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Flist e Feira do Livro do Vale do Pajeú confirmados para agosto em Serra Talhada

Por Nill Júnior
Evento vai comemorar os 70 anos de Raimundo Carrero

A Feira do Livro do Vale do Pajeú, que acontece de 08 a 11 de agosto, em Serra Talhada, vai movimentar o Sertão do Estado,  realizada conjuntamente com FLIST – Festa Literária de Serra Talhada, que este ano chega a sua terceira edição com grande sucesso.

O evento, que manterá agenda da manhã até à noite, contará atividades variadas, contará com programação diversificada com nomes fortes da literatura em Pernambuco com a temática “Ler no Sertão” em pauta que entre outras coisas comemora os 70 anos do escritor Raimundo Carrero com atividades especiais com este foco em encontros únicos do homenageado com outros expoentes da literatura no estado, no Nordeste e no país.

“Teremos bate-papos com alguns dos principais escritores em atividade na atualidade para comemorar os 70 anos de Raimundo Carrero em atividades de parceria para o fortalecimento da inclusão literária na região que representa um dos grandes celeiros culturais e da poesia do Estado”,  destaca Rogério Robalinho, empreendedor cultural e diretor da Cia. de Eventos, responsável pela Feira.

“Além disso, a Feira do Livro do Vale do Pajeú chega para congregar ainda mais as ações que já são desenvolvidas em Serra Talhada pela prefeitura, pela Fundação de Cultura e diversas outras entidades e organizações que atuam junto com este propósito de alavancar a cultura e a educação, através da leitura e da literatura em suas mais variadas vertentes”, acrescenta.

Na agenda já estão o Grupo Gilvan Santos; o Xaxado Zabelê, que foi criado em homenagem ao cangaceiro Isaias Vieira dos Santos, conhecido pelo o cangaço como Zabelê; e o Cabras de Lampião, um grupo musical e de dança que é um dos maiores divulgadores da dança, que repercute o ritmo no país e no exterior, mantendo a originalidade e autenticidade conforme criada pelos bandoleiros do sertão.

O humor em poesias e poemas será tônica também em algumas atividades programadas como a apresentação Humor na Feira, espetáculo montada no final do ano pelo escritor e poeta popular Eugênio Jerônimo e o escritor e cordelista Zelito Nunes. A dupla se uniu para criar essa montagem sob a direção e com produção de Rogério Robalinho, empreendedor cultural e diretor da Cia de Eventos.

Haverá ainda a encenação do projeto de leitura dramática “Delírios de Criação e Loucura” com as atrizes Fabiana Pirro, Silvia Goes e Ana Nogueira. Elas encenam as personagens femininas de Bernarda Soledade – A Tigre do Sertão, primeiro romance de Raimundo Carrero, publicado em 1975, e de Tangolomango, um dos mais recentes lançamentos do autor, de 2013. Será dia 10 de agosto.

O público ainda poderá conferir as novidades da Plataforma de Lançamento, coordenada por uma comissão da Academia Serra Talhadense de Letras (ASL), responsável pela avaliação e seleção dos trabalhos inscritos até o dia 15 de julho de 17 para a ambiência que pretende dar oportunidade a expoentes e futuros escritores de apresentarem suas publicações para o público. Para saber mais da programação, basta acompanhar a fanpage: https://www.facebook.com/Feira-do-Livro-do-Vale-do-Paje%C3%BA-1940421172892792/

SERVIÇO

Feira do Livro do Vale do Pajeú/ FLIST – Festa Literária de Serra Talhada

Quando: 08 a 11 de agosto de 2017

Onde: Estação do Forró e Vila Ferroviária de Serra Talhada (por trás do museu do cangaço)

Horário: 9h às 11h e das 15h às 21h

Outras Notícias

Humberto comemora decisão que suspende o leilão de distribuidoras da Eletrobras

Líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT) comemorou a decisão da Justiça Federal de suspender o leilão de distribuidoras da Eletrobras. Segundo o senador, esta é uma vitória importante na luta contra o projeto do governo de Michel Temer (MDB) de “esfacelamento do patrimônio nacional”. Ao todo, seriam leiloadas distribuidoras que atuavam em seis […]

Foto: Roberto Stuckert Filho

Líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT) comemorou a decisão da Justiça Federal de suspender o leilão de distribuidoras da Eletrobras.

Segundo o senador, esta é uma vitória importante na luta contra o projeto do governo de Michel Temer (MDB) de “esfacelamento do patrimônio nacional”.

Ao todo, seriam leiloadas distribuidoras que atuavam em seis estados: Acre, Alagoas, Piauí, Rondônia, Roraima e Amazonas. O evento estava marcado para o próximo dia 26.

