Família de Pedro Corrêa aguarda transferência do ex-deputado
Por Nill Júnior
Do JC Online.
Condenado a sete anos e dois meses de prisão por envolvimento no esquema do mensalão, o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP) deve ser transferido esta semana para Pernambuco, onde cumprirá pena na cadeia pública de Jataúba, distante 180 quilômetros do Recife. O pedido foi autorizado na última sexta-feira (20) pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), mas a família e os advogados aguardam a liberação do ex-parlamentar pela Vara de Execuções Penais de Brasília.
Fábio Corrêa, advogado e filho do ex-deputado, destacou que o pedido de remoção para Jataúba foi feito com base na Constituição Federal e disse que o pai poderá cumprir pena próximo a fazenda da família, onde deve ficar sua mãe. “Meu pai foi condenado a cumprir um regime semiaberto e está em regime fechado. A Constituição Federal lhe concede o direito de cumprir pena próximo à família. Minha mãe e meu pai vivem juntos há 50 anos, imagine o que ela está sentindo longe dele”, disse Fábio.
A expectativa dos familiares é que Pedro Corrêa seja transferido ainda a tempo de passar o Natal em solo pernambucano.
A possibilidade de cumprir o regime semiaberto na cadeira pública de Jataúba surgiu depois que o ex-parlamentar foi aceito pela Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe para trabalhar como médico em um Programa de Saúde da Família (PSF), cidade localizada a 10 quilômetros de Jataúba. Apesar de ter atuado 28 anos como político, Pedro Corrêa é médico com especialização em radiologia.
O pré-candidato a governador de Pernambuco João Campos (PSB) articulou, neste sábado (2), uma videoconferência entre o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e sete prefeitos da Região Metropolitana e da Zona da Mata atingidos pelas chuvas. O ex-prefeito do Recife se comprometeu a solicitar ao presidente Lula (PT) a liberação de […]
O pré-candidato a governador de Pernambuco João Campos (PSB) articulou, neste sábado (2), uma videoconferência entre o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e sete prefeitos da Região Metropolitana e da Zona da Mata atingidos pelas chuvas. O ex-prefeito do Recife se comprometeu a solicitar ao presidente Lula (PT) a liberação de recursos para obras de prevenção ao impacto das mudanças climáticas que dependem de investimentos do Novo PAC. A reunião foi conduzida a partir de Goiana, na Mata Norte, cidade que concentrou mais de 200 milímetros de chuva nas últimas 48 horas.
“Ontem tive a oportunidade de falar com o presidente Lula, com o ministro Waldez Góes, e explicamos a situação que estava acontecendo aqui na Mata Norte e na Região Metropolitana. A gente vai consolidar tudo o que os municípios solicitaram e que tem cadastro já realizado no PAC para eu levar ao presidente Lula e pedir uma ação diante disso. Algumas coisas estão fora da alçada da Defesa Civil, mas, a partir do momento emg que o registro e o cadastro são feitos, que há o decreto de emergência e um protocolo aberto, a gente sabe a sensibilidade do presidente Lula para poder autorizar essas intervenções junto ao PAC”, destacou.
João Campos defendeu essa articulação como fundamental para que, além do suporte de emergência, os municípios conquistem recursos federais para obras de caráter preventivo, que demandam projetos estruturantes e volumes maiores de investimentos. O pré-candidato a governador valorizou ainda a parceria com o presidente Lula em contraponto à falta de apoio na gestão Bolsonaro em 2022, em meio a chuvas históricas na capital.
“Nós não contamos com nenhum tipo de solidariedade institucional do Governo Federal, nenhuma governança montada naquele momento, nenhuma ajuda, nenhuma ligação de solidariedade. E eu queria dar o testemunho da diferença que é. O presidente Lula, com 30 segundos de ligação, ele atendeu. Com dois minutos, o ministro Waldez retornou, o secretário Wolnei ligou e hoje a gente está aqui”.
Do Blog Carlos Eugênio Cumprindo o que havia dito durante a solenidade de entrega do Título de Cidadão ao Pré-candidato a Governador, João Campos, na Câmara de Garanhuns, quando afirmou que subiria ao palco do Festival Viva Garanhuns para anunciar atrações do evento no próximo ano, o Prefeito Sivaldo Albino descumpriu uma decisão liminar do […]
Cumprindo o que havia dito durante a solenidade de entrega do Título de Cidadão ao Pré-candidato a Governador, João Campos, na Câmara de Garanhuns, quando afirmou que subiria ao palco do Festival Viva Garanhuns para anunciar atrações do evento no próximo ano, o Prefeito Sivaldo Albino descumpriu uma decisão liminar do Juiz da Vara da Fazenda Pública, e na madrugada deste sábado, dia 2, voltou a fazer “promoção pessoal” num evento custeado com dinheiro público no Município. A prática fere o princípio da impessoalidade.
