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Iguaracy realiza ação educativa e de testagem rápida para Doença de Chagas na feira livre

Por André Luis

Nesta segunda-feira (14), a Secretaria de Saúde de Iguaracy, em parceria com a Vigilância em Saúde da X Gerência Regional de Saúde (Geres), realizou uma ação educativa e de testagem rápida para a Doença de Chagas na feira livre do município. A ação foi compartilhada nas redes sociais da Secretaria de Saúde de Iguaracy, nesta terça (15).

A iniciativa faz parte do Projeto IntegraChagas Brasil e visa ampliar o acesso à testagem, principalmente para públicos que têm menor adesão nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), como homens e moradores da zona rural.

Para facilitar a participação da população, foi instalado um trailer em uma das principais vias de passagem da feira. A estratégia foi desenvolvida para atrair o público que circula pelo local e garantir uma maior adesão à testagem, aproveitando o movimento da feira. No primeiro dia da ação, 87 pessoas foram testadas, demonstrando a eficácia da iniciativa.

A secretária de Saúde de Iguaracy destacou a importância de ações como essa, que buscam conscientizar a população sobre a Doença de Chagas e facilitar o diagnóstico precoce.

“Muitos homens e moradores da zona rural não costumam procurar os serviços de saúde regularmente, e levar a testagem até eles é uma forma de garantir que mais pessoas sejam diagnosticadas e tratadas a tempo”, explicou a Secretaria na postagem.

“A estratégia, que já havia sido adotada com sucesso durante a pandemia de Covid-19, seguirá acontecendo nas próximas segundas-feiras do mês de outubro”, informou a Secretaria.

Nesta terça-feira (15), a ação foi realizada na comunidade do Monte Alegre, pela equipe do ESF Caatingueira, abrangendo também a população da zona rural circunvizinha.

Foi utilizado o espaço da Escola Municipal Manoel Cesário e totalizou 100 pessoas testadas.

“Destaca-se que esta unidade de saúde vem atingindo as metas de testagem ofertando os testes de forma itinerante nas localidades rurais mais distantes”, destacou a Secretaria.

Outras Notícias

Marina critica primeiras medidas econômicas de Dilma

do Estadão Conteúdo A ex-ministra Marina Silva criticou duramente as primeiras medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff na economia após o segundo turno das eleições. Marina, que disputou a sucessão presidencial pelo PSB, não quis fazer comentários sobre os nomes cogitados para os ministérios do novo governo, mas acusou a presidente de tomar o rumo […]

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do Estadão Conteúdo

A ex-ministra Marina Silva criticou duramente as primeiras medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff na economia após o segundo turno das eleições. Marina, que disputou a sucessão presidencial pelo PSB, não quis fazer comentários sobre os nomes cogitados para os ministérios do novo governo, mas acusou a presidente de tomar o rumo conservador, que na campanha tanto criticou.

A Executiva da Rede Sustentabilidade, partido que Marina não conseguiu ainda legalizar, realizou dois dias de reunião, em Brasília. A ex-ministra informou que os integrantes da agremiação, que se filiaram ao PSB para a disputa eleitoral deste ano, continuarão até que se consiga as cerca de 32 mil assinaturas, que ainda faltam para viabilizar o partido.

Marina acusou de “marketing selvagem” o que o PT teria feito durante a campanha e que agora se mostraria incoerente. “Uma coisa foi o marketing selvagem para se ganhar a eleição e outra coisa agora é a realidade. A nossa atitude de oposição independente é coerente com aquilo que falamos durante a campanha. Seremos contrários ao que julgarmos que seja ruim e favoráveis ao que for bom”, disse a ex-candidata.

Entre os pontos criticados por Marina está o aumento da taxa de juros e o anúncio da redução do superávit primário em 2014 logo após o fim das eleições. O Banco Central elevou a Selic de 11% para 11,25% ao ano em outubro, surpreendendo o mercado financeiro. “Uma outra coisa que antes era tratada como um tabu durante a campanha eram os preços administrados. E já vimos ações tomadas logo após a eleição. Esta é a diferença entre a realidade e o mundo colorido do marketing selvagem do PT”, completou.

