Gasolina no Pajeú varia de R$ 7,39 a R$ 7,98 o litro
Por Nill Júnior
População reclama da alta automática ou até de véspera dos preços
Em meio à disparada dos preços do petróleo, a Petrobras reajusta nesta sexta-feira (11) os preços de gasolina e diesel para as distribuidoras.
“Após 57 dias sem reajustes, a partir de 11/03/2022, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras”, informou a estatal, em comunicado divulgado na véspera.
Para o GLP, o preço médio de venda do GLP da Petrobras, para as distribuidoras foi reajustado em 16,1%.
Ontem, um dia antes, já era possível aferir o aumento nos postos. Em Tabira,o preço médio do litro da gasolina comum foi a R$ 7,39. Em Afogados da Ingazeira, postos comercializavam a R$ 7,49.
Em Serra Talhada, o mais barato era comercializado a R$ 7,43 o litro. O mais caro, R$ 7,98. Em Brejinho, o litro era comercializado desde ontem a R$ 7,54. Em São José do Egito, foi encontrada a R$ 7,59.
Clientes reclamaram da alta automática. “Precisamos de ação do Procon. Quando baixa, os postos dizem que tem combustível no preço anterior e tem que secar o estoque. Mas quando sobe, é automático ou de véspera. Nem Procon nem Ministro Público fiscalizam nada”, diz um Internauta Repórter.
“Alguns amigos que abasteceram agora pela manhã estão indignados, abismados, reclamando pela falta de fiscalização por parte das autoridades em relação a abusos principalmente no tocante a combustíveis.
Aumentos ainda anunciados que seriam repassados às refinarias no dia de hoje já alavancaram o preço nas bombas”, cobrou Miro Lima.
Magno Martins Se as cidades vivem de uma simbologia, marca ou estereótipo, Triunfo tem a do frio, a de estar encravada em cima de uma serra a 1.260 metros acima do nível do mar, de onde é possível a olho nu enxergar a Nação Pajeú. A festa mais popular do planeta, o Carnaval, que acabou […]
Se as cidades vivem de uma simbologia, marca ou estereótipo, Triunfo tem a do frio, a de estar encravada em cima de uma serra a 1.260 metros acima do nível do mar, de onde é possível a olho nu enxergar a Nação Pajeú. A festa mais popular do planeta, o Carnaval, que acabou ontem, mas continua para muitos nesta quarta de cinzas, criou outro símbolo que identifica a cidade em qualquer parte do mundo: Os Caretas.
São grupos de moradores da cidade, foliões, gente feliz que se esconde por trás de um máscara malassombrada e sai pelas ladeiras reproduzindo alegria num sobe e desce incessante. A princípio, o conjunto harmonioso de máscaras pode até assustar, mas logo um susto é tomado pela alegria, a forma bem divertida dos mais diversos personagens do carnaval mais famoso do Sertão nordestino.
Os Caretas encheram de cor, alegria e irreverência as ladeiras de Triunfo na segunda-feira gorda do frevo e mostraram por quê já entraram até por lei no calendário oficial do Carnaval pernambucano. Quem acompanhou ou viu pela TV se encantou com um desfile que mais lembrava os carnavais românticos de Veneza.
Máscaras coloridas e estilizadas com caras de medo, assustadoras, cada uma mais criativa que a outra, deixaram as ladeiras da cidade mais em harmonia com o seu charme e sua beleza histórica. Produziram cenas e imagens que ninguém resistiu a um clic, a uma selfie e a um vídeo para guardar na memória e para a história.
O próprio prefeito João Batista, com data de filiação ao PSB à caminho para tentar à reeleição, era personagem do desfile, com uma máscara puxada pelo verde da esperança. Personalidades as mais diversas da cidade, como a historiadora Diana Rodrigues e o blogueiro Carlos Ferraz, também se esconderam por trás de máscaras exibindo alegria e fervor na alma.
Os personagens que compõem o figurino e a história dos Caretas existem há mais de um século e são o símbolo da folia da cidade. Abusam da irreverência, apelam para sátiras, tomam conta das ladeiras do município estalando o relho, uma espécie de chicote.
A cada ladeira vencida no desfile, um relho para encantar aos que se divertiam acompanhando o desfile. O relho é, na verdade, um açoite de chicote ensurdecedor, que mete medo e faz tremer as ladeiras de Triunfo.
O relho é, também, um ringue à parte ao final do desfile na praça do Cine Guarany, competição de profissionais da troça. O cinema quase centenário também foi fantasiado com as cores e máscaras dos Caretas, compondo um cenário belíssimo.
