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Humberto vai batalhar por aprovação do projeto de criação de municípios

Por Nill Júnior
O projeto de lei que estabelece regras para a criação de municípios, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), conta com o apoio do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). O petista, que votou a favor da primeira proposta que tratou do tema – vetada pela Presidência da República -, afirmou que as imperfeições observadas pelo Poder Executivo no texto agora serão corrigidas. Humberto disse que, além de ser favorável à nova matéria (PLS 104/14) que já está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, vai trabalhar e articular com o Palácio do Planalto e com os demais parlamentares para fazer o projeto virar lei.

“Tivermos a apresentação de uma primeira lei (PLS 98/02) que contou com o nosso apoio, com o meu voto e com a minha mobilização, mas que, infelizmente, a presidenta Dilma entendeu que havia imperfeições no projeto e terminou por vetá-lo. Mas tenho trabalhado juntamente com outros senadores, entre eles o Mozarildo Cavalcanti, que é autor do projeto original, para efetivamente aprovarmos o outro. Vamos apelar à presidenta Dilma para que coloque o governo todo à disposição para consolidarmos essa proposta”, garantiu Humberto.

O senador citou vários casos em que o desmembramento de um município é a medida ideal a ser tomada. “Em Pernambuco nós temos vários distritos que têm a aspiração de se desmembrar; aspiração justa e adequada. É justa porque muitas vezes politicamente a força está mais concentrada no distrito do que na própria sede. Em alguns lugares a distância entre o distrito e a sede também não permite que as políticas públicas do município possam chegar àquele distrito. São várias as situações que precisam ser levadas em consideração”, ressaltou.

A principal inovação do novo texto apreciado pela CCJ do Senado é a elevação do quantitativo populacional mínimo necessário à criação de um município para a maioria das regiões geográficas do país. O aumento era uma das observações do governo. A população mínima para os municípios das regiões Sul e Sudeste passaria de 12 mil para 15 mil habitantes, enquanto no Nordeste o mínimo subiria de 8 mil para 8,5 mil, no Centro-Oeste aumentaria de 6 mil para 6,5 mil e no Norte haveria redução de 6 mil para 5 mil habitantes.

A segunda grande mudança no texto, que ainda será apreciado pelos deputados, tem o objetivo de resolver o problema das unidades de baixa viabilidade econômica, que poderiam se consolidar em unidades maiores, com mais economia de escala na provisão de serviços públicos. Para tanto, o projeto reduz de 10% para 3% da população dos municípios envolvidos o número de assinaturas necessárias ao requerimento para dar início ao processo de fusão ou incorporação.

Confira o que diz o novo projeto (em sua estrutura geral, o PLS 104/2014 é muito similar ao texto anterior, o PLS 98/2002):

– estabelece um limite mínimo de população (regiões Sul e Sudeste: 15 mil pessoas; Nordeste: 8,5 mil; Centro-Oeste: 6,5 mil; e Norte: 5 mil) e outras condições para a criação de municípios, tais como a existência de um núcleo urbano, a manutenção da continuidade territorial e o respeito às divisas estaduais;
– define as características do Estudo de Viabilidade Municipal (EVM), que constitui condição necessária à alteração dos limites municipais e deve oferecer parecer conclusivo sobre a viabilidade econômico-financeira, político-administrativa, socioambiental e urbana;
– define quatro tipos distintos de alteração desses limites: criação, incorporação, fusão e desmembramento;
– estabelece os critérios para questionamentos acerca das conclusões do EVM;
– regulamenta a realização de plebiscitos e os procedimentos legais para instalação dos novos municípios e as regras de gestão durante a transição entre a antiga e a nova divisão administrativa;
– estabelece procedimentos através dos quais os governos estaduais devem manter atualizados os seus cadastros de informações municipais.

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Zé Negão diz que condução de Danilo gerou racha e apoio a Fernando Monteiro: “Estava esfacelando o grupo”

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões. O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar […]

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões.

O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar adesão a Fernando Monteiro.

Em entrevista à jornalista Juliana Lima, Zé afirmou que a decisão foi resultado de um processo de desgaste interno e atribuiu a Danilo falta de diálogo com lideranças que vinham participando da articulação política do grupo.

Segundo o vereador, ele havia retirado sua própria candidatura dois anos atrás para apoiar Danilo e permaneceu ao lado dele durante o processo eleitoral seguinte. A relação, porém, teria começado a se desgastar após divergências envolvendo integrantes da oposição local.

