Flores: prefeitura entrega ambulâncias, veículo e retroescavadeira
Por Nill Júnior
As Secretarias de Saúde, Infraestrutura e Educação de Flores, ganharam reforços na manhã desta segunda-feira (08), com a entrega de duas novas ambulâncias, um veículo passeio e uma máquina pesada, tipo retroescavadeira.
Buscando respeitar os protocolos de medidas sanitárias, os veículos foram apresentados aos munícipes, sem ato inaugural e ou discursos de autoridades e populares.
Apenas o prefeito do município Marconi Santana acompanhou o desfile dos veículos, encerrado em frente ao Palácio Municipal – após passar por ruas do centro da cidade.
As duas novas ambulâncias vão fortalecer a frota de veículos do hospital que é utilizada para o transporte de pacientes com necessidade de transferências e tratamento em outras cidades.
O veículo passeio vai ajudar no processo de acompanhamento pedagógico, realizado por coordenadores da Secretaria de Educação.
Já, a nova retroescavadeira chega para garantir a expansão dos serviços da Secretaria Municipal de Infraestrutura. A máquina vai permitir que os serviços de manutenção estrutural na sede e zona rural sejam realizados com maior facilidade e eficiência.
A quarta edição acontece nesta terça, com entrada gratuita O Festival Internacional de Cinema de Realizadoras (Fincar) chega a sua quarta edição apresentando ao público de Afogados da Ingazeira produções dirigidas por mulheres cis e trans e pessoas trans, e celebrando a diversidade no audiovisual. As exibições acontecem nesta terça (3), no Cine São José, […]
A quarta edição acontece nesta terça, com entrada gratuita
O Festival Internacional de Cinema de Realizadoras (Fincar) chega a sua quarta edição apresentando ao público de Afogados da Ingazeira produções dirigidas por mulheres cis e trans e pessoas trans, e celebrando a diversidade no audiovisual. As exibições acontecem nesta terça (3), no Cine São José, a partir das 15h30. No último fim de semana, o Cinema São Luiz, em Recife, recebeu a programação do Fincar.
Nesta edição, foram inscritos mais de 300 títulos, entre curtas, médias e longas-metragens. As películas chegaram de várias partes do Brasil e do mundo. Da produção audiovisual brasileira, a programação reúne filmes dos estados do Ceará, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Acre.
Com a proposta de descentralizar as produções audiovisuais, o Fincar leva para o Cine São José seis filmes, divididos em duas sessões. A partir das 15h30, serão exibidos os curtas: O Céu não sabe meu nome, de Carol AÓ, Onça, de Keyci Martins, Parto, mas volto, de Lui Foito e Ave Maria, de Pê Moreira. Após as exibições, haverá debate com a curadoria.
À noite, a partir das 19h, a organização selecionou o documentário O Canto das Margaridas, produzido pelo Coletivo MAPE (Mulheres no Audiovisual de Pernambuco). O filme acompanha a Marcha das Margaridas em Brasília, no ano de 2019. Em meio ao panorama político, o filme aborda as transformações que a luta feminista trouxe para a vida das militantes.
Na mesma sessão, será exibido o curta-metragem Fala Sincera, da realizadora indígena Yacewara Pataxó. A obra é uma videocarta feita pela diretora para sua mãe, compartilhando a experiência em sua primeira viagem sozinha. Ambas as sessões terão debates com a realizadoras/rus.
A curadoria desta edição é liderada pela idealizadora e diretora do festival, Maria Cardozo, e conta com a participação de Bruna Tavares, roteirista e produtora; Ingá Maria Patriota, educadora popular, crítica cultural e pesquisadora; Luli Pinheiro, técnico de imagens, montador, fotógrafo e roteirista; e Janaína Oliveira, pesquisadora, professora e membro do Ficine.