Albino subiu ao palco, interagiu com o público e anunciou cinco atrações do Festival Viva Garanhuns do próximo ano: Rey Vaqueiro, Geraldo Azevedo, Mano Walter, Solange Almeida e Calcinha Preta.
O ato de Sivaldo, registrado reiteradas vezes em eventos públicos entre os anos de 2023 e 2026, se repetiu, mesmo diante de recente decisão liminar do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
É que no último dia 13 de abril, o Juiz Glacidelson Antônio da Silva determinou a proibição da prática, numa sentença liminar a uma Ação Popular movida em 2023, a partir de atos do Prefeito Sivaldo Albino, que entre outras condutas, utilizou Festivais promovidos pela Prefeitura para promover a imagem política dele, inclusive com falas públicas no palco dos eventos.
A ação de Sivaldo na madrugada de hoje reforça a consideração do Magistrado na decisão liminar, de que havia “risco de continuidade da conduta, uma vez que, mesmo após o ajuizamento da Ação, em 2023, teriam ocorrido novos episódios semelhantes em outros eventos municipais”.
O Ato pode render uma multa de R$ 1 mil ao Prefeito, com o valor sendo revertido para a Prefeitura Municipal. O Processo segue sem decisão definitiva.
Nos bastidores políticos, a avaliação é de que a demora na conclusão do processo, aliada à possível fragilidade da decisão provisória e à ausência de medidas mais incisivas por parte do Ministério Público de Pernambuco, pode contribuir para a continuidade das práticas questionadas.
Durante o evento dessa quinta-feira, na Câmara, Sivaldo também indicou que pretende voltar a subir ao palco do FIG, como fez diversas vezes no ano passado, para anunciar atrações futuras.
Pernambuco e Paraíba contabilizam seis mortos, destruição e desabrigados após fortes chuvas que atingiram os dois estados ontem. Em Pernambuco, quatro pessoas morreram, vítimas de dois deslizamentos diferentes. O primeiro deles foi no Alto da Bondade, em Olinda, que matou uma mulher de 21 anos e a filha dela, de seis meses. O segundo foi […]
Pernambuco e Paraíba contabilizam seis mortos, destruição e desabrigados após fortes chuvas que atingiram os dois estados ontem.
Em Pernambuco, quatro pessoas morreram, vítimas de dois deslizamentos diferentes. O primeiro deles foi no Alto da Bondade, em Olinda, que matou uma mulher de 21 anos e a filha dela, de seis meses. O segundo foi em Dois Unidos, na zona norte do Recife, que matou uma mulher que não teve a idade divulgada e o filho dela, de seis anos.
Cinco pessoas ficaram feridas em Pernambuco, todos eles na cidade de Olinda. Os estados de saúde delas não foram divulgados pelo governo estadual.
Na Paraíba, dois homens morreram em uma corrida na cidade de Guarabira. De acordo com a prefeitura, Washington Gonçalves de Souza, 41, e Antônio Felipe da Silva Júnior, 36, foram eletrocutados quando participavam de uma corrida. A suspeita é de que um fio eletrizado tenha entrado em contato com uma poça d’água. Chovia forte na hora do ocorrido.
Em Pernambuco, 1.096 pessoas estão desabrigadas e outras 1.094 ficaram desalojadas. As informações foram atualizadas por um balanço da Defesa Civil na manhã de hoje. O número de desalojados se refere àqueles que precisaram deixar as suas residências, mas podem voltar após as chuvas, já o número de desabrigados representa os que perderam as suas casas definitivamente.
Maioria dos desabrigados (671) está no Recife; Olinda (170) vem em segundo lugar, seguida de Goiana (146). Também há pessoas sem casas nas cidades de Camaragibe, Igarassu, Limoeiro, Paulista e Timbaúba.
Na Paraíba, 11 famílias ficaram desabrigadas por causa da chuva em João Pessoa. Elas foram encaminhadas a uma escola local, de acordo com o prefeito Léo Bezerra (PSB).
