Gonzaga Patriota se reúne com dois ministros de Bolsonaro
Por Nill Júnior
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) começou a semana se reunindo com dois novos ministros do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro: o da Saúde, deputado Luiz Henrique Mandetta e o da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
O encontro aconteceu no escritório de transição, em Brasília e, na ocasião, Patriota apresentou algumas pautas e discutiu projetos de sua autoria, como o da interligação do Rio Tocantins com o Rio São Francisco.
O primeiro encontro aconteceu com o novo ministro Luiz Henrique Mandetta, onde o socialista falou sobre a importância dos projetos e parcerias para Pernambuco. Patriota falou ainda sobre os repasses de verbas para os hospitais filantrópicos do Estado, citando os exemplos do Santa Maria, de Araripina e o Pronto Socorro São Francisco, de Salgueiro.
Já com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o deputado reforçou a importância do seu projeto que trata da interligação dos rios Tocantins e São Francisco. Gonzaga Patriota destacou que esse projeto merece uma atenção especial, pois é o único caminho para salvar o Velho Chico que vem sofrendo ao longo desses anos.
“A transposição do Tocantins é uma necessidade da região Nordeste, diante dos possíveis colapsos de falta de água nos grandes centros urbanos e da incapacidade do São Francisco de garantir a segurança hídrica da região, por isso, precisamos agilizar o nosso projeto antes que seja tarde demais”, disse Patriota.
O parlamentar pernambucano ainda explicou que não pretende tirar água do Tocantins, mas enviar para o Nordeste um pouco da água que cai no oceano. “Não é que alguém imaginou, trazer água de Tocantins, eu acho que nem tem como trazer, essa água é só na época em que o Tocantins estiver cheio, com 6 mil m³ por segundo, água caindo no oceano sem ser utilizada. Ao invés desse excesso de água ir para o oceano, venha para o Rio São Francisco”, declarou Patriota.
Garantia de água para consumo humano, produção agrícola, dessedentação animal e para a sobrevivência de pequenos cultivos que garantem a segurança alimentar de famílias inteiras. Apenas nos últimos três anos, mais de R$ 1,2 bilhão vêm sendo executados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em ações emergenciais que […]
Garantia de água para consumo humano, produção agrícola, dessedentação animal e para a sobrevivência de pequenos cultivos que garantem a segurança alimentar de famílias inteiras. Apenas nos últimos três anos, mais de R$ 1,2 bilhão vêm sendo executados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em ações emergenciais que visam aliviar, para mais de 1,7 milhão de moradores de comunidades rurais do semiárido brasileiro, os efeitos da longa estiagem – já considerada a mais severa do último século.
Somente neste ano, cerca de R$ 32 milhões estão, até o momento, em execução. Os recursos são oriundos da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional e também do Orçamento Geral da União destinados à Codevasf por emendas parlamentares.
O investimento federal vem sendo aplicado em ações como ampliação ou construção de adutoras, instalação de flutuantes ou desassoreamento de canais que permitem a chegada de recursos hídricos a lavouras familiares, em perfuração e montagem de poços artesianos sedimentares ou cristalinos, em limpeza e desassoreamento de aguadas, em implantação de cisternas, barreiros, sistemas simplificados de abastecimento, kits de irrigação.
“Para auxiliar as comunidades que convivem com a seca, é necessária a compreensão de suas vulnerabilidades, as condições de vida relacionadas à situação das famílias, a fragilidade das economias locais e as alternativas para solução dos problemas”, afirma a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino. “Esse diagnóstico possibilita o investimento de recursos, mesmo limitados, nos meios adequados de subsistência, em estratégias e planos que acabam se revelando eficazes para mitigar o problema”, acrescenta.
Em todo o país, de acordo com os dados mais recentes da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, a população de 960 municípios demanda ações urgentes pois enfrenta situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo Governo Federal. Na grande maioria, 787 municípios, o problema é a estiagem; 105 sofrem consequências geradas por chuvas fortes, e 68 enfrentam outras circunstâncias, como doenças infecciosas virais, erosão de margens fluviais, colapso em edificações.
Em todos os estados do Nordeste e de parte de Minas Gerais, o infortúnio é gerado pela seca – que deve se agravar ainda mais na região, de acordo com a Previsão Climática Sazonal do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC): a tendência é que os reservatórios do Nordeste não tenham recuperação significativa durante a estação chuvosa, uma vez que as precipitações devem ficar abaixo da média histórica.
