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Governo Temer é aprovado por 5% e reprovado por 72%, diz Ibope

Por Nill Júnior

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (MDB): o avaliam como ótimo e bom 5%. Para 21% o governo é regular, contra 72% que o acham ruim ou péssimo.  Não sabe ou não responderam 2%.

Na última pesquisa do Ibope sobre avaliação do governo, feita em dezembro, 74% o consideravam “ruim/péssimo”; 19%, “regular”; e 6% avaliavam como “bom/ótimo”.

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 22 e 25 de março e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

A pesquisa foi feita antes da deflagração pela Polícia Federal da Operação Skala, que prendeu amigos do presidente.

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, levada em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Outras Notícias

Banco do Brasil de Belmonte ainda não normalizou o atendimento

Por Anchieta Santos Assaltada na madrugada do dia 29 de novembro de 2014 a Agência do Banco do Brasil de São José do Belmonte, com pouco mais de dois meses depois ainda não normalizou o atendimento ao público. Apenas os caixas eletrônicos estão funcionando. Na maioria das vezes os clientes estão se deslocando até Serra […]

44 01Por Anchieta Santos

Assaltada na madrugada do dia 29 de novembro de 2014 a Agência do Banco do Brasil de São José do Belmonte, com pouco mais de dois meses depois ainda não normalizou o atendimento ao público.

Apenas os caixas eletrônicos estão funcionando. Na maioria das vezes os clientes estão se deslocando até Serra Talhada para buscar atendimento.

O comércio da Terra da Pedra do Reino está prejudicado e reclama brevidade nas providências para normalizar o atendimento.

A agência foi assaltada na madrugada do sábado,  29 de novembro. O alarme da agência disparou e quando os policiais militares chegaram ao local constataram o crime. Os criminosos entraram por uma janela e arrombaram o cofre. Até hoje não há pistas deles.

Primeiro cemitério vertical do Pajeú autorizado em São José do Egito

Os empresários Michel e Charles Cordeiro receberam da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SAMA) de São José do Egito, a última licença que faltava para dar inicio ao funcionamento do primeiro cemitério vertical do Pajeú. O documento foi liberado na última semana, e já permite a realização de sepultamentos no Memorial Ebenézer. O empreendimento além […]

Os empresários Michel e Charles Cordeiro receberam da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SAMA) de São José do Egito, a última licença que faltava para dar inicio ao funcionamento do primeiro cemitério vertical do Pajeú.

O documento foi liberado na última semana, e já permite a realização de sepultamentos no Memorial Ebenézer.

O empreendimento além de contribuir com o meio ambiente, por ser um cemitério ecologicamente correto, também terá uma grande estrutura, quando estiver 100% concluído.

Construído em uma área de 6 mil metros quadrados, o Memorial terá sala para preparação e conservação dos corpos, sala de velório, estacionamento, capela e área de sepultamento, sendo que a estrutura para sepultamento já está pronta.

Qualquer família que queira sepultar seu ente querido no Memorial Ebenézer, de qualquer cidade da região, pode entrar em contato com PASC pelos números (87) 9.9678-3620 e 3844-1967.

Elielson comemora 10 anos de seu blog

Ao lado do amigo Júnior Finfa, vim dar meu abraço no amigo Elielson Lima pelos 10 anos do seu blog. Fico feliz em ver histórias de superação baseadas no talento. Elielson é plenamente merecedor de todo o seu sucesso! O evento foi bastante prestigiado e contou com nomes a exemplo da governadora Raquel Lyra,  o […]

Ao lado do amigo Júnior Finfa, vim dar meu abraço no amigo Elielson Lima pelos 10 anos do seu blog.

Fico feliz em ver histórias de superação baseadas no talento. Elielson é plenamente merecedor de todo o seu sucesso!

O evento foi bastante prestigiado e contou com nomes a exemplo da governadora Raquel Lyra,  o prefeito do Recife,  João Campos,  o presidente da SUDENE,  Danilo Cabral,  mais deputados federais,  estaduais, prefeitos,  e mais personalidades da política pernambucana e comunicação.

O evento ainda teve palestra sobre o cenário econômico do país com o jornalista e economista da Globo e CBN Recife,  Carlos Alberto Sardenberg.

Como disse Sandemberg, jornalismo de verdade é um dom, baseado no talento associada à formação e muito trabalho.

Elielson disse que venceu as marés, turbulências contra as correnteza. Nem por isso tem águas calmas agora. Segue sua vocação de vencer os desafios. A ele, vida longa, sem perder a fé!

Ao final,  ainda fomos brindados com o talento de Maciel Melo e banda.

