Ingazeira e Calumbi formam Polígono da Paz, diz reportagem especial
Por Nill Júnior
Ingazeira-PE
Já Prefeito de Calumbi ao comentar baixa criminalidade gera mal estar com vizinhos: Problema maior é quando vem gente de fora, em especial Serra Talhada”
Reportagem do Diário de Pernambuco de hoje destaca o que o jornalista Ed Wanderley chama de “Polígono da Paz”. São as cidades sertanejas sem incidência de homicídios no Sertão. Há três anos, o município de Ingazeira não sabe o que é um homicídio. Não registra assassinatos deste 2012.
Calumbi, também no Pajeú, está desde 2013 sem um assassinato. As cidades fogem à escalada da violência, segundo a reportagem. O Prefeito Joelson creditou o quadro a investimentos na educação e o fato de 70% da população ser rural. “Problema maior é quando vem gente de fora, em especial de Serra Talhada”, disse.
O Prefeito de Ingazeira, Luciano Torres atribui a queda na violência ao trabalho preventivo com criança entre 8 e 12 anos por meio de aulas dos Policiais Militares no programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência.
A reportagem ouviu o chefe de estatística do 23º BPM, Capitão Marcos Antonio Barros das Neves. Ele explicou que o patrulhamento e a conscientização dos habitantes são fatores cruciais para essa realidade. Como já noticiamos, a área do 23º BPM alcançou o índice de taxa de homicídios inferior a 10 por 100 mil habitantes, recomendado pela ONU.
Como o blog Afogados On Line noticiou anteriormente, na última terça (23), a Segunda Câmara do TCE julgou irregular a Gestão Fiscal de 2014 do ex-prefeito de Custódia, Luiz Carlos Galdêncio. Trata-se de Processo de Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura Municipal de Custódia, relativo à análise dos 1º, 2º e 3º quadrimestres do exercício […]
Como o blog Afogados On Line noticiou anteriormente, na última terça (23), a Segunda Câmara do TCE julgou irregular a Gestão Fiscal de 2014 do ex-prefeito de Custódia, Luiz Carlos Galdêncio.
Trata-se de Processo de Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura Municipal de Custódia, relativo à análise dos 1º, 2º e 3º quadrimestres do exercício financeiro de 2014. Considerando que o Poder Executivo do Município em ultrapassou o limite de despesas com pessoal no 1º quadrimestre de 2013, apresentando descontrole nos gastos, durante todos os períodos subsequentes, até o 3º quadrimestre de 2014, quando chegou-se ao elevado percentual de 77,07%, a presente auditoria indicou que tal situação evidenciaria a ausência de medidas suficientes para o saneamento completo dos excessos identificados.
A Segunda Câmara, à unanimidade, seguiu o voto do relator, Conselheiro João Campos e aplicou multa ao ex-prefeito, Luiz Carlos Gaudêncio de Queiroz, no valor de R$ 68.400,00 (sessenta e oito mil e quatrocentos reais).
G1 O delator que ajudou a prender um ex-PM e um ex-bombeiro, apontados como autores de um duplo homicídio, foi o mesmo que disse à polícia que a dupla está envolvida na execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A informação é do delegado Willians Batista, da Divisão de Homicídios. Segundo Batista, o ex-policial […]
Marielle Franco em seu gabinete em 2017, na Câmara Municipal do Rio. Foto: Rodrigo Chadí/Fotoarena/Estadão Conteúdo/Arquivo
G1
O delator que ajudou a prender um ex-PM e um ex-bombeiro, apontados como autores de um duplo homicídio, foi o mesmo que disse à polícia que a dupla está envolvida na execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
A informação é do delegado Willians Batista, da Divisão de Homicídios.
Segundo Batista, o ex-policial Alan Nogueira, conhecido como Cachorro Louco, e o ex-bombeiro Luís Cláudio Barbosa, ambos presos nesta terça-feira (24), serão investigados pelos assassinatos, ocorridos em março e ainda sem solução.
“O caso Marielle está sob sigilo, não está sob minha responsabilidade. Mas essa mesma testemunha que deu início às investigações que culminaram nas duas prisões de hoje, também colocou os dois presos no caso Marielle.
O teor dessa participação, de que forma teriam atuado, ainda está sob investigação. Eles serão ouvidos no caso Marielle e a gente espera que dali também possa surgir uma linha no caso Marielle”, destacou o delegado.