“Essa é, sem dúvida, uma ação importante no sentindo de inibir aquilo que tem sido a prática deste governo: vender o patrimônio público a preço de banana. A Eletrobrás é uma empresa estratégica para o país. Mas o governo Temer agora quer vender a toque de caixa. A própria Justiça brasileira reconheceu os riscos desse tipo de transação”, afirmou o senador.

Segundo Humberto, a decisão beneficia indiretamente a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobrás, que também está no hall de companhias que o governo Temer deseja leiloar.

“É mais uma ação que contesta essa pressa do governo de Michel Temer em acabar com tudo o que nós temos de bom no Brasil. E a Chesf tem um papel extremamente relevante para o Nordeste: além de garantir energia para boa parte da região, a companhia tem todo um trabalho de responsabilidade social para com a população que vive às margens do rio São Francisco, como também com o próprio rio. Não vamos deixar que o governo Temer acabe com tudo isto”, disse o líder da Oposição.

A decisão da Justiça Federal acatou ação civil pública movida pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL ), que pedia a suspensão do processo licitatório por entender que o certame precisaria de aprovação legislativa.

Anteriormente, o próprio ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, já havia determinado em liminar que a privatização de empresas públicas teria que depender de autorização prévia em lei.

Caatinga sustentável reduz dependência de insumos farmacêuticos

Potencial do bioma para a produção de medicamentos e cosméticos foi destacada pelo superintendente da Sudene como diferencial do projeto Impacta Bioeconomia Reduzir o volume de importação de insumos estrangeiros para produzir medicamentos é um dos objetivos do programa Impacta Bioeconomia destacados pelo superintendente Danilo Cabral. Durante sua participação em um programa de entrevistas realizado […]

Potencial do bioma para a produção de medicamentos e cosméticos foi destacada pelo superintendente da Sudene como diferencial do projeto Impacta Bioeconomia

Reduzir o volume de importação de insumos estrangeiros para produzir medicamentos é um dos objetivos do programa Impacta Bioeconomia destacados pelo superintendente Danilo Cabral. Durante sua participação em um programa de entrevistas realizado nesta quarta-feira (26) no município-sede da Sudene, o gestor comentou os impactos positivos do projeto que busca estabelecer novas cadeias produtivas a partir da exploração sustentável dos biomas presentes na área da Sudene, sobretudo da caatinga.

“Um dos eixos da nova política industrial do Governo Federal é o complexo econômico industrial da Saúde, que representa 10% do PIB brasileiro, considerando indústrias e serviços. São 10 milhões de trabalhadores envolvidos, representa 35% da pesquisa do nosso país e tem hoje uma forte dependência comercial externa. Temos um déficit nesta balança de exportação de R$ 20 bilhões. Grande parte disso representada pelos fármacos importados. Ao mesmo tempo, a gente tem uma grande oportunidade no bioma da caatinga para explorar, no bom sentido, econômica, social e ambientalmente essa biodiversidade”, comentou o superintendente.

A estruturação da rede Impacta Bioeconomia envolve, inicialmente, a identificação das organizações socioprodutivas com maior nível de solidez para a realização de estudos com espécies vegetais e animais. A partir do olhar para a biodiversidade, haverá uma busca de bioativos e bioinsumos que possam ser extraídos de forma sustentável do território, gerando renda, industrialização, desenvolvimento socioeconômico e proteção ambiental. 

Além de fármacos, o Impacta Bioeconomia poderá identificar o potencial de desenvolvimento de itens das indústrias de cosméticos e alimentícia a partir de insumos típicos da caatinga. O projeto conta com R$ 553 mil investidos pela Sudene, movimentando uma rede de pesquisadores das Universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e Federal do Vale do São Francisco (Univasf). 

Valor local

Para o professor Luiz Alberto Soares, do curso de Farmácia da UFPE, o programa reconhece o valor agregado que o manejo sustentável da caatinga confere ao território nordestino. “O mais importante nesta iniciativa é fortalecer o território. A gente tem visto muitas iniciativas que terminam não trazendo grandes transformações porque a tecnologia e a inovação não chegam aos territórios, às comunidades. Então esse projeto é um bom exemplo de como uma iniciativa local é capaz de trazer um produto de padrão de classe internacional, que pode ocupar tranquilamente espaço no nosso mercado e no futuro disputar com produtos oriundos de empresas transnacionais”, disse. 

Licuri, maracujá-do-mato, pitanga, umbu, melão de São Caetano e acerola são alguns dos frutos que serão objeto de estudo pelos pesquisadores do Impacta Bioeconomia. Também está previsto o desenvolvimento de tecnologia de ponta para exploração de peptídeos a partir dos escorpiões amarelos que habitam o bioma. Este material da fauna é capaz de gerar produtos terapêuticos e defensivos agrícolas biodegradáveis. 