Veja fotos:

Confira os deputados federais eleitos por Pernambuco que tomarão posse no dia 1º de fevereiro

Bancada conta com apenas três mulheres. Todas irão assumir mandato pela primeira vez na Câmara dos Deputados Por André Luis Na próxima quarta-feira, 1º de fevereiro, os vinte e cinco deputados federais eleitos por Pernambuco tomam posse para a legislatura 2023/2027. O Estado reelegeu treze deputados e renovou doze cadeiras. Apesar da renovação – quase […]

Bancada conta com apenas três mulheres. Todas irão assumir mandato pela primeira vez na Câmara dos Deputados

Por André Luis

Na próxima quarta-feira, 1º de fevereiro, os vinte e cinco deputados federais eleitos por Pernambuco tomam posse para a legislatura 2023/2027. O Estado reelegeu treze deputados e renovou doze cadeiras.

Apesar da renovação – quase metade das cadeiras destinadas ao Estado – Pernambuco segue tendo uma bancada conservadora, com quinze deputados ligados a partidos de direita – alguns com fortes tendências bolsonaristas e dez de centro e esquerda.

A representatividade feminina na bancada de Pernambuco continua baixa. São apenas três mulheres eleitas. Todas foram eleitas pela primeira vez para ocupar uma vaga na Câmara dos Deputados. Clarissa Tércio (PP), Maria Arraes (SD) e Iza Arruda (MDB). 

Os treze deputados reeleitos são: André Ferreira (PL); Silvio Costa Filho (Republicanos); Fernando Filho (União Brasil); Túlio Gadelha (Rede); Carlos Veras (PT); Eduardo da Fonte (PP); Fernando Monteiro (PP); Augusto Coutinho (Republicanos); Pastor Eurico (PL); Felipe Carreras (PSB); Luciano Bivar (União Brasil); Fernando Rodolfo (PL); Renildo Calheiros (PCdoB).

Já os doze novatos são: Clarissa Tércio (PP); Pedro Campos (PSB); Maria Arraes (Solidariedade); Waldemar Oliveira (Avante); Clodoaldo Magalhães (PV);  Iza Arruda (MDB); Eriberto Medeiros (PSB); Lula da Fonte (PP); Lucas Ramos (PSB); Guilherme Uchoa Junior (PSB); Coronel Meira (PL); Mendonça Filho (União Brasil).

Por partido

Com cinco eleitos, o PSB é o partido com mais parlamentares na bancada de Pernambuco. Empatados com quatro parlamentares cada, estão o PL e o PP. O União Brasil elegeu três, o Republicanos, dois. 

Outros sete partidos elegeram um parlamentar cada, são eles: Avante, Rede, PT, PV, Solidariedade, MDB e PCdoB.

Votação na Câmara hoje decide futuro de Dilma

Pouco mais de quatro meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o processo passará pela votação dos 513 deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo (17) na Câmara dos Deputados. O UOL transmitirá a votação ao […]

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Uol

Pouco mais de quatro meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o processo passará pela votação dos 513 deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo (17) na Câmara dos Deputados. O UOL transmitirá a votação ao vivo.

O governo tenta, na reta final, conseguir os 172 votos para barrar o impedimento, enquanto a oposição joga suas fichas para chegar a 342 votos entre os 513 deputados.

Se houver 342 votos favoráveis (dois terços do total de deputados), a Câmara autoriza o Senado a abrir um processo de julgamento da presidente pelos supostos crimes de responsabilidade, tipo de infração política que pode levar ao impeachment.

Após uma eventual aprovação do impeachment na Câmara, a presidente só será afastada do cargo se o Senado também decidir pela continuação do processo. É preciso o voto de 41 dos 81 senadores (maioria simples). Seria, então, formada uma comissão de senadores para analisar o caso, num processo que poderá levar até 180 dias.

Na véspera da votação, os dois lados travaram uma guerra de placares, com situação e oposição divulgando já ter os números necessários para barrar e fazer passar o impeachment. Manifestantes também foram às ruas em todo o país para protestar contra e a favor do governo.

Além da oposição, Dilma enfrenta ainda o acirramento da tensão com Michel Temer (PMDB), seu vice-presidente.

Em pronunciamento publicado nas redes sociais, Dilma acusou os “golpistas” de quererem acabar com programas sociais como o Bolsa Família. Temer negou echamou as acusações de “mentira rasteira”.

Durante a semana anterior à votação, o Planalto também enfrentou a debandada de partidos que eram da base aliada, como o PP e o PRB, que fecharam questão pró-impeachment. Vários ministros de partidos da base chegaram a pedir demissão, como Gilberto Kassab (PSD).

O governo tentou oferecer cargos do governo em pastas que, no total, possuem orçamento de R$ 38 bilhões, mas só saberá se a estratégia deu resultado ao final deste domingo. A atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que montou um “quartel-general” num hotel em Brasília, também foi intensa. Até o último dia antes da votação, Lula fez corpo a corpo com deputados, governadores e com militantes em defesa de Dilma.

Dilma é acusada de ter cometido crimes de responsabilidade ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais” (manobras irregulares usadas para melhorar artificialmente as contas públicas) e de ter editado decretos presidenciais autorizando a abertura de créditos suplementares, infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo nega ter cometido irregularidades fiscais, alega que não há prova de nenhum crime da presidente e diz que o processo de impeachment é parte de um “golpe” tramado por seus opositores.