Filha de Mantega publica post sobre Aécio e volta atrás
Por Nill Júnior
do Estadão Conteúdo
A apresentadora de TV Marina Mantega, filha do ministro da Fazenda Guido Mantega, entrou nesta quarta-feira, 8, em uma polêmica com blogueiros tucanos nas redes sociais ao publicar no Facebook um texto – veiculado em janeiro deste ano num blog esportivo de São Paulo – que afirma que Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência, teria sido internado em um hospital de Belo Horizonte por abuso de drogas quando era governador de Minas Gerais.
A iniciativa de Marina gerou reação de blogueiros ligados ao PSDB. Segundo aliados de Aécio, o texto ressurgiu agora em função do acirramento da disputa. Diante da repercussão, Marina apagou o post. “Postei sim, tem muita gente que está postando isso. Mas, se pudesse voltar atrás, não teria postado. Fui infeliz”, disse ela à reportagem.
“Ela é filha de um ministro. Não dá para bancar a ingênua”, criticou o ex-ministro Xico Graziano, que integra o grupo responsável pelas redes sociais da campanha de Aécio. Ele afirma que identificou no 2º turno uma onda de publicação de posts antigos para prejudicar o tucano.
Um dos mais belos e genuínos ritmos brasileiros, o choro, recebeu da Escola de música Bernardo Delvanir Ferreira reuniu músicos em praça pública para executar grandes sucessos do gênero. A Prefeitura do município, mantenedora da escola, deu suporte ao evento. A Rádio Pajeú, por sua política cultural, reforçou a divulgação no Debate das Dez da […]
Um dos mais belos e genuínos ritmos brasileiros, o choro, recebeu da Escola de música Bernardo Delvanir Ferreira reuniu músicos em praça pública para executar grandes sucessos do gênero.
A Prefeitura do município, mantenedora da escola, deu suporte ao evento. A Rádio Pajeú, por sua política cultural, reforçou a divulgação no Debate das Dez da última sexta.
Foi na noite deste domingo (23), na Praça Alfredo de Arruda Câmara, com um bom público. A data ficou marcada por ser aniversário do compositor Pixinguinha, um dos grandes mestres da nossa MPB, autor de sucessos inesquecíveis como “Carinhoso” e “Lamento”.
“A escola de música reuniu além do sexteto de sopro da própria escola, outros músicos de Afogados e os Chorões do Pajeú, de Carnaíba, para trazer ao público um pouco desse ritmo tão fascinante”, declarou o coordenador da escola de música, Edinho Oliveira.
O vice-prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira, destacou a importância de ações municipais que valorizem a boa música.
“Temos que aproveitar os nossos talentos, temos que dar oportunidades a eles. Eventos como esse, valorizando a nossa boa música e os nossos músicos, só contribuem com a formação cultural do nosso povo. Vamos promover mais noites agradáveis como esta”, finalizou Alessandro.
O anunciado apoio da ex-prefeita Cida Oliveira (PSB) ao candidato da oposição Armando Monteiro (PTB) ao Governo de Pernambuco, gerou especulação de um possível rompimento com o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) que votará pela reeleição do Governador Paulo Câmara. Ontem o Prefeito Djalma declarou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM […]
O anunciado apoio da ex-prefeita Cida Oliveira (PSB) ao candidato da oposição Armando Monteiro (PTB) ao Governo de Pernambuco, gerou especulação de um possível rompimento com o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) que votará pela reeleição do Governador Paulo Câmara.
Ontem o Prefeito Djalma declarou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que não existe rompimento e que respeita o posicionamento da ex-prefeita. O prefeito disse que a eleição estadual mistura tudo, pois existem adversários de seu palanque que também votarão com o Governador.
Detalhe: resta saber como a direção regional do PSB vai encarar o partido estar sendo comandado em Solidão por um Presidente que vota em Armando. Jesus, marido da ex-prefeita Cida comanda o partido.
Chamado a falar sobre o Garantia Safra 2017 que não foi pago em Solidão, Djalma Alves afirmou seguir lutando pela liberação do recurso. Admitiu voltar a Brasília nos próximos dias para tratar do assunto junto a Coordenação Nacional.
A nova tarifa social de energia elétrica, que garante gratuidade na conta de luz para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com consumo mensal de até 80 kWh, entra em vigor neste sábado (5). A medida, editada por meio de Medida Provisória (MP) publicada em maio no Diário Oficial da União, ainda depende da aprovação […]
A nova tarifa social de energia elétrica, que garante gratuidade na conta de luz para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com consumo mensal de até 80 kWh, entra em vigor neste sábado (5).
A medida, editada por meio de Medida Provisória (MP) publicada em maio no Diário Oficial da União, ainda depende da aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal no prazo de até 120 dias para que continue valendo. Caso não seja aprovada, perde automaticamente a validade.
Com a nova regra, o governo estima beneficiar diretamente cerca de 17 milhões de famílias, o equivalente a aproximadamente 60 milhões de pessoas em todo o país. Segundo os dados apresentados, 55 milhões de brasileiros terão acesso a algum tipo de desconto, enquanto outros 60 milhões poderão ter isenção total da tarifa de energia.
