Identidades de vítimas fatais de acidente com ônibus escolar na PE-320 são confirmadas
Por André Luis
Universitários estudavam em Serra Talhada. Ônibus bateu em buraco e capotou
Por André Luis
Um ônibus que transportava estudantes universitários do município de Juru, na Paraíba, para Serra Talhada, tombou no início da noite desta quarta-feira (11), na PE-320 próximo ao portal da cidade de Triunfo deixando, além de várias pessoas feridas, duas vítimas fatais, Alexandre Oliveira, aluno de Educação Física da (FIS) e Andrés Gutierres, aluno de Licenciatura em Química aqui na (UAST). Os dois eram moradores de Juru.
O acidente acabou provocando uma superlotação no HOSPAM, para onde foram levadas cerca de vinte pessoas feridas, que foram atendidas no setor de emergência da unidade.
Segundo um relato de uma pessoa que teria presenciado o acidente, o ônibus de Rosimar que vinha logo atrás parou e levaram três meninas para Calumbi, que estavam aparentemente bem, somente com algumas luxações.
Ainda segundo o relato, estas três vítimas teriam dito que dois garotos que ficaram presos nas ferragens teriam ido a óbito. Também disseram que o ônibus vinha superlotado e que o acidente teria sido causado após o ônibus cair num buraco da via. O motorista teria perdido o controle e o veículo tombou fora da pista.
Nas redes sociais e há críticas ao estado e ao governador Paulo Câmara pelo estado pelo estado precário em que se encontram várias estradas do Estado. Críticas registradas também por ouvintes que participam do programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM nesta quinta-feira (12).
Folhapress Após uma série de tentativas de paralisação neste ano, caminhoneiros junto à frente parlamentar da categoria determinaram na noite deste sábado (16), que iniciam uma paralisação no dia 1º de novembro caso o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não atenda as demandas do setor. Os motoristas exigem cumprimento do frete mínimo e nova política […]
Após uma série de tentativas de paralisação neste ano, caminhoneiros junto à frente parlamentar da categoria determinaram na noite deste sábado (16), que iniciam uma paralisação no dia 1º de novembro caso o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não atenda as demandas do setor.
Os motoristas exigem cumprimento do frete mínimo e nova política de preços para os combustíveis, que nunca estiveram tão caros no Brasil.
A definição ocorreu após uma assembleia de motoristas organizada por três entidades representativas no Rio de Janeiro, incluindo participantes que lideraram a greve de 2018.
A interlocução com o governo será feira por meio da Frente Parlamentar do Caminhoneiro Autônomo e Celetista, presidida pelo deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS).
“Nós, caminhoneiros autônomos do Brasil, estamos em estado de greve”, afirmou Crispim em vídeo que já circula em grupos de motoristas. “Significa dizer ao governo Bolsonaro que o prazo de três anos que ele teve para desenvolver, desencadear, melhorar a vida do transportador autônomo não foi cumprido.”
A categoria pede que o governo atenda suas reivindicações, que incluem melhores condições de trabalho, em 15 dias para não iniciar uma paralisação.
Crispim protocolou um requerimento para abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a alta dos preços dos combustíveis pela Petrobras. O pedido foi feito no dia em que a estatal aumentou em 8,9% o preço do diesel, em setembro. Em 2021, a empresa já elevou a gasolina em 51%. Diesel e gás de cozinha subiram 38% no ano.
Desde setembro, a CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), o CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas) e a Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores ) promoveram encontros nacionais para definir uma pauta única dos motoristas.
O setor, junto a deputados da frente parlamentar, se descola da imagem de caminhoneiros que pararam estradas em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contrárias ao STF (Supremo Tribunal Federal) nos atos de raiz golpista de 7 de setembro.
Wallace Landim, o Chorão, um dos líderes da greve de 2018 e que hoje está à frente da Abrava, afirmou nesta semana à coluna Painel que situação atual é pior que a do ano da paralisação nacional.