As referências à figura do careta estão em vários pontos da cidade, inclusive no ponto mais alto dela, o Pico do Papagaio, a quase 1.260 metros acima do nível do mar, onde se encontra uma escultura em homenagem ao mascarado.
A historiadora Diana Rodrigues, celebridade cultural da cidade, que subiu ao palco para entregar prêmios de sorteios aos caretas participantes, deu uma aula de cima do palanque sobre a história do bloco mais famoso, belo e colorido do Sertão.
“Tudo começou quando um Matheus, personagem de um grupo de reisado do Sítio Lages, ficou bêbado antes de uma apresentação e por isso foi expulso. Com raiva, saiu fantasiado pelas ruas da cidade, fazendo barulho e assim sem querer inaugurou a brincadeira. Daí vem o semblante de tristeza das máscaras”, contou.
Os Caretas se dividem em varios grupos chamados de trecas. Além do barulhento relho, eles se caracterizam com chocalhos, máscaras, chapéu de palha e tabuleta, uma placa carregada nas costas com frases satíricas. “A tabuleta dá o tom de irreverência do careta. As frases são parecidas com as vistas nos parachoques de caminhão, como ‘quem mata a sua sogra não é um assassino e sim um bom caçador’”, lembra Diana, em tom de brincadeira carnavalesca.
No desfile da última segunda os Caretas chegaram com mais moral e excelência às ruas de Triunfo: foi a primeira segunda-feira oficialmente consagrada em lei ao Dia dos Caretas, por projeto apresentado pelo deputado Alberto Feitosa (SD) e sancionado pelo governador Paulo Câmara.
“Os Caretas agora têm o seu dia oficialmente reconhecido pelo poder público e isso me enche de alegria e felicidade. O reconhecimento não é meu nem do governador, mas do povo pernambucano”, comemorou Feitosa em vídeo exibido em praça por não ter podido comparecer ao desfile.
Antes das homenagens diante do exuberante Cine Guarany, os Caretas encheram as ruas de Triunfo passando pelos principais pontos turísticos, como os museus, a Catedral e o Lago João Barboso Sitônio, num espetáculo que deu gosto de se ver. Afinal, eles são a alegria do carnaval. Sem os mascarados, o carnaval de Triunfo não teria a mesma graça, a mesma irreverência, o mesmo jeito especial de contaminar as pessoas de alegria.
Famoso personagem mascarado, Teco de Agamenon, que exibe no Museu dos Caretas a primeira fantasia usada há 60 anos, foi visto novamente no desfile, com direito até a premiação. Ele mesmo confecciona a sua fantasia e sai de careta na folia desde menino. “Já cresci careta e gostando de ser careta. É uma tradição prazerosa. Colocar essa máscara é sinônimo de alegria. Por isso que fazemos questão de perpetuar isso, ensinando aos mais novos”, disse.
Se depender das novas gerações, os caretas vão continuar por muito tempo. O jovem Manoel Afonso de Menezes, de apenas 12 anos, mostrou nas ladeiras grande habilidade com o chicote. “Foi meu pai que me ensinou, eu cresci com o relho na mão. Com dois anos já saia de careta. Chega dá um arrepio quando estala. Não é difícil não, basta treinar que você consegue”, diz ele, fazendo questão de mostrar os tais estalos de que tanto se orgulha.
Orgulho, na verdade, tem o prefeito João Batista (PSB), tanto que deu à cidade o Museu dos Caretas, um conjunto de máscaras belíssimas que enchem os olhos dos seus visitantes e turistas. “Triunfo se confunde com os Caretas. Foram eles que projetaram Triunfo, são personagens sagrados da nossa cultura e que fazem o diferencial do nosso Carnaval”, diz Batista, sem deixar escapar a emoção de estar nas ruas não como maior autoridade municipal, mas como folião careta.
Na tarde desta quinta-feira (22), a Polícia Civil, em colaboração com policiais militares do 23º BPM, efetuou prisões relacionadas a um caso de tortura ocorrido no final de dezembro de 2023 e ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva, cujo corpo foi encontrado no início de janeiro de 2024, às margens da PE 320, […]
Na tarde desta quinta-feira (22), a Polícia Civil, em colaboração com policiais militares do 23º BPM, efetuou prisões relacionadas a um caso de tortura ocorrido no final de dezembro de 2023 e ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva, cujo corpo foi encontrado no início de janeiro de 2024, às margens da PE 320, em Afogados da Ingazeira. O delegado Israel Rubis, responsável pelo caso, concedeu detalhes sobre as prisões em entrevista exclusiva ao repórter Marcony Pereira da Rádio Pajeú.