Perguntada os nomes cogitados para o Ministério da Fazenda – primeiro Luiz Carlos Trabuco e, depois, Joaquim Levy, ambos do Bradesco – logo após o PT ter cunhado a expressão “candidata dos banqueiros” para classificar Marina durante a campanha, a ex-ministra afirmou preferir não comentar nomes antes de um anúncio oficial do governo.

Ainda assim, Marina lembrou que Levy foi braço direito do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e classificou o economista como “competente”. Ela lembrou que Palocci foi o responsável pelo superávit fiscal que superou a meta de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005 e chegou a 4,84%. “E a presidente Dilma criticou muito isso (a elevação do superávit) durante a campanha.”

Oficiais da PM e empresários são denunciados pelo MPF na Torrentes

O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco denunciou nesta segunda-feira (18) quatro oficiais da Polícia Militar e quatro empresários à Justiça Federal por dispensa indevida de licitação e peculato. Os oito foram investigados na Operação Torrentes, que teve como alvo contratações feitas pela Secretaria da Casa Militar após as enchentes de 2010 e 2017 na […]

Mário Cavalcanti de Albuquerque

O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco denunciou nesta segunda-feira (18) quatro oficiais da Polícia Militar e quatro empresários à Justiça Federal por dispensa indevida de licitação e peculato.

Os oito foram investigados na Operação Torrentes, que teve como alvo contratações feitas pela Secretaria da Casa Militar após as enchentes de 2010 e 2017 na Mata Sul do Estado.

Entre os denunciados está o coronel Mário Cavalcanti de Albuquerque, ex-chefe da pasta no governo Eduardo Campos (PSB) e secretário executivo de Recursos Hídricos de Paulo Câmara (PSB). O governador vai substitui-lo esta semana por um nome indicado pelo PP, abrindo mais espaço para o partido na gestão, em busca de maior tempo de televisão nas eleições de 2018.

Além dele, foram denunciados os tenente-coronel Laurinaldo Félix Nascimento, coordenador administrativo da Casa Militar até a operação, e Roberto Gomes de Melo Filho, que exercia o cargo de Nascimento em 2010, além do coronel aposentado Waldemir José Vasconcelos de Araújo.

Foram denunciados ainda Ricardo José Carício Padilha, Rafaela Carrazone Padilha, Italo Henrique Silva Jaques e Taciana Santos Costa.

De acordo com a denúncia, durante os primeiros dias da crise provocada pelas chuvas e enchentes que atingiram o Estado nos últimos anos, desabrigando e causando perdas a dezenas de milhares de pessoas, os oficiais da Casa Militar denunciados deixaram de observar as formalidades referentes a duas dispensas de licitação, favorecendo a empresa Mega Frios, administrada por Ricardo Padilha, Rafaela Carrazzone e Italo Jaques, e representada nos certames por Taciana Santos Costa.

Segundo o MPF, para conferir aparência legítima aos atos criminosos praticados, os denunciados teriam usado documentos ideologicamente falsos e simulação de procedimentos. Além disso, conforme as apurações, durante a execução dos contratos decorrentes desses procedimentos, Mário Cavalcanti de Albuquerque, Laurinaldo Félix Nascimento, Waldemir José Vasconcelos Araújo e Roberto Gomes de Melo Filho teriam desviado R$ 1.149.490,80 de que tinham a posse em favor da Mega Frios e de seus administradores, mediante pagamentos superfaturados.

Esse valor, devidamente corrigido, equivale a um dano de R$ 2.425.741,78. Caso sejam condenados, os denunciados estarão sujeitos a penas privativas de liberdade que, somadas, podem atingir de 8 a 34 anos de prisão, além de pagamento de multa, do dever de ressarcir os danos e à perda dos cargos públicos ou cassação das aposentadorias no caso dos oficiais.

