Notícias

Gabriel Diniz trará Jeniffer para carnaval no Pajeú

Por Nill Júnior

Autor do hit do verão estará dia 5 de março pela manhã em Afogados, no bloco A Onda

Autor do maior hit do verão, o cantor Gabriel Diniz e o sucesso Jeniffer está confirmado no carnaval de Afogados da Ingazeira.

Ele estará na terça de carnaval participando do bloco A Onda, do organizador Rogério Júnior.

A atração foi confirmada nas redes sociais. No sábado, dia 2 de março, canta Kannário Príncipe do Gueto às 21h. Dia 3, domingo, a atração é Ramon Shneidder às 15h. Dia 4, segunda, Aldair Playboy, 21h.

E na terça, Gabriel Diniz às nove da manhã. Em contato com o blog, o diretor do bloco, Rogério Júnior, disse que fechou pessoalmente com o artista a vinda ao evento, quando o encontrou em novembro em um show do Rappa. “Perguntei se ele queria puxar o trio na terça. Ele chamou e empresário, vimos a logística para ele vir de avião e fechamos”, explica Rogério Júnior.

“É o cara do momento. Todo mundo queria tê-lo nesse carnaval”, comemora.  A agenda do artista será muito concorrida.

Hit do verão:  música do paraibano Gabriel Diniz, batizada apenas de “Jenifer”, foi lançada meses atrás e começou a fazer sucesso entre os fãs de música sertaneja no final de 2018.

Aí, em pouco tempo, a tal Jenifer do Tinder virou meme e hoje a música já é considerada o hit oficial do verão 2019.

No Spotify a faixa estourou e foi parar no primeiro lugar dentre as músicas mais tocadas no país. No YouTube as visualizações do clipe também explodiram rapidamente e, através dos comentários, muita gente diz que chegou ao vídeo por causa dos memes.

Outras Notícias

Adelmo Moura lidera cenários em Itapetim para 2020, diz Múltipla

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), lidera todos os cenários estimulados e a pesquisa espontânea realizada pelo Instituto Múltipla, de Arcoverde, dia 26 de abril, ouvindo 220 pessoas. Foram ouvidas com o seguinte perfil: Cidade 54,1% e Zona Rural 45,9%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais […]

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), lidera todos os cenários estimulados e a pesquisa espontânea realizada pelo Instituto Múltipla, de Arcoverde, dia 26 de abril, ouvindo 220 pessoas.

Foram ouvidas com o seguinte perfil: Cidade 54,1% e Zona Rural 45,9%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,5%.

No cenário espontâneo, onde não são citadas eleições para o eleitor, Adelmo chega a 55% das contra 5,9% de Anderson Lopes, 2,3% citaram outros, 3,6% brancos ou nulos, 18,6% indecisos e 14,6% estão entre  os que não sabem ou não opinaram.

Foram montados três cenários estimulados, em que são oferecidas opções para o eleitor: no primeiro, Adelmo tem 70%, contra 18,2% de Anderson Lopes, 4,1% de Olavo Batista, 2,7% de brancos e nulos, 4,5% de indecisos e 0,5% que não opinaram.

No segundo cenário, sem Anderson Lopes Adelmo tem 80,4%, contra 11,4% de Olavo Batista, 5% de brancos e nulos, 2,7% de indecisos e 0,5% que não opinaram. No terceiro cenário, só com Anderson Lopes como nome da oposição, Adelmo tem 72,7%, contra 19,5% de Anderson Lopes,  3,5% de brancos e nulos e 4,2% de indecisos.

Em outra pergunta, 59,5% dos itapetinenses defendem que, em relação ao próximo pleito, 59,5% defendem continuidade em relação ao governo atual, 8,6% que se mudem poucas coisas no novo governo, 14,1% que mudem muitas coisas, 10,5% que mudasse totalmente a maneira e perfil da gestão e 7,3% que não opinaram. Veja gráfico completo: Múltipla Itapetim.

