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FBC recebe vereadores de Tabira para ouvir pleitos

Por Nill Júnior

FBC-com-vereadores de tabira

 da Folha de Pernambuco

O pré-candidato da Frente Popular de Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho (PSB), recebeu, em seu escritório em Petrolina (Sertão), na tarde desta quinta-feira (17) um grupo de vereadores do município sertanejo de Tabira para ouvir uma série de pleitos para a região.

O ex-ministro da Integração Nacional tem repetido esse tipo de agenda pelo Estado para conhecer demandas que são levadas pela população às câmaras de vereadores. Estiveram no encontro os parlamentares Zé de Bira, Marcos Crente, Sebastião Ribeiro e Edmundo Barros.

Outras Notícias

Raquel visita Feira de Caruaru e destaca obras no Parque 18 de Maio e na PE-95

Governadora e candidata à reeleição visitou o espaço neste sábado (5) e citou obras na feira e na PE-95. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) visitou, na manhã deste sábado (5), a Feira de Caruaru, no Parque 18 de Maio, onde conversou com feirantes, comerciantes e consumidores. Durante a agenda, Raquel citou […]

Governadora e candidata à reeleição visitou o espaço neste sábado (5) e citou obras na feira e na PE-95.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) visitou, na manhã deste sábado (5), a Feira de Caruaru, no Parque 18 de Maio, onde conversou com feirantes, comerciantes e consumidores.

Durante a agenda, Raquel citou intervenções realizadas no espaço e obras viárias de acesso ao município.

“Estamos melhorando os espaços aqui no Parque 18 de Maio para dar mais dignidade a quem comercializa os seus produtos e a quem vem comprar. Também estamos ajeitando as estradas, a exemplo da duplicação da PE-95”, afirmou.

Segundo informações divulgadas pelo Governo do Estado, a reforma e ampliação da Feira de Caruaru conta com investimento de R$ 10,93 milhões. O projeto prevê nova cobertura, boxes, praça de alimentação, pisos, banheiros e outras intervenções na infraestrutura.

Na PE-95, os investimentos informados somam R$ 41,8 milhões.

Durante a passagem pela feira, a comerciante Maria Eunice de Alencar, que trabalha com a venda de frutas, agradeceu as intervenções realizadas no local.

“Só temos o que agradecer à senhora pela atenção e os investimentos que estão chegando na nossa feira”, afirmou.

Raquel administrou Caruaru por dois mandatos antes de assumir o Governo de Pernambuco.

A visita ocorreu um dia depois de a candidata cumprir agenda de campanha pelas ruas do município.

Foto: Janaína Pepeu

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Zé Negão diz que condução de Danilo gerou racha e apoio a Fernando Monteiro: “Estava esfacelando o grupo”

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões. O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar […]

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões.

O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar adesão a Fernando Monteiro.

Em entrevista à jornalista Juliana Lima, Zé afirmou que a decisão foi resultado de um processo de desgaste interno e atribuiu a Danilo falta de diálogo com lideranças que vinham participando da articulação política do grupo.

Segundo o vereador, ele havia retirado sua própria candidatura dois anos atrás para apoiar Danilo e permaneceu ao lado dele durante o processo eleitoral seguinte. A relação, porém, teria começado a se desgastar após divergências envolvendo integrantes da oposição local.

Zé citou um episódio entre Edson Henrique e um assessor de Romero Sales. Depois da divergência, segundo ele, parte do grupo decidiu não acompanhar Romero, enquanto Danilo manteve sua relação política com o candidato.

“Danilo se distanciou do nosso grupo. Tem gente aqui do grupo e, se você quiser, eu trago cem lideranças para dizer que foi abandonado”, afirmou.

O vereador disse que procurou Danilo em diferentes momentos para alertá-lo sobre a insatisfação entre aliados.

“Eu conversei com ele várias vezes: ‘Danilo, vamos ver tudo isso aí, porque as lideranças já estão insatisfeitas, isso não vai dar certo’”, relatou.

Segundo Zé, atividades realizadas na zona rural também passaram a ocorrer sem a participação de integrantes que anteriormente atuavam em conjunto com Danilo.

Na avaliação do vereador, a maneira como a campanha estava sendo conduzida provocou afastamentos dentro do grupo.

“Ele não teve a preocupação de unir o grupo. Faltou diálogo, faltou procurar”, declarou.

Zé afirmou ainda que defendia uma atuação mais intensa da candidatura nas ruas e uma aproximação maior com as lideranças locais.

“Eu disse: ‘Danilo, a campanha tem que ir para a rua, a campanha tem que ser trabalhada’. […] Eu disse: ‘se não arrumar a casa, vai começar a esfacelar’. E começou”, afirmou.

O vereador também relatou episódios envolvendo a organização de atividades de campanha que, segundo sua versão, aumentaram a insatisfação de integrantes do grupo.

O processo terminou com a decisão de Zé Negão e seus aliados de apoiar Fernando Monteiro para deputado federal.

As declarações representam a versão apresentada pelo vereador sobre o rompimento com Danilo Simões e os motivos que levaram à mudança de apoio.