Atualmente, apenas famílias indígenas e quilombolas contam com gratuidade, enquanto as demais famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico têm direito a descontos proporcionais que podem chegar a até 65% na conta de luz. A mudança representa, portanto, uma ampliação significativa dos benefícios.
Além da isenção, a MP diferencia o novo benefício do modelo anterior, baseado em descontos parciais na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Esse subsídio, que representa cerca de 12% da fatura, continua válido para famílias com consumo de até 120 kWh e renda entre meio e um salário mínimo por pessoa. A nova gratuidade, no entanto, é exclusiva para quem consome até 80 kWh e já está inserido no CadÚnico, alcançando um perfil social mais vulnerável.
Para compensar o impacto estimado de R$ 3,6 bilhões anuais nos cofres públicos com a ampliação dos benefícios, o governo pretende implementar medidas de reequilíbrio no setor elétrico. Entre elas, está a abertura gradual do mercado de baixa tensão, permitindo que todos os consumidores possam escolher seu fornecedor de energia. Hoje restrito a grandes indústrias e estabelecimentos comerciais, o chamado “mercado livre” deverá ser ampliado a partir de agosto de 2026 para o setor produtivo e, até dezembro de 2027, para os demais consumidores residenciais.
Outras propostas incluem mudanças na forma de rateio dos encargos da CDE, buscando uma distribuição proporcional ao consumo de energia, além de ajustes nos critérios de autoprodução de energia e nos incentivos à geração distribuída. A MP também prevê a inclusão dos consumidores livres no grupo que financia a produção das usinas nucleares Angra 1 e 2, o que até então era responsabilidade apenas dos consumidores cativos.
Com a medida, o governo federal busca não apenas aliviar o peso da conta de luz sobre as famílias mais vulneráveis, mas também promover uma reforma estrutural no setor elétrico, aliando justiça social a mecanismos de sustentabilidade econômica.
Nenhum ex-petista apareceu para responder a carta aberta do prefeito de Serra Talhada Luciano Duque, criticando os que “pularam do barco” no dia em que Lula era preso em Curitiba. Duque afirmou que “diante da maior perseguição política que um líder popular já sofreu em nosso país, vimos pessoas históricas que militaram desde a fundação […]
Por ser um histórico, João Paulo foi um dos mais criticados
Nenhum ex-petista apareceu para responder a carta aberta do prefeito de Serra Talhada Luciano Duque, criticando os que “pularam do barco” no dia em que Lula era preso em Curitiba.
Duque afirmou que “diante da maior perseguição política que um líder popular já sofreu em nosso país, vimos pessoas históricas que militaram desde a fundação do PT abandonarem o barco e rasgarem as suas biografias”.
O recado, claro, teve endereço certo: nomes como o do ex-prefeito João Paulo, que no limite do prazo migrou para o PCdoB, além de outros nomes como o ex-presidente PT do Recife Osmar Ricardo, do ex-prefeito de Águas Belas, Genivaldo Menezes.
O ingresso no PCdoB teve a finalidade de matar dois coelhos em uma cajadada: ingressaram num partido que tem condenado a prisão do ex-presidente, mas que aqui em Pernambuco é próximo do PSB.
“Quando esperava-se o fortalecimento do nosso partido e uma grande corrente em torno da defesa do ex-presidente Lula e da tão abalada democracia brasileira, militantes que tanto se fizeram valer da nossa bandeira, pularam do barco”, criticou.
Curioso é que há meses, o próprio Duque era cotado para deixar o PT, sondado por partidos ligados ao bloco governista do estado. Hoje, não só é um dos porta-vozes da legenda no Estado como é tido como o principal cabo eleitoral de Marília Arraes.
O governo Michel Temer omitiu o desastre ambiental de Mariana do informe oficial que entregou para a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação de direitos humanos no país. O relatório servirá de base para uma sabatina do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da entidade, onde ontem retomou assento por mais dois anos. […]
O governo Michel Temer omitiu o desastre ambiental de Mariana do informe oficial que entregou para a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação de direitos humanos no país. O relatório servirá de base para uma sabatina do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da entidade, onde ontem retomou assento por mais dois anos.
O documento não foi divulgado pelo governo brasileiro, mas o Ministério dos Direitos Humanos confirmou que não faz referências ao rompimento da barragem de rejeitos da Samarco na cidade mineira, que deixou 18 mortos em novembro de 2015, contaminou cursos d’água e é considerado um dos maiores desastres ambientais da história.
Segundo o governo, a ONU impõe um limite de tamanho para o documento e não teria sido possível incluir o desastre.
Relembre
Na tarde do dia 5 de novembro, o rompimento da barragem do Fundão, localizada na cidade histórica de Mariana (MG), foi responsável pelo lançamento no meio ambiente de 34 milhões de m³ de lama, resultantes da produção de minério de ferro pela mineradora Samarco – empresa controlada pela Vale e pela britânica BHP Billiton.
Seiscentos e sessenta e três quilômetros de rios e córregos foram atingidos;1.469 hectares de vegetação, comprometidos; 207 de 251 edificações acabaram soterradas apenas no distrito de Bento Rodrigues. Esses são apenas alguns números do impacto, ainda por ser calculado, do desastre, já considerado a maior catástrofe ambiental da história do país.
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