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João Campos percorre Pajeú e encerra sábado em Serra Talhada com propostas para saúde e infraestrutura

Por Michael Andrade

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu, nesse sábado (26), uma sequência de agendas no Sertão do Pajeú, com passagens por São José do Egito, Itapetim, Tuparetama, Ingazeira, Afogados da Ingazeira, Carnaíba e Serra Talhada. A programação teve carreatas, caminhadas e encontros com aliados e apoiadores. Em Tuparetama, a carreata prevista não foi realizada após decisão da Justiça Eleitoral.

Ao longo do roteiro, João apresentou propostas relacionadas a infraestrutura, saúde e segurança. Entre elas, citou uma ligação rodoviária em Ingazeira, a ampliação das intervenções na BR-232 em direção a Serra Talhada e a implantação de um centro de diagnóstico e tratamento de câncer no município sertanejo.

São José do Egito

João iniciou a programação do sábado em São José do Egito. O candidato participou de uma carreata pelas ruas da cidade e seguiu até a feira do município, onde conversou com comerciantes, moradores e apoiadores.

A agenda teve a participação de aliados e candidatos da Frente Popular, entre eles Marília Arraes, Evandro Valadares, Carlos Veras, Lucas Ramos e Diogo Moraes.

Itapetim

Na sequência, João esteve em Itapetim, onde participou de outra carreata. O percurso foi encerrado na Praça Rogaciano Leite, no Centro.

A agenda contou com a presença da prefeita Aline Karina, do ex-prefeito Adelmo Moura e de outras lideranças políticas. Durante a passagem pelo município, o candidato abordou propostas nas áreas de educação, saúde e políticas para as mulheres.

Tuparetama

Em Tuparetama, a carreata prevista pela campanha foi suspensa por decisão da 68ª Zona Eleitoral. A Justiça Eleitoral manteve a realização do comício, mas impediu a carreata depois de a Polícia Militar informar que não dispunha de efetivo suficiente para acompanhar todos os eventos políticos programados no município.

João afirmou que respeitaria a decisão e criticou a disponibilidade de policiais no interior. O candidato disse que, caso seja eleito, pretende ampliar o efetivo destinado às cidades sertanejas e às áreas rurais.

Ingazeira

Em Ingazeira, João foi recebido pelo prefeito Luciano Torres e participou de uma carreata que seguiu até o povoado de Santa Rosa. Também acompanharam a agenda candidatos e lideranças políticas da região.

Durante o ato, João retomou uma proposta relacionada à ligação rodoviária do município. Segundo o candidato, a intenção é executar uma estrada até o quilômetro 49 e conectá-la à PE-283.

João também recordou a relação política construída com Luciano Torres desde sua primeira campanha para deputado federal e citou obras realizadas no período em que seu pai, Eduardo Campos, governou Pernambuco.

Afogados da Ingazeira

Depois de Ingazeira, o candidato seguiu para Afogados da Ingazeira, onde participou de uma mobilização pelas ruas da cidade. João esteve acompanhado pelo prefeito Alessandro Palmeira e por aliados políticos locais e estaduais.

Também participaram da agenda os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes, além de candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.

Carnaíba

Em Carnaíba, João participou de uma minicarreata pelas ruas do município até a região central. O candidato esteve acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes, Anchieta Patriota e Diogo Moraes, além de lideranças locais e apoiadores.

A passagem por Carnaíba antecedeu o último compromisso do candidato no Pajeú durante o sábado.

Serra Talhada

João encerrou o roteiro em Serra Talhada, onde foi recebido pela prefeita Márcia Conrado e participou de uma carreata pelas ruas do município.

Durante o ato, o candidato voltou a apresentar propostas para infraestrutura e saúde. João afirmou que pretende ampliar as intervenções na BR-232 até Serra Talhada e implantar, ao lado do Hospital Governador Eduardo Campos, um centro voltado ao diagnóstico e tratamento de câncer.

Segundo a proposta apresentada pelo candidato, a unidade teria serviços como quimioterapia e radioterapia e atenderia pacientes do Sertão pernambucano.