Durante a entrevista, Rubis destacou a importância da atuação integrada das forças de segurança, ressaltando o suporte técnico operacional da Polícia Militar, sob o comando do coronel Cláudio Magnes, e o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário.
“Essa operação é resultado do trabalho conjunto entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, visando combater o crime organizado e garantir a segurança da população de Afogados da Ingazeira”, afirmou Rubis.
As prisões foram efetuadas no próprio Beco da Rua Nova, em Afogados da Ingazeira, e envolveram um homem e uma mulher, ambos com vínculos estreitos com a facção criminosa conhecida como OKAIDA, atuante nos estados da Paraíba e Pernambuco. Esses indivíduos também fazem parte de uma ramificação dessa organização denominada ADA, Amigos dos Amigos, responsável pelo tráfico de drogas na região de Afogados da Ingazeira.
Segundo Rubis, as prisões estão relacionadas a um caso de tortura ocorrido no final de dezembro de 2023, no qual uma mulher foi violentamente agredida dentro de uma residência na Rua São Judas Tadeu, no Beco da Rua Nova. Além disso, os indivíduos detidos estão sob investigação em relação ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva.
Rubis também enfatizou que as investigações estão em andamento e que há indícios de envolvimento de outras pessoas nos crimes. Ele revelou que um dos suspeitos já está preso na Paraíba por homicídio e que há elementos que sugerem sua participação direta no assassinato de Afonso Douglas Siqueira da Silva.
Quanto aos procedimentos legais, os indivíduos detidos serão submetidos à audiência de Custódia. O delegado assegurou que todas as medidas foram executadas dentro das normas legais e que não há ilegalidade nas prisões.
O Afogados FC venceu o Barreiros por 3×0 e chegou à terceira posição do Pernambucano da Série A2, competição de acesso à elite do futebol pernambucano. Os gols foram marcados por Pedro Maikon, Evandro e Lelo. A equipe joga na próxima quarta, feriado de 12 de outubro, contra o líder Flamengo de Arcoverde. A equipe passou […]
O Afogados FC venceu o Barreiros por 3×0 e chegou à terceira posição do Pernambucano da Série A2, competição de acesso à elite do futebol pernambucano. Os gols foram marcados por Pedro Maikon, Evandro e Lelo. A equipe joga na próxima quarta, feriado de 12 de outubro, contra o líder Flamengo de Arcoverde.
A equipe passou a liderar depos de vencer o Vitória de Santo Antão em pleno Carneirão. O gol que deu os três pontos para o Flamengo, aconteceu aos 26 minutos da etapa final, Mardley triscou de cabeça na bola e deslocou o goleiro Vinícius.
Mesmo com o resultado negativo o galo vitoriense permanece na quarta colocação, com seis pontos. Por sua vez, o Flamengo de Arcoverde assumiu a liderança isolada da competição, agora com 13 pontos.
Na quarta-feira (12), o Vera Cruz vai até a cidade do Cabo de Santo Agostinho, onde enfrentará a Cabense, no estádio Gileno de Carli, às 15h. No mesmo dia e horário, o Flamengo receberá o Afogados, no estádio Aureo Bradley.
Foi lançado virtualmente pelo escritor e historiador Fernando Pires o livro “Afogados da Ingazeira – Páginas da Sua História”. Neste nosso segundo livro, de 334 páginas, Fernando disponibiliza fragmentos da história de Afogados da Ingazeira na ordem cronológica dos acontecimentos desde séculos passados. “Como Afogados estava umbilicalmente ligada à Ingazeira, buscamos notícias desde os anos […]
Foi lançado virtualmente pelo escritor e historiador Fernando Pires o livro “Afogados da Ingazeira – Páginas da Sua História”.
Neste nosso segundo livro, de 334 páginas, Fernando disponibiliza fragmentos da história de Afogados da Ingazeira na ordem cronológica dos acontecimentos desde séculos passados.
“Como Afogados estava umbilicalmente ligada à Ingazeira, buscamos notícias desde os anos 1800, quando se formou a Freguesia de São José da Ingazeira, desmembrada da de Flores em 29 de abril de 1836”, diz.
Fernando já dispunha de inúmeros registros armazenados, pesquisados nos Livros de Tombo da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, e através de conversas constantes com o Dr. Hélio Vidal (em memória), Elvira de Siqueira, e outras fontes, que serviram de base para o nosso primeiro livro “Afogados da Ingazeira – Memórias” (2004, Edições Edificantes). “Mas nos faltavam aqueles escritos na época dos acontecimentos. Então, pesquisei, na Biblioteca Nacional digital o mais antigo jornal em circulação da América Latina: o Diário de Pernambuco”.
