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João Campos confirma favoritismo e é reeleito em primeiro turno

Por Nill Júnior

O prefeito reeleito, João Campos, comemorou a vitória das eleições ao lado de apoiadores, na noite deste domingo (6), no Hotel Luzeiros, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

“Tenho absoluta noção, nesse momento, que a gente pode retribuir com muito trabalho. A politica, mais do que nunca, precisa estar na rua, próxima às pessoas. Não adianta aparecer só no tempo da eleição. É preciso ter serviço prestado. É preciso se dedicar e poder fazer no dia a dia. Então, a minha alegria hoje é muito grande”, destacou.

Emocionado, João Campos dedicou a vitória à população do Recife e ao seu pai, Eduardo Campos.  “A viória é do tamanho da generosidade do nosso povo. E queria dedicar também à história do meu pai”, reforçou.

Ao lado de líderes políticos, agradeceu a nomes como o seu vice-prefeito eleito, além dos servidores públicos.

“Gratidão ao Recife, ao povo do Recife, a quem nos ajudou a chegar até aqui. Montamos a maior frente politica dessas eleições. A todo mundo que se dedicou, servidores e servidoras”

“Àqueles que trabalharam na gestão, fazendo acontecer todos os dias. Dizer que o sentimento é de coração repleto de alegria. Agradecer à Victor, companheiro de jornada, agora vice-prefeito do Recife. Agradeço também Isabella de Roldão, minha vice-prefeita. Agradecer a Silvio Costa Filho, por tudo o que construimos nessa parceria”, emendou.

João Campos também estava acompanhado da mãe, Renata Campos, do ex-prefeito do Recife, Geraldo Júlio, entre outros políticos.

Outras Notícias

Desdobramentos da Lava Jato atropelam estratégia do Planalto para recompor base

Do G1 Os desdobramentos da Operação Lava Jato passaram a preocupar o Palácio do Planalto neste início de ano. A expectativa da articulação política do governo era de um período de calmaria em janeiro. Isso permitiria aproveitar o recesso parlamentar para recompor pelo menos parte da base aliada no Congresso Nacional. Principalmente, para enfrentar o […]

Do G1

Os desdobramentos da Operação Lava Jato passaram a preocupar o Palácio do Planalto neste início de ano. A expectativa da articulação política do governo era de um período de calmaria em janeiro.

Isso permitiria aproveitar o recesso parlamentar para recompor pelo menos parte da base aliada no Congresso Nacional. Principalmente, para enfrentar o processo de impeachment contra a presidente Dilma.

Mas há o reconhecimento no governo de que essa estratégia foi atropelada já nos primeiros dias de 2016. A revelação de mensagens trocadas entre o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, autoridades e políticos tirou a tranquilidade necessária para que o Executivo pudesse trabalhar para recuperar a governabilidade.

Causou desconforto no Planalto o surgimento de mensagens entre Léo Pinheiro e ministros, como Jaques Wagner, da Casa Civil, e Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação Social.

Em outras mensagens, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, cobra do então executivo da OAS contribuição para campanhas eleitorais do PMDB.

A investigação da Polícia Federal mostra o grau de intimidade do empreiteiro com o poder até ser preso pela Operação Lava Jato, em 2014.

Ele chegou a ser apontado como uma espécie de homem-bomba, com potencial de fazer uma delação premiada explosiva.

Depois de condenado em primeira instância, o empreiteiro recebeu autorização para recorrer em liberdade.

Mas, agora, o ressurgimento de Léo Pinheiro, com a divulgação de suas mensagens, deixou políticos em Brasília apreensivos.

Ministro Fachin autoriza Polícia Federal a interrogar presidente Temer

G1 O Ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o interrogatório de Michel Temer no inquérito em que o presidente é investigado com base nas delações premiadas dos donos da empresa JBS. O interrogatório, pedido pela Procuradoria Geral da República, poderá ser feito por escrito e respondido pelo […]

G1

O Ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o interrogatório de Michel Temer no inquérito em que o presidente é investigado com base nas delações premiadas dos donos da empresa JBS.

O interrogatório, pedido pela Procuradoria Geral da República, poderá ser feito por escrito e respondido pelo presidente 24 horas após a entrega das perguntas pela Polícia Federal.

O ministro determinou o envio imediato do inquérito sobre Temer à Polícia Federal para conclusão das investigações. Isso deverá ser feito, segundo o ministro, no prazo de dez dias.

Nesta terça-feira (30), Fachin também decidiu separar a investigaçãodo senador Aécio Neves (PSDB-MG) do inquérito de Temer, que também inclui o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Com isso, a investigação foi dividida em dois inquéritos diferentes. Aécio, Temer e Loures são investigados no STF por suspeita de corrupção, organização criminosa e obstrução de justiça.

A defesa de Temer já havia pedido na semana passada que um eventual interrogatório fosse feito por escrito. Com o interrogatório, a PGR quer esclarecimentos sobre um diálogo do presidente com o empresário Joesley Batista, registrado pelo dono da JBS com um gravador escondido.

O inquérito foi autorizado no último dia 18 por Fachin a fim de apurar se, no diálogo, o presidente deu aval a Joesley Batista para o pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.

Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao confirmar o diálogo gravado por Joesley em março, Temer teria feito uma “confissão extrajudicial”. O procurador apontou “anuência” de Temer ao pagamento de propina.

“Em pronunciamentos recentes, o presidente da República não negou o encontro nem diálogo noturno e secreto com o colaborador Joesley Batista, tampouco nega que o colaborador tenha Ihe confessado fatos criminosos graves, o que demandaria, no mínimo, comunicação de tais crimes as autoridade competentes”, diz Janot, em referência a outro trecho da conversa em que o empresário relatou manobras junto a juízes e um procurador numa investigação.

