Filho do empresário arcoverdense Severino Brito, morre em acidente aéreo no Maranhão
Uma tragédia nos Lençóis Maranhenses na tarde deste sábado (09) tirou a vida de duas pessoas que só foram identificadas no início da manhã deste domingo (10).
A médica veterinária, Bruna Emanoely Silva Pereira, de 23 anos, e o piloto, Victor Manoel Britto, de 43, morreram na queda de um avião de pequeno porte, no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em Santo Amaro do Maranhão.
Victor Manoel é filho do empresário do setor agropecuário, Severiano Britto, natural de Arcoverde, que mora no Maranhão há alguns anos e é casado com a também arcoverdense, Adelaide Britto.
A aeronave, modelo anfíbio (que pousa na água e na terra) Super Petrel LS, fabricada em 2012, estava em situação regular de voo, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e pertencia ao deputado estadual Francisco Nagib Buzar de Oliveira (PSB).
Ontem fim da tarde, a aeronave foi dada como desaparecida. Durante a madrugada, o Corpo de Bombeiros localizou os destroços e os dois corpos próximo à Lagoa das Pedras, no meio das dunas dos Lençóis Maranhenses.
Em postagem nas redes sociais, o deputado estadual lamentou o acidente e prestou solidariedade às famílias das vítimas, especialmente do piloto, de quem era amigo.
“Manifesto meu mais profundo sentimento de pesar às famílias das vítimas, em especial à família Britto, pela perda irreparável de seu filho, Victor Manoel Britto. Manoel era um amigo muito próximo que a aviação me presenteou. Um jovem cheio de vida, apaixonado, com tantos sonhos pela frente. Sua partida tão precoce nos deixa um vazio imenso e uma dor difícil de expressar em palavras.”
As causas do acidente estão sendo investigadas. Os corpos chegaram ao Instituto Médico Legal de São Luís ainda de madrugada e aguardam liberação. As informações são da Rádio Itapuema FM.



A Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) instaurou nesta quarta-feira (25), no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde (SES), auditoria para avaliar os controles internos relacionados aos contratos de gestão com as Organizações Sociais (OS’s) que atuam na área da saúde, especificamente a contratação alvo da Operação Clã, da Polícia Federal, deflagrada ontem.
Medida adotada pelo ministro Alexandre de Moares vale até a empresa cumprir decisões judiciais e pagar as multas fixadas.

O Deputado petista Vicente Cândido (SP) negou














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