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João Campos repudia panfletos contra Raquel Lyra e anuncia medida na Justiça Eleitoral

Por Michael Andrade

Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

O material utiliza uma fotografia da governadora e apresenta acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

Após a circulação dos panfletos, aliados de Raquel atribuíram a ação ao suposto “gabinete do ódio” da Frente Popular. A coligação de João repudiou o material e informou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para identificar e responsabilizar os autores.

No vídeo, João classificou os panfletos como um “completo absurdo” e afirmou que acionará judicialmente quem tentar atribuir a produção ou a distribuição do material a ele ou à sua candidatura.

“Qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.

O candidato relacionou o episódio às perdas familiares vividas por ele e por Raquel durante períodos eleitorais. João perdeu o pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014. Raquel perdeu o marido durante a eleição estadual de 2022.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política”, afirmou.

João disse ainda que está recorrendo à Justiça Eleitoral para pedir uma investigação sobre a origem do material, o financiamento, a produção e a distribuição dos panfletos.

O candidato defendeu que os responsáveis sejam identificados e punidos e afirmou que continuará sua campanha concentrada em propostas para áreas como educação, saúde e segurança.

Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de João Campos sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra.

Frame: Reprodução/Instagram

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Outras Notícias

Brejinho realiza mais uma edição da festa de São José 

A comunidade de Brejinho de Tomé, localizada na zona rural do município de Brejinho, vivenciou mais uma edição da tradicional Festa de São José, realizada neste sábado (21). O evento reuniu moradores locais e visitantes de diversas regiões circunvizinhas, reafirmando a força cultural e religiosa da celebração. Com décadas de história, a festividade é dedicada […]

A comunidade de Brejinho de Tomé, localizada na zona rural do município de Brejinho, vivenciou mais uma edição da tradicional Festa de São José, realizada neste sábado (21). O evento reuniu moradores locais e visitantes de diversas regiões circunvizinhas, reafirmando a força cultural e religiosa da celebração.

Com décadas de história, a festividade é dedicada a São José, padroeiro da comunidade, e integra um calendário religioso que se estende por cinco dias. Como já é tradição, o encerramento contou com uma programação festiva, marcada por apresentações musicais que animaram o público presente.

Neste ano, a noite foi embalada pelos shows de Status do Forró e Nico Batista, que garantiram muita música e animação, levando um grande público a participar do momento de confraternização.

O prefeito Gilson Bento não pôde comparecer ao evento devido à recuperação de um procedimento cirúrgico. No entanto, ele se fez representar por membros de sua equipe, que prestigiaram a festa e celebraram junto à comunidade.

A Festa de São José segue como um dos principais eventos culturais e religiosos da região, fortalecendo laços comunitários e mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.

Rebelião deixa mais de 50 detentos mortos em presídio do Pará

Pelo menos 16 dos mortos foram decapitados Folha PE Ao menos 52 presos morreram -sendo 16 decapitados- na manhã desta segunda-feira (29) em uma unidade prisional de Altamira, no sudoeste do Pará.Esta é a segunda maior rebelião com mortos do ano. Em maio, um sequência de ataques nos presídios do Amazonas deixaram ao menos 65 […]

Rebelião no presídio de Altamira.
Foto: Reprodução

Pelo menos 16 dos mortos foram decapitados

Folha PE

Ao menos 52 presos morreram -sendo 16 decapitados- na manhã desta segunda-feira (29) em uma unidade prisional de Altamira, no sudoeste do Pará.Esta é a segunda maior rebelião com mortos do ano. Em maio, um sequência de ataques nos presídios do Amazonas deixaram ao menos 65 mortos.

Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), órgão que administra o sistema prisional do estado, a rebelião foi registrada no Centro de Recuperação Regional de Altamira.

As primeiras informações do governo do Pará dão conta que as mortes ocorreram durante brigas entre facções rivais que tentam controlar o presídio de Altamira.Durante a rebelião, dois agentes foram mantidos reféns, mas foram liberados no final desta manhã, após uma longa negociação mediada por policiais civis, miliares e promotores de Justiça.

Segundo a Susipe, a confusão começou por volta das 7h, durante o café da manhã. Policiais fazem vistoria no presídio para recontagem de presos.

Massacre em presídios

O caso de Altamira remete a 2017, quando uma sequência de ataques em unidades prisionais deixaram 126 presos mortos no Amazonas, em Roraima e no Rio Grande do Norte.

No Ano Novo de 2017, Manaus protagonizou a morte de 59 detentos no Compaj -até então, o maior massacre de presos desde o Carandiru, em 1992.Naquele mesmo ano, a crise prisional se estendeu para outros estados. Quatro dias depois da chacina nas unidades prisionais do Amazonas, 33 presos foram assassinados no maior presídio de Roraima, a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo.

Também no início de 2017, um motim deixou pelo menos 26 mortos, decapitados ou carbonizados, na penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, a maior do Rio Grande do Norte.

Investigações sobre ‘rachadinhas’ travam em Pernambuco e sete estados

Em todo o país 43 deputados e ex-deputados são investigados. Alguns casos estão há uma década sem definição. NE 10 Em pelo menos oito Assembleias Legislativas do país, 43 deputados e ex-deputados são investigados por suspeita de fazerem parte de esquemas de “rachadinhas”, quando há apropriação de parte dos salários de funcionários. Ao todo, as […]

Em todo o país 43 deputados e ex-deputados são investigados. Alguns casos estão há uma década sem definição.

