Flores: Contas de 2017 de Marconi Santana são aprovadas pelo TCE
Por André Luis
Foi julgada a Prestação de contas de gestão da Prefeitura Municipal de Flores, relativa ao exercício de 2017 do atual prefeito Marconi Santana.
O julgamento aconteceu durante sessão virtual na última quinta-feira, dia 26.
Vistos, relatados e discutidos os autos, os Conselheiros decidiram, à unanimidade, julgar regulares com ressalvas as referidas contas, relativas ao exercício financeiro de 2017. A informação é do Afogados Online.
“Antes eu não sabia o nosso valor. Eu não sabia o que era o feminismo, o quanto o racismo e o preconceito eram fortes. Aprendi o quanto às mulheres sofrem nas mãos dos companheiros. Aprendi até a falar, a me defender, a dialogar e porque eu tinha medo. Hoje eu me reconheço como mulher negra […]
“Antes eu não sabia o nosso valor. Eu não sabia o que era o feminismo, o quanto o racismo e o preconceito eram fortes. Aprendi o quanto às mulheres sofrem nas mãos dos companheiros. Aprendi até a falar, a me defender, a dialogar e porque eu tinha medo. Hoje eu me reconheço como mulher negra e posso falar que sou feminista. Só tenho a agradecer a todas que me apoiaram com o aprendizado que tive com a Escola”.
O relato é de Rosineide Santos, do município de Ingazeira (PE), depois de vivenciar a experiência da Escola Feminista realizada pela Casa da Mulher do Nordeste, pela primeira vez em sua versão online devido ao isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19.
Ao todo foram quatro meses, mais de 40 horas de frente ao computador ou celular, com 40 mulheres agricultoras espalhadas em sete municípios do Sertão do Pajeú, incluindo comunidade quilombola.
A Escola é fruto do amadurecimento da experiência proporcionada pela Casa, onde desde 2004 é desenvolvida a metodologia com diferentes públicos de mulheres no campo e na cidade.
As aulas são estruturadas nas dimensões de gênero, classe e raça, tem como objetivo constituir um espaço para conscientização das mulheres sobre suas identidades, formação política para o acesso aos direitos, e de sua auto-organização em seus territórios, bairros, comunidades e regiões.
“A experiência da Escola Feminista com as mulheres agricultoras do Pajeú, no contexto de pandemia, revelou sua potência pedagógica no fortalecimento da autoestima e na articulação em rede, possibilitando trocas entre as mulheres e sua auto-organização. Aprendemos que o mais importante na metodologia é construir um clima de confiança e de participação, onde todas se sintam parte do processo. Penso que conseguimos! As mulheres foram falando e abrindo as câmeras no decorrer do processo, numa onda de uma puxa a outra”, recorda Graciete Santos, coordenadora geral da Casa.
Exercício da escuta e fala online
Em um ano atípico, as aulas aconteceram desafiando a todas a criar formas e também exercitar a escuta e concentração nos momentos de interação. Os recursos usados como músicas, vídeos, poesias e exercícios com o corpo, ajudaram a animar as aulas.
Os conteúdos construídos nos módulos foram sendo incorporados nas falas e nos trabalhos práticos sobre o agroecossistema, sobre a violência e sobre o racismo estruturante, vivido na pele por muitas.
O grupo da turma no WhatsApp ajudou a complementar os exercícios e repassar conteúdos e manter a comunicação entre os módulos.
“A Escola Feminista mudou na minha vida, foi meu pensamento sobre a divisão do trabalho doméstico. Comecei a conversar com meu marido, e agora ele colabora em casa. O aprendizado foi ótimo, porque estudei mais sobre minha raça negra, sobre nossas ancestrais. Tudo que acontece com nós, negras, é porque sofremos caladas. E que daqui pra frente temos que batalhar sobre nossos direitos, falar mais, para que tenhamos mais oportunidades”, disse Ana Paula Siqueira, de São José do Egito (PE).
“Cada Escola Feminista é única em suas particularidades e riquezas. Nos fortalecemos mutualmente e aprendemos muito. Para mim essa Escola Feminista virtual em plena pandemia foi um presente que me ajudou a manter minha força vital na luta cotidiana, e me manter em conexão com as mulheres e apoiá-las nesse momento tão difícil que vivemos”, completou Graciete.
