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GRE lamenta morte de professora em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A GRE, Gerência Regional de Educação do Alto Pajeú lamentou em nota o falecimento da professora Izabel Pereira Nogueira, 49 anos, conhecida por Tia Bel.

A Educadora foi gestora da Escola Santa Izabel e foi vítima de um infarto agudo e  parada cardiorrespiratória. Já chegou sem vida ao Hospam.

Era atualmente professora da EEREFEM Antônio Timóteo.

“Por mais de três décadas, a professora Isabel Pereira Nogueira prestou relevantes serviços na formação de toda uma geração de serra-talhadenses.  A GRE do Sertão do Pajeú se solidariza com suas filhas, demais familiares e amigos que fez servindo à educação”, diz em nota assinada pela Gerente Regional Socorro Amaral.

O sepultamento da professora acontece hoje na Capital do Xaxado.  A notícia da sua morte deixou a comunidade perplexa e enlutada.

Outras Notícias

Jogo mais importante de nossas vidas será jogado em outubro. Esse a gente não pode perder

No comentário das 12h desta segunda-feira (06/07), repercuto a eliminação da Seleção Brasileira, de Carlo Ancelotti, da Copa do Mundo 2026. De acordo com o jornalista, a grande verdade é que o futebol deveria ser a última das nossas preocupações. Quando o Brasil sai do campeonato, o clima e o apelo comercial declinam, abrindo espaço […]

No comentário das 12h desta segunda-feira (06/07), repercuto a eliminação da Seleção Brasileira, de Carlo Ancelotti, da Copa do Mundo 2026.

De acordo com o jornalista, a grande verdade é que o futebol deveria ser a última das nossas preocupações.

Quando o Brasil sai do campeonato, o clima e o apelo comercial declinam, abrindo espaço para debater o que de fato importa.

Nossas cidades enfrentam problemas crônicos que exigem atenção imediata: o déficit severo no saneamento básico, a volta dos lixões e bolsões de descarte em Pernambuco, além de gargalos na educação e na saúde de média e alta complexidade, onde a população clama por um atendimento digno em vez de depender apenas de ambulancioterapia.

Parte crucial das soluções para as desigualdades e a violência está apontada na eleição que se avizinha. Embora a discussão nacional costume se polarizar entre Lula ou Flávio, e a estadual entre Raquel ou João, o jogo vai muito além dessas figuras. É preciso encarar a força do parlamento e avaliar quem colocaremos no Senado Federal e nas Câmaras dos Deputados, pois o poder do legislativo é imenso tanto para fazer andar quanto para travar as demandas do país.

Não dá pra contar com quem joga contra, como o Centrão,  Alcolumbre,  Hugo Motta e tantos outros.

Acompanhe o comentário completo no post e fique por dentro de tudo sobre a política local, regional e nacional em nilljunior.com.br.

Pesquisa IPMN/JC mostra Armando com 37% e Paulo com 10%

Com um mês de campanha nas ruas, o candidato ao Governo do Estado pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro (PTB), apresenta 37% das intenções de voto, segundo a consulta produzida pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), encomendada pelo Portal Leia Já e publicada em parceria pelo Jornal do Commercio. Na pesquisa […]

Armando-Monteiro-e-Paulo-Camara-fmCom um mês de campanha nas ruas, o candidato ao Governo do Estado pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro (PTB), apresenta 37% das intenções de voto, segundo a consulta produzida pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), encomendada pelo Portal Leia Já e publicada em parceria pelo Jornal do Commercio. Na pesquisa estimulada, com apresentação dos candidatos ao entrevistado, o petebista está 27 pontos percentuais à frente do adversário, o candidato pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), que teria 10% das intenções se as eleições acontecessem neste momento.

Apesar da liderança do petebista neste momento, o quadro sugere indefinição, uma vez que a soma dos brancos/nulos/indecisos com os que não sabem/não responderam chega a quase metade do universo de eleitores: 48%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O cenário indica uma eleição bastante acirrada, de acordo com um dos coordenadores da pesquisa, o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Adriano Oliveira. “Nós não podemos dizer que a eleição está definida. Por que o senador (licenciado, Armando Monteiro) ainda não ultrapassou a marca dos 40%? Simples. Porque 50% dos eleitores ainda estão à procura do voto. Se eles migrarem para Paulo, tende a ser acirrada”, analisa.

