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IFPE prorroga inscrições do Vestibular 2017.1

Por Nill Júnior

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Prazo para candidatos se inscreverem vai até o dia oito deste mês; procedimento pode ser feito na página da Cvest

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) prorrogou até o dia oito de novembro as inscrições para o vestibular 2017.1. São ofertadas 4.746 vagas, divididas entre cursos técnicos e superiores. As inscrições devem ser realizadas, exclusivamente, através do site da CVEST.

A seleção é válida para os 16 campi do Instituto e sete polos de Educação a Distância, e conta com 1.299 vagas em cursos na forma de articulação Integrada, que unem a formação técnica às disciplinas do Ensino Médio; 2.060 na Subsequente para quem já concluiu o Ensino Médio; e 144 na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), para quem tem mais de 18 anos e não concluiu o Ensino Médio. Além disso são oferecidas 1.243 vagas para cursos superiores.

As inscrições custam R$ 25 para quem tenta uma vaga em cursos técnicos e R$ 50 para interessados nos cursos superiores. O prazo para pagamento da taxa de inscrição também foi prorrogado até o dia nove deste mês. O pagamento deve ser realizado somente nas agências do Banco do Brasil.

Marcadas para o dia 27 de novembro, as provas terão 30 questões de múltipla escolha, no caso dos cursos técnicos; e 50 para os superiores. Nesse último caso, os candidatos também terão que fazer uma redação. A data prevista para divulgação do listão com o nome dos aprovados é 19 de dezembro.

Acessibilidade – Aqueles candidatos com deficiência motora, visual, auditiva ou cognitiva podem solicitar a aplicação da prova em condições especiais. A CVEST pode disponibilizar, por exemplo, um fiscal para marcação do gabarito, uma versão da prova com fonte ampliada, um ledor para prova ou mesmo um intérprete de Libras. Para realizar a prova em regime especial, basta apresentar requerimento, disponível no Manual do Candidato, e entregá-lo devidamente documentado com atestado médico contendo diagnóstico e CID (Código Internacional de Doenças) até nove de novembro.

Cotas – Metade das vagas do Vestibular é oferecida pelo Sistema de Cotas e reservada para candidatos oriundos da rede pública de ensino. No momento da inscrição, esses candidatos poderão optar por subcotas de renda ou de etnia. A primeira é destinada a quem tem renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. A segunda opção é voltada para negros, pardos e índios. Ainda há cotas para moradores da Zona Rural ou filhos de agricultores que optem por cursos com vocação agrícola. Neste caso, a reserva é de 25% das vagas de ampla concorrência (não cotista).

Mais informações podem ser obtidas através do site da CVEST ou pelo telefone: (81) 2125 1724.

Outras Notícias

Oposição a socialistas explora voto em Aécio

Nas redes sociais, nomes do PSB estão sendo cobrados por opositores pelo voto no segundo turno em Aécio Neves nas eleições de 2014, depois que o tucano foi flagrado pedindo dinheiro a um dos donos da JBS e perdeu o mandato de Senador por decisão do ministro Edson Fachin. Aécio também expôs um plano para […]

Socialistas e aliados em ato de apoio a Aécio em 2014: foto questiona opção e é compartilhada nas redes

Nas redes sociais, nomes do PSB estão sendo cobrados por opositores pelo voto no segundo turno em Aécio Neves nas eleições de 2014, depois que o tucano foi flagrado pedindo dinheiro a um dos donos da JBS e perdeu o mandato de Senador por decisão do ministro Edson Fachin.

Aécio também expôs um plano para anistia ao Caixa Dois e sugeriu que o emissário para receber R$ 2 milhões tinha que ser alguém que “pudesse ser morto antes de delatado”.

Em 2014, com a morte de Eduardo Campos, o partido oficializou apoio no primeiro turno a Marina Silva. Marina chegou perto, mas não conseguiu disputar por ter perdido fôlego na reta final. Em meio a posições divergentes e muito debate entre apoiar alguém ou se abster, a legenda decidiu apoiar o tucano Aécio.

Houve mobilização em várias cidades da capital ao interior. Em Afogados da Ingazeira, por exemplo, fotos do ato pró Aécio com lideranças como José Patriota, Totonho Valadares, Heleno Mariano, Raimundo Lima, Luiz Bizorão e Renaldo Lima estão sendo compartilhadas nas redes por membros do PT, de quem o PSB foi aliado histórico em tempos de Lula e parte do governo Dilma.