A iniciativa faz parte do Projeto Mulheres Construindo Tecnologias e Gerando Renda no Sertão do Pajeú, com o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu ontem (22) uma reunião com os feirantes da Rua Manoel Mariano e ambulantes da área comercial de Afogados. A reunião foi coordenada pelos secretários Valberto Amaral (agricultura) e Flaviana Rosa (transportes e trânsito). Buscando sempre o diálogo, a reunião definiu pela liberação da Rua Manoel Mariano para o […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu ontem (22) uma reunião com os feirantes da Rua Manoel Mariano e ambulantes da área comercial de Afogados. A reunião foi coordenada pelos secretários Valberto Amaral (agricultura) e Flaviana Rosa (transportes e trânsito).
Buscando sempre o diálogo, a reunião definiu pela liberação da Rua Manoel Mariano para o trânsito, com a transferência da feira para a esquina do sacolão de Josa. A liberação da Rua Manoel Mariano vai ajudar na fluidez do trânsito entre as avenidas Manoel Borba e Antônio Rafael de Freitas.
A liberação da via não será de imediato. A Prefeitura vai confeccionar e entregar, gratuitamente, barrracas padronizadas aos feirantes e ambulantes que comercializarão no novo local. O cadastramento dos ambulantes está sendo feito na secretaria municipal de agricultura. Os ambulantes também serão contemplados nesse espaço, desobstruindo as calçadas.
Compesa em xeque Esse é o ciclo mais desafiador da gestão da Compesa no Pajeú. Desde a crise com a seca que atingiu barragens como Brotas e Rosário, a distribuição não era tão questionada. Uma pesquisa do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, quis saber qual era o pior serviço prestado na região. Com mais […]
Esse é o ciclo mais desafiador da gestão da Compesa no Pajeú. Desde a crise com a seca que atingiu barragens como Brotas e Rosário, a distribuição não era tão questionada.
Uma pesquisa do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, quis saber qual era o pior serviço prestado na região. Com mais de 65% das opiniões, a Compesa conseguiu ser mais citada que empresas de telefonia celular, imprestáveis por natureza e a Celpe. Em resumo, há flagrante descontentamento da sociedade com a estatal na região.
Cada cidade tem um motivo pra chamar de seu. No Alto Pajeú, Brejinho aguardou meses por uma operação para ligar o ramal da segunda etapa da Adutora do Pajeú e distribuir água à cidade. Dentre críticas de interferência política – o prefeito Gilson Bento é adversário de Zé Vanderlei – a atrasos no cronograma, a água finalmente chegou dia 26 de agosto. Mas a alegria deu lugar à tristeza. Após a paralisação do Eixo Leste pelo Governo Federal, a volta da água foi interrompida por problemas na Adutora.
Itapetim entrou no bolo, por conta do mesmo problema no ramal, ficando até 25 dias sem água. Pior, a população não tinha onde buscar água e a estatal não mandou um pipa sequer.
Em São José do Egito, um dos problemas é a ETA subdimensionada. A paralisação na Adutora do Pajeú só piorou o que já precisava de suporte. Bairros altos choraram cerca de 30 dias sem água.
Em Quixaba, até o prefeito Zé Pretinho, que fala só o necessário, soltou o verbo. Diz que cumpriu todas as exigências da Compesa para a obra que promete melhorar a distribuição na cidade, mas está vendo o povo sofrendo com a água que chega em média a cada 30 dias. A empresa precisa fazer logo o que prometeu. O povo não aguenta mais.
Em Tabira, enquanto ruas como a Deca Marques chegavam a 18 dias sem água, vazamentos eram registrados em áreas como a da Cohab.
Em Carnaíba, Itã, Ibitiranga e algumas áreas urbanas se queixaram muito essa semana. Querem uma explicação para a demora na distribuição.
Em Afogados da Ingazeira, a pelo menos um mês a ladainha é a mesma na Rádio Pajeú. Esta semana, por exemplos, a crítica veio de áreas como a da Cadeia Pública. O maior problema foi a mudança do cronograma. Antes, cada área sabia o dia da semana em que a água chegava às torneiras. Agora, cada semana tem um calendário diferente. Leigos e até rodados jornalistas tem dificuldade de entender e explicar a mudança.
