

Pouco depois, para a surpresa do grupo, apareceu a mensagem: “Luciano Duque Saiu do Grupo”…

“É importante que o Brasil saiba quem está tentando impedir”, diz Lula sobre fim da escala 6×1

Presidente criticou oposição no Senado nesta quinta-feira (3); governo tenta viabilizar sessão extraordinária ainda em setembro para votar a PEC. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, criticou nesta quinta-feira (3) a atuação da oposição no Senado durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim […]

Presidente criticou oposição no Senado nesta quinta-feira (3); governo tenta viabilizar sessão extraordinária ainda em setembro para votar a PEC.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, criticou nesta quinta-feira (3) a atuação da oposição no Senado durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho.

A manifestação ocorreu após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovar a proposta nessa quarta-feira (2), mas o texto não chegar à votação no plenário. Lula responsabilizou principalmente o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

“Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6×1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta”, escreveu Lula nas redes sociais.

O presidente afirmou ainda que considera importante deixar claras as posições dos grupos políticos sobre a proposta.

“É importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e quem está tentando impedir uma conquista que pode garantir um dia a mais de descanso sem redução de salário”, declarou.

Lula também rebateu os argumentos de que a redução da jornada poderia provocar impactos negativos na economia e nas empresas.

“O que quebra de verdade é a saúde mental do trabalhador com essa escala. O que quebra qualquer família é a sensação de não poder acompanhar os filhos crescerem”, afirmou.

Votação ainda pode ocorrer antes das eleições

A PEC foi aprovada pela CCJ do Senado de forma simbólica. Rogério Marinho, Jaime Bagattoli (PL-RO), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS) registraram votos contrários.

Para ser aprovada no plenário, a proposta precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação.

O governo estimava contar com 53 ou 54 senadores favoráveis, mas decidiu não levar o texto ao plenário nessa quarta diante da possibilidade de ausências reduzirem o número necessário.

A informação mais recente é que a base governista tenta convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a convocar uma sessão extraordinária ainda em setembro, antes do primeiro turno das eleições. Se isso não ocorrer, uma nova tentativa deverá acontecer durante o esforço concentrado previsto para outubro.

A PEC reduz gradualmente a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais e estabelece dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. Como a CCJ manteve o mesmo texto aprovado pela Câmara, se o Senado também aprová-lo sem alterações, a proposta poderá seguir diretamente para promulgação.

Fonte: CNN Brasil e UOL
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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O fato e a foto: #elenão

      O fotógrafo Cláudio Gomes enviou imagens ao blog do movimento #elenão, contra as posições do candidato Jair Bolsonaro. O ato aconteceu nas ruas de Afogados da Ingazeira e teve a participação de movimentos sociais como a Casa da Mulher do Nordeste, Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, representantes do movimento LGBT, moradoras e […]

 

 

 

O fotógrafo Cláudio Gomes enviou imagens ao blog do movimento #elenão, contra as posições do candidato Jair Bolsonaro.

O ato aconteceu nas ruas de Afogados da Ingazeira e teve a participação de movimentos sociais como a Casa da Mulher do Nordeste, Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, representantes do movimento LGBT, moradoras e moradores de comunidades e alguns políticos. Nomes como a primeira dama Madalena Leite, Emídio Vasconcelos, Clóvis Lira, e a esposa Izilda, cidadãos e cidadãs comuns.

O grupo defendeu respeito às mulheres, combate ao machismo e às ideias que, segundo elas são propagadas pelo candidato do PSL. Algumas relataram ao blog que tem sofrido ataques nas redes sociais pelo voto contrário ao candidato.

“Mulher tem que ser respeitada, não é porque não vota no candidato que ela tem que ser ofendida. Estamos nos sentindo muito ofendidas nas redes sociais com ataques e ofensas e a gente quer acabar com isso, dar um basta nesse machismo”, disse Janaína Nogueira, uma das organizadoras do movimento. Nomes como o da radialista Alani ramos também acompanharam.