Uma tentativa de assalto a carro-forte foi registrada na divisa entre Brejinho e Itapetim, em Placas de Piedade. O carro-forte vinha de Patos e os bandidos já estavam a espera na entrada do sítio Degredo, quando foram recebidos a tiros por diversos homens encapuzados e fortemente armados. O condutor do carro-forte não parou e buscou […]
Uma tentativa de assalto a carro-forte foi registrada na divisa entre Brejinho e Itapetim, em Placas de Piedade.
O carro-forte vinha de Patos e os bandidos já estavam a espera na entrada do sítio Degredo, quando foram recebidos a tiros por diversos homens encapuzados e fortemente armados. O condutor do carro-forte não parou e buscou auxílio de reforço na Delegacia de Brejinho.
Ainda segundo informações passadas à polícia eram dois veículos, uma D-20 Branca e uma L200 Preta com bandidos fortemente armados.
O carro usado pelos bandidos em fuga, foi incinerado próximo à Pedra da Santa em Piedade, municipio de Itapetim.
Eles empreenderam fuga por Piedade em direção às Paraíba. As polícias de PE e PB estão em diligências na captura dos bandidos.
Em assembleia realizada pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) no último dia 17 de janeiro, os prefeitos e prefeitas aprovaram a defesa da manutenção e fortalecimento da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) como promotora de saúde pública e de inclusão social por meio de ações de saneamento e saúde ambiental, com reflexo direto nos municípios. […]
Em assembleia realizada pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) no último dia 17 de janeiro, os prefeitos e prefeitas aprovaram a defesa da manutenção e fortalecimento da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) como promotora de saúde pública e de inclusão social por meio de ações de saneamento e saúde ambiental, com reflexo direto nos municípios.
A medida se deu após a publicação da Medida Provisória 1.156/2023 dispor sobre extinguir a autarquia.
No dia 24 de janeiro, a própria Confederação Nacional dos Municípios (CNM), por meio do seu presidente Paulo Ziulkoski, enviou ofício ao presidente da República pleiteando a reestruturação e o fortalecimento da Funasa ao invés de sua extinção.
No ofício, foi apontado o risco de Municípios de até 50 mil habitantes e consórcios de até 150 mil habitantes ficarem desassistidos de políticas públicas de saneamento.
Cybele Roa tem 11,9% e Francisco Leite, 0,3% Pesquisa do Instituto Múltipla aferindo o cenário da sucessão mostra o ex-prefeito Zeca Cavalcanti liderando as intenções de voto em Arcoverde. Há 20 dias do pleito, entretanto, o candidato Wellington da LW também se mostra competitivo. É o que revelam os dados de uma das disputas mais […]
Pesquisa do Instituto Múltipla aferindo o cenário da sucessão mostra o ex-prefeito Zeca Cavalcanti liderando as intenções de voto em Arcoverde.
Há 20 dias do pleito, entretanto, o candidato Wellington da LW também se mostra competitivo. É o que revelam os dados de uma das disputas mais observadas do Sertão.
Na pesquisa estimulada, em que são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, ele tem 38,4% das intenções de voto contra 31,3% do emedebista.
Em uma cidade onde tradicionalmente a terceira via não costuma vingar, chama a atenção o desempenho de Cybele Roa, do AVANTE, com 11,9% das intenções de voto. O candidato do PSL, Francisco Leite, tem 0,3%. Nesse cenário, disseram votar branco ou nulo 2,9%. Um total de 13,9% se disseram indecisos. Apenas 1,3% não opinaram. Como a margem de erro é de 5,6%, é obrigatório dizer que Zeca e Wellington estão em quadro de empate técnico, mesmo que no seu limite.
EstimuladaEspontâneaRejeição
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentadas as opções para o eleitor, Zeca tem 35,2% contra 28,4% de Wellington. Cybele Roa tem 4,8% e Francisco Leite, 0,3%. Brancos e nulos somam 4,2%. Se dizem indecisos 20,6% e não opinaram 6,5%.
No item rejeição, os candidatos tem relativa equivalência. Na pergunta individual sobre cada candidato, Francisco Leite tem rejeição de 44,5%, Cybele Roa de 41,9%, Wellington da LW de 41,3% e Zeca Cavalcanti, de 39%.