Foi cercado de emoção e luto o adeus ao poeta e advogado criminalista Dudu Morais, que faleceu nesta terça-feira em Tabira. Parte do velório aconteceu na Rua Rosa Xavier, onde mora a mãe, Dona Nice Morais. E parte do velório aconteceu numa quadra esportiva na Cidade das Tradições. Uma data onde as famílias se confraternizariam […]
Foi cercado de emoção e luto o adeus ao poeta e advogado criminalista Dudu Morais, que faleceu nesta terça-feira em Tabira.
Parte do velório aconteceu na Rua Rosa Xavier, onde mora a mãe, Dona Nice Morais. E parte do velório aconteceu numa quadra esportiva na Cidade das Tradições.
Uma data onde as famílias se confraternizariam foi trocada pela a dor e pelo luto.
O sepultamento aconteceu no Cemitério Parque da Saudade com muitos poetas da APPTA, vaqueiros e amigos presentes.
Um dos momentos de maior emoção foi a homenagem do amigo Delmiro Barros, com quem Dudu tinha uma forte relação. Em 2017, por exemplo, Dudu atuou na defesa de Delmiro em um caso de repercussão, conseguindo que ele respondesse em liberdade. O direito e principalmente a poesia os uniram, o que explica a emoção do artista. Delmiro prepara uma homenagem a Dudu Morais na gravação do seu projeto em janeiro.
Pouco mais de quatro meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o processo passará pela votação dos 513 deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo (17) na Câmara dos Deputados. O UOL transmitirá a votação ao […]
Pouco mais de quatro meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o processo passará pela votação dos 513 deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo (17) na Câmara dos Deputados. O UOL transmitirá a votação ao vivo.
O governo tenta, na reta final, conseguir os 172 votos para barrar o impedimento, enquanto a oposição joga suas fichas para chegar a 342 votos entre os 513 deputados.
Se houver 342 votos favoráveis (dois terços do total de deputados), a Câmara autoriza o Senado a abrir um processo de julgamento da presidente pelos supostos crimes de responsabilidade, tipo de infração política que pode levar ao impeachment.
Após uma eventual aprovação do impeachment na Câmara, a presidente só será afastada do cargo se o Senado também decidir pela continuação do processo. É preciso o voto de 41 dos 81 senadores (maioria simples). Seria, então, formada uma comissão de senadores para analisar o caso, num processo que poderá levar até 180 dias.
Na véspera da votação, os dois lados travaram uma guerra de placares, com situação e oposição divulgando já ter os números necessários para barrar e fazer passar o impeachment. Manifestantes também foram às ruas em todo o país para protestar contra e a favor do governo.
Além da oposição, Dilma enfrenta ainda o acirramento da tensão com Michel Temer (PMDB), seu vice-presidente.
Em pronunciamento publicado nas redes sociais, Dilma acusou os “golpistas” de quererem acabar com programas sociais como o Bolsa Família. Temer negou echamou as acusações de “mentira rasteira”.
Durante a semana anterior à votação, o Planalto também enfrentou a debandada de partidos que eram da base aliada, como o PP e o PRB, que fecharam questão pró-impeachment. Vários ministros de partidos da base chegaram a pedir demissão, como Gilberto Kassab (PSD).
O governo tentou oferecer cargos do governo em pastas que, no total, possuem orçamento de R$ 38 bilhões, mas só saberá se a estratégia deu resultado ao final deste domingo. A atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que montou um “quartel-general” num hotel em Brasília, também foi intensa. Até o último dia antes da votação, Lula fez corpo a corpo com deputados, governadores e com militantes em defesa de Dilma.
Dilma é acusada de ter cometido crimes de responsabilidade ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais” (manobras irregulares usadas para melhorar artificialmente as contas públicas) e de ter editado decretos presidenciais autorizando a abertura de créditos suplementares, infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo nega ter cometido irregularidades fiscais, alega que não há prova de nenhum crime da presidente e diz que o processo de impeachment é parte de um “golpe” tramado por seus opositores.
Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria […]
Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney
O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria com a TM20 Branding, consultoria especializada em avaliação e gestão de marcas.
O estudo mede o valor de um dos principais ativos intangíveis das organizações, a marca que se consolida como fator determinante para o sucesso institucional. No caso do Sicoob, o resultado reflete a força coletiva de milhões de cooperados, dirigentes e colaboradores comprometidos com a promoção da justiça financeira e do desenvolvimento sustentável.
“A conquista simboliza o amadurecimento de um modelo de negócio que cresceu sem perder sua essência”, afirma Cláudio Halley, superintendente de Estratégia e Gestão do Sicoob.
A instituição se consolidou entre as principais do país, administrando mais de R$ 398 bilhões em ativos e mantendo um ritmo constante de expansão, mesmo em um ambiente de alta competitividade no setor financeiro.
