Governador da Paraíba João Azevêdo é internado e passará por cirurgia de vesícula
Por André Luis
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), foi internado na manhã deste domingo (24) no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, após apresentar mal-estar e fortes dores abdominais.
Segundo a equipe médica, exames realizados confirmaram um quadro de crise de vesícula. O procedimento cirúrgico para retirada do órgão está programado para a noite deste domingo.
O governador está sendo acompanhado pelo médico Fúlvio Petrucci, que classificou a cirurgia como simples e de baixo risco. “O quadro é estável, e a cirurgia será realizada para evitar complicações futuras”, afirmou Petrucci.
João Azevêdo encontra-se consciente e deve permanecer afastado das atividades oficiais ao longo da semana para se recuperar adequadamente.
Evaldo Costa assume Secretaria Executiva de Comunicação O governador Paulo Câmara anunciou nesta terça-feira (13.02) novas mudanças na equipe: o jornalista Evaristo Filho deixa a Secretaria Executiva de Comunicação Governamental do Governo do Estado para assumir o cargo de diretor-presidente da TV Pernambuco. Evaristo irá comandar o processo de digitalização da emissora estatal. Para isso, […]
Evaldo Costa assume Secretaria Executiva de Comunicação
O governador Paulo Câmara anunciou nesta terça-feira (13.02) novas mudanças na equipe: o jornalista Evaristo Filho deixa a Secretaria Executiva de Comunicação Governamental do Governo do Estado para assumir o cargo de diretor-presidente da TV Pernambuco.
Evaristo irá comandar o processo de digitalização da emissora estatal. Para isso, o Estado investirá cerca de R$ 5 milhões. Evaristo será substituído pelo também jornalista Evaldo Costa, que deixará a diretoria do Arquivo Público. Ainda não foi definido o seu substituto.
Evaristo Filho é natural do Recife, onde nasceu em 15 de abril de 1974. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco em 1997.
Com mais de 20 anos de carreira, a maior parte da sua trajetória foi dedicada ao meio televisivo, com passagens pela TV Tribuna, TV Guararapes (hoje TV Clube) e Rede Globo Nordeste, nesta foi onde passou mais tempo: 13 anos, atuando como repórter e apresentador. Desde janeiro de 2015, Evaristo atuava como secretário-executivo de Comunicação Governamental do Governo de Pernambuco.
Evaldo Costa nasceu no distrito de Parari, no município de São João do Cariri, na Paraíba, em 20 de fevereiro de 1956. Cursou Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), entre 1977 e 1981. Iniciou-se na carreira no Jornal do Commercio, onde assumiu as funções de repórter e subeditor de Esportes, chefe de reportagem e editor executivo.
Passou, ainda, pelas sucursais do jornal O Estado de São Paulo e Jornal do Brasil, além de subeditor de Cidades e editor de Brasil do Correio Brasiliense e editor de Esportes do Diario de Pernambuco. Evaldo foi presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e secretário de Imprensa do terceiro mandato do governador Miguel Arraes (1995-1998) e secretário de Imprensa do governador Eduardo Campos (2007-2014).
Como escritor e pesquisador, lançou os livros “Cartas de Agosto (O Adeus a Miguel Arraes)”, ”Palavra de Jornalista – Memória Viva da Imprensa de Pernambuco” e o livro/DVD “Palavra Acesa – Memórias da Luta Camponesa”, em parceria com Gilson Oliveira, e uma coletânea de discursos do ex-governador Eduardo Campos. Evaldo ocupava a direção do Arquivo Público desde agosto de 2015.
Blog conversou com idealizador Paulo Bezerra de Melo O empresário Paulo Bezerra de Melo se orgulha da história e da ampla oferta de serviços do Plano Assistencial Familiar BM. O projeto nasceu na década de 70, a partir de uma ideia que surgiu da dificuldade de algumas pessoas mais simples. Na hora mais difícil, da […]
Blog conversou com idealizador Paulo Bezerra de Melo
O empresário Paulo Bezerra de Melo se orgulha da história e da ampla oferta de serviços do Plano Assistencial Familiar BM.
O projeto nasceu na década de 70, a partir de uma ideia que surgiu da dificuldade de algumas pessoas mais simples. Na hora mais difícil, da perda de um ente querido, não tinham como pagar um caixão para velório e sepultamento. Sensibilizado, Paulo permitia que se pagasse como possível e até dispensava alguns pelo critério da sensibilidade social.