O estado teve menos vítimas, mas concentrou problemas estruturais, como estradas bloqueadas. Há trechos intransitáveis na PB-032; PB-054 e na BR-230, de acordo com o governo do estado.
A ponte que passa pelo trecho urbano de Ingá ficou parcialmente rompida após o transbordamento do rio que corta a cidade. O governador paraibano Lucas Ribeiro (PP) disse que decretou estado de calamidade pública ontem para “viabilizar intervenções rápidas” na região.
Em Pernambuco, a Região Metropolitana do Recife e a zona da Mata Norte, áreas mais atingidas, devem continuar com chuvas fortes nesta manhã. Segundo a Apac (Agência Pernambucana de Águas e Clima), a previsão é de que a chuva diminua no começo da tarde.
Na Paraíba, as regiões do Litoral, Agreste e Brejo devem continuar com tempo instável. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), há precisão de chuvas de até 100 milímetros para a costa dos dois estados, com risco de ventos de até 100 km/h. O alerta é válido até as 23h59 de hoje.
O pré-candidato a Deputado Federal Danilo Simões (PSD), se encontrou hoje com apoiadores no Mercado Público Municipal de Afogados da Ingazeira. O encontro traz uma sinalização política de unidade e acontece horas depois do anúncio de Zé e Edson pelo apoio a Marconi Santana para Estadual. Danilo confirmou que segue com Romero Sales Filho, assim […]
O pré-candidato a Deputado Federal Danilo Simões (PSD), se encontrou hoje com apoiadores no Mercado Público Municipal de Afogados da Ingazeira.
O encontro traz uma sinalização política de unidade e acontece horas depois do anúncio de Zé e Edson pelo apoio a Marconi Santana para Estadual. Danilo confirmou que segue com Romero Sales Filho, assim como o vereador Edson do Cosmético.
Estiveram no encontro ainda nomes como Décio Petrônio e Esdras Henrique.
Do G1 As pesquisas Quaest divulgadas na última semana de abril de 2026 traçam um mapa da corrida pelos governos estaduais em onze estados brasileiros. O cenário varia de favoritismos consolidados, como no Paraná, até disputas acirradas e alta indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues […]
As pesquisas Quaest divulgadas na última semana de abril de 2026 traçam um mapa da corrida pelos governos estaduais em onze estados brasileiros. O cenário varia de favoritismos consolidados, como no Paraná, até disputas acirradas e alta indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparecem tecnicamente empatados na liderança. Em um dos principais cenários testados, ACM Neto soma 41% das intenções de voto, contra 37% de Jerônimo.
Apesar da disputa apertada, o governador petista mantém indicadores positivos de gestão: 56% dos eleitores aprovam seu governo, e 51% afirmam que ele merece um novo mandato.
Ainda assim, Jerônimo enfrenta um índice elevado de rejeição (42%), superior ao de seu principal adversário (32%).
O cenário baiano é fortemente impactado pela política nacional: quase metade do eleitorado (47%) afirma preferir um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 16% dizem optar por um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
No Ceará, os números mostram uma disputa condicionada principalmente à escolha do PT entre dois nomes: o senador Camilo Santana (PT) desponta como o candidato governista mais competitivo, liderando um confronto com Ciro Gomes (PSDB) por 40% a 33%.
Já em um cenário em que o governador Elmano de Freitas (PT) enfrenta Ciro, o pré-candidato do PSDB leva vantagem, com 41%, contra 32% do petista.
Elmano, no entanto, registra boa avaliação administrativa: 53% aprovam a gestão dele, 30% a desaprovam, e 50% consideram que ele merece a reeleição.
Nas simulações de segundo turno, Camilo Santana venceria Ciro Gomes por 44% a 39%, enquanto Ciro superaria Elmano de Freitas por 46% a 35%. Assim como na Bahia, o alinhamento nacional pesa: 43% dos cearenses preferem um governador aliado a Lula, frente a 18% que optam por um aliado de Bolsonaro.
No Espírito Santo, o principal cenário testado aponta um empate técnico entre quatro pré-candidatos. O ex-governador Paulo Hartung (PSD) aparece numericamente à frente, com 19% das intenções de voto, seguido de perto pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 18%. Logo atrás estão o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) e o senador Magno Malta (PL), ambos com 15%. O deputado federal Helder Salomão (PT) surge mais distante, com 7%.