Não é a primeira vez que socialistas são cobrados pela posição na esfera nacional. Em 2002, no primeiro turno, a legenda apoiou Antony Garotinho, com as bênçãos de Miguel Arraes. Ele estava no PSB. No segundo turno, houve apoio a Lula.

Serra Talhada: Legislativo abre licitação para aquisição de combustível e transmissão das sessões

Blog do Júnior Campos A Câmara de Vereadores de Serra Talhada, abre no último dia do mês em curso, às 9h30, o pregão eletrônico que tem como objeto a contração de empresa para aquisição de combustível para os veículos da Casa de Leis, que atenda às necessidades dos parlamentares. O valor estimado do contrato é […]

Blog do Júnior Campos

A Câmara de Vereadores de Serra Talhada, abre no último dia do mês em curso, às 9h30, o pregão eletrônico que tem como objeto a contração de empresa para aquisição de combustível para os veículos da Casa de Leis, que atenda às necessidades dos parlamentares. O valor estimado do contrato é de R$ 513.310,00 (quinhentos e treze mil, trezentos e dez reais).

Antes disso, na sexta (28), através do processo   nº   02/2022, pregão   eletrônico   nº   02/2022   – Contratação de empresa para Rádio Transmissão ao vivo das Sessões – as emissoras de rádio poderão ingressar na disputa para realizar a prestação de serviço. 

O valor estimado é de R$ 91.679,04 (noventa e um mil, seiscentos e setenta e nove reais e quatro centavos).

O blog e a história: quando a Adutora do Pajeú nos salvou da crise

Em 21 de novembro de 2013: a Adutora do Pajeú abastece, desde essa quarta-feira (20), a cidade de Afogados da Ingazeira, levando água à população antes mesmo do prazo previsto para a conclusão do trecho, firmado para dezembro. A iniciativa beneficia cerca de 210 mil pessoas. A chegada a Afogados, que vivia colapso com faltade […]

Em 21 de novembro de 2013: a Adutora do Pajeú abastece, desde essa quarta-feira (20), a cidade de Afogados da Ingazeira, levando água à população antes mesmo do prazo previsto para a conclusão do trecho, firmado para dezembro. A iniciativa beneficia cerca de 210 mil pessoas.

A chegada a Afogados, que vivia colapso com faltade água no seu principal reservatório, a Barragem de Brotas, foi possível graças a uma força tarefa. O Ministério Público por exemplo, agilizou os acordos de desapropriação por onde passariam os tubos que trariam a água.

O projeto da água trazida por tubos e não canais nasceu na época em que Ciro Gomes era Ministro da Integração Nacional do governo Lula, entre 2003 e 2006.  Ele disse que aprovaria a iniciativa após um debate no Cine São José, Afogados da Ingazeira, com várias personalidades. Entre elas o Bispo Diocesano Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.

A obra do Ministério da Integração Nacional – executada pelo Departamento de Obras Contra a Seca (Dnocs/PE) – tirou da situação de colapso no abastecimento hídrico também as cidades de Calumbi, Carnaíba, Flores, Floresta, Serra Talhada e Quixaba, além dos distritos de Carqueja (em Floresta) e de Canaã (em Triunfo).

Afogados da Ingazeira está sendo abastecido com uma vazão de 110 litros/segundo, mais do que previsto no projeto. Para tanto, foram investidos R$ 200 milhões.

A primeira etapa da Adutora do Pajeú tem cerca de 200 quilômetros de tubulação – com diâmetros que variam de 250 a 600 mm – e quatro reservatórios de controle e cinco estações elevatórias, iniciando a captação de água no Lago de Itaparica.

A construção da segunda fase – prevista para atender mais de 230 mil pessoas em outros 14 municípios de Pernambuco e oito da Paraíba – está em processo de licitação. No total, a adutora terá 598 quilômetros de extensão, com a capacidade para beneficiar 400 mil pessoas em 21 municípios pernambucanos e oito paraibanos.

As duas etapas estão orçadas em R$ 547 milhões e fazem parte do conjunto de obras em execução com recursos do governo federal, para construir no semiárido nordestino uma infraestrutura hídrica capaz de reduzir os efeitos causados pelos períodos de seca.

Ex-prefeita de Salgueiro é 1ª mulher do Sertão Central a chegar à Câmara

Por Sávio Barros Quinta suplente de deputado federal, ex-prefeita de Salgueiro, no Sertão Central pernambucano, Cleusa Pereira (foto), vai assumir o mandato em Brasília, devido à composição ministerial do presidente interino Michel Temer. Ex-prefeita de Salgueiro por três mandatos, Cleusa Pereira do Nascimento, nas eleições passadas, obteve cerca de 25 mil votos como candidata a […]

Por Sávio Barros

cleuza20100309_200cQuinta suplente de deputado federal, ex-prefeita de Salgueiro, no Sertão Central pernambucano, Cleusa Pereira (foto), vai assumir o mandato em Brasília, devido à composição ministerial do presidente interino Michel Temer.