Confira abaixo, em nosso Instagram, a entrevista. Ative o áudio para ouvir a explicação completa de Zé Negão.

Fonte: Rádio Pajéu
Vídeo: Reprodução

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Caso Master expõe tensão no STF e provoca uma das maiores crises institucionais de 2026; entenda os principais pontos

Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional. Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições […]

Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional.

Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições da República.

Relatórios da Polícia Federal revelaram mensagens, citações e documentos envolvendo autoridades. Ministros do Supremo Tribunal Federal passaram a divergir publicamente, surgiram pedidos de investigação, procedimentos relacionados ao procurador-geral da República e manifestações do Palácio do Planalto.

Para facilitar a compreensão dos principais acontecimentos, o Blog reúne em dez pontos os fatos que marcaram a primeira semana de setembro.

  1. Onde começou a crise?

A origem está na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master e empresas relacionadas ao ex-controlador Daniel Vorcaro.

Durante as investigações, a Polícia Federal apreendeu o celular do empresário e recuperou mensagens, documentos e outros arquivos que passaram a integrar relatórios enviados ao Supremo.

O que inicialmente estava restrito às suspeitas envolvendo o banco ganhou dimensão institucional à medida que autoridades passaram a aparecer no material reunido pelos investigadores.

  1. O que mudou nesta semana?

O ponto de virada ocorreu na terça-feira (1º), quando o ministro André Mendonça retirou o sigilo de relatórios produzidos pela Polícia Federal a seu pedido.

Os documentos continham referências a autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

A partir daí, a discussão deixou de tratar apenas das operações financeiras investigadas e passou a incluir a atuação de integrantes do sistema de Justiça.

  1. Por que Alexandre de Moraes ficou no centro do caso?

Relatórios da PF expuseram mensagens atribuídas a trocas entre Moraes e Vorcaro e levantaram questionamentos sobre a relação mantida entre os dois.

Entre o material estão conversas sobre encontros e mensagens relacionadas ao período anterior à prisão do ex-banqueiro.

Os investigadores também encontraram registros de edição digital de versões de contratos firmados entre empresas relacionadas a Vorcaro e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advocacia, da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Os metadados indicariam alterações feitas por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.

Os elementos levantaram questionamentos, mas não representam, por si só, comprovação de irregularidade.

Moraes nega ter cometido qualquer irregularidade. O escritório de sua esposa afirma que os contratos foram firmados de acordo com a legislação.

  1. Como André Mendonça também entrou no centro do embate?

Depois da divulgação dos relatórios, começaram questionamentos sobre a própria condução das investigações.

Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, providências relacionadas à atuação de Mendonça na condução do caso.

Entre os elementos citados estão relatórios de inteligência da Polícia Federal que levantam suspeitas sobre determinadas decisões e diligências.

Esses documentos, entretanto, possuem caráter de inteligência e não equivalem a provas produzidas em processo judicial.

Assim, a crise passou a envolver não apenas autoridades citadas nas mensagens de Vorcaro, mas também o ministro responsável por conduzir parte das investigações.

  1. Há uma crise interna no STF?

A divergência entre Moraes e Mendonça deixou os bastidores e passou para o plano público.

Moraes encaminhou a Fachin um pedido relacionado à atuação do colega, enquanto Mendonça passou a defender a análise institucional dos relatórios e das questões levantadas pela investigação.

O episódio expôs uma das maiores tensões recentes entre integrantes da Corte.

  1. Por que Edson Fachin se tornou peça central?

Como presidente do STF, Fachin passou a concentrar algumas das principais decisões sobre a condução da crise.

Ele pediu informações à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República e aos ministros envolvidos.

Fachin também afirmou que nenhuma autoridade está acima da Constituição e indicou que a Corte deverá dar uma resposta institucional aos fatos revelados.

Entre as possibilidades está levar determinadas questões para análise do plenário do Supremo.

  1. E o inquérito das fake news?

O inquérito aberto em 2019 para investigar ataques e ameaças contra o STF também entrou no debate.

Relatado por Alexandre de Moraes, o procedimento foi utilizado inicialmente para encaminhar uma das questões relacionadas à atuação de Mendonça.

A situação reabriu discussões sobre a duração e o alcance do inquérito.

Em meio à crise, Fachin anunciou a intenção de encerrar o procedimento, que já dura mais de sete anos.

  1. Como a PGR entrou na crise?

Os relatórios também contêm referências ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu um procedimento para analisar menções a Gonet em mensagens atribuídas a Vorcaro.

A medida não representa conclusão sobre irregularidade nem equivale a uma investigação criminal.

O objetivo inicial é analisar o conteúdo e avaliar se há necessidade de adoção de outras providências.

  1. Por que Lula se manifestou?

A repercussão chegou ao Palácio do Planalto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou um vídeo nas redes sociais no qual classificou o caso Master como “o maior roubo da história do Brasil”, criticou “vazamentos seletivos” e cobrou investigação sem proteção a autoridades.

“É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”, afirmou.

Lula também defendeu mudanças no sistema político e no Judiciário e cobrou atuação do presidente do STF e da Procuradoria-Geral da República para garantir a confiança nas investigações.