O trabalho de “cabo eleitoral” do senador Armando Monteiro Neto (PTB), na eleição suplementar de Belo Jardim, no Agreste do Estado, surtiu efeito. O empresário Hélio dos Terrenos (PTB) ficou em primeiro lugar, deixando para trás o candidato apoiado pelo governador Paulo Câmara, Luiz Carlos (PSB) e o candidato Gilvandro Estrela (PV), apoiado pelo ministro […]
O trabalho de “cabo eleitoral” do senador Armando Monteiro Neto (PTB), na eleição suplementar de Belo Jardim, no Agreste do Estado, surtiu efeito. O empresário Hélio dos Terrenos (PTB) ficou em primeiro lugar, deixando para trás o candidato apoiado pelo governador Paulo Câmara, Luiz Carlos (PSB) e o candidato Gilvandro Estrela (PV), apoiado pelo ministro da Educação Mendonça Filho (DEM).
Hélio dos Terrenos teve 18.984 votos, (46,05% dos votos válidos), enquanto que Luiz Carlos ficou em segundo lugar e recebeu 13.800 votos (33,47% do votos válidos). Em terceiro lugar ficou Gilvandro Estrela, com 8.442 votos (20,48% dos votos válidos). A eleição suplementar em Belo Jardim foi realizada após o ex-prefeito da cidade, João Mendonça (PSB) ter sido impugnado pela Justiça Eleitoral por improbidade administrativa. O candidato Luiz Carlos recebeu o apoio de João Mendonça.
Na eleição em outubro de 2016, Hélio teve 14.015 votos contra 16.077 de João Mendonça, que assumiu o segundo mandato por força de uma liminar do ministro do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), ministro Gilmar Mendes. O socialista, no entanto, teve seu mandato cassado, em maio deste ano, pelo pleno do TSE. Com a cassação, os eleitores tiveram que votar as urnas para escolher o novo prefeito.
A vitória de Hélio dos Terrenos representa, na prática, o fortalecimento do projeto político do senador Armando Monteiro Neto (PTB) para 2018. O senador atuou como principal cabo eleitoral do petebista e vem se movimentando para sedimentar seu projeto de concorrer ao governo do estado no próximo ano. Na eleição suplementar de Ipojuca, o senador apoiou a prefeita eleita Célia Sales (PTB). A petebista teve 31.010 votos (55,20% dos votos válidos) derrotando o candidato do governador Paulo Câmara, o ex-prefeito Carlos Santana (PSDB), que recebeu 23.925 votos (42,58% dos votos válidos). Em terceiro lugar ficou Olavo Aguiar com 1.247 votos (2,22% dos votos válidos).
CAMPANHA PARA GOVERNADOR – O senador procurou creditar a vitória do aliado ao trabalho coletivo da oposição. “A luta foi difícil, mas foi uma vitória bonita. O resultado mostra que bons ventos estão chegando a outros lugares de Pernambuco e fortalece o projeto da oposição. A vitória de Hélio nos anima. É algo importante, que demonstra que temos força e vitalidade no estado para futuras eleições”, enfatizou Armando Monteiro.
Na avaliação do líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Sílvio Costa Filho (PRB), a vitória de Hélio representa uma sinalização de que o povo de Pernambuco deseja mudança. “Tivemos a vitória de Pernambuco com Célia Sales que derrotou o candidato do governador, o ex-prefeito Carlos Santana. Agora fomos bem sucedidos em Belo Jardim. Um dado curioso é que os candidatos apoiados pelo governador nem sequer convidaram Paulo Câmara para a eleição pela forte rejeição que ele tem junto aos eleitores”, criticou, Costa Filho.
Minutos após saber o resultado da eleição, Hélio dos Terrenos fez questão de ressaltar o empenho do senador Armando Monteiro, do deputado estadual Silvio Costa Filho (PRB) e do ex-vice-prefeito da cidade, Cintra Galvão. “Conversarei com todo mundo pelo Bem de Belo Jardim. Agendarei audiência com o governador Paulo Câmara para tratar da segurança na cidade e com todos os ministros, não apenas Mendonça Filho e Bruno Araújo”, garantiu Hélio, acrescentando que não medirá esforços para eleger Armando Monteiro como governador de Pernambuco. “Tenho obrigação de eleger Armando na próxima eleição”, destacou. (Diário de Pernambuco)
O pré-candidato governista George Borja foi o convidado do Debate do Sábado de hoje. Foi a primeira entrevista depois da confirmação de sua pré-candidatura pelo bloco governista. Em linhas gerais, George reclamou da postura de vereadores oposicionistas, que, sem ter como atacá-lo pessoalmente, recorrem a fake news. “Usem o tempo para fazer projetos, estudar o […]
O pré-candidato governista George Borja foi o convidado do Debate do Sábado de hoje.
Foi a primeira entrevista depois da confirmação de sua pré-candidatura pelo bloco governista.
Em linhas gerais, George reclamou da postura de vereadores oposicionistas, que, sem ter como atacá-lo pessoalmente, recorrem a fake news. “Usem o tempo para fazer projetos, estudar o município”, reclamou.
