Gestão Sandrinho é aprovada por 82,7%, diz Múltipla
Por Nill Júnior
O prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) teve uma boa largada na primeira pesquisa de avaliação de sua gestão segundo o Instituto Múltipla.
O instituto, da cidade de Arcoverde, ouviu 300 pessoas nos dias 24 e 25 de julho. A pesquisa tem margem de erro de 5,7% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
Na pergunta objetiva, 82,7% dos afogadenses disseram aprovar a gestão. Um total de 10% desaprovam e 7,3% não opinaram.
Quando a população é chamada a classificar a gestão, 25,7% avaliam a gestão como ótima, 41,3% como boa, 25% como regular, 1,7% ruim, 4,7 péssima e 1,6% não opinaram.
Aprovação da atuação na pandemia: a gestão tem aprovação maior na pandemia. Um total de 90,3% afirmaram que aprovam a atuação da gestão no combate à pandemia da Covid-19.
Apenas 3,7% desaprovam e 6% não opinaram.
Quando é chamada a classicar a atuação, para 21,3% da população a atuação é ótima, contra 55% que avaliam como boa, 18% que dizem ser regular, 1% ruim, 2% péssima e 2,7% que não opinaram.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), está com agenda em Brasília. Na agenda, a busca por para destravar emendas que viabilizem obras nas áreas de saúde e infraestrutura. “No ano passado, os recursos das emendas nos ajudaram fechar o ano com chave de ouro e, desta forma, entregar o mandato todo organizado com as […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), está com agenda em Brasília.
Na agenda, a busca por para destravar emendas que viabilizem obras nas áreas de saúde e infraestrutura.
“No ano passado, os recursos das emendas nos ajudaram fechar o ano com chave de ouro e, desta forma, entregar o mandato todo organizado com as contas em dia para que o próximo gestor possa pegar o município organizado e tocar para frente”, disse.
No ano passado, só o deputado Filipe Carreras (PSB) empenhou para Itapetim mais de R$ 6 milhões em emendas. Este ano, ele já colocou R$ 2 milhões, que já está em conta. A previsão, segundo o prefeito, é que o parlamentar consiga um total que pode variar entre R$8 milhões e R$ 10 milhões. “Mas espero que os deputados Pedro Campos (PSB) e Carlos Veras (PT), além do senador Humberto Costa (PT) e da senadora Teresa Leitão (PT), possam destravar recursos e começar as obras em Itapetim”, disse.
“No ano passado, tivemos uma crise grande na área da saúde. Na área dos recursos que dependiam do FPM e a gente cortou em tudo, mas menos na saúde, porque o dinheiro da saúde a gente garantiu e conseguiu tocar a atenção básica e a média complexidade do nosso município com as emendas. Por conta delas, a gente conseguiu se salvar e não deixar a saúde entrar em colapso no nosso município”, disse o gestor. As informações são do Blog do Magno.
Na última reunião ordinária da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha foi aprovado o Projeto de Lei Ordinária nº 004/2019, de autoria do presidente Dr. Júnior que trata sobre segurança em prevenção e resposta a emergências em área e edificações. A matéria, amplamente debatida pelos parlamentares, prevê a obrigatoriedade da presença de bombeiros civis ou […]
Na última reunião ordinária da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha foi aprovado o Projeto de Lei Ordinária nº 004/2019, de autoria do presidente Dr. Júnior que trata sobre segurança em prevenção e resposta a emergências em área e edificações.
A matéria, amplamente debatida pelos parlamentares, prevê a obrigatoriedade da presença de bombeiros civis ou guarda-vidas de acordo com o local onde a presença de pessoas seja considerável.
A proposta, caso seja sancionada pelo prefeito, beneficiará diretamente a população que frequenta feiras, eventos fechados em clubes, parques aquáticos, entre outros, por exemplo, pois poderá evitar sinistros e desastres, ou, caso ocorram, minimizá-los em favor de vidas, como foi mencionado em sua justificativa.
O texto afirma ainda que além de gerar segurança à sociedade haverá também a criação de empregos aos profissionais da área e estímulo a diversos segmentos.
“A aprovação do projeto por todos os vereadores, tanto da oposição quanto da situação, mostra a sua importância e trará, caso o Executivo o sancione, grandes benefícios ao município”.
por Anchieta Santos Os pipeiros que levam água para as famílias das áreas de sequeiro e que são contratados pelo o IPA, órgão do governo do estado responsável por coordenar o abastecimento d’água, cruzaram os braços e não vão voltar enquanto não tiverem uma posição oficial do governo. Todos os pipas de municípios como Tuparetama, […]
Os pipeiros que levam água para as famílias das áreas de sequeiro e que são contratados pelo o IPA, órgão do governo do estado responsável por coordenar o abastecimento d’água, cruzaram os braços e não vão voltar enquanto não tiverem uma posição oficial do governo.
Todos os pipas de municípios como Tuparetama, Belém de São Francisco e Cabrobó, por exemplo, contratados pelo o IPA estão parados e consequentemente as famílias sem receberem a água.
Hoje completa 5 meses meses que os pipeiros não veem a cor do dinheiro.