  1. O que acontece agora?

Ainda não há uma definição única sobre o rumo dos diferentes procedimentos.

Fachin deverá decidir como serão analisados os pedidos e questionamentos envolvendo Moraes e Mendonça e se parte das questões será submetida ao plenário do STF.

Paralelamente, continuam as investigações relacionadas ao Banco Master, as análises sobre referências a integrantes da PGR e as negociações de acordos de colaboração.

A crise também acelerou discussões já existentes dentro do Supremo, entre elas a criação de um Código de Ética para ministros da Corte e mudanças nos mecanismos internos de transparência e governança.

Por que a semana foi tão turbulenta?

Porque uma investigação inicialmente voltada a suspeitas financeiras envolvendo um banco e seu ex-controlador acabou chegando simultaneamente ao STF, à PGR, à Polícia Federal, ao Congresso e ao Palácio do Planalto.

A semana começou com dúvidas sobre mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro e terminou com um debate mais amplo sobre a credibilidade e o funcionamento das próprias instituições responsáveis por investigar, acusar e julgar.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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Candidaturas de pessoas autistas crescem mais de cinco vezes nas eleições de 2026

Número passou de 13, em 2022, para 70 neste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O número de candidaturas de pessoas que se declaram autistas aumentou mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026. Os pedidos de registro passaram de 13 para 70 no período. Dos 70 candidatos, […]

Número passou de 13, em 2022, para 70 neste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

O número de candidaturas de pessoas que se declaram autistas aumentou mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026. Os pedidos de registro passaram de 13 para 70 no período.

Dos 70 candidatos, 39 disputam vagas de deputado estadual, 22 concorrem à Câmara dos Deputados, cinco à Câmara Legislativa do Distrito Federal, três são candidatos a vice-governador e um concorre como primeiro suplente ao Senado.

O movimento ocorre em sentido contrário ao número total de candidaturas nas eleições gerais. Os registros caíram de 29.262, em 2022, para 20.829 neste ano. O dado ainda pode sofrer alterações com as atualizações feitas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No total, 524 candidatos declararam à Justiça Eleitoral possuir algum tipo de deficiência. São 208 com deficiência física, 112 visual, 59 auditiva e outros 145 registros em diferentes categorias, incluindo pessoas autistas.

Eleitorado com deficiência também cresce

No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, aproximadamente 1,97 milhão dos 158,74 milhões de eleitores brasileiros têm algum tipo de deficiência. Em 2022, eram 1,38 milhão, o que representa crescimento de cerca de 42%.

Para a presidente da Associação Vozes Atípicas (AVA), Simone Alli Chair, o aumento das candidaturas acompanha a maior visibilidade das pessoas autistas e de outras pessoas com deficiência.

Ela pondera, no entanto, que a presença do tema nas campanhas não significa necessariamente compromisso com políticas públicas voltadas ao segmento.

“Muitos candidatos não estão interessados em realmente nos ajudar, mas sim em arregimentar eleitores”, afirmou.

Simone também defende que as propostas sejam avaliadas não apenas pelo volume de atendimentos prometidos, mas pela qualificação dos profissionais, continuidade do acompanhamento e capacidade de oferecer serviços adequados às necessidades específicas de cada pessoa.

Segmentação eleitoral

O cientista político João Francisco Meira avalia que pautas relacionadas à neurodiversidade e aos direitos das pessoas com deficiência também funcionam como elementos de diferenciação nas disputas proporcionais.

Segundo ele, candidatos a deputado precisam se destacar em meio a um grande número de concorrentes, e temas específicos podem aproximá-los de segmentos do eleitorado que ultrapassam as divisões partidárias tradicionais.

“Alguém que não comungue com suas ideias em geral pode prestar atenção em uma determinada proposta segmentada”, explicou.

Para Meira, novos temas ganham espaço na agenda política à medida que grupos sociais passam a cobrar maior atenção do poder público e dos candidatos.

Fonte: Agência Brasil

Foto:  Tânia Rêgo

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Em Iguaracy, Dr. Pedro Alves acompanha obras de praça no bairro Santa Ana

Espaço está em construção no bairro do Campo e será destinado ao lazer e à convivência dos moradores. O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, acompanhou, nesta semana, o andamento das obras de construção de uma praça no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo. A vistoria foi realizada ao lado do secretário de […]

Espaço está em construção no bairro do Campo e será destinado ao lazer e à convivência dos moradores.

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, acompanhou, nesta semana, o andamento das obras de construção de uma praça no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo.

A vistoria foi realizada ao lado do secretário de Obras, Fábio Torres, e do secretário executivo de Obras, José Inácio.

Segundo a Prefeitura, o espaço está sendo projetado para atividades de lazer e convivência da comunidade.

Durante a visita, o prefeito afirmou que a obra segue em andamento e que a expectativa é de conclusão em breve.

“Estamos trabalhando para entregar esse espaço de convivência à nossa população. Logo, logo, essa praça estará pronta e será entregue para as famílias do bairro Santa Ana e de toda Iguaracy”, afirmou.

Foto: Divulgação

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