Oliveira lembra que esta primeira pesquisa após o registro oficial das candidaturas na Justiça Eleitoral serve como ponto de partida para balizar o crescimento dos postulantes. “O instituto optou por um cenário eleitoral definido, após a Copa do Mundo, que se dizia que, a depender do resultado, iria influenciar”, frisa.

camarmAinda sobre os dois candidatos que estão na dianteira da pesquisa, a consulta espontânea sobre a eleição para o Governo do Estado revela Armando Monteiro com 22% das intenções de voto e Paulo Câmara, que ainda é um grande desconhecido dos eleitores, com 6%. Nesta mesma amostra, o nome do ex-governador Eduardo Campos, padrinho político de Paulo, que está na corrida presidencial, chega a pontuar, com 6%. “É baixo e representa mais um desejo do que uma confusão. Mostra que a maioria já sabe que ele não pode ser mais candidato ao governador”, ressalta Oliveira.

 “Não dá para dizer que existe favoritismo na eleição nesse momento. Não é verdade. É um quadro indefinido e há uma fragilidade na candidatura do senador Armando Monteiro pelo fato de ele não ter avançado, mesmo sendo bem mais conhecido, sobre o universo do que ainda estão procurando um candidato”, conclui Adriano Oliveira.

Outro ponto que não pode deixar de ser considerado nesta análise do momento eleitoral é a força política do ex-governador Eduardo Campos (PSB) como cabo eleitoral. Numa das perguntas, 26% do eleitorado consultado diz que está “entusiasmado” para votar em um candidato apoiado pelo ex-governador socialista.

Os outros quatro candidatos obtiveram um percentual inexpressivo nesta primeira consulta. Apenas Zé Gomes (PSOL) e Jair Pedro (PSTU) pontuaram, cada um, 1%. Os demais, Miguel Anacleto (PCB), Pantaleão (PCO) não conseguiram pontuar.

Joel Gomes comemora estágio da Barragem da Ingazeira

O Vereador Joel Gomes comemora em nota ao blog o estágio da obra da Barragem de Ingazeira, praticamente na reta final. “É um sonho tornando-se realidade. Não me cansei da luta em defesa do povo”, disse. Acrescenta Joel: “no entanto, fui criticado e tachado de sonhador mentiroso, por políticos inescrupulosos e incrédulos que só iriam […]

IMG-20160426-WA0010O Vereador Joel Gomes comemora em nota ao blog o estágio da obra da Barragem de Ingazeira, praticamente na reta final.

“É um sonho tornando-se realidade. Não me cansei da luta em defesa do povo”, disse.

Acrescenta Joel: “no entanto, fui criticado e tachado de sonhador mentiroso, por políticos inescrupulosos e incrédulos que só iriam em busca da obra se eles mesmos a construíssem, evidentemente, para fraudar o erário público”.

Joel termina perguntando no bom estilo se a carapuça couber na cabeça: “E agora o que dizem os falsos políticos travestidos de honestos?”

A Jovem advocacia militante

Por Danilo Anjos* A valorização da classe – jovem advocacia militante – em constante crescente se faz necessária, a partir do momento que essa classe se sente no abandono, no esquecimento e no desrespeito às suas prerrogativas. Ser um jovem advogado, seja pela idade, seja pela experiência profissional, tem sido um grande desafio nos dias […]

Por Danilo Anjos*

A valorização da classe – jovem advocacia militante – em constante crescente se faz necessária, a partir do momento que essa classe se sente no abandono, no esquecimento e no desrespeito às suas prerrogativas.

Ser um jovem advogado, seja pela idade, seja pela experiência profissional, tem sido um grande desafio nos dias atuais. A nobre profissão de lutar pelos direitos de terceiros não pode ser tolhida pela falta de mecanismos que valorizem a atividade jurídica. O nosso papel, como jovens advogados militantes, é buscar valorização e trazer de volta os que estão efetiva e diuturnamente nos corredores dos fóruns das comarcas, vencendo as dificuldades para exercer a sua militância.

