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Governo federal volta atrás e carros terão ABS e airbags em 2014

Por Nill Júnior

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DPnet

Os air bags e os freios ABS serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano, disse há pouco o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de reunião com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), metalúrgicos e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.

O encontro demorou cerca de duas horas e levou em conta o impacto dos novos itens de segurança sobre o desemprego.  Na semana passada, o governo tinha indicado que poderia adiar a exigência.

De acordo com o ministro, o governo estudará a criação de uma exceção para os veículos do tipo Kombi, que não tem similar no mercado e será extinta com a introdução dos novos itens. “Não houve resistência das montadoras em criar um waiver [perdão] para as Kombis porque o produto não tem concorrência. [A Kombi] não é caminhonete, não é automóvel. Não é veículo. É um produto diferente, sem similar”, explicou.

Segundo Mantega, a Fiat pediu que os veículos do modelo Mille também fossem isentos da exigência, mas não houve concordância das outras empresas porque o modelo tem similares produzidos por outras montadoras no país. Com a introdução dos air bags e do freio ABS, o veículo terá a fabricação extinta no próximo ano.

O ministro ressaltou que a obrigatoriedade dos itens de segurança preocupou o governo não tanto por causa do impacto nos preços dos veículos, que aumentarão de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, mas por causa do impacto no emprego. De acordo com os sindicalistas presentes na reunião, os itens de segurança poderão provocar de 10 mil a 15 mil demissões por causa da extinção das linhas de produção de determinados modelos e o impacto sobre o setor de autopeças.

De acordo com o ministro da Fazenda, o governo pediu um compromisso das montadoras para mudarem os empregados de setor e evitar o máximo possível as demissões. Um grupo de estudo entre representantes das montadoras e do governo analisará a possibilidade de os postos de trabalho serem preservados.

Outras Notícias

Quaest: 52% são contra redução de penas a envolvidos no 8 de Janeiro

Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (17) mostra que 52% dos entrevistados são contra a redução das penas aos envolvidos no 8 de janeiro. No dia 30 de abril, deputados e senadores derrubaram o veto do presidente Lula (PT) ao projeto de Lei da Dosimetria. p residente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou […]

Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (17) mostra que 52% dos entrevistados são contra a redução das penas aos envolvidos no 8 de janeiro.

No dia 30 de abril, deputados e senadores derrubaram o veto do presidente Lula (PT) ao projeto de Lei da Dosimetria. p residente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou a lei uma semana depois, em 8 de maio. A decisão beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados por golpe de Estado no 8 de janeiro.

A Quaest perguntou: Você é a favor ou contra as reduções das penas dos envolvidos no 8 de janeiro?

Disseram ser contra 52%, contra 39% a favor. Não sabe/não respondeu: 9%.

A rejeição é maior entre os eleitores que se dizem de esquerda não lulista e menor entre os que se dizem bolsonaristas. Entre eleitores independentes, 58% são contra a redução proposta; 31%, a favor; e 11%, não sabem ou não responderam.

Em nota, Luciano Duque se solidariza com Pedro Alves

O deputado estadual Luciano Duque manifestou em nota solidariedade ao prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, diante das recentes declarações direcionadas à sua condução política e administrativa. Duque reafirma que a política deve ser exercida com respeito, equilíbrio e responsabilidade, especialmente quando estão em jogo ações importantes para a população. “Tenho respeito pelo prefeito Dr. […]

O deputado estadual Luciano Duque manifestou em nota solidariedade ao prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, diante das recentes declarações direcionadas à sua condução política e administrativa.

Duque reafirma que a política deve ser exercida com respeito, equilíbrio e responsabilidade, especialmente quando estão em jogo ações importantes para a população. “Tenho respeito pelo prefeito Dr. Pedro e pela sua trajetória pública e médica. O momento exige serenidade e compromisso com aquilo que realmente importa: o bem-estar do povo de Iguaracy”, afirmou.

O parlamentar também destacou que seguirá trabalhando pelo município, defendendo que as divergências políticas não devem ultrapassar os limites do respeito institucional.

O prefeito foi atacado pelo Deputado Kaio Maniçoba.

Implosão da Frente Popular em Iguaracy tem três culpados

A análise é da Da Coluna do Domingão: em 2024, a construção da candidatura de Pedro Alves teve as digitais do ex-prefeito Zeinha, que também sabia ser mais fácil voltar ao poder considerando a idade a que o médico chegará, 83 anos em outubro de 2028. Também a passividade do atual vice, que preferiu aceitar […]

A análise é da Da Coluna do Domingão: em 2024, a construção da candidatura de Pedro Alves teve as digitais do ex-prefeito Zeinha, que também sabia ser mais fácil voltar ao poder considerando a idade a que o médico chegará, 83 anos em outubro de 2028.

Também a passividade do atual vice, que preferiu aceitar a se impor. Passividade e política não combinam.

O estilo e histórico de Pedro, que geriu a cidade nos anos 90, era muito conhecido.

Zeinha, Marquinhos e os que apoiaram o projeto não o fizeram enganados. Assim, a implosão da Frente Popular é responsabilidade dos três, cada um com sua parcela de culpa.

Ataque a Pedro Alves: Kaio Maniçoba foi desrespeitoso e desproporcional

Com informações da Coluna do Domingão O tom de Kaio Maniçoba contra o prefeito Pedro Alves, o acusando de barrar a ida da Carreta da Mulher para Iguaracy,  tenha razão ou não, foi grosso, indelicado, desrespeitoso e desproporcional. Kaio chamou Dr Pedro de “medíocre”, “sem palavra” e “sem caráter” ao acusá-lo de barrar a ação. […]

Com informações da Coluna do Domingão

O tom de Kaio Maniçoba contra o prefeito Pedro Alves, o acusando de barrar a ida da Carreta da Mulher para Iguaracy,  tenha razão ou não, foi grosso, indelicado, desrespeitoso e desproporcional.

Kaio chamou Dr Pedro de “medíocre”, “sem palavra” e “sem caráter” ao acusá-lo de barrar a ação. A gestão diz que o município não estava pronto para receber o programa agora.

Na verdade, a questão tem relação com a turbulento relação entre Pedro, que apoia Luciano Duque, e o ex-aliado Zeinha, que está com Kaio. O prefeito não gostou de saber pela imprensa da vinda de uma parceria com uma gestão da qual é aliado e cujo gestor é ele. E sinalizou trazer a ação, mas com sua condução, dando a entender não aceitar uma “gestão paralela”.

De toda forma, Pedro Alves tem 80 anos. Nem a indignação por ter sido trocado por Luciano Duque no embate Pedro x Zeinha, nem qualquer outro episódio justifica o tom grosseiro adotado na fala. Ficou feio.

Relação com Vorcaro é só mais um capítulo da ficha corrida de Flávio Bolsonaro

A política brasileira vive mais um capítulo histórico com a revelação dos diálogos divulgados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. No comentário para as Rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú,  analiso mais essa polêmica envolvendo o senador, desta vez relacionada ao ex-poderoso do Banco Master, e que nos fazem relembrar episódios que seguem alimentando […]

A política brasileira vive mais um capítulo histórico com a revelação dos diálogos divulgados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.

No comentário para as Rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú,  analiso mais essa polêmica envolvendo o senador, desta vez relacionada ao ex-poderoso do Banco Master, e que nos fazem relembrar episódios que seguem alimentando debates sobre sua trajetória política e pública.

“Flávio Bolsonaro não tem currículo, não tem trajetória, não tem histórico; tem ficha corrida.”