O Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, realizou na última segunda-feira (29) a primeira cirurgia de reabilitação intestinal em adultos.
A paciente que inaugurou o procedimento foi uma aposentada, residente do município de Afogados da Ingazeira, de 55 anos.
De maneira geral, os ostomizados são as pessoas que precisam de reabilitação intestinal, que sofreram a perda de grande parte do intestino e, portanto, perderam também a capacidade de se alimentar adequadamente, tendo muitas vezes a necessidade de usar bolsas de colostomia.
A Gestão do HREC comemora mais essa conquista para a Unidade, do qual esse serviço diminui, não apenas as filas de espera do procedimento que seria realizado nos grandes centros, mas também proporciona o acolhimento junto aos familiares, minimizando o sofrimento dos pacientes e levando melhor qualidade de vida a população.
O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque foram condenados nesta segunda-feira (21), pela Justiça Federal, em uma ação penal referente à 10ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em março deste ano. Eles foram condenados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de […]
O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque foram condenados nesta segunda-feira (21), pela Justiça Federal, em uma ação penal referente à 10ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em março deste ano.
Eles foram condenados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Duque também foi condenado por associação criminosa. A sentença é assinada pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.
Os dois estão presos no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Além deles, foram condenados: Alberto Youssef: lavagem de dinheiro; Augusto Ribeiro de Mendonça Neto: corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa; Adir Assad: lavagem de dinheiro e associação criminosa; Dario Teixeira Alves Júnior: lavagem de dinheiro e associação criminosa; Sônia Mariza Branco: lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Ainda Pedro Barusco: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa, Mario Frederico Mendonça Goes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa e Julio Gerin de Almeida Camargo: corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Nesta quinta-feira (14), a Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), utilizou suas redes sociais para celebrar a aprovação de sua prestação de contas referente ao exercício de 2022. O julgamento ocorreu durante a Sessão Ordinária pela 2ª Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), que emitiu um parecer prévio recomendando a aprovação das […]
Nesta quinta-feira (14), a Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), utilizou suas redes sociais para celebrar a aprovação de sua prestação de contas referente ao exercício de 2022. O julgamento ocorreu durante a Sessão Ordinária pela 2ª Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), que emitiu um parecer prévio recomendando a aprovação das contas da gestora.
No vídeo compartilhado, Márcia Conrado enfatizou que a aprovação das contas pela Câmara de Contas é reflexo de uma gestão transparente e comprometida com a correta aplicação dos recursos públicos. Ela destacou os investimentos realizados nas áreas de educação, saúde, segurança e assistência social, ressaltando o empenho de sua equipe em enfrentar os desafios do município.
“Essa é a diferença de fazer gestão de verdade, com trabalho e dedicação. Gerir o dinheiro público da melhor maneira. O nosso trabalho é reconhecido mais uma vez pelo Tribunal de Contas. Nossos investimentos em educação, saúde, segurança, assistência social, em todas as áreas são sempre realizados com transparência. Seguiremos neste caminho, em prol de resolver todos os desafios de Serra Talhada”, frisou a prefeita Márcia Conrado no vídeo.
Apesar da comemoração da prefeita e de seu grupo político, a aprovação das contas ainda está sujeita à apreciação da Câmara Municipal, que receberá o parecer prévio do TCE-PE e decidirá sobre a sua homologação, o que não deve ser nenhuma dificuldade para a prefeita visto que tem maioria dos vereadores em sua base política.
Requerimento do vereador Edson Henrique foi aprovado por unanimidade Por André Luis A Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira aprovou, por unanimidade, na Sessão Ordinária desta terça-feira (7), o requerimento 396/2023, do vereador Edson Henrique, que convoca o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, para comparecer à Câmara Municipal no dia 29 de novembro de […]
Requerimento do vereador Edson Henrique foi aprovado por unanimidade
Por André Luis
A Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira aprovou, por unanimidade, na Sessão Ordinária desta terça-feira (7), o requerimento 396/2023, do vereador Edson Henrique, que convoca o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, para comparecer à Câmara Municipal no dia 29 de novembro de 2023, para tratar do abastecimento de água no município.
O requerimento justifica a convocação por conta da insatisfação da população afogadense com o formato do abastecimento de água. “A população vem sendo castigada com o formato do abastecimento de água e clama por soluções em detrimento desta situação estarrecedora”, diz o vereador.
A audiência pública será aberta à participação da população, que poderá fazer perguntas e apresentar sugestões ao gerente da Compesa.
O abastecimento de água em Afogados da Ingazeira é um problema histórico. A cidade enfrenta, há anos, falta de água constante, principalmente nos bairros mais distantes do centro.
A audiência pública é uma oportunidade para a população afogadense cobrar soluções para o problema do abastecimento de água.
STF já formou maioria para condenar o ex-parlamentar por crimes ligados à BR Distribuidora. O Plenário do Supremo Tribunal Federal deu continuidade, nesta quarta-feira (24), ao julgamento da Ação Penal (AP) 1025, em que o ex-senador Fernando Collor de Mello e outros dois réus respondem por crimes ligados à BR Distribuidora. Até o momento, há […]
STF já formou maioria para condenar o ex-parlamentar por crimes ligados à BR Distribuidora.