Valor de marca
O crescimento do valor de marca do Sicoob reflete o fortalecimento do seu brand equity, sustentado por uma combinação equilibrada de desempenho financeiro sólido, força institucional e propósito cooperativo. A valorização é resultado de uma estratégia de longo prazo que une solidez, inovação e coerência na entrega de valor aos cooperados e à sociedade.
Esse avanço se traduz diretamente na valorização do ativo intangível da marca, impulsionado não apenas por resultados econômicos, mas também por atributos intangíveis, como confiança, reputação e reconhecimento do modelo cooperativo como uma forma sustentável de fazer finanças.
“Ser a marca cooperativa mais valiosa do Brasil é também um reconhecimento do cooperativismo como força de transformação social e econômica”, afirma Halley.
O Sicoob ampliou e diversificou seu portfólio de produtos e serviços e fortaleceu sua presença física e digital, com foco na experiência do cooperado como pilar central de diferenciação. Essa estratégia, somada às ações de endosso e visibilidade institucional, contribuiu para consolidar a percepção de uma marca sólida, moderna e próxima das pessoas.
Além da performance operacional, o fortalecimento do brand equity também é resultado de uma comunicação integrada e consistente, que posiciona o Sicoob em diferentes territórios culturais.
Relevância cultural e presença
A consolidação do valor de marca do Sicoob também está relacionada à sua presença em territórios culturais que dialogam com diferentes públicos e reforçam a identidade cooperativista. A instituição estruturou uma estratégia de comunicação 360º, com atuação em música, esporte e dramaturgia, ampliando o alcance da marca e fortalecendo o vínculo com a sociedade.
Essa presença posiciona o Sicoob como uma marca que atua de forma ativa na cultura brasileira, promovendo o cooperativismo financeiro em espaços de grande visibilidade e engajamento. O posicionamento ganha expressão em diversas frentes: do incentivo à música, que conecta comunidades, ao apoio ao esporte, que mobiliza o país, e às narrativas que refletem o cotidiano das pessoas.
O reconhecimento no ranking reforça o compromisso do Sicoob com um crescimento sustentado por propósito e impacto coletivo. A combinação entre relevância cultural e consistência institucional consolida a marca como uma referência de confiança e credibilidade no sistema financeiro nacional.
Força coletiva
Como instituição financeira cooperativa, o Sicoob reúne mais de 9,3 milhões de cooperados, presentes em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Entre os serviços oferecidos, destacam-se conta corrente, crédito, investimentos, cartões, previdência, consórcios, seguros e adquirência, entre outros.
O sistema é formado por 323 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e o Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que inclui uma confederação, um banco cooperativo, uma processadora e bandeira de cartões, uma administradora de consórcios, uma entidade de previdência complementar, uma seguradora e um instituto de investimento social.
Com mais de 4,6 mil pontos de atendimento, o Sicoob ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com maior número de agências no país, sendo, em mais de 415 municípios, a única instituição financeira presente. As informações são da InfoMoney.
A Prefeitura de Tabira, por meio das Secretarias de Educação e Esportes, Governo e Participação Social, em parceria com a Neoenergia, iniciou a instalação de uma subestação de energia na Escola Adeildo Santana Fernandes, localizada no bairro COHAB. A ação busca solucionar um antigo problema de quedas constantes de energia, que causava o mal funcionamento […]
A Prefeitura de Tabira, por meio das Secretarias de Educação e Esportes, Governo e Participação Social, em parceria com a Neoenergia, iniciou a instalação de uma subestação de energia na Escola Adeildo Santana Fernandes, localizada no bairro COHAB.
A ação busca solucionar um antigo problema de quedas constantes de energia, que causava o mal funcionamento dos aparelhos de ar condicionado e gerava um ambiente insuportável nas salas de aula.
A situação crítica fez com que, durante mais de dois anos, os alunos fossem liberados mais cedo, comprometendo o aprendizado e gerando prejuízos pedagógicos.
“Estamos aqui na escola Adeildo Santana Fernandes para mostrar um problema estrutural que já se prolonga há dois anos e não foi tomada nenhuma providência. As salas de aula, em pleno horário de funcionamento, estavam sem energia elétrica, o que inviabilizava as aulas”, explicou a secretária de Educação e Esportes de Tabira, Aracelis Batista em vídeo divulgado nas redes sociais da Prefeitura.
Aracelis enfatizou que a nova subestação permitirá o retorno das atividades escolares em horário normal, garantindo conforto e qualidade no ensino. “Estamos construindo uma subestação de energia. Em pouco mais de um mês de trabalho, já estamos conseguindo resolver essa situação, retomando o funcionamento normal da escola sem perda pedagógica para os estudantes”, completou.
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