“Este ano, a curadoria continua a buscar uma diversidade de olhares e experiências cinematográficas. Entre os filmes selecionados, destacam-se diferentes formas de se posicionar a partir da vulnerabilidade e do risco de se expor. Filmes como Fala Sincera exemplificam a coragem de se colocar em risco para criar. Outra convergência entre os filmes é o olhar sobre práticas coletivas de viver, corpos que dançam a vida e juntos se cuidam e se fortalecem. Essas questões permeiam toda a programação deste ano”, afirma Maria Cardozo, diretora do Fincar.
Confira a programação da 4ª edição do Fincar:
Terça-feira (03)
15h30
O Céu não sabe meu nome (Dir.: Carol AÓ / 20′)
Onça (Dir.: Keyci Martins / 19′)
Parto, mas volto (Dir.: Lui Foito / 5′)
Ave Maria (Dir.: Pê Moreira/15’)
+ debate com curadoria
19h
Fala sincera (Dir.: Yacewara Pataxó / 9’/ com LSE)
O Canto das Margaridas (Dir.: MAPE / 76′ / com LSE)
+ debate com realizadoras/rus
Serviço:
Fincar – Festival Internacional de Cinema de Realizadoras
Do blog da Folha O deputado Eriberto Medeiros (PP) foi um consenso entre o seu partido e o PR para ser indicado, eleito e conduzido à presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Depois de uma articulação feita pelo presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte. “Agradeço ao pastor Cleiton Collins pelo gesto […]
O deputado Eriberto Medeiros (PP) foi um consenso entre o seu partido e o PR para ser indicado, eleito e conduzido à presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Depois de uma articulação feita pelo presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte.
“Agradeço ao pastor Cleiton Collins pelo gesto de abrir mão da disputa interna do PP em busca de um consenso e ao presidente do partido, deputado Eduardo da Fonte, que de forma democrática ouviu os membros do partido”, disse Medeiros.
O presidente eleito teve 40 votos, com 6 votos nulos e outros 2 em branco. Nos bastidores, comenta-se que os votos em branco poderiam ter vindo de PSB e PSD , que estariam insatisfeitos com a escolha. O deputado Edilson Silva (PSOL) representou a única candidatura de oposição.
Eriberto Medeiros terá 51 cargos disponíveis em relação à antiga presidência, do deputado Guilherme Uchoa – falecido em 3 de julho.
Uma pesquisa realizada pelo instituto Genial/Quaest nesse sábado (1) revelou que 64% dos moradores do estado do Rio de Janeiro aprovaram a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na semana passada. A megaoperação das polícias Civil e Militar terminou com 121 mortos, incluindo quatro policiais. A operação, que foi a mais […]
Uma pesquisa realizada pelo instituto Genial/Quaest nesse sábado (1) revelou que 64% dos moradores do estado do Rio de Janeiro aprovaram a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na semana passada.
A megaoperação das polícias Civil e Militar terminou com 121 mortos, incluindo quatro policiais. A operação, que foi a mais letal da história do estado e mobilizou centenas de agentes das forças de segurança, foi amplamente divulgada e conhecida por 98% dos entrevistados.
A pesquisa foi feita entre os dias 30 e 31 de outubro, por meio de entrevistas domiciliares presenciais. Ao todo, foram ouvidas 1,5 mil pessoas com 16 anos ou mais, residentes em diferentes regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Apenas 27% da população desaprovou a ação policial. Segundo a pesquisa, 6% responderam que nem aprovam, nem desaprovam. E 3% responderam não saber opinar ou não quiseram responder.
Além da aprovação à operação, 73% dos entrevistados acreditam que a polícia deve realizar ações semelhantes em outras comunidades, morros e favelas do estado. Entre os homens, esse apoio chega a 85%, enquanto entre as mulheres é de 62%.
Na terça-feira (13), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social de Iguaracy, comandado pela secretária Juliany Rabelo, juntamente a equipe do CREAS, realizou uma série de visitas ao gabinete do prefeito Dr. Pedro Alves, vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, bem como à Câmara Municipal de Vereadores e outros órgãos […]
Na terça-feira (13), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social de Iguaracy, comandado pela secretária Juliany Rabelo, juntamente a equipe do CREAS, realizou uma série de visitas ao gabinete do prefeito Dr. Pedro Alves, vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, bem como à Câmara Municipal de Vereadores e outros órgãos públicos municipais.