O papel que devemos exercer é o de construir uma nova forma de conquistar esse reconhecimento, mediante um diálogo ativo e persistente, captando da experiência e da prática de veteranos, o conhecimento e a aptidão imprescindíveis ao jovem advogado para que ele obtenha as prerrogativas que lhe são de direito.

A jovem advocacia deve ser acolhida, reconhecida, deve ser escutada, deve ser procurada. Isto vem acontecendo – a partir do surgimento do movimento A Ordem É Para Todos. Um movimento plural, democrático, horizontal que vem percorrendo um caminho de diálogo, formalizando e, principalmente, acatando sugestões da classe, cuja luta no interior, sofre grandes dificuldades para exercer o seu nobre ministério.

Inovações, novos ares, nova visão de gestão tornam-se fundamentais para o desenvolvimento de um processo de valorização de qualquer entidade. Em nada difere em relação à OAB-PE. Para que se inove e se aperfeiçoe, há a necessidade de nova Ordem, em que um novo conceito venha trazer novas formas de valorizar a jovem advocacia militante, oferecendo a essa militância, as condições para que o seu movimento seja, não somente uma reação inconsequente, mas uma proposta capaz de realizar mudanças e fazer prosperar esta classe, ora em dificuldades de operação do direito.

Jovens advogados militantes, carecemos de união e de empenho para que possamos construir um movimento forte e amplo que, através do diálogo e da ação conjunta e dessa forma, mudar e criar um novo e efetivo conceito dessa classe, cuja inclusão, somente virá trazer maior fortalecimento à advocacia pernambucana.
Juntos somos mais fortes!

*Danillo Anjos

Coordenador do movimento A Ordem É Para Todos

60 anos do Golpe de 64: Uma ferida aberta na história do Brasil

Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente. O Golpe […]

Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente.

O Golpe de 64 foi um ato de força que depôs o presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou uma ditadura militar que durou 21 anos. Durante esse período, o Brasil viveu sob um regime autoritário que suprimiu direitos básicos, censurou a imprensa, perseguiu e torturou milhares de pessoas.

As torturas infligidas aos presos políticos são um dos capítulos mais sombrios da história do regime militar. Os métodos de tortura eram cruéis e desumanos, e visavam não apenas obter informações, mas também destruir física e psicologicamente os opositores da ditadura.

Até hoje, centenas de pessoas que foram vítimas da ditadura militar permanecem desaparecidas. Seus familiares ainda lutam por justiça e pelo direito de saber o que aconteceu com seus entes queridos.

A ditadura militar deixou marcas profundas na sociedade brasileira. A concentração de renda, a desigualdade social, a violência e a fragilidade das instituições democráticas são alguns dos problemas que herdamos daquele período.

Ainda hoje, há aqueles que defendem ou amenizam o Golpe de 64. Tentam negar os crimes da ditadura e minimizar seus efeitos. Essa postura é inaceitável e perigosa. Negar a história é negar a justiça e abrir caminho para que os horrores do passado se repitam.

É fundamental que continuemos lutando pela memória e pela verdade sobre o Golpe de 64. É preciso manter viva a lembrança dos crimes da ditadura para que as futuras gerações não precisem viver sob um regime autoritário.

Ao mesmo tempo, é preciso defender a democracia e os direitos humanos. Devemos estar vigilantes contra qualquer tentativa de retrocesso autoritário e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.

O Golpe de 64 não foi um acidente da história. Foi o resultado de uma complexa trama de interesses políticos e econômicos. As elites brasileiras, com o apoio dos Estados Unidos, se uniram para derrubar um governo que defendia reformas sociais e ameaçava seus privilégios.

A ditadura militar não foi um período de paz e progresso. Foi um período de repressão, tortura e morte. Milhares de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e assassinados por defenderem seus direitos e a democracia.

Os crimes da ditadura militar não podem ser esquecidos ou perdoados. É preciso que os responsáveis por esses crimes sejam punidos e que as vítimas sejam reparadas.

A memória do Golpe de 64 deve ser preservada para que as futuras gerações saibam o que significa viver sob um regime autoritário e para que nunca mais se repita um período tão sombrio na história do Brasil.

Lutar pela democracia e pelos direitos humanos é o melhor caminho para construir um futuro melhor para o Brasil.