Operação 2: 23º BPM realiza primeira grande ação sob novo comando para redução de CVLIs

Na madrugada de hoje foi deflagrada uma operação integrada na AIS 20 sob o comando do Tenente Coronel Fábio Souza, comandante do 23 BPM e o Dr Jorge Damasceno Delegado Seccional de Afogados da Ingazeira, para coibir os CVLIs (Crimes Violentos Letais intencionais) com a apreensão de armas de fogo e drogas. A operação consistiu […]

Reunião antes da operação
Reunião antes da operação
Cumprimentos de mandados de busca e apreensão
Cumprimentos de mandados de busca e apreensão

Na madrugada de hoje foi deflagrada uma operação integrada na AIS 20 sob o comando do Tenente Coronel Fábio Souza, comandante do 23 BPM e o Dr Jorge Damasceno Delegado Seccional de Afogados da Ingazeira, para coibir os CVLIs (Crimes Violentos Letais intencionais) com a apreensão de armas de fogo e drogas.

A operação consistiu no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão expedido pela autoridade judiciária de Tabira.

A operação contou com  oficiais e delegados da área, praças da unidade e especializadas, GATI, Rocam , NIS-1/23 BPM , MALHAS DA LEI e BEPI.

Um dos alvos foi Gildarco Vicente da Silva, de 38 anos, acusado por tráfico de drogas. Com ele foram apreendidas  pedras de crack e uma moto Bros apreendida com placa de Caruaru-PE.

A operação ainda chegou à João Pereira de Souza, acusado por posse ilegal de arma de fogo, apreendendo um Revolver Calibre 38.com 6 munições e ainda um total de 1091 fogos de artifício comercializados ilegalmente.

Com Luiz Marcelino de Lima, também acusado por posse ilegal de armas de fogo, foram aprendidas quatro espingardas de retrocarga de grosso calibre, 11 caixas de espoletas e 4 caixas de pólvora.  Afranio Sérgio Valentim também foi flagrado com posse ilegal de arma, sendo  uma Espingarda cal. 32 industrializada. Todos foram encaminhados à Delegacia de Tabira para as providências cabíveis.

Márcia Conrado descarta racha e reafirma que Luciano Duque é prioridade

Prefeita confirmou que ainda terá atos conjuntos com ex-prefeito, reforçando unidade e descartando racha Por André Luis A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado afirmou, durante entrevista ao Sertão Notícias da Rádio Cultura FM nesta quarta-feira (14), que eleger o ex-prefeito e candidato a deputado estadual Luciano Duque é prioridade para ela. A fala de […]

Prefeita confirmou que ainda terá atos conjuntos com ex-prefeito, reforçando unidade e descartando racha

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado afirmou, durante entrevista ao Sertão Notícias da Rádio Cultura FM nesta quarta-feira (14), que eleger o ex-prefeito e candidato a deputado estadual Luciano Duque é prioridade para ela.

A fala de Márcia foi em resposta ao jornalista Nill Júnior, que assina esse blog e tem um comentário diário no programa.

Nill quis saber da gestora se ainda haveria agenda conjunta com ela e Luciano, visto que houve algumas trocas de farpas e acusações entre membros da campanha de Luciano e da equipe da prefeita. O próprio Luciano chegou a dizer que membros do governo de Márcia não estariam apoiando a sua candidatura.

“Eu digo sempre que ações falam mais do que palavras e as nossas ações são diariamente mostrar a Serra Talhada a importância de Luciano Duque ser o nosso deputado estadual  pra nos representar tão bem. Luciano sabe de todas as nossas dificuldades, sabe como nos ajudar para termos um futuro melhor”, afirmou a gestora.

Falando sobre a agenda conjunta, Márcia confirmou que nos próximos dias 19 e 21, ela e Luciano estarão juntos. “Temos um conjunto de agendas. O próprio Luciano reconhece que precisa estar em outros municípios mostrando a quantidade de coisas boas que fez para Serra Talhada e quais são as suas propostas para o Estado. E o próprio povo de Serra Talhada reconhece e confia em Luciano Duque. Então, já tivemos agenda aqui. Agora ele está em outras cidades. Vamos estar novamente juntos. Estou acompanhando a campanha e não tenha dúvida a nossa prioridade é Luciano Duque”, afirmou Márcia Conrado.

Durante a entrevista, Márcia falou ainda sobre a decisão de apoiar Danilo Cabral para o Governo de Pernambuco e reafirmou a sua chapa que além de Danilo, tem Teresa Leitão (Senado), Fernando Monteiro (deputado federal) e Luciano Duque (deputado estadual).

Vereador que teve moto roubada diz que Ingazeira estava sem PM e Delegado

O vereador Dorneles Enfermeiro (PTB), que  teve a sua moto tomada de assalto no sítio Barrocas, zona rural de Ingazeira, disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não encontrou a quem denunciar a ocorrência em sua cidade. “Não tinha um só policial na cidade. Ouvi dizer que estavam numa ocorrência. Também […]

O vereador Dorneles Enfermeiro (PTB), que  teve a sua moto tomada de assalto no sítio Barrocas, zona rural de Ingazeira, disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não encontrou a quem denunciar a ocorrência em sua cidade.

“Não tinha um só policial na cidade. Ouvi dizer que estavam numa ocorrência. Também não tinha Delegado. Até agora não consegui prestar queixa”, reclama. Ele diz que vai fazer ofício em nome da Câmara cobrando uma posição do Governo do Estado.

De acordo com ele a moto Honda Fan 125, cor preta, placa KKS-0131, ano 2008 foi levada por dois elementos que estavam em uma moto e o abordaram. Segundo Dorneles, um dos criminosos sacou uma arma da cintura e anunciou o assalto. Após cometer o delito, a dupla tomou destino ignorado.