Foi aí que teve a ideia de criar um plano de pagamentos mensais, com valores acessíveis, que atendesse todas as classes sociais e permitisse inclusão de familiares na cobertura. Nascia o Plano BM.
Presente em várias cidades a partir do Sertão, o Plano BM oferece uma rede de parceiros na área do comércio, serviços e rede médica hospitalar.
Em Afogados da Ingazeira, visitei novamente a Casa de Velórios, uma demanda da cidade, construída em um padrão moderno e acolhedor. O espaço está com ampliação e ganhará em breve uma capela, praça de contemplação com fonte e ainda mais conforto, na via de acesso ao Hospital Regional Emília Câmara.
Paulo demonstra realização com um modelo de suporte assistencial que atende a todas as classes e está presente em toda a nossa região.
Durante evento para a assinatura da ordem de serviço da Reforma da Escola Barão do Pajeú, em Bernardo Vieira distrito de Serra Talhada, a presença do ex-prefeito Carlos Evandro, uma das lideranças, até então, do grupo de oposição liderado por Sebastião Oliveira, chamou a atenção. Carlos foi chamado para a frente de honra e discursou […]
Durante evento para a assinatura da ordem de serviço da Reforma da Escola Barão do Pajeú, em Bernardo Vieira distrito de Serra Talhada, a presença do ex-prefeito Carlos Evandro, uma das lideranças, até então, do grupo de oposição liderado por Sebastião Oliveira, chamou a atenção.
Carlos foi chamado para a frente de honra e discursou antes da prefeita Márcia Conrado.
Ele destacou seu trabalho realizado no distrito na sua passagem como prefeito, resgatou lembranças dos amigos que fez no distrito e parabenizou Márcia Conrado pelo seu trabalho.
“Eu tive a alegria de vir aqui visitar meu tio Custódio, também para a casa de Geni, meu primo e de Izivaldo, e estou tendo outra alegria aqui, Márcia, de estarmos hoje de mãos dadas pelo bem de Serra Talhada”, disse Evandro
“Estou vendo e não sou cego nem doído, o trabalho que você vem desempenhando no município, não é fácil, nem Jesus Cristo agradou a todo mundo, mas você está transformando Serra Talhada”, completou Evandro. As informações são do Vilabela Online.
O conteúdo da delação do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró deixou em alerta o Palácio do Planalto, que teme a influência das denúncias no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em curso na Câmara dos Deputados desde o final de dezembro de 2015. Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobrás, declarou à Procuradoria-Geral da […]
Cerveró declarou ter ouvido do senador Fernando Collor (PTB-AL) menção à presidente Dilma Rousseff
O conteúdo da delação do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró deixou em alerta o Palácio do Planalto, que teme a influência das denúncias no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em curso na Câmara dos Deputados desde o final de dezembro de 2015.
Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobrás, declarou à Procuradoria-Geral da República ter ouvido do senador Fernando Collor (PTB-AL) menção à presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, em setembro de 2013, Collor afirmou que suas negociações para indicar cargos de chefia na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás haviam sido conduzidas diretamente por Dilma.
Em depoimento prestado no dia 7 de dezembro de 2015, Cerveró relatou os bastidores das indicações para cargos estratégicos na Petrobrás, principalmente na BR Distribuidora, apontada pelos investigadores como “cota” pessoal do ex-presidente Collor (1990-1992).
Cerveró citou duas vezes a presidente. “Fernando Collor de Mello disse que havia falado com a presidente da República, Dilma Rousseff, a qual teria dito que estavam à disposição de Fernando Collor de Mello a presidência e todas as diretorias da BR Distribuidora. Collor de Mello disse que não tinha interesse em mexer na presidência, e nas diretorias da BR Distribuidora de indicação do PT”, declarou o ex-diretor, condenado na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro.
Cerveró disse ter ouvido o relato de Collor sobre suposto encontro com Dilma durante uma reunião em Brasília, que teria ocorrido, segundo o delator, em setembro de 2013. Na ocasião, Cerveró estava empenhado em se manter no cargo de diretor Financeiro e Serviços da BR Distribuidora – subsidiária da Petrobrás -, que assumiu após deixar a área Internacional da estatal petrolífera. Ele disse que Pedro Paulo Leoni o chamou para uma reunião com Collor na Casa da Dinda, residência do ex-presidente.
Segundo o ex-diretor, Collor disse na reunião “que não tinha interesse em mexer na presidência e nas diretorias da BR Distribuidora”. Cerveró afirmou que tais nomes eram indicação do PT – presidente José de Lima Andrade Neto; diretor de Mercado Consumidor Andurte de Barros Duarte Filho e ele próprio, como diretor Financeiro e de Serviços.
