Humberto garante apoio ao Hospital Universitário de Petrolina
Por Nill Júnior
Em visita a Petrolina, nesta sexta-feira (23), o líder do PT no Senado, Humberto Costa, garantiu que vai trabalhar para assegurar mais recursos para o Hospital Universitário Doutor Washington Antônio de Barros (HU). A unidade vem sofrendo com problemas administrativos e com a falta de profissionais. Para tentar superar as dificuldades, o HU está transferindo a sua administração para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), em parceria com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Antes, o hospital era administrado por uma organização social.
Segundo o reitor da Univasf, Julianeli Tolentino de Lima, com a nova gestão o HU vai ganhar bastante em qualidade. Cerca de 530 profissionais estão sendo contratados para trabalhar no Hospital. “Com a contratação e a nova gestão nós temos já a clareza que vamos para um outro patamar, mas ainda precisamos ver essa questão financeira”, afirmou o reitor.
Humberto, por sua vez, se comprometeu a vir novamente ao município com a presença de representantes do Ministério da Saúde e da Ebserh para visitar o hospital e debater o tema. “No que eu puder ajudar, eu vou O HU é importantíssimo não só para Petrolina, mas como para toda a região”, disse o senador. Segundo a Univasf, mais de 50 municípios são atendidos pelo HU.
AGENDA – Também nesta sexta-feira, o senador Humberto Costa visitou a Codevasf e se reuniu com lideranças políticas, como o deputado Odacy Amorim. Neste sábado (24), Humberto tem agenda intensa em dois outros municípios do Sertão do São Francisco: Santa Maria da Boa Vista e Orocó. Em Santa Maria da Boa Vista, Humberto participa de seminário com trabalhadores da CUT, onde debaterá o cenário político e econômico nacional. De lá, segue para Orocó. Lá participa da assinatura convênio do Projeto Brígida, junto com o superintendente da Codevasf, João Bosco. A obra está orçada em R$ R$ 225 mil, e vai beneficiar cerca de 800 famílias.
Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país. A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e […]
Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país.
A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados. Outros 39 municípios, distribuídos por oito unidades da Federação, receberão apoio logístico, principalmente em localidades de difícil acesso.
Além da atuação na segurança de locais determinados pela Justiça Eleitoral, os militares serão responsáveis pelo transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes que trabalharão durante a votação.
Para executar essas atividades, serão utilizados aviões, helicópteros, embarcações e veículos militares. A estrutura atenderá comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outros territórios onde as condições geográficas e de infraestrutura dificultam o deslocamento das equipes eleitorais.
De acordo com o Ministério da Defesa, a operação tem como finalidade contribuir para a manutenção da ordem pública, assegurar a normalidade da votação e da apuração dos votos e garantir que os eleitores possam exercer o direito ao voto.
A presença das Forças Armadas ocorre mediante solicitação da Justiça Eleitoral e autorização da Presidência da República. Os pedidos são encaminhados pelos tribunais eleitorais, responsáveis também por definir as necessidades de cada localidade e organizar as atividades com os comandos militares.
A operação será realizada de maneira integrada entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e os órgãos de segurança pública.
A coordenação nacional ficará sob responsabilidade do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília, que atuará em articulação com os comandos militares mobilizados para o segundo turno.
Participarão da estrutura os Comandos Conjuntos Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste, além do Comando de Operações Aeroespaciais, responsável pela coordenação dos meios aéreos empregados na operação.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
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O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como […]
O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como um dos principais episódios um pedido de desculpas do senador após fazer referência à deficiência física do presidente.
A discussão começou quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em uma crítica à política econômica do governo. O presidente perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, quando atuava como torneiro mecânico, aos 17 anos.
Lula reagiu à declaração, lembrou sua trajetória como trabalhador e relacionou o episódio aos acidentes que atingem empregados em diferentes atividades profissionais. O presidente também chamou o adversário de miliciano e exigiu uma retratação.
“Você vai ter que pedir desculpa”, cobrou Lula, argumentando que a referência atingia não apenas sua condição pessoal, mas também trabalhadores que sofreram acidentes.
Na sequência, Flávio pediu desculpas ao presidente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-lo.
“Peço desculpa de verdade”, declarou o senador.
Apesar da retratação, o candidato do PL questionou se Lula pediria desculpas à população em situação de rua, às mulheres vítimas de violência e aos brasileiros que enfrentam dificuldades financeiras. Flávio também repudiou o fato de ter sido chamado de miliciano.
Durante a discussão, o senador afirmou que o número de pessoas em situação de rua havia dobrado no atual governo. Entretanto, dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua apontam crescimento de 55% entre 2022 e dezembro de 2025, quando foram contabilizadas aproximadamente 365,8 mil pessoas nessa condição.