A geração da renda localmente é um dos aspectos mais positivos do programa Impacta Bioeconomia na avaliação do economista e professor da UFPE André Magalhães. “É fazer com que o pequeno produtor entre na cadeia econômica ganhando muito mais. Buscamos encontrar os passos deste processo, os possíveis parceiros e integrar os pequenos nesta transformação, evitando que os atravessadores, que são importantes, levem todo o dinheiro. É aumentar o poder das associações locais”, explicou o pesquisador.

Rumores da aproximação entre Sebastião Oliveira e Luciano Duque voltaram a movimentar Serra Talhada

Em Serra Talhada, a movimentação política da cidade estava em stand-by, aguardando se seria anunciada ou não a aliança entre o prefeito Luciano Duque (PT) e o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira (PR). Como em um passe de mágica, caso ocorresse, seria hora de esquecer os adjetivos de 2012. “Desorganizado,  que nunca gerenciou bem, sem […]

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Em Serra Talhada, a movimentação política da cidade estava em stand-by, aguardando se seria anunciada ou não a aliança entre o prefeito Luciano Duque (PT) e o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira (PR). Como em um passe de mágica, caso ocorresse, seria hora de esquecer os adjetivos de 2012. “Desorganizado,  que nunca gerenciou bem, sem experiência para gestão pública”, para Sebastião sobre Duque e “ausente, arrogante, candidato que não pisará em Serra se eleito”, do grupo de Duque a Oliveira, estes na lista dos publicáveis.

Em tempo, o Secretário confirmou um encontro recente com o petista, mas negou que fosse tratar de uma aliança política para 2016. Mas o tema não deixou de ser alimentado. Vira e mexe, crescem os rumores em torno dessa possibilidade, desde o início deste ano.

O termômetro para identificar o que vai querer Luciano Duque em 2016 será aferido até abril, seis meses antes do pleito. Se permanecer no PT, vai ser fácil fazer a leitura de que fica como está e enfrenta Sebastião e seu grupo, mais eventuais dissidentes e o nome da terceira via, rótulo que hoje cabe a Marquinhos Dantas.

Se deixar a legenda e  a depender do partido que escolha, dará a senha para a aproximação real com Oliveira, e distanciamento pra valer do que um achava  do outro em 2012…

Pesquisa Mauricio de Nassau: Paulo Câmara tem 13 pontos a frente de Armando

A apenas três dias do dia D, a última consulta eleitoral feita pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) mostra o candidato a governador pela Frente Popular de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), com 44% das intenções de voto, treze pontos percentuais à frente do seu principal adversário, Armando Monteiro (PTB), líder da coligação Pernambuco […]

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A apenas três dias do dia D, a última consulta eleitoral feita pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) mostra o candidato a governador pela Frente Popular de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), com 44% das intenções de voto, treze pontos percentuais à frente do seu principal adversário, Armando Monteiro (PTB), líder da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, que aparece com 31% da preferência do eleitorado. Encomendada pelo Portal Leia Já e publicada em parceria com o Jornal do Commercio, a pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de setembro. Os demais candidatos majoritários não pontuaram.

De acordo com o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o cientista político Adriano Oliveira, um dos coordenadores do levantamento, o quadro apontado nesta última pesquisa consolida neste momento o favoritismo do candidato socialista, afilhado político do ex-governador Eduardo Campos, morto no dia 13 de agosto. “O que pautou a essência dessa eleição foi o conceito dos pernambucanos de reconhecerem que Pernambuco mudou nos últimos anos, identificando como responsável Eduardo Campos e identificando em seguida Paulo Câmara como a pessoa capaz de continuar mudando. É o reconhecimento do legado”, explica.

Ele não é da tese que a comoção puxou o candidato Paulo Câmara, após a tragédia e o uso da emoção nessa reta final. “Paulo era desconhecido do eleitorado na primeira pesquisa, onde aparecia com 10%, antes da morte de Eduardo. Mas já naquele momento, os entrevistados já reconheciam a boa gestão de Eduardo. O efeito após a tragédia foi apenas acelerar o processo de conhecimento de Paulo como o candidato do ex-governador”, ponta. Na última pesquisa, divulgada no dia 25 de setembro, Paulo já aparecia na frente, com 39% das intenções de voto, enquanto Armando pontuava 33%.

Paulo Câmara ganha do adversário nas regiões de peso eleitoral de Pernambuco, como o Recife, Região Metropolitana, Zona da Mata e Agreste. Armando Monteiro, por sua vez, mantém a vantagem no Sertão (53% a 30%) e região do São Francisco (51% a 27%). “O erro de Armando foi não reconhecer a força do eduadismo. Armando pensou que poderia fazer uma campanha sem reconhecer esse peso e os méritos da gestão de Eduardo Campos”, avalia Adriano.  As informações são do JC Online.