“Marília Arraes mexe no tabuleiro”. A declaração é do Diretor do Instituto Múltipla Ronaldo Falabella diante de um fato novo que, obviamente, não foi aferido pela pesquisa, em virtude da não oficialização de seu nome. “Agora, ela ir ao segundo turno depende muito do que Lula for fazer nessa eleição. É pouco provável que o […]
“Marília Arraes mexe no tabuleiro”. A declaração é do Diretor do Instituto Múltipla Ronaldo Falabella diante de um fato novo que, obviamente, não foi aferido pela pesquisa, em virtude da não oficialização de seu nome.
“Agora, ela ir ao segundo turno depende muito do que Lula for fazer nessa eleição. É pouco provável que o PT e o ex-presidente contrariem o PSB nacional. Vimos o presidente nacional Carlos Siqueira já colocando que não aceita o palanque duplo”.
Para ele, Lula prejudica Marília pedindo voto pra Danilo. “Agora ela tem uma força e vai continuar colando com Lula. A dúvida é se disputa ou não uma vaga no segundo turno. É aguardar os próximos levantamentos e ver como o tabuleiro vai se mexer.
A saída de Marília para disputar pelo Solidariedade incomodou o PT, que se reuniu às pressas para oferecer-lhe a vaga ao Senado. Em seguida, ela disse não ter colocado o nome. Ou seja, a saída dela preocupa e aumenta as chances de um segundo turno. O staff de Danilo sonha e aposta em vitória no primeiro turno. Marília pode ser na pior das hipóteses a água no chopp para essa possibilidade.
Só esta semana, mais duas agências do Bradesco foram notícia por deixar ou estar a deixar a região. Em Santa Cruz da Baixa Verde, o prefeito Ismael Quintino até tentou na justiça, mas perdeu a guerra para o todo poderoso Bradesco, que ganhou a ação no mérito e, como quem diz, “a força e o […]
Só esta semana, mais duas agências do Bradesco foram notícia por deixar ou estar a deixar a região.
Em Santa Cruz da Baixa Verde, o prefeito Ismael Quintino até tentou na justiça, mas perdeu a guerra para o todo poderoso Bradesco, que ganhou a ação no mérito e, como quem diz, “a força e o capital são meus e eu vou pra onde eu quero”, abandonou a cidade, agora sem nenhuma agência bancária.
Aliás, o sistema financeiro convencional não distingue por tamanho ou posição geopolítica. Dia 22 de agosto, a população de São José do Egito se despede da agência do Bradesco. E não duvide se, como fez o Santander em maio, ela também deixar Afogados da Ingazeira em breve.
No caso do Bradesco, um problema grave se gera, já que, mesmo em tempos de portabilidade, o banco abriga os servidores estaduais em Pernambuco, que ficam reféns de uma decisão para a qual foram pegos de surpresa, não foram ouvidos e agora são jogados ao limbo, sem canais confiáveis ou acessíveis de relacionamento.
Mesmo os bancos oficiais, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão saindo das nossas cidades. Antes, sob argumento da violência. Onde criminosos explodiram agências como em Itapetim e Carnaíba, por exemplo, os bancos não voltaram. Agora, a desculpa é outra e atende por nomes como “readequação”, “modernização”, “para atender a tendência de mercado”, dentre outras falácias. A questão reside na verdade no enxugamento, no encolhimento e estrangulamento dos serviços presenciais para aderirem cada vez mais ao mundo virtual, para ter competitividade contra os bancos 100% digitais, como o Nubank. Relacionamento, presença, olho no olho, vão dando lugar a telas. E muitos brasileiros ficam a mercê dessa mudança brusca, prejudicando também a atividade econômica em nossas cidades.
Na contramão dessa história estão as cooperativas de crédito. Em Pernambuco, a maior delas é o Sicoob Pernambuco, presente em todas as regiões do Estado, na contramão dos privados e estatais, planejando a expansão de agências. Nascido da visão de Evaldo Campos e alguns idealizadores há 25 anos, hoje movimenta ativos que se aproximam da casa de R$ 1 bilhão, com mais de 52 mil associados, com 40 pontos de atendimento.
Uma das vantagens do cooperativismo financeiro é a economia solidária, com todos os associados participando de suas decisões e dos resultados. Além disso, oferece taxas mais competitivas que o sistema convencional em grande parte dos seus serviços.
No Pajeú, onde nasceu, está em várias cidades, abrindo pontos de atendimento em vez de fechar. Em parte deles, é a única agência da cidade. Nas outras, conhecida pelo melhor relacionamento, mais humano e próximo, dado o treinamento para seus colaboradores, voltado à cultura de que ali está mais que um negócio, mas a construção de uma relação humanizada e justa, princípio do cooperativismo financeiro.
Ao contrário dos bancos, tem tido também uma ação solidária na região, com várias ações de apoio a organizações sociais, entidades, municípios, e com sua marca nos principais eventos culturais e das diversas áreas de desenvolvimento.
O desafio é fazer com que cada vez mais empresários e gestores enxerguem o óbvio, favorecendo a ampliação da rede, com presença, apoio institucional e na hora de acessar produtos, serviços e confiar na sua credibilidade e resultados que fazem do Sicoob Pernambuco uma das mais sólidas do sistema cooperativo nacional. Esse é o caminho para suprir as lacunas deixadas pela fuga dos bancos convencionais, ampliar seu protagonismo regional e evitar um apagão bancário na região.
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