O Plenário do Supremo Tribunal Federal deu continuidade, nesta quarta-feira (24), ao julgamento da Ação Penal (AP) 1025, em que o ex-senador Fernando Collor de Mello e outros dois réus respondem por crimes ligados à BR Distribuidora. Até o momento, há sete votos para condenar o ex-parlamentar e outros dois pela absolvição dos acusados.
Na sessão desta quinta-feira (25) a presidente do Tribunal, ministra Rosa Weber, apresentará seu voto, e o Plenário definirá as penas.
Condenação
Dos sete votos pela condenação, dois acolheram a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas convertem a acusação de organização criminosa em associação criminosa (artigo 288 do Código Penal). Para a maioria dos ministros, o conjunto de provas comprova a tese da acusação de que, com a ajuda dos empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, Collor recebeu R$ 20 milhões para viabilizar irregularmente contratos da estatal com a UTC Engenharia.
Associação criminosa
Na sessão de hoje, o ministro Dias Toffoli também concluiu que está comprovada a prática de um crime de corrupção, seguido de um delito de lavagem de dinheiro. Contudo, o fato de os acusados terem praticado essa sequência de delitos, com o auxílio de outras pessoas, não os torna automaticamente membros de uma organização criminosa.
Para o ministro, a acusação não comprovou suficientemente a estabilidade e a permanência de uma estrutura organizada, formada por pelo menos quatro pessoas, com a finalidade de cometer crimes, requisitos para a caracterização do crime de organização criminosa. Dessa forma, a imputação deve ser classificada como associação criminosa.
Ausência de provas
Já na avaliação do ministro Gilmar Mendes, que votou pela absolvição total dos acusados, a acusação teve como suporte apenas depoimentos e documentos produzidos unilateralmente por colaboradores premiados, sem provas independentes que indiquem o recebimento de propina.
De acordo com o decano do Tribunal, é produzindo provas contra terceiros que o delator obtém a remissão de suas penas. Por isso, esses elementos têm valor probatório fragilizado. O ministro concluiu ainda que, diante da ausência de provas do crime antecedente de corrupção, as acusações de lavagem de dinheiro não se sustentam.
Série de rebeliões que ocorrem desde a semana passada nos presídios do Rio Grande do Norte levou o governo do Estado a decretar situação de calamidade do sistema prisional. A medida será publicada no Diário Oficial desta terça. Os tumultos atingiram seis unidades prisionais do estado e levaram à exoneração do secretário Estadual de Justiça […]
Série de rebeliões que ocorrem desde a semana passada nos presídios do Rio Grande do Norte levou o governo do Estado a decretar situação de calamidade do sistema prisional. A medida será publicada no Diário Oficial desta terça. Os tumultos atingiram seis unidades prisionais do estado e levaram à exoneração do secretário Estadual de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte Zaidem Heronildes da Silva Filho.
Na noite desta segunda-feira, quatro ônibus foram incendiados e as empresas dos coletivos recolheram os veículos, temendo mais ataques. A Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) apura se os ataques têm relação com as rebeliões.
Na quarta (11), quinta (12) e sexta-feira (13) da semana passada, os detentos se rebelaram na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, a 40 quilômetros de Natal; no Presídio Provisório Professor Raimundo Nonato, na Zona Norte da capital potiguar; no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Zona Norte, também na capital; e na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), na região metropolitana. Detentos destruíram celas e estruturas de pavilhões dos presídios.
O governo solicitou auxílio da Força Nacional e do Departamento Penitencário Nacional. Medidas de emergência serão adotadas como forma de restabelecer a normalidade do sistema prisional. Uma força-tarefa foi criada para adotar e executar medidas urgentes, como construção, restauração das unidades parcialmente destruídas, reformas, adequações e ampliações com objetivo de criação de novas vagas.
À força-tarefa caberá também a contratação emergencial de projetos construtivos, nomeação de agentes penitenciários aprovados no último concurso público para atendimento dos serviços de vigilância e estabelecimento de relações administrativas com órgãos federais para concessão de financiamentos. Para fiscalizar o trabalho, será designada uma comissão especial de licitação, instituída na Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania.
Em nota enviada às 23h, o governo do Estado afirma que está tomando todas as medidas para conter as rebeliões e que os “episódios visam desestabilizar a ordem e paz social”. De acordo com a nota, a partir desta terça-feira, o Estado contará com o incremento de 200 homens da Força Nacional de Segurança Pública e dois helicópteros para reforçar o policiamento não somente nas áreas prisionais, mas em toda capital.
Nos motins, os detentos atearam fogo em colchões e quebraram grades de celas. Segundo o Relatório de Situação e Diagnóstico, foram destruídas mil vagas no sistema prisional, divididas entre o Alcaçuz (450), o Presídio Estadual de Parnamirim (250) e a Cadeia Pública de Natal (300).
O decreto da situação de calamidade foi resultado de uma reunião que ocorreu na manhã desta segunda-feira (16) entre o Governador Robinson Faria, a secretária chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, a secretária de Segurança Pública, Kalina Leite, representantes da Polícia Militar, Consultoria do Estado, Polícia Federal, o juiz de Execução Penal, Henrique Baltazar, e da coordenação da Administração Penitenciária.
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