Em um grupo de jornalistas da região, e em entrevistas, a Compesa tem estimulado a população a baixar seu aplicativo acompanhar o cronograma. Ou ligar para os canais de atendimento. Seria uma tentativa de tentar evitar tanta exposição negativa. Em vão. Muitos não dominam a tecnologia ou não conseguem pelos demais canais. E vão pra rádio reclamar, com todo direito de saber o que ocorre a cada queixa.
Pelos relatos recentes, há boas perceptivas. Mário Heitor, Diretor de Interior da Compesa, afirmou recentemente à Rádio Pajeú que há muitas obras estruturadoras sendo projetadas para melhorar a distribuição em toda a região.
Aqui, a Compesa garante que a semana que começa será de menos críticas com o fim das sequelas da paralisação do Governo Federal da Adutora por cerca de dez dias. Também promete por exemplo, 80% de Afogados da Ingazeira sem rodízio num futuro breve.
É obrigação o crédito de confiança. Mas isso não tira a de constatar. Esse verbo transitivo direto significa “descobrir a verdade”, “verificar”. Com base nele, hoje é obrigatório dizer que a Compesa vai mal com a sociedade, com a opinião pública e a própria imprensa da região, de saco cheio de tentar apresentar respostas às tantas queixas. Cabe à Compesa agir para mudar essa impressão e nos fazer trocar de verbo. Mãos à obra!
Na Frente
O Deputado Federal e Presidente do MDB, Raul Henry, acredita que, em Pernambuco, o caminho mesmo é de manutenção da aliança com a Frente Popular. Já no plano nacional, sonha com o surgimento de uma terceira via forte contra a polarização Lula x Bolsonaro.
Desabafo
O emedebista afirmou ter uma “dor de cotovelo” por não ter sido votado em Afogados da Ingazeira nas últimas eleições, lembrando os tempos áureos da aliança com Giza Simões e Orisvaldo Inácio. Mesmo assim, ajudou as gestões Patriota (emenda para iluminação do Vianão) e Sandrinho, com R$ 300 mil para ponte no Sistema Viário.
Gugú dá dá
A Prefeitura de Afogados da fez uma rica programação para a Semana do Bebê. Mas só na sexta nasceu a Bebê Prefeita. Antes, em uma maternidade, era possível ouvir das barrigas de duas mães próximas: “vai tú!”. E do outro lado: “vou nada, vai tú”. Foram informados pelo rádio dos desafios do lixo e do trânsito.
Mais um
Outro pajeuzeiro que pode entrar na disputa em 2022. Alexandre Pires, do Centro Sabiá e da Articulação do Semi Árido, está sendo estimulado por movimentos populares para disputar mandato estadual, provavelmente pelo PSOL. Alexandre é de Jabitacá, município de Iguaracy.
Delegado
O vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, também estaria se sentindo escanteado pela gestão Wellington LW. Mas segue na Secretaria de Serviços Públicos, onde quer mostrar serviço. Se rompe ou não, o tempo dirá.
Pinóquio
Bolsonaro mentiu no G-20 ao dizer que a economia do Brasil “está voltando forte”, ignorando inflação, PIB sem reação, alta da gasolina. Ainda voltou a atacar a mídia. Também que tem forte apoio popular e que “não aceitou indicação de ninguém”. Amnésia do Centrão…
Silêncio
Daniel Valadares não tem respondido perguntas sobre a sua reação à fala de Rubinho do São João, que se coloca como nome natural na discussão da vice em 2024. Desconversa, desvia, esquiva e diz que o foco é a gestão.
Esquiva
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, foi a única a não se envolver em polêmicas ou bolas divididas em dez meses de gestão. Não rebate, não critica, não polemiza. Márcio Oliveira, que era tido como o moderado é quem entra nesse enfrentamento, como no embate público com o oposicionista Faeca Melo. Até quando, não se sabe .
Foi ela
Ninguém duvida que Aline Mariano é a madrinha da indicação de Décio Petrônio para Coordenador do DNOCS em Pernambuco, com apoio do Federal Fernando Monteiro. “Pra quem pensa que os Mariano estão acabados”, disse um familiar à Coluna.