Zé citou um episódio entre Edson Henrique e um assessor de Romero Sales. Depois da divergência, segundo ele, parte do grupo decidiu não acompanhar Romero, enquanto Danilo manteve sua relação política com o candidato.

“Danilo se distanciou do nosso grupo. Tem gente aqui do grupo e, se você quiser, eu trago cem lideranças para dizer que foi abandonado”, afirmou.

O vereador disse que procurou Danilo em diferentes momentos para alertá-lo sobre a insatisfação entre aliados.

“Eu conversei com ele várias vezes: ‘Danilo, vamos ver tudo isso aí, porque as lideranças já estão insatisfeitas, isso não vai dar certo’”, relatou.

Segundo Zé, atividades realizadas na zona rural também passaram a ocorrer sem a participação de integrantes que anteriormente atuavam em conjunto com Danilo.

Na avaliação do vereador, a maneira como a campanha estava sendo conduzida provocou afastamentos dentro do grupo.

“Ele não teve a preocupação de unir o grupo. Faltou diálogo, faltou procurar”, declarou.

Zé afirmou ainda que defendia uma atuação mais intensa da candidatura nas ruas e uma aproximação maior com as lideranças locais.

“Eu disse: ‘Danilo, a campanha tem que ir para a rua, a campanha tem que ser trabalhada’. […] Eu disse: ‘se não arrumar a casa, vai começar a esfacelar’. E começou”, afirmou.

O vereador também relatou episódios envolvendo a organização de atividades de campanha que, segundo sua versão, aumentaram a insatisfação de integrantes do grupo.

O processo terminou com a decisão de Zé Negão e seus aliados de apoiar Fernando Monteiro para deputado federal.

As declarações representam a versão apresentada pelo vereador sobre o rompimento com Danilo Simões e os motivos que levaram à mudança de apoio.

Confira abaixo, em nosso Instagram, a entrevista. Ative o áudio para ouvir a explicação completa de Zé Negão.

Fonte: Rádio Pajéu
Vídeo: Reprodução

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Caso Master expõe tensão no STF e provoca uma das maiores crises institucionais de 2026; entenda os principais pontos

Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional. Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições […]

Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional.

Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições da República.

Relatórios da Polícia Federal revelaram mensagens, citações e documentos envolvendo autoridades. Ministros do Supremo Tribunal Federal passaram a divergir publicamente, surgiram pedidos de investigação, procedimentos relacionados ao procurador-geral da República e manifestações do Palácio do Planalto.

Para facilitar a compreensão dos principais acontecimentos, o Blog reúne em dez pontos os fatos que marcaram a primeira semana de setembro.

  1. Onde começou a crise?

A origem está na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master e empresas relacionadas ao ex-controlador Daniel Vorcaro.

Durante as investigações, a Polícia Federal apreendeu o celular do empresário e recuperou mensagens, documentos e outros arquivos que passaram a integrar relatórios enviados ao Supremo.

O que inicialmente estava restrito às suspeitas envolvendo o banco ganhou dimensão institucional à medida que autoridades passaram a aparecer no material reunido pelos investigadores.

  1. O que mudou nesta semana?

O ponto de virada ocorreu na terça-feira (1º), quando o ministro André Mendonça retirou o sigilo de relatórios produzidos pela Polícia Federal a seu pedido.

Os documentos continham referências a autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

A partir daí, a discussão deixou de tratar apenas das operações financeiras investigadas e passou a incluir a atuação de integrantes do sistema de Justiça.

  1. Por que Alexandre de Moraes ficou no centro do caso?

Relatórios da PF expuseram mensagens atribuídas a trocas entre Moraes e Vorcaro e levantaram questionamentos sobre a relação mantida entre os dois.

Entre o material estão conversas sobre encontros e mensagens relacionadas ao período anterior à prisão do ex-banqueiro.

Os investigadores também encontraram registros de edição digital de versões de contratos firmados entre empresas relacionadas a Vorcaro e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advocacia, da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Os metadados indicariam alterações feitas por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.

Os elementos levantaram questionamentos, mas não representam, por si só, comprovação de irregularidade.

Moraes nega ter cometido qualquer irregularidade. O escritório de sua esposa afirma que os contratos foram firmados de acordo com a legislação.

  1. Como André Mendonça também entrou no centro do embate?

Depois da divulgação dos relatórios, começaram questionamentos sobre a própria condução das investigações.

Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, providências relacionadas à atuação de Mendonça na condução do caso.

Entre os elementos citados estão relatórios de inteligência da Polícia Federal que levantam suspeitas sobre determinadas decisões e diligências.