 

Raquel Lyra afirma que não irá revogar aumento de ICMS

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), antecipou que não irá revogar o aumento do ICMS. Falando ao jornalista César Lucena, da Rádio Cultura de Caruaru, ela respondeu à pressão que recebeu do Deputado e Presidente da ALEPE, Álvaro Porto, de outros parlamentares da oposição e de setores da atividade econômica do Estado. “A gente encaminhou […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), antecipou que não irá revogar o aumento do ICMS.

Falando ao jornalista César Lucena, da Rádio Cultura de Caruaru, ela respondeu à pressão que recebeu do Deputado e Presidente da ALEPE, Álvaro Porto, de outros parlamentares da oposição e de setores da atividade econômica do Estado.

“A gente encaminhou como todos os estados do Nordeste brasiliero uma readequação da alíquota de ICMS. Tudo isso conversado com a iniciativa privada de Pernambuco, com os empreendedores do nosso estado. A gente tá na média da alíquota do Nordeste brasileiro. Tem estado que mesmo que apresente uma alíquota de 19% tem um fundo de investimento de combate a pobreza, que tira do dinheiro do ICMS e coloca diretamente nesse fundo, o que leva pra quem tem 19% a ter 20%  de cobrança de ICMS”.

Ela disse ainda que o tema foi discutido amplamente com a Assembleia Legislativa e agora entra em vigor no ano que vem. Quando questionada se haveria uma revogação, ela afirmou que a medida permaneceria. “Não é um decreto, é uma lei”, afirmou. Com essa medida, o ICMS passará de 18% para 20,5% em Pernambuco, a partir de janeiro de 2024.

Quando questionada sobre as Eleições Municipais de  2024, Raquel Lyra não deu sinalizações sobre o apoio em Caruaru, seguindo a mesma linha sobre o que havia dito na vinda ao Pajeú.

“Imagina você que está nos ouvindo, você que está nos vendo, se eu deixo de governar Pernambuco e for cuidar das eleições municipais no ano que vem, na qual eu não sou candidata. Sou candidata a  melhor governadora de Pernambuco. E a gente vai falar de 2024 exatamente em 2024, mas Caruaru sabe que tem governadora e os prefeitos sabem que podem contar comigo”, disse a gestora.

Chega a dois o número de mortos após acidente na PE 320

Farol de Notícias Uma colisão entre um veículo modelo Astra e um caminhão, na PE-320, em Serra Talhada, nas proximidades do Clube da Tupan, deixou um saldo de duas pessoas mortas e uma ferida nesta sexta-feira (23), por volta das 16 horas. A segunda vítima da colisão, que envolveu um veículo modelo Astra e um […]

Farol de Notícias

Uma colisão entre um veículo modelo Astra e um caminhão, na PE-320, em Serra Talhada, nas proximidades do Clube da Tupan, deixou um saldo de duas pessoas mortas e uma ferida nesta sexta-feira (23), por volta das 16 horas.

A segunda vítima da colisão, que envolveu um veículo modelo Astra e um caminhão, na altura do Km-01, na PE-320,  não resistiu e morreu no bloco cirúrgico do Hospam.

A vítima estava grávida de cinco meses e vinha no banco traseiro do carro. Um outro paciente, o condutor do veículo, ainda luta pela vida no Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam). Ele perdeu o pai e a irmã na colisão.

Segundo o boletim de ocorrência emitido pelo 14º BPM, o acidente foi provocado em função de um veículo ter parado na pista, o que obrigou os motoristas de um veículo Fiesta 2005 e um Celta 2003 pararem bruscamente, mas o condutor do Astra não conseguiu frear, derrapou e colidiu de frente com o caminhão modelo Wolkswagem.

A primeira vítima fatal estava no banco do carona. Já o motorista ficou preso nas ferragens e foi resgatado pelos bombeiros. O Corpo de Bombeiros agiu rápido no socorro logo que foi acionado. Os nomes das vítimas não foram informados.