Frase da semana:
“Petrobras é um problema”.
Do Presidente Jair Bolsonaro ao presidente Recep Erdogan, da Turquia, no encontro do G20.
A Câmara de Vereadores de Itapetim teve sua 3ª Sessão Ordinária, dentro da 18ª Legislatura, presidida por Júnior Moreira. Entre os projetos discutidos, destaque para o Projeto de Lei do Legislativo nº 04/2025, de autoria dos vereadores Júnior Moreira, Antônio Júnior e Cleúbia do Nascimento, que estabelece uma tabela de pagamentos para indenização de despesas […]
A Câmara de Vereadores de Itapetim teve sua 3ª Sessão Ordinária, dentro da 18ª Legislatura, presidida por Júnior Moreira.
Entre os projetos discutidos, destaque para o Projeto de Lei do Legislativo nº 04/2025, de autoria dos vereadores Júnior Moreira, Antônio Júnior e Cleúbia do Nascimento, que estabelece uma tabela de pagamentos para indenização de despesas relacionadas a viagens e estadias de vereadores e servidores do Poder Legislativo.
Também foi apresentado o Projeto de Lei do Legislativo nº 05/2025, de autoria do presidente da Câmara, Júnior Moreira, e dos vereadores Cleúbia do Nascimento e Carlos Nunes, que propõe a denominação do Cruzeiro Mirante como “Cruzeiro Mirante Padre Ailton”.
Na sequência, foi lido o Projeto de Decreto do Legislativo, elaborado por Júnior Moreira, Cleúbia do Nascimento e José Romão, que concede o título de cidadão ao Sr. Roberto Loureiro Ri
Na sequência, foi lido o Projeto de Decreto do Legislativo n° 01/2025, elaborado por Júnior Moreira, Cleúbia do Nascimento e José Romão, que concede o título de cidadão ao Sr. Roberto Loureiro Ribas.
Além dos projetos, os vereadores apresentaram diversas indicações. O vereador José Romão, por meio da Indicação nº 10/2025, solicitou o asfaltamento das principais vias do povoado de Piedade. Já a vereadora Cleúbia do Nascimento, por meio da Indicação nº 14/2025, convocou a Compesa para tomar providências em relação à lagoa de saneamento. Também foi apresentada uma solicitação para a construção de duas passagens molhadas no sítio Mocambo, por meio da indicação, n° 015/2025, feita pelo vereador Mário José.
Durante a sessão, a vereadora Edilene Lopes apresentou uma moção de aplausos em homenagem a todas as mulheres.
Além disso, foram aprovadas moções de homenagem póstuma para prestar condolências às famílias dos falecidos. O vereador Niedson Araújo homenageou Josefa, enquanto o vereador Mário José reverenciou Geralda Maranhão Vasconcelos.
Declaração fez referência a escândalo do desvio da merenda atribuído à sua gestão Candidato a Federal, o Delegado Israel fez caminhada na feira livre de Tabira nesta quarta. Recentemente ele esteve reunido com populares no Bairro Jureminha onde ganhou apoios importantes. Gravou um vídeo fazendo cobranças à prefeita Nicinha e reclamou, em nome da comunidade, […]
Declaração fez referência a escândalo do desvio da merenda atribuído à sua gestão
Candidato a Federal, o Delegado Israel fez caminhada na feira livre de Tabira nesta quarta.
Recentemente ele esteve reunido com populares no Bairro Jureminha onde ganhou apoios importantes.
Gravou um vídeo fazendo cobranças à prefeita Nicinha e reclamou, em nome da comunidade, o esquecimento da gestão pública municipal com aquele bairro.
Agora, Israel fez duras críticas ao ex-prefeito Dinca Brandino, chamado de prefeito de fato, por seu estilo de fazer política.
“Vou articular emendas, recursos e convênios para que a gente possa consertar vários desmandos da atual gestão na saúde, infraestrutura e segurança pública”, criticou, em relação à gestão Nicinha.
E também questionou Dinca. “Quero dizer que se eu for Deputado Federal, nenhum cidadão tabirense será intimidado por um Coronel, que existe aqui na cidade metido a brabo, e que não passa de um ex-ficha suja e um comedor de frango”, referência às acusações de desvio do frango na merenda escolar na sua gestão.
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