“Mergulhamos nas páginas desse Jornal, desde a sua primeira edição de 7 de novembro de 1825. – A primeira notícia sobre o povoado da Ingazeira estava na edição 581 de 15 de janeiro de 1835, uma quinta-feira. Nela, o Juiz de Paz da Ingazeira se dirige ao Presidente da Província de Pernambuco, Manuel de Carvalho Paes de Andrade, relatando desvios de conduta de alguns indivíduos do Batalhão da Guarda Nacional de Flores, na sua freguesia. Também, inúmeros outros registros sobre nomeações e demissões de juízes de Direito, juízes de Paz, juízes Literários, juízes Municipais, promotores de Justiça, delegados, subdelegados (nem sempre bacharéis, mas pessoas de destaque na localidade); professores públicos ‘da cadeira do sexo masculino’, professoras ‘da cadeira do sexo feminino’, e professores da ‘cadeira do ensino misto’; as eleições de prefeitos, subprefeitos e conselheiros municipais; conflitos pessoais, intrigas políticas, ataques de bandoleiros, cangaceiros, arruaceiros, e muito mais.
Algumas curiosidades: em 1838, a Freguesia da Ingazeira registrava um levantamento sobre seus escravos. – No 1º de setembro de 1849, o Diário de Pernambuco informava que a Freguesia da Ingazeira contava dezesseis eleitores; nenhuma mulher.
Em 1852, a Assembleia Provincial de Pernambuco foi contestada por ter criado a Vila da Ingazeira; o mesmo ocorreu 111 anos depois, em 1963, pela Assembleia Legislativa, quando o distrito da Ingazeira queria sua emancipação.
Em 1853, 7 de janeiro, instalou-se o “Distrito Sede da Ingazeira”, quando foram empossados os membros de sua Câmara Municipal. – Em 1857, 25 de novembro, o Governo da Província concedeu a Jerônimo Ferreira Coelho a serventia vitalícia dos ofícios de tabelião de Notas e escrivão do Crime, Cível e do Júri de Ingazeira.
Em 1863, a “prisão” (cadeia pública) da vila da Ingazeira era uma pequena casa de taipa, de péssima qualidade, insalubre e sem divisão dos sexos. Com capacidade para até 6 (seis) presos, em certos momentos “guardava” até 10 (dez).
Os registros seguem até um capítulo sobre as tragédias naturais e pessoais: As inclementes secas – verdadeiras calamidades que se abateram sobre nossa cidade, arredores e a região sertaneja nos anos 1931/1932; flagelo das enchentes nos anos 1960, com sérios transtornos aos residentes nas áreas ribeirinhas ao rio Pajeú e em áreas urbanas como na av. Manoel Borba e Henrique Dias. – O assassinato do médico francês, Dr. Henri Louis Marie Godde (Dr. Godde), proprietário do “Sanatório Miguel Couto”, em 1936. Também uma entrevista com a viúva Marie Louise Coussy Godde, por um repórter do DP, no Recife, dias após o ocorrido.
“Em alguns momentos pensamos em parar com as pesquisas, mas logo surgiram outras informações que não poderiam ser omitidas, e seguimos nessa busca, que já somam mais de 300 páginas. No Índice Alfabético-Remissivo, o leitor poderá pesquisar em qual página se encontra algo sobre determinada pessoa ou assunto”, explica Fernando. O livro custará R$ 40,00. Fernando dará coordenadas da venda. Ele deverá disponibilizar um ponto de venda em Afogados da Ingazeira. Para mais informações você pode consultar o livro de visitas de sua página na internet.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste. a informação é do JC Online. A visita está prevista para ocorrer na próxima quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho, que devem integrar a […]
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste. a informação é do JC Online.
A visita está prevista para ocorrer na próxima quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho, que devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, além do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PSC). Os detalhes da agenda ainda estão sendo definidos pelo Palácio do Planalto.
A obra está sendo executada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com investimento de R$ 1,6 bilhão. O empreendimento de infraestrutura hídrica captará água na barragem Barro Branco, em Sertânia, com desague no reservatório Ipojuca, em Arcoverde.
Ao todo mais de 60 municípios serão contemplados com a obra, que distribuirá a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para até 2,2 milhões de pessoas. O acionamento das comportas do primeiro trecho (chamado de Marco 1) foi realizado no reservatório de Barro Branco, em Sertânia, em fevereiro desse ano.
Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que água “para este povo sofrido, no nosso Nordeste, isso é mais do que ganhar na Mega Sena. Água não tem preço”.
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