Afogados: carro da prefeitura usado em ação criminosa

Detalhes foram divulgados pela PM Atualizado às 7h55 Foi localizado pela polícia um Onix a serviço da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com ocupantes fazendo uso do veículo para tráfico de drogas. O encontrado servia à Secretaria de Assistência Social,  no programa Criança Feliz. A Polícia Civil está fazendo ouvidas e colhendo mais detalhes. Segundo […]

Detalhes foram divulgados pela PM

Atualizado às 7h55

Foi localizado pela polícia um Onix a serviço da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com ocupantes fazendo uso do veículo para tráfico de drogas.

O encontrado servia à Secretaria de Assistência Social,  no programa Criança Feliz. A Polícia Civil está fazendo ouvidas e colhendo mais detalhes.

Segundo o boletim da PM, o efetivo do 23º BPM recebeu uma denúncia de que um acusado havia ido à cidade de Tabira com outros três indivíduos para adquirir drogas ilícitas. Para isso utilizando o veículo Chevrolet/Onix 10MT Joye, cor branca, ano 2019, a serviço da Prefeitura de Afogados.

O veículo foi abordado após informação de que teria ido à cidade de Tabira.

Durante revista no veículo e nos ocupantes, os PMs encontraram nove invólucros de cocaína. Os três foram encaminhados à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO.

É o segundo carro em uma semana de uso da Prefeitura envolvido em situação de crime. O carro placas PED 0244, outro Ônix, sumiu do pátio do Setor de Transportes da Prefeitura há praticamente uma semana. Esse carro em questão era locado à BPM Serviços. Ainda não há pistas.

Ministério da Saúde distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação

Foto: Pixabay/Reprodução Folhapress O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde.  A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos […]

Foto: Pixabay/Reprodução

Folhapress

O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde. 

A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos estados.

Documentos da Receita Federal sobre a importação dessas máscaras da China registram que o ministério foi o “importador” e “adquirente” dos produtos, com fabricação atribuída à Dongguan HuaGang Communication Technology. Outros documentos sobre o destino dos equipamentos mostram que a pasta foi responsável por distribui-los aos estados.

Foram importadas pelo menos 200 mil máscaras, do tipo KN95, a um custo unitário de US$ 1,70 (R$ 8,99, pela cotação do dólar de quarta-feira, 19). 

O total envolvido é de US$ 340 mil (R$ 1,79 milhão). O Ministério da Saúde diz que essas máscaras foram doadas, mas não revela quem foi o doador. O material integrou lotes enviados aos estados para destinação a profissionais de saúde.

A importação, distribuição e falta de garantia sobre a segurança e autenticidade do material envolvem todas as gestões no Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. A importação ocorreu em 12 de abril de 2020, na gestão de Luiz Henrique Mandetta. A distribuição e a falta de certificação sobre a eficácia das máscaras seguiram pelas gestões de Nelson Teich, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.

A suspeita de falsificação e inutilização do material se somam a outras irregularidades na distribuição de máscaras pelo governo Bolsonaro. Em 17 de março, a Folha de S.Paulo revelou que o ministério comprou e distribuiu máscaras chinesas impróprias para uso por profissionais de saúde. O produto, também KN95, contém a expressão “non medical” na embalagem.

A empresa contratada para distribuir o material pertence a um empresário que atua no mercado de relógios de luxo suíços. Ao todo, foram importados 40 milhões de máscaras. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o produto não poderia ser usado em hospitais. Diante disso, os estados passaram a distribuir o material a quem não é profissional de saúde.

O caso passou a ser investigado na CPI da Covid no Senado. Em seu depoimento na quarta-feira (19), Pazuello foi questionado sobre o assunto e admitiu saber da recomendação contrária da Anvisa e não ter agido para resolver o problema. 

Já as outras máscaras KN95, sobre as quais recai a suspeita de falsificação, tiveram o uso interditado pela Anvisa em junho, por não proporcionarem proteção adequada a profissionais de saúde. 

A decisão seguiu ato similar da FDA (Food and Drug Administration), a “Anvisa” dos EUA. Entre as máscaras estão as fabricadas pela Dongguan HuaGang.

Uma nova resolução, em setembro, reforçou a interdição, estendida a distribuição e comércio. Faltavam critérios mínimos de filtração de partículas. Neste ano, descobriu-se que as amostras usadas para análise das máscaras eram falsificadas. 