A prefeita Madalena Britto tem aprovação mediana. Quando perguntada se aprova ou desaprova a gestão, 48,7% da população desaprova seu governo, contra 41,9% que aprovam. Não opinaram 9,4%. Chamada a classificar a gestão, 6,1% a consideram ótima, 19,7% boa, 37,7% regular, 12,3% ruim, 21,6% péssimo e 2,6% que não opinaram.
Extratificação da pesquisa: Em relação a gênero, Zeca Cavalcanti tem maior aceitação no público masculino. Na estimulada, entre os homens, ele tem 43,6% das intenções contra 34,1% do público feminino. Wellington da LW tem o contrário: 34,7% das mulheres ouvidas optaram por ele, contra 27,1% do público masculino. Cybele Roa tem 10% de opção dos homens e 13,5% das mulheres. Francisco Leite tem 100% dos que citaram seu nome no público masculino. Mulheres predominam entre indecisos: 14,7% x 12,9%.
O voto jovem e adulto jovem predomina entre os eleitores de Zeca: ele tem 44,8% na faixa etária entre 25 a 34 anos, 40,5% entre 45 e 59 anos, 38% nos que tem entre 35 e 44 anos e 38,3% na faixa entre 16 e 24 anos. Nos que tem 60 anos ou mais, cai a 28,1%. Wellington LW tem 37,8% na faixa de 45 a 59 anos, 33,3% entre quem tem 60 anos ou mais, 30,8% entre quem tem 35 a 44 anos, 27,7% na faixa de 16 a 24 anos e 25,4% na faixa entre 25 e 34 anos.
Zeca tem melhor percentual em quem tem até ensino médio (38,7%), mas chega a 36,6% dentre os que tem nível superior completo ou incompleto. Nessa faixa, Wellington da LW se destaca com 36,6% contra 30,5% entre os que tem até ensino médio.
No fator renda, Zeca e Wellington tem votação similar entre os que ganham até dois salários mínimos e os que ganham mais que isso.
Exclusivo – dados para vereador por partido: o Múltipla aferiu o cenário para a Câmara de Arcoverde e fez um levantamento de como estão posicionados os candidatos por partido. A margem de erro e o fato de ser espontânea faz com que seja natural a maior imprevisibilidade sobre o cenário apresentado. Em suma, há indicativo dos melhores nomes, o que não garante acesso ou derrota dos que pontuam melhor ou pior no levantamento.
A pesquisa tem o número de identificação PE-05676/2020. Foram 310 entrevistas realizadas dia 22 de outubro. A margem de erro é de 5,6% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Observação: A soma das respostas que não totalizarem 100% são decorrentes de arredondamento do programa.
O Múltipla é o único Instituto que disponibiliza seu relatório completo. Veja: Relatório Arcoverde .
Ao final da janela partidária, o deputado federal Fernando Filho, ex-ministro de Minas e Energia, se filiou ao DEM. A migração aconteceu na manhã deste sábado (7), no mesmo dia em que a frente de oposição “Pernambuco quer Mudar” realizou seu quarto encontro, em Porto de Galinhas, Ipojuca. Sem ato político para oficializar o gesto, […]
Ao final da janela partidária, o deputado federal Fernando Filho, ex-ministro de Minas e Energia, se filiou ao DEM. A migração aconteceu na manhã deste sábado (7), no mesmo dia em que a frente de oposição “Pernambuco quer Mudar” realizou seu quarto encontro, em Porto de Galinhas, Ipojuca.
Sem ato político para oficializar o gesto, o filho do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) acertou sua ida com o presidente da Câmara e pré-candidato à Presidência, Rodrigo Maia, e o deputado Mendonça Filho, lideranças do Democratas.
Filiado em Brasília pelas mãos do presidente nacional, Romero Jucá, Fernando Filho deixou o MDB um dia após o vice-governador e presidente do MDB-PE, Raul Henry, ter conseguido uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a resolução da Executiva Nacional que obrigava o diretório de Pernambuco a disputar o governo do Estado.
Também está suspensa, por força de uma medida cautelar, o ato de dissolução do diretório, que deu o comando da sigla ao senador Fernando Bezerra Coelho, forçando a briga partidária a perdurar, mesmo após o término da janela partidária.
Você precisa fazer login para comentar.