Esses documentos, entretanto, possuem caráter de inteligência e não equivalem a provas produzidas em processo judicial.

Assim, a crise passou a envolver não apenas autoridades citadas nas mensagens de Vorcaro, mas também o ministro responsável por conduzir parte das investigações.

  1. Há uma crise interna no STF?

A divergência entre Moraes e Mendonça deixou os bastidores e passou para o plano público.

Moraes encaminhou a Fachin um pedido relacionado à atuação do colega, enquanto Mendonça passou a defender a análise institucional dos relatórios e das questões levantadas pela investigação.

O episódio expôs uma das maiores tensões recentes entre integrantes da Corte.

  1. Por que Edson Fachin se tornou peça central?

Como presidente do STF, Fachin passou a concentrar algumas das principais decisões sobre a condução da crise.

Ele pediu informações à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República e aos ministros envolvidos.

Fachin também afirmou que nenhuma autoridade está acima da Constituição e indicou que a Corte deverá dar uma resposta institucional aos fatos revelados.

Entre as possibilidades está levar determinadas questões para análise do plenário do Supremo.

  1. E o inquérito das fake news?

O inquérito aberto em 2019 para investigar ataques e ameaças contra o STF também entrou no debate.

Relatado por Alexandre de Moraes, o procedimento foi utilizado inicialmente para encaminhar uma das questões relacionadas à atuação de Mendonça.

A situação reabriu discussões sobre a duração e o alcance do inquérito.

Em meio à crise, Fachin anunciou a intenção de encerrar o procedimento, que já dura mais de sete anos.

  1. Como a PGR entrou na crise?

Os relatórios também contêm referências ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu um procedimento para analisar menções a Gonet em mensagens atribuídas a Vorcaro.

A medida não representa conclusão sobre irregularidade nem equivale a uma investigação criminal.

O objetivo inicial é analisar o conteúdo e avaliar se há necessidade de adoção de outras providências.

  1. Por que Lula se manifestou?

A repercussão chegou ao Palácio do Planalto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou um vídeo nas redes sociais no qual classificou o caso Master como “o maior roubo da história do Brasil”, criticou “vazamentos seletivos” e cobrou investigação sem proteção a autoridades.

“É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”, afirmou.

Lula também defendeu mudanças no sistema político e no Judiciário e cobrou atuação do presidente do STF e da Procuradoria-Geral da República para garantir a confiança nas investigações.

  1. O que acontece agora?

Ainda não há uma definição única sobre o rumo dos diferentes procedimentos.

Fachin deverá decidir como serão analisados os pedidos e questionamentos envolvendo Moraes e Mendonça e se parte das questões será submetida ao plenário do STF.

Paralelamente, continuam as investigações relacionadas ao Banco Master, as análises sobre referências a integrantes da PGR e as negociações de acordos de colaboração.

A crise também acelerou discussões já existentes dentro do Supremo, entre elas a criação de um Código de Ética para ministros da Corte e mudanças nos mecanismos internos de transparência e governança.

Por que a semana foi tão turbulenta?

Porque uma investigação inicialmente voltada a suspeitas financeiras envolvendo um banco e seu ex-controlador acabou chegando simultaneamente ao STF, à PGR, à Polícia Federal, ao Congresso e ao Palácio do Planalto.

A semana começou com dúvidas sobre mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro e terminou com um debate mais amplo sobre a credibilidade e o funcionamento das próprias instituições responsáveis por investigar, acusar e julgar.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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Candidaturas de pessoas autistas crescem mais de cinco vezes nas eleições de 2026

Número passou de 13, em 2022, para 70 neste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O número de candidaturas de pessoas que se declaram autistas aumentou mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026. Os pedidos de registro passaram de 13 para 70 no período. Dos 70 candidatos, […]

Número passou de 13, em 2022, para 70 neste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

O número de candidaturas de pessoas que se declaram autistas aumentou mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026. Os pedidos de registro passaram de 13 para 70 no período.

Dos 70 candidatos, 39 disputam vagas de deputado estadual, 22 concorrem à Câmara dos Deputados, cinco à Câmara Legislativa do Distrito Federal, três são candidatos a vice-governador e um concorre como primeiro suplente ao Senado.

O movimento ocorre em sentido contrário ao número total de candidaturas nas eleições gerais. Os registros caíram de 29.262, em 2022, para 20.829 neste ano. O dado ainda pode sofrer alterações com as atualizações feitas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No total, 524 candidatos declararam à Justiça Eleitoral possuir algum tipo de deficiência. São 208 com deficiência física, 112 visual, 59 auditiva e outros 145 registros em diferentes categorias, incluindo pessoas autistas.