A FDA informou que circulam falsificações de diversos fabricantes chineses. Como amostras verdadeiras tinham laudos satisfatórios para filtração, a Anvisa revogou a interdição, em nova resolução em março, seguindo deliberação idêntica da FDA.

Mesmo com a nova medida, máscaras seguem estocadas e sem uso nos estados, pois não há uma comprovação sobre falsificação ou autenticidade dos produtos. Durante todo o período de interdição das máscaras, desde junho, não houve um recurso à Anvisa contra a medida, nem do fabricante nem do importador, segundo documentos da própria Anvisa.

Também não houve explicação ao MPF (Ministério Público Federal) sobre a suspeita de falsificação ou sobre a eficácia dos equipamentos. Tampouco houve apresentação de laudos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para atestar a autenticidade e segurança das máscaras. O MPF em Brasília investiga a compra e distribuição do material pelo ministério.

À Folha a Anvisa afirmou, em nota, que a falsificação foi constatada em produtos distribuídos ao mercado, e não somente em amostras; que cabe ao importador garantir segurança e eficácia; e que o uso por profissionais de saúde só está liberado se laudos do fornecedor ou fabricante comprovarem atendimento a normas técnicas das máscaras N95 e PFF2, indicadas para uso hospitalar.

A reportagem questionou o Ministério da Saúde se, como importador, garante a segurança e a eficácia das máscaras e se já descartou a suspeita de falsificação. Não houve resposta da pasta. O ministério também não respondeu para quais estados distribuiu os produtos.

Em nota, a pasta limitou-se a dizer: “As 200 mil máscaras KN95, recebidas em abril de 2020, foram doadas, portanto, não há contrato de compra. As máscaras foram distribuídas antes de qualquer deliberação da Anvisa.” No Rio Grande do Norte, por exemplo, há 23,7 mil máscaras paradas em estoque desde a interdição pela Anvisa. Parte do material chegou a ser enviada a hospitais, para uso por profissionais de saúde, mas acabou sendo recolhida diante da decisão da agência.

Até agora, não houve um atestado de segurança dos equipamentos pelo Ministério da Saúde, segundo gestores do estado.

“As máscaras interditadas continuam em quarentena, sem uso. E não chegou nenhum comunicado da Anvisa”, afirma Ralfo Medeiros, coordenador de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte.

O estado foi um dos primeiros a alertar sobre irregularidades nas máscaras distribuídas pelo Ministério da Saúde. Uma investigação teve início no MPF no estado, transferida depois para a Procuradoria da República no DF. Segundo a Anvisa, se houver dúvida sobre autenticidade dos produtos, é preciso fazer um contato direto com fabricantes “e outros na cadeia de suprimentos”. “Casos de suspeita de irregularidades devem ser encaminhados à agência para apuração. Até o momento não recebemos denúncia de possível falsificação”, afirma a Anvisa.

Conforme a agência reguladora, não houve necessidade de recolhimento das máscaras. “A Anvisa atua pautada por provas e não há provas de irregularidade.” Mesmo assim, segundo a Anvisa, o uso por profissionais de saúde só é possível se laudos comprovarem o atendimento às normas técnicas adotadas para N95 e PFF2.

Uma nota técnica da Anvisa de 8 de abril fez ressalvas ainda sobre máscaras fixadas com elástico ao redor da orelha, como é o caso das KN95, e não atrás da cabeça. 

“O governo americano tem alertado que, até o momento, nenhum certificado de conformidade foi expedido para máscaras com tirantes de fixação ao redor da orelha, e que esta característica compromete a vedação necessária para a adequada filtragem, não havendo nenhuma máscara aprovada com essa característica”, afirma o documento.

O MPF, por sua vez, num parecer de 13 de abril, afirmou que máscaras interditadas pela Anvisa “não podem ser utilizados para uso médico/hospitalar, a não ser nos ambientes considerados de baixo risco e que não demandem máscaras cirúrgicas ou N95 e PFF2”.