Como exemplo, disse que há vereadores que há pouco tempo elogiavam a gestão, com falas registradas nas redes, e que hoje estão tendo uma postura crítica.
George os desafiou a comparar o ciclo Evandro com a gestão Marquinhos acima, filho de Zé Marcos, candidato a vice, que segundo ele, “foi a mais desastrosa” da história. Também questionou se, fossem eleitos, Fredson e Zé Marcos iriam ficar em São José ou gerir de Recife e Campina Grande.
Perguntado pelos entrevistadores Erbimael Andrade, Júnior Finfa e Marcelo Patriota, disse estar dialogando com a ex-vereadora Ana Maria, o vereador e presidente da Câmara, João de Maria, e elogiou o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares. Falou na força da Frente Popular com unidade e que as turbulências foram vencida.
Também disse que será independente e condutor da gestão, respeitando as lideranças sem se submeter a elas. Ainda fez referência a Evandro Valadares e seu ciclo de quatro mandatos.
Ao final, falou de propostas, defendendo um amplo programa de cirurgias eletivas inspiradas na Paraíba, fortalecimento da educação integral, geração de empregos e programa de infraestrutura.
O Brasil segue reunindo esforços para ajudar o povo gaúcho após fortes enchentes devastar grande parte dos munícipios do estado. Desde que o país se mobilizou em prol do Rio Grande do Sul, centenas de toneladas de donativos foram arrecadados em todas as regiões brasileiras. Para garantir que todas essas doações cheguem ao destino certo, […]
O Brasil segue reunindo esforços para ajudar o povo gaúcho após fortes enchentes devastar grande parte dos munícipios do estado. Desde que o país se mobilizou em prol do Rio Grande do Sul, centenas de toneladas de donativos foram arrecadados em todas as regiões brasileiras. Para garantir que todas essas doações cheguem ao destino certo, de forma ágil e segura, o Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), Casa Civil, Ministério da Defesa e demais órgãos federais, montou uma força tarefa responsável pela logística do material pelos modais aéreo e marítimo.
O Porto de Rio Grande, único do estado gaúcho aberto para operações, já recebeu cerca de 460 toneladas para as vítimas das enchentes. A maior parte dos donativos é composta por água mineral, vestuário, colchões, cobertas, produtos de higiene pessoal, de limpeza, dentre outros itens não perecíveis. A partir do recebimento no porto, os donativos são transportados até o cais público, onde são armazenados e distribuídos pela Defesa Civil do Estado, Exército, Marinha e demais entidades envolvidas.
Segundo o ministro do MPor, Silvio Costa Filho, todo material arrecadado no país tem sido transportado sem custos pelas empresas parceiras. “Essa força-tarefa é fundamental para amenizar as dificuldades que nossos irmãos gaúchos vêm passado. Vamos, juntos, continuar trabalhando pela reconstrução do Rio Grande do Sul”, destacou. “Seguimos firmes na colaboração dos trabalhos e no fortalecimento do estado”, acrescentou.
Novas ações
O recebimento de donativos ao Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado. A Portos RS, administradora dos complexos portuários do estado, estima que cerca de 1.480 toneladas de materiais sejam transportadas ao porto nos próximos dias. Segundo a empresa, são remessas que foram arrecadadas no Distrito Federal Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, e Pernambuco em dois navios, um total estimado de 25 contêineres de 40 pés carregados com doações, o que equivale a aproximadamente 700 toneladas.
Para o presidente da Portos RS, Cristiano Klinger, o trabalho colaborativo faz a diferença no momento de extremo desafio vivido pela população gaúcha. “Vivemos um dos episódios mais tristes da história do Rio Grande do Sul e sabemos que nesse momento a união é a melhor forma de superarmos tudo isso. O envio desses materiais até o complexo portuário do Rio Grande demonstra a solidariedade dos brasileiros. Como autoridade portuária não poderíamos ficar atentos apenas a situação dos portos sob a nossa administração”, destaca o presidente.
O envio eficiente de todo material só foi possível graças aos órgãos do governo e empresas que estão à frente da operação logística, considerando que boa parte das doações são realizadas por multimodais. As doações que saem das Bases Aéreas de Brasília e de Anápolis/GO, por exemplo, vão conteinerizadas ao Porto Seco de Anápolis, embarcam em composição ferroviária na Ferrovia Norte Sul direto ao Porto de Santos, onde são embarcadas para cabotagem. É uma verdadeira integração logística orientada para o Rio Grande do Sul.
“Todo o Brasil está mobilizado pelo Rio Grande do Sul. De norte a Sul, estamos juntos com união pela reconstrução do estado”, afirmou Costa Filho.
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