“O maior centro de tratamento de câncer do Semiárido do Brasil vai ser aqui, ao lado do Hospital Eduardo Campos, que nós vamos fazer para oferecer tratamento de quimioterapia, radioterapia e atendimento para todo o Sertão de Pernambuco”, afirmou João.

Também acompanharam a agenda em Serra Talhada Marília Arraes, Humberto Costa, Carlos Veras e Breno Araújo.

Fotos: Marlon Diego

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Outras Notícias

CNDH discute combate ao neonazismo e discursos de ódio com o MPPE

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu, nesta quinta-feira (24), uma comitiva do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), que cumpre missão nacional para monitorar o avanço de discursos de ódio e células neonazistas no Brasil. Durante o encontro, o procurador-geral de Justiça, José Paulo Cavalcanti, e coordenadores de diversos Centros de Apoio Operacional (CAOs) […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu, nesta quinta-feira (24), uma comitiva do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), que cumpre missão nacional para monitorar o avanço de discursos de ódio e células neonazistas no Brasil.

Durante o encontro, o procurador-geral de Justiça, José Paulo Cavalcanti, e coordenadores de diversos Centros de Apoio Operacional (CAOs) e Núcleos temáticos do MPPE apresentaram as ações desenvolvidas pela instituição no enfrentamento às práticas extremistas e discriminatórias.

“Temos uma atuação de destaque nas mais diversas temáticas para, junto com nossos membros, podermos afastar esse discurso de ódio, que é um fenômeno mundial. Não pouparemos esforços para eliminá-lo”, afirmou o procurador-geral.

A visita a Pernambuco faz parte de uma série de ações do CNDH, que vai percorrer 12 estados até o fim de 2026. O objetivo é produzir um relatório preliminar sobre a situação local e a capacidade das instituições em responder a essas ameaças.

Relator da missão, Carlos Nicodemos destacou que o estado é o quarto a ser visitado. Segundo ele, o trabalho do CNDH se apoia em quatro eixos: educação, cultura, institucionalidade e território. “Estamos muito impressionados com o compromisso do MPPE com os Direitos Humanos. É fundamental intensificar essa defesa da democracia, não apenas por meio dos Núcleos, mas com uma estratégia institucional mais ampla”, avaliou.

O CNDH apresentou um questionário baseado em parâmetros da Organização das Nações Unidas (ONU), que está sendo aplicado nos estados para mapear o enfrentamento ao discurso de ódio e à atuação de grupos neonazistas.

Durante a reunião, os coordenadores do MPPE detalharam projetos em curso nos CAOs de Cidadania, Educação, Infância e Juventude, Criminal, além dos Núcleos de Enfrentamento ao Racismo, Direito LGBT, Pessoa Idosa, Mulher, Apoio às Vítimas, Direito Humano à Alimentação e Nutrição, e Inteligência.

“O tema é transversal e exige uma resposta articulada. Estamos fortalecendo nossa estrutura para garantir direitos e responder ao clamor da sociedade, especialmente de grupos em situação de vulnerabilidade”, disse o promotor Fabiano Pessoa, coordenador do CAO Cidadania.

O blog e a história: quando Brotas secou

Em 2 de janeiro de 2014 Ver a Barragem de Brotas em Afogados da Ingazeira voltando a “sangrar” foi o maior desejo dos sertanejos atendidos pelo reservatório externado nas enquetes de ano novo realizadas na Rádio Pajeú. Da mesma forma, a imagem de Brotas seca pela primeira vez  desde que foi concebida, foi escolhida como […]

Em 2 de janeiro de 2014

Ver a Barragem de Brotas em Afogados da Ingazeira voltando a “sangrar” foi o maior desejo dos sertanejos atendidos pelo reservatório externado nas enquetes de ano novo realizadas na Rádio Pajeú.

Da mesma forma, a imagem de Brotas seca pela primeira vez  desde que foi concebida, foi escolhida como a mais impactante do ano que se foi.