Julgada improcedente Ação de Investigação Eleitoral contra Anchieta Patriota

Ação voltou para primeira instância depois de decisão do TRE. Cabe recurso. A Juíza Eleitoral da 98ª Zona Eleitoral Daniela Rocha Gomes, julgou improcedente o pedido contido na investigação judicial eleitoral impetrada pela Coligação União e Transformação Carnaíba para todos, do candidato José Francisco Filho. Esse é mais um capítulo da ação que voltou à […]

Ação voltou para primeira instância depois de decisão do TRE. Cabe recurso.

A Juíza Eleitoral da 98ª Zona Eleitoral Daniela Rocha Gomes, julgou improcedente o pedido contido na investigação judicial eleitoral impetrada pela Coligação União e Transformação Carnaíba para todos, do candidato José Francisco Filho.

Esse é mais um capítulo da ação que voltou à primeira instância após determinação do pleno do TRE-PE. O juiz, José Carvalho de Aragão, que respondia pelo município durante o pleito, julgou extinto o processo com resolução do Mérito tendo em vista a ocorrência da decadência para a propositura da Ação de Investigação Eleitoral (AIJE). Em resumo alegou que a Coligação encabeçada pelo ex-prefeito, Didi, perdeu o prazo para ingressar com a ação.

Em abril,  como o blog noticiou, TRE por unanimidade, deu provimento ao Recurso e determinou novo julgamento em primeira instância, que agora foi analisado pela Juiza Daniela Gomes. A Ação de Investigação Judicial proposta pela Coligação “União e Transformação Carnaíba para Todos”, do então candidato José Francisco Filho, o Didi questiona a prestação de contas da chapa de Anchieta Patriota e Júnior de Mocinha, eleitos em outubro do ano passado.  “A investigante requer em seus pedidos a cassação do diploma dos investigados, com a consequente perda dos mandatos, e a condenação dos investigados à sanção de inelegibilidade por um período de 8 (oito) anos”.

O Ministério Público Eleitoral  opinou para que fosse iniciada a fase investigativa do presente feito, sendo realizada a audiência de oitiva das testemunhas e oficiado o Banco do Brasil, para que fosse prestada a informação acerca da existência de conta bancária específica do fundo partidário do PSB de Carnaíba, fornecendo ainda extratos detalhados do período da campanha eleitoral.

Chama a atenção na decisão a informação de que a audiência de oitiva das testemunhas arroladas pelas partes foi realizada em 17 de agosto deste ano, mas só com as testemunhas de defesa, já que as testemunhas arroladas pela chapa de Didi não compareceram. “O patrono dos investigantes requereu oralmente para que fosse efetuada a intimação pessoal das testemunhas por eles arroladas, a fim de que comparecessem a oitiva. Tal pedido foi indeferido, com base no art. 22, V da Lei Complementar 64/90, que assevera que as testemunhas comparecerão independente de intimação”.

O Banco do Brasil, conforme requisitado por esse 98º juízo eleitoral, apresentou os extratos bancários das 02 (duas) contas-correntes utilizadas por Anchieta Patriota em sua campanha. Terminada a fase investigativa as partes foram intimadas, a fim de apresentarem suas alegações finais.

Decidiu depois a magistrada:  “Compulsando os autos, observa-se que foram abertas duas contas-correntes para a campanha dos investigados, conforme extratos bancários juntados pelo Banco do Brasil às fls. 830/840. Não houve, portanto, a ilegalidade apontada pela investigante na exordial no sentido de que os investigados só abriram uma única conta bancária.

Outrossim, não procede a afirmação de que houve doações por parte dos investigados a campanha de outros candidatos e que tais movimentações financeiras não foram contabilizadas, pois em suas Prestações de Contas (146-02.2016.6.17.0098), cuja cópia foi juntada aos autos, percebe-se que houve o registro de tais doações. Tal registro encontra-se expresso no Demonstrativo de Receitas e Despesas (fls. 24/26 dos autos citados).

Quanto ao fato de ausência de pagamento de gasolina para a prestação de serviço de carro alugado pelos investigantes na campanha, a defesa apresentou termo de declaração devidamente assinado pelo prestador do serviço (Ed Erk Alves dos Santos), pela qual o declarante afirma que o valor do combustível estava inserido no valor total da locação (R$ 5.000,00). Assim, vê-se que a irregularidade acusada pelo investigante não prospera.

Ademais, observa-se que a prova produzida sob o crivo do contraditório judicial afastou as alegações da parte investigante. Nesse sentido, todas as testemunhas ouvidas por este 98º juízo eleitoral afirmaram que prestaram o serviço de militância e que foram pagas pela realização de tal serviço”.

E decidiu: “Por fim,  com esses fundamentos, julgo improcedente o pedido contido na presente investigação judicial eleitoral”. Como tudo voltou ao começo no universo jurídico, cabe recurso da Coligação ao TRE.