Empresário nega mal tratamento a ambulante

O empresário Alexandre Brito negou que tenha tratado mal o vendedor de café e tapioca João de Lima Vasconcelos, que tinha um ponto onde vendia café,  tapioca e sanduíches na margem da PE 320, em frente ao Posto Alves, ao lado da empresa e futuro loteamento do empresário. “Não o tratei mal. Conversei com Cleonácio. Tenho […]

O empresário Alexandre Brito negou que tenha tratado mal o vendedor de café e tapioca João de Lima Vasconcelos, que tinha um ponto onde vendia café,  tapioca e sanduíches na margem da PE 320, em frente ao Posto Alves, ao lado da empresa e futuro loteamento do empresário.

“Não o tratei mal. Conversei com Cleonácio. Tenho certeza que ele o tratou bem. O município é que tem que tomar as providências”.

Ele admitiu que recorreu ao Secretário Rivelton Santos,  e também o defendeu. “É um rapaz educado. Não o tratou assim. Inclusive sugeriu outro espaço em outro local”.

Ele disse ainda que argumentou pelo que acha ser correto.  “Por esse criterio poderíamos colocar investimentos na calçada. A perseguição foi zero. O município é que tem que tonar as providências”.

Ele falou da repercussão nas redes sociais.  “Ele fica como vítima. Como ele disse que não sairia, argumentamos que ali não tem nenhuma infraestrutura,  banheiro. Já o vimos fazer as necessidades no mato pra depois servir alimento. Ali é até perigoso, uma PE.  Fazer o certo é bom pra todo mundo”.

Ele disse que o movimento criado nas redes foi feito por muitos que o conhecem. “Nasci e me criei aqui. No início minha condição era a mesma dele. Agora assim pelo critério o cara vai construir na praça. Tem o plano diretor, a nível de prefeito também.  É uma pena que tem pessoas naquela foto que eu conheço e que me conhecem”.

Disse que as empresas no entorno tem uma carga tributária e tem que passar por vários órgãos pra funcionar.

João de Maria perde base de apoio e ameaça romper com Evandro

A movimentação de bastidores na política de São José do Egito está pegando fogo. Segundo fontes ao blog, tudo porque parte da base de apoio ao atual Presidente da Câmara, João de Maria, estaria migrando de novo para o alinhamento com o bloco governista de Evandro Valadares. Dentre os que estariam na clássica “volta dos […]

A movimentação de bastidores na política de São José do Egito está pegando fogo.

Segundo fontes ao blog, tudo porque parte da base de apoio ao atual Presidente da Câmara, João de Maria, estaria migrando de novo para o alinhamento com o bloco governista de Evandro Valadares.

Dentre os que estariam na clássica “volta dos que não foram” da política, estariam Maurício de São João, Patrícia de Bacana e Gerson de Souza, realinhados com a orientação governista.

O movimento estaria isolando João de Maria, mais os já oposicionistas Albérico Thiago, Aldo da Clips, Jota Ferreira e Alberto Loló. Na conta de bastidores, oito vereadores estariam alinhados com Evandro e cinco isolados no grupo que articulou a eleição de João.

Relembre o rolo: Em 23 de novembro,  base do prefeito Evandro Valadares havia fechado o nome de Beto de Marreco  para presidir a Câmara no biênio 2021-2022.  Participaram da reunião que bateu o martelo além dos oito vereadores da base, o vice-prefeito Eclérinston Ramos, o Secretário de Saúde Paulo Jucá, mais o advogado e prefeito eleito de Ouro Velho, Augusto Valadares.

Mas pouco depois aumentou a articulação em torno do nome de João de Maria. Em dezembro, no dia 2, ele negou. Dizendo “não fazer politicalha”, o vereador confirmou que apoiaria Beto.  Clique aqui e veja sua declaração no Facebook.

Mas em 21 de dezembro tomou forma a virada de mesa, com  a nova composição da Mesa Diretora. Os vereadores João de Maria, Gerson Souza, Maurício do São João e Patrícia de Bacana, fecharam acordo para a composição da nova mesa diretora.

Pouco depois da posse, a oposição de São José do Egito acusou o bloco da Mesa Diretora, encabeçada por João de Maria, do PSB, de declarar aprovado um projeto sem a maioria absoluta de dois terços, no chamado quórum qualificado. O projeto permitia a antecipação da eleição para o segundo biênio. A Justiça derrubou a votação.