Eleitorado com deficiência também cresce

No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, aproximadamente 1,97 milhão dos 158,74 milhões de eleitores brasileiros têm algum tipo de deficiência. Em 2022, eram 1,38 milhão, o que representa crescimento de cerca de 42%.

Para a presidente da Associação Vozes Atípicas (AVA), Simone Alli Chair, o aumento das candidaturas acompanha a maior visibilidade das pessoas autistas e de outras pessoas com deficiência.

Ela pondera, no entanto, que a presença do tema nas campanhas não significa necessariamente compromisso com políticas públicas voltadas ao segmento.

“Muitos candidatos não estão interessados em realmente nos ajudar, mas sim em arregimentar eleitores”, afirmou.

Simone também defende que as propostas sejam avaliadas não apenas pelo volume de atendimentos prometidos, mas pela qualificação dos profissionais, continuidade do acompanhamento e capacidade de oferecer serviços adequados às necessidades específicas de cada pessoa.

Segmentação eleitoral

O cientista político João Francisco Meira avalia que pautas relacionadas à neurodiversidade e aos direitos das pessoas com deficiência também funcionam como elementos de diferenciação nas disputas proporcionais.

Segundo ele, candidatos a deputado precisam se destacar em meio a um grande número de concorrentes, e temas específicos podem aproximá-los de segmentos do eleitorado que ultrapassam as divisões partidárias tradicionais.

“Alguém que não comungue com suas ideias em geral pode prestar atenção em uma determinada proposta segmentada”, explicou.

Para Meira, novos temas ganham espaço na agenda política à medida que grupos sociais passam a cobrar maior atenção do poder público e dos candidatos.

Fonte: Agência Brasil

Foto:  Tânia Rêgo

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Em Iguaracy, Dr. Pedro Alves acompanha obras de praça no bairro Santa Ana

Espaço está em construção no bairro do Campo e será destinado ao lazer e à convivência dos moradores. O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, acompanhou, nesta semana, o andamento das obras de construção de uma praça no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo. A vistoria foi realizada ao lado do secretário de […]

Espaço está em construção no bairro do Campo e será destinado ao lazer e à convivência dos moradores.

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, acompanhou, nesta semana, o andamento das obras de construção de uma praça no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo.

A vistoria foi realizada ao lado do secretário de Obras, Fábio Torres, e do secretário executivo de Obras, José Inácio.

Segundo a Prefeitura, o espaço está sendo projetado para atividades de lazer e convivência da comunidade.

Durante a visita, o prefeito afirmou que a obra segue em andamento e que a expectativa é de conclusão em breve.

“Estamos trabalhando para entregar esse espaço de convivência à nossa população. Logo, logo, essa praça estará pronta e será entregue para as famílias do bairro Santa Ana e de toda Iguaracy”, afirmou.

Foto: Divulgação

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Em Salgueiro, DTTRANS pede retirada de bandeiras que prejudiquem sinalização de trânsito

Órgão orientou partidos, candidatos e responsáveis por propaganda eleitoral a remover ou reposicionar materiais que comprometam a visibilidade nas vias. A Diretoria de Trânsito e Transportes de Salgueiro (DTTRANS) emitiu, nessa sexta-feira (4), uma notificação administrativa para orientar partidos políticos, candidatos e responsáveis por propaganda eleitoral sobre a colocação de bandeiras nas vias da cidade. […]

Órgão orientou partidos, candidatos e responsáveis por propaganda eleitoral a remover ou reposicionar materiais que comprometam a visibilidade nas vias.

A Diretoria de Trânsito e Transportes de Salgueiro (DTTRANS) emitiu, nessa sexta-feira (4), uma notificação administrativa para orientar partidos políticos, candidatos e responsáveis por propaganda eleitoral sobre a colocação de bandeiras nas vias da cidade.

O órgão pediu a retirada ou o reposicionamento de materiais que estejam encobrindo placas de trânsito ou prejudicando a visibilidade de motoristas em rotatórias, cruzamentos e pontos de conversão.

Segundo a DTTRANS, a medida busca reduzir riscos para condutores e pedestres durante o período eleitoral.

“O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que a sinalização deve permanecer perfeitamente visível e proíbe a colocação de publicidade ou outros elementos que possam interferir na visibilidade da sinalização ou comprometer a segurança do trânsito”, informou o órgão.

A diretoria acrescentou que a orientação vale para qualquer partido, candidato ou grupo político, sem distinção.

Foto: Divulgação

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