NE 10

Em pelo menos oito Assembleias Legislativas do país, 43 deputados e ex-deputados são investigados por suspeita de fazerem parte de esquemas de “rachadinhas”, quando há apropriação de parte dos salários de funcionários. Ao todo, as fraudes teriam causado prejuízo de R$ 474 milhões aos cofres públicos.

As suspeitas envolvem os parlamentares do Acre, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio, Rondônia e São Paulo. Algumas dessas investigações se arrastam há uma década sem que nenhum deputado tenha sido punido. São nove casos em andamento, com nenhuma sentença julgada. Outros dois foram arquivados por falta de provas envolvendo dois deputados do PSL paulista e dois do PT e do PSB do Rio.

O estado com mais políticos investigados é o Rio de Janeiro, com 19. Em seguida vem Alagoas, com 12 casos em que os acusados, entre eles o atual presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), foram absolvidos, mas tramita recurso do Ministério Público.

Ao todo o esquema teria desviado R$ 254 milhões. Lira se livrou do processo quando a Justiça considerou ilegais as provas obtidas pelo Ministério Público, a exemplo da decisão do Superior Tribunal de Justiça, no caso do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), quando ele era deputado estadual na Assembleia do Rio (Alerj).

Entenda os obstáculos nas investigações

Segundo o promotor de Justiça Paulo Destro, um dos principais obstáculos para a investigação das rachadinhas é o pacto de silêncio entre quem paga (o político) e quem é contratado. Nestes casos o funcionário “fantasma” sempre tem alguma vantagem, ainda que repasse a maior parte do salário ao político. 

Na maioria das vezes, disse o promotor, os funcionários nem aparecem nos gabinetes. “Temos fotos que mostram, segundo o denunciante, funcionários que deveriam estar no gabinete, fazendo campanha para aliados políticos em São José dos Campos.” 

Na esfera pena, há nos casos duas formas de punição, por peculato quando existe apropriação indébita de valores e bens. A depender da situação, pode-se enquadrar como concussão, mas para isso é preciso comprovar a exigência dos repasses.

Vereadores

Os casos de “rachadinhas” entre vereadores chegam a uma conclusão com mais rapidez. O Estadão encontrou casos com condenações nas cidades de Hortolândia (SP), Itabira (MG), Foz do Iguaçu (PR) e Santa Cruz (RS). Houve, ainda, prisões em Curitiba e Cianorte (PR) e um vereador cassado em Belo Horizonte. Há outros casos em apuração no Rio e em Santa Catarina.

Uma dessas investigações envolveu um flagrante – fato raro – que levou à prisão, em 2019, do vereador Paulo Henrique Lersch, na época filiado ao PT, que confessou crime e foi condenado em Santa Cruz. Além dele, outros três vereadores, todos do PSD, foram acusados pelo Ministério Público gaúcho.

Evandro esquece diferenças e entrega pauta de solicitações a Bolsonaro

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares deu hoje uma aula de bom senso. Mesmo não estando alinhado politicamente com o governo Bolsonaro, aproveitou a oportunidade da passagem do presidente por São José do Egito para pedir por sua cidade. Por ofício ele solicitou a licença para implantar o Curso de Medicina na […]

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares deu hoje uma aula de bom senso.

Mesmo não estando alinhado politicamente com o governo Bolsonaro, aproveitou a oportunidade da passagem do presidente por São José do Egito para pedir por sua cidade.

Por ofício ele solicitou a licença para implantar o Curso de Medicina na Faculdade Vale do Pajeú e recursos para a construção de dois canais, um no Bairro São Borja e outro no Bairro Ipiranga.

Evandro não acompanhou a visita institucional até o fim por ser candidato à reeleição e não poder participar de inaugurações.

Prefeitura de Itapetim inicia construção de escola no Bairro Santo Antônio

Em Itapetim, a Prefeitura Municipal concluiu os serviços de terraplanagem e iniciou a construção de uma escola padrão FNDE de seis salas de aula no Bairro Santo Antonio. O investimento faz parte de parceria da Prefeitura Municipal com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “Essa é apenas a primeira de uma série de […]

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Em Itapetim, a Prefeitura Municipal concluiu os serviços de terraplanagem e iniciou a construção de uma escola padrão FNDE de seis salas de aula no Bairro Santo Antonio.

O investimento faz parte de parceria da Prefeitura Municipal com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “Essa é apenas a primeira de uma série de cinco escolas que vamos construir para oferecer uma educação de mais qualidade, com toda a infraestrutura necessária para atender às necessidades da comunidade escolar, beneficiando alunos, professores e servidores”, Disse o prefeito.

De acordo com Edna Rangel, secretária municipal de Educação, além de seis salas de aula a escola também contará com sala de informática, sala de leitura, diretoria, secretaria, almoxarifado, sala de professores, pátio, cozinha, dispensa e área de serviço. “Esse é mais um grande passo para a melhoria da educação em nosso município”. Disse.

Além da escola do Bairro Santo Antônio, a Prefeitura Municipal vai construir outras quatro escolas na zona rural do município, três de seis salas e uma de quatro salas. “Serão beneficiadas as comunidades do Sítio Lagoa do Catolé, Sítio Lagoa da Jurema, Sítio Ambó e Sítio Logradouro”, explicou o vice-prefeito Junior Moreira.