Pesquisadores ressaltam que a ampliação dos registros pode estar relacionada também a mudanças metodológicas, à busca ativa e à inclusão de pessoas vulneráveis nos cadastros sociais. Dessa forma, o aumento registrado não pode ser interpretado integralmente como crescimento de novos casos.
Outro momento do debate envolveu os direitos das mulheres. Lula cobrou explicações de Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade, quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.
O senador reconheceu a decisão e afirmou que, na época, acreditava que a ampliação do período de afastamento poderia dificultar a contratação de mulheres pelas empresas.
“Eu estava errado”, admitiu Flávio, acrescentando que sua percepção mudou depois do casamento e do nascimento de suas duas filhas.
O candidato afirmou que atualmente votaria de maneira diferente e defendeu a importância da convivência entre mães e filhos, inclusive por períodos superiores a 180 dias.
Lula criticou a justificativa e argumentou que o adversário havia perdido a oportunidade de apoiar a mudança quando exerceu o mandato parlamentar.
Na mesma discussão, o presidente recuperou publicações antigas em que Flávio se referia ao Bolsa Família como “bolsa-farelo”. Lula considerou a expressão desrespeitosa com a população de baixa renda.
Flávio respondeu que pretende manter e ampliar os programas sociais caso seja eleito, incluindo o Bolsa Família. O senador também criticou a política de reajuste dos benefícios e questionou a atuação do governo federal no combate à pobreza.
ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS
O endividamento dos brasileiros também provocou divergências entre os candidatos. Flávio responsabilizou a condução da economia pelo aumento das dificuldades financeiras das famílias e citou a dívida pública, mencionando um valor próximo de R$ 11 trilhões.
O número apresentado pelo senador fazia referência à Dívida Bruta do Governo Geral, indicador acompanhado pelo Banco Central.
Flávio defendeu a criação de um mecanismo para permitir que a Caixa Econômica Federal compre dívidas de consumidores junto aos bancos e ofereça novas condições de refinanciamento.
O candidato afirmou que a proposta permitiria reduzir o peso dos juros e ampliar a capacidade de pagamento das famílias endividadas.
Lula respondeu que medidas de renegociação já haviam sido adotadas em seu governo e afirmou que uma nova iniciativa havia sido encaminhada ao Senado.
O presidente mencionou uma operação de aproximadamente R$ 15 bilhões, envolvendo 4,5 milhões de pessoas, e acusou o adversário de apresentar uma proposta semelhante àquela defendida por sua administração.
Lula também relacionou o endividamento à política de juros do Banco Central e defendeu o crescimento da economia como parte da solução para as dificuldades financeiras da população.
SUS E PANDEMIA
A saúde pública foi outro tema de confronto. Lula questionou declarações atribuídas a um integrante da equipe econômica de Flávio sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde.
O presidente cobrou esclarecimentos sobre a disposição do adversário de ampliar os investimentos no SUS e retomou críticas à condução da pandemia de covid-19 durante o governo de Jair Bolsonaro.
Lula atribuiu ao comportamento do ex-presidente parte das dificuldades enfrentadas pelo país durante a crise sanitária e mencionou suas declarações sobre a vacinação.
Na avaliação do presidente, a atuação do SUS foi fundamental para evitar um número ainda maior de mortes durante a pandemia.
Flávio negou que pretenda reduzir os investimentos no sistema público e afirmou que sua proposta é ampliar os recursos destinados ao atendimento da população.
O senador também criticou as filas para consultas, exames e procedimentos, além da situação financeira das Santas Casas e das unidades conveniadas ao SUS.
Como proposta, Flávio defendeu a revisão dos valores pagos pelos procedimentos realizados na rede pública e conveniada.
O candidato afirmou ainda que pretende concentrar cortes de despesas na burocracia administrativa e no que classificou como irregularidades e desperdícios de recursos públicos, além de defender a redução de impostos.
O debate ocorreu a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25), quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]
Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente
A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.
A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.
Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.
Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.
A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.
A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.
Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.
Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno. O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo. Os dados […]
Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno.
O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo.
Os dados detalhados do interesse dos eleitores mostram que 70% vão assistir com certeza. Já 15% talvez acompanhem o embate, e 13% afirmaram que não pretendem assistir.
Só 2% não sabem ou preferiram não responder.
O engajamento é ligeiramente maior do lado petista: 74% dos eleitores de Lula afirmaram que acompanharão a transmissão ao vivo, enquanto o índice é de 69% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.
A projeção de audiência aponta que o programa pode alcançar uma marca próxima de 100 milhões de telespectadores.
Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades, vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]
Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.
Por ordem de possibilidades, vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.
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