Ex-prefeita de Salgueiro por três mandatos, Cleusa Pereira do Nascimento, nas eleições passadas, obteve cerca de 25 mil votos como candidata a deputada federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), ficando na 5ª suplência da coligação.

O governador Paulo Câmara convocou alguns deputados eleitos para assumir algumas secretarias no governo do estado, e agora com a nova composição do ministério do presidente interino Michel Temer, onde foi convocado outros deputados pernambucanos para assumir os ministérios da Educação, Cidades, Defesa e Minas e Energia, chegou à vez de Dona Cleusa, como é conhecida, ocupar a vaga na Câmara dos Deputados em Brasília.

A nova deputada, primeira do Sertão Central, dedicou sua vida a religiosidade e a educação, onde ela mesma relata que sua melhor experiência como professora, foi no Distrito de Umãs.

Natural de Salgueiro, filiada ao PSB, próximo de completar 80 anos de idade, ela deve assumir o mandato na semana que vem.Além de Dona Cleusa, ocuparão vagas na Câmara, Severino Ninho, ex-prefeito de Igarassu (PSB), e Guilherme Coelho, ex-prefeito de Petrolina (PSDB) e Roberto Teixeira (PP).

Lula sanciona com vetos lei que cria a Política Nacional de Educação Digital

Um dos itens vetados previa a inclusão da educação digital no currículo escolar O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, com vetos, a Lei 14.533/23, que cria a Política Nacional de Educação Digital para promover a inclusão, a capacitação, a especialização, a pesquisa e a educação escolar digitais. O texto, que tem […]

Um dos itens vetados previa a inclusão da educação digital no currículo escolar

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, com vetos, a Lei 14.533/23, que cria a Política Nacional de Educação Digital para promover a inclusão, a capacitação, a especialização, a pesquisa e a educação escolar digitais.

O texto, que tem origem no Projeto de Lei 4513/20, da deputada Angela Amin (PP-SC), recebeu um substitutivo do Senado, aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro.

A nova lei especifica que a política deverá viabilizar o desenvolvimento de planos digitais para as redes de ensino, a formação de lideranças, a qualificação dos dirigentes escolares, a inclusão de mecanismos de avaliação externa da educação digital e o estabelecimento de metas concretas e mensuráveis na aplicação da política válidas para os ensinos público e privado.

O texto sancionado altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para fixar a educação digital como dever do Estado por meio da garantia de conectividade à internet de alta velocidade de todas as instituições públicas de ensinos básico e superior.

Já as relações entre ensino e aprendizagem digital deverão prever técnicas, ferramentas e recursos digitais que criem espaços coletivos de mútuo desenvolvimento entre professores e alunos.

Vetos

O Executivo vetou três dispositivos do texto aprovado por deputados e senadores. O primeiro item vetado previa a inclusão da educação digital (computação, programação, robótica) no currículo dos ensinos fundamental e médio.

Em sua justificativa, o governo observa que a mudança criaria conflito entre as regras vigentes, uma vez que a alteração na grade curricular depende de aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de homologação pelo Ministro de Educação (MEC).

Já o segundo veto exclui trecho que garantia prioridade de financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos programas de imersão de curta duração em técnicas e linguagens computacionais para estudantes matriculados em cursos da educação profissional, técnica e tecnológica.

Nesse ponto, o Executivo argumenta que a decisão por priorizar determinado curso deve partir do gestor de políticas públicas. “Qualquer mudança relativa à priorização de cursos que possa impactar na oferta de vagas deve levar em consideração a sustentabilidade do programa e o estrito cumprimento da dotação orçamentária”, acrescenta.

O terceiro veto retirou as alterações que seriam feitas na Lei do Livro para incluir na definição de livro as publicações digitais equiparadas ao livro físico. No entendimento do governo, esse tema precisa ser debatido de forma mais ampla pelo Parlamento.

Análise dos vetos

Para que um veto presidencial seja derrubado, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41), computados separadamente. Não há ainda uma data definida para a votação, em sessão conjunta do Congresso Nacional, dos três vetos relativos à Lei 14.533/23. As informações são da Agência Câmara de Notícias