Neste fim de ano, muitos sertanejos que residem fora e vieram tirar férias no seu torrão natal foram à Barragem para verifocar in loco o que atestaram as imagens registradas ano passado. Queriam ver, ainda sem acreditar, para crer.

A barragem é tida como uma  das obras hídricas mais importantes do Pajeú e Sertão do Estado, abastecendo dois dos municípios com maior população urbana da região, Afogados e Tabira.

Foram determinantes para sua construção  o governador Eraldo Gueiros Leite, o engenheiro Mário Antonino e o tuparetamense Francisco Perazzo, então Secretário daquele governo.

A construção da Barragem teve início em 1974 e o seu término ocorreu no ano de 1976. O gestor do município era Silvério Queiroz.

Serra chega a 1.783 casos e 24 óbitos

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa em nota que foram registrados 89 casos positivos de Covid-19 nas últimas 72 horas, totalizando 1.783 casos confirmados. Foram registrados mais quatro óbitos no município: paciente idoso, 79 anos, morador do Alto da Conceição, faleceu no dia 23/07; paciente masculino, 56 anos, morador do São Cristóvão, faleceu […]

Foto: Wellington Júnior

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa em nota que foram registrados 89 casos positivos de Covid-19 nas últimas 72 horas, totalizando 1.783 casos confirmados.

Foram registrados mais quatro óbitos no município: paciente idoso, 79 anos, morador do Alto da Conceição, faleceu no dia 23/07; paciente masculino, 56 anos, morador do São Cristóvão, faleceu no dia 25/07; paciente idosa, 83 anos, moradora do Mutirão, faleceu dia 26/07; e paciente masculino, 44 anos, faleceu em Caruaru dia 26/07.

O número de casos suspeitos é de 71 e o de casos descartados subiu para 5.364. Quanto à evolução dos casos confirmados, o município tem 1.370 pacientes recuperados, 380 em tratamento domiciliar, 09 em leitos de internamento e 24 óbitos.

Em relação aos profissionais de saúde contaminados, 65 estão recuperados e 21 em isolamento. O boletim diário, portanto, fica com 1.783 casos confirmados, 71 casos suspeitos, 1.370 recuperados, 5.364 descartados e 24 óbitos.

Votação de medidas provisórias mobiliza Senado esta semana

Agência Brasil – O Senado deverá votar esta semana três medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal do governo e que vencerão no dia 1º de junho. Um dos textos, a MP 664, trata originalmente de mudanças nas regras para acesso dos trabalhadores à pensão por morte. No entanto, as principais discussões sobre a medida mudaram […]

Agência Brasil – O Senado deverá votar esta semana três medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal do governo e que vencerão no dia 1º de junho. Um dos textos, a MP 664, trata originalmente de mudanças nas regras para acesso dos trabalhadores à pensão por morte. No entanto, as principais discussões sobre a medida mudaram de foco depois que a Câmara dos Deputados incluiu nela uma emenda que altera o cálculo do fator previdenciário.

Atualmente, o fator incide para reduzir as aposentadorias pagas pela Previdência Social quando as pessoas param de trabalhar antes da idade prevista – 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres. Mesmo que já tenham cumprido o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, se não tiver atingido a idade, o benefício é reduzido.

A emenda estabelecida pela Câmara determina que seja aplicado um novo cálculo, no qual a soma da idade com o tempo de contribuição deverá ser 85 anos para as mulheres e 95 anos para os homens. Assim, uma mulher que tenha 55 anos de idade e 30 anos de contribuição, poderá se aposentar recebendo integralmente o valor do seu salário, obedecido o teto de R$ 4.663 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Já os homens se aposentarão com o valor integral se trabalharem 35 anos, atingindo a idade de 60 anos.