O ex-diretor da Petrobrás afirmou que “ironicamente agradeceu” a Collor por ter sido mantido na BR e citou um ex-ministro de Collor na Presidência, o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, o PP. “Depois, (Pedro Paulo Leoni) disse ao declarante que Fernando Collor havia ficado chateado com a ironia do declarante uma vez que pareceu que o declarante estava duvidando de que Fernando Collor de Mello havia falado com Dilma Rousseff. Nessa ocasião, o declarante percebeu que Fernando Collor realmente tinha o controle de toda a BR Distribuidora.” Cerveró disse que, então, entendeu a força de Collor na BR. “Fernando Collor de Mello e Pedro Paulo Leoni Ramos mantiveram o declarante no cargo para que não atrapalhasse os negócios conduzidos por ambos na BR Distribuidora; que esses negócios eram principalmente a base de distribuição de combustíveis de Rondonópolis/MT e o armazém de produtos químicos de Macaé/RJ.”
A defesa de Collor refutou as acusações e considerou “falsas” as alegações de que ele “tenha usado de influência política para obter favores ou exercer qualquer outro tipo de pressão sobre diretores ou funcionários da BR Distribuidora a fim de satisfazer interesses próprios ou de terceiros”. O Planalto afirmou que não comentaria a menção a Dilma, assim como a assessoria de imprensa de Pedro Paulo Leoni.
Preocupação
A citação à presidente da República preocupa o PT e os assessores diretos dela. A avaliação é de que Dilma havia encerrado o ano passado com relativa tranquilidade após o Supremo Tribunal Federal ter anulado a criação da Comissão Especial criada na Câmara dos Deputados a para analisar o impeachment e dar determinado que o Senado tem a palavra final sobre o processo de afastamento.
Grupos anti-Dilma prometem manifestações de rua pelo impeachment em fevereiro ou março. Os petistas temem que as menções a Dilma e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas delações possam engrossar os protestos, que ficaram abaixo do esperado em dezembro do ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em conversa telefônica com o blog do Camarotti, o presidente Michel Temer (MDB) rebateu a informação de que está procurando o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (SP) e outros políticos tucanos para tratar de eleições. “Eu que estou sendo procurado com insistência pelos tucanos. É o Alckmin que está pedindo encontro comigo. Quando vou a São […]
Em conversa telefônica com o blog do Camarotti, o presidente Michel Temer (MDB) rebateu a informação de que está procurando o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (SP) e outros políticos tucanos para tratar de eleições.
“Eu que estou sendo procurado com insistência pelos tucanos. É o Alckmin que está pedindo encontro comigo. Quando vou a São Paulo, é um enxame de peessedebistas (tucanos) a me procurar”, disse Temer.
O presidente demonstrou contrariedade com o fato de tucanos negarem que Alckmin esteja atrás dele para tratar de eleições.
“Estou indignado. Essa gente está atrás de mim com ânsia. E fica parecendo que sou que estou atrás de Geraldo Alckmin de forma insistente, abanando o rabo”, protestou Temer.
Ao blog, Temer relatou que foi procurado pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB), pelo governador do estado Márcio França (PSB) e pelos deputados Samuel Moreira (PSDB-SP) e Arnaldo Jardim (PPS-SP). Em seguida, segundo ele, recebeu contato do ex-governador.
“Na sequência, o Alckmin me ligou. Como não pude atender, no dia seguinte liguei para ele”, disse Temer. O presidente relatou ainda que Alckmin não se encontraria com ele em São Paulo porque o ex-governador estava viajando para o Piauí e Maranhão.
Questionado se Alckmin voltou a procurá-lo, Temer respondeu: “Não me procurou”.
Informado pelo blog que o deputado Samuel Moreira foi chamado ao Planalto pelo assessor do Palácio Marcelo Barbieri, Temer demonstrou, mais uma vez, contrariedade.
“Essa gente é que está atrás de mim”, enfatizou. “Todo mundo me procura. Estou sendo procurado pelas pessoas. E depois eles vão à imprensa para dizer que eu é que estou procurando os tucanos”, completou o presidente.
Temer ainda relatou que foi procurado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e que tiveram um encontro no dia 1º de maio.
Segundo o presidente, ele alertou FHC que, se os partidos de centro tiverem de 8 a 9 candidatos nas eleições, já se sabe quem vai ganhar. “Certamente, nenhum de centro”.
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