A iniciativa teve como objetivo fortalecer o trabalho de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, mobilizando todos os órgãos públicos e entidades parceiras para engajamento na campanha de combate a essa grave violação de direitos.
Durante as visitas, foi discutido o fortalecimento das ações junto às comunidades, a integração de políticas públicas e a importância de envolver toda a sociedade nesse enfrentamento.
Próximo domingo dia 18 de maio haverá uma grande mobilização na feira livre de Jabitacá que visa garantir a proteção e o apoio às vítimas, além de ampliar a conscientização da população sobre a necessidade de prevenção e denúncia desses crimes.
Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias […]
Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial
A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias de corrupção, promete transformar a forma de se fazer campanha e, por consequência, a percepção dos eleitores a respeito dos partidos e dos candidatos. E pode servir de “laboratório” para a próxima eleição.
Cientistas políticos ouvidos pelo “Broadcast Político”, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial, ao menor tempo de campanha, ao desempenho de nomes que têm apoio de possíveis presidenciáveis e ao provável enfraquecimento de partidos envolvidos na Lava Jato.
Sem receber doações de empresas, as candidaturas terão à disposição apenas os recursos do Fundo Partidário ou doados por pessoas físicas. Os candidatos, além disso, terão menos contato com os eleitores, já que o tempo de campanha nas ruas e nos palanques caiu de 90 para 45 dias. No rádio e na televisão, a redução foi de 45 para 35 dias. As restrições, afirmam os analistas, devem prejudicar principalmente os nomes desconhecidos, que terão mais dificuldade para se apresentarem ao eleitorado.
“A crise política poderia fazer surgir novas figuras, mas os grandes partidos não vão querer apostar nesses, porque não há dinheiro nem tempo suficiente para fazê-los despontar”, avalia Humberto Dantas, cientista político associado da 4E Consultoria. Sairão na frente, portanto, os candidatos que já possuem uma história política relevante. “Tive a oportunidade de analisar as pesquisas de intenção de voto em 22 capitais. Em todas, os três primeiros colocados são prefeitos, ex-prefeitos ou deputados e senadores”, disse.
Podem fugir à regra os candidatos que, apesar de pouco conhecidos, dispõem de recursos próprios para bancar a campanha. É o caso do empresário João Doria, que não tem um passado político, mas é a aposta do PSDB para a disputa em São Paulo. Dono de um grupo de empresas, o tucano terá o desafio de derrotar o deputado federal Celso Russomanno (PRB), a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy (PMDB), a ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina (PSOL) e o prefeito Fernando Haddad (PT), os quatro primeiros colocados, nesta ordem, nas últimas pesquisas de intenção de voto.
Embora continuem como favoritos na maioria das cidades, os grandes partidos devem eleger menos prefeitos e vereadores nesta eleição, esperam os analistas. Não só em razão dos desdobramentos da Operação Lava Jato, mas também porque falharam em produzir novas lideranças. “Assim, a pulverização das instâncias de mando, a começar com as prefeituras, trará uma inédita perda da fé pública, e os candidatos à Presidência em 2018, não possuindo os recursos milionários do passado recente para gastar em propaganda, precisarão como nunca das alianças que lhes garantem horário de rádio e TV”, prevê o professor Roberto Romano, que leciona Filosofia e Ética na Unicamp.
Romano, no entanto, ressalta que as pequenas siglas também não abrigam políticos com capacidade de cativar eleitores que perderam a fé na política, como ocorreu com Fernando Collor em 1989, à época no inexpressivo PRN. Com isso, ele teme que o vácuo de lideranças seja ocupado por figuras autoritárias, que, independentemente do partido, prometam resolver a crise por meio da força ditatorial, a exemplo do que tem feito Donald Trump em sua campanha para presidente dos Estados Unidos. “A ausência de grandes lideranças é problema de quase todas as democracias de hoje”, lamenta o professor.
Você precisa fazer login para comentar.