Como a MP perderá a validade por decurso de prazo se não for votada até o dia 1º, e se for alterada ainda precisará voltar para a Câmara, o governo acertou com os líderes da base aliada que ela será aprovada do jeito que está, inclusive com a emenda. No entanto, ao longo das últimas semanas, representantes do governo se manifestaram contrários à emenda que trata do fator previdenciário. O último cálculo do Ministério da Previdência, de 2012, estimava que o fim do fator pode gerar um impacto de até R$ 40 bilhões em dez anos. Por isso, apesar do acordo para que a MP 664 seja votada do jeito que está, não há compromisso da presidenta Dilma Rousseff de que o texto será sancionado integralmente.

“Depois é uma outra história”, disse o líder do governo, senador Delcídio Amaral (PT-MS), após reunião com o articulador político do governo e vice-presidente da República, Michel Temer. “Eu já conversei com o governo sobre isso, mas o governo não tem ainda nenhuma posição fechada. O governo vai aguardar os desdobramentos da votação para ter uma posição. A única orientação é votar o texto que está na MP”, afirmou.

A avaliação entre membros da própria base alida, no entanto, é a de que, se a presidenta vetar a emenda, sofrerá nova derrota quando o veto for votado em sessão do Congresso Nacional. “Se ela não quiser experimentar uma segunda derrota, ela que não vete. Porque vai ser acachapante”, afirmou o senador Walter Pinheiro (PT-BA). Segundo ele, no Senado, já estão garantidos pelo menos 42 votos para derrubar o veto, caso isso ocorra. São necessários 41 votos no Senado e 257 na Câmara.

Para o senador baiano, o governo falhou nas negociações com a Câmara antes da aprovação da emenda e sabia que a medida seria aprovada. Mesmo assim, não conversou com os relatores da medida provisória e não conseguiu evitar a modificação. “Não faltou previsão não, eu acho que sobrou soberba”, definiu. “O governo não quis nem discutir esse assunto. Não sei onde eles estavam lastreados de achar que isso [a medida provisória] podia passar sem essas coisas [alterações como a mudança do fator previdenciário]. Faltou um observador com política na cabeça.”

Outro petista que aposta em derrota do governo caso a nova fórmula 85/95 seja vetada pela presidenta é o senador Paulo Paim (PT-RS). Ele lembra que agora o voto dos parlamentares é aberto e acredita que eles não teriam coragem de votar contra uma melhoria nas aposentadorias do trabalhadores. “Tem um fato novo que o governo parece que desconhece: não é mais voto secreto. Agora o voto é aberto. Consequentemente, você acha que algum deputado ou senador vai votar contra o [novo] fator na votação do veto? Não vai. Se vetar é um equívoco histórico e o veto cai e o fator cai também”, declarou.

O senador é conhecido por sua luta histórica contra o fator previdenciário desde que a medida foi criada, em 1999, e é autor de projetos que propõem o fim do fator. “O fator confisca o salário da mulher. Ele confisca em 50% o salário da mulher e em 45% o do homem”, alegou. “Nós temos que garantir que a mulher, com 30 anos de contribuição e 55 de idade, se aposente. E o homem com 35 anos de contribuição e 60 de idade. Essa proposta está embutida na MP 664 e nós temos que olhar com carinho e politicamente para que ela seja aprovada.”

A votação da MP 664 deverá ocorrer na próxima terça-feira (26), logo após a votação da MP 665, que trata de mudanças nas regras para acesso a seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. Ainda nesta semana, os senadores deverão apreciar a MP 668, que aumenta as alíquotas de PIS e Cofins sobre mercadorias industrializadas. Todas as três medidas provisórias estão relacionadas ao ajuste fiscal do governo e devem ser aprovadas sem alterações para não perderem a validade por decurso de prazo.

Presidente da Amupe participa de reunião com Ministro da Saúde 

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, participa nesta quarta-feira (03.03), de reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.  Na pauta do encontro, ações de enfrentamento da pandemia e discussão sobre o cronograma de aquisição e distribuição de novas doses de vacinas para os municípios pernambucanos.

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, participa nesta quarta-feira (03.03), de reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. 

Na pauta do encontro, ações de enfrentamento da pandemia e discussão sobre o cronograma de aquisição e distribuição de novas doses de vacinas para os municípios pernambucanos.