Quando o nome de Hartung é retirado das simulações, o cenário muda: Ricardo Ferraço passa a liderar numericamente, com índices que variam entre 24% e 32%, dependendo da combinação testada.
O levantamento também revela um obstáculo relevante para alguns pré-candidatos. Magno Malta registra a maior rejeição, com 46%, seguido por Hartung (36%) e Helder Salomão (33%). A disputa, no entanto, ainda é bastante incerta: 60% dos eleitores afirmam que podem mudar de voto até o dia da eleição.
Em Goiás, o cenário é mais favorável à continuidade do grupo atualmente no poder. O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o cargo após a saída de Ronaldo Caiado (PSD) para disputar a Presidência da República, lidera as intenções de voto com 33%, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 21%.
O desempenho de Vilela está associado ao legado de Caiado, cujo governo terminou com 84% de aprovação.
Segundo os resultados da Quaest, em uma eventual disputa de segundo turno, Daniel Vilela venceria Marconi Perillo com ampla margem: 46% a 27%. O tucano, por sua vez, é o nome mais rejeitado entre os testados, com 50% de rejeição.
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 30% e 37% no primeiro turno.
Ele é seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que registra entre 14% e 18%, e pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB), com índices entre 8% e 12%. O atual governador, Mateus Simões (PSD), que assumiu o cargo após a renúncia de Romeu Zema (Novo) em março para concorrer à Presidência, aparece com 3% a 5%.
Cleitinho possui os eleitores mais decididos, com 56% de seus apoiadores afirmando que o voto é definitivo. Em simulações de segundo turno, ele venceria todos os adversários testados. No entanto, a incerteza ainda é alta no estado, com 60% do eleitorado afirmando que pode mudar de candidato.
A disputa no Pará é marcada por um empate técnico entre Dr. Daniel Santos (Podemos) e a atual governadora, Hana Ghassan (MDB), no 1º turno. Em um dos cenários, Daniel Santos aparece com 22% contra 19% de Hana; em outro, ele tem 24% contra 22% dela. Hana Ghassan assumiu o governo após a renúncia de Helder Barbalho (MDB), que deixou o cargo para concorrer ao Senado.
Apesar do empate, Hana Ghassan conta com o potencial apoio de Barbalho, que teve 63% de aprovação em sua gestão. No entanto, apenas 33% dos eleitores já associam Hana como a candidata do ex-governador. O nível de indecisão no Pará é alto, atingindo até 33% no primeiro turno.
Em uma simulação de segundo turno, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados, com Daniel Santos registrando 34% e Hana, 29%
No Paraná, o senador Sergio Moro (PL) aparece como favorito na corrida eleitoral. Ele lidera todos os cenários testados pela Quaest e, no principal deles, soma 35% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre Requião Filho (PDT), que tem 18%, e sobre o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), com 15%.
O bom desempenho de Moro ocorre em um contexto de forte aprovação do atual governador Ratinho Junior (PSD), que encerra o segundo mandato com 80% de aprovação.
Apesar de não poder disputar a reeleição, Ratinho Junior mantém grande influência: 64% dos eleitores afirmam que ele merece eleger um sucessor.
No campo nacional, 44% do eleitorado paranaense defende um governador independente, 34% prefere um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e 17% opta por um nome próximo ao presidente Lula.
Em Pernambuco, a corrida eleitoral é marcada pela disputa entre o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a atual governadora, Raquel Lyra (PSD). João Campos lidera as intenções de voto com 42%, contra 34% de Raquel.
Em uma simulação de segundo turno, Campos mantém vantagem, vencendo por 46% a 38%.
Apesar de aparecer atrás nas pesquisas eleitorais, a governadora apresenta indicadores positivos de gestão: a administração é aprovada por 62% dos eleitores, um avanço em relação a levantamentos anteriores, e 57% consideram que ela merece ser reeleita.
O fator nacional é decisivo no estado: 47% dos pernambucanos dizem preferir um governador aliado ao presidente Lula. Nesse aspecto, João Campos leva clara vantagem, já que 47% dos eleitores o identificam como o candidato apoiado por Lula, enquanto 12% fazem essa associação com Raquel Lyra.
No Rio de Janeiro, a liderança é do ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD). Ele aparece à frente em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 34% e 40%.
Bem atrás, surge o deputado estadual Douglas Ruas (PL), com índices entre 9% e 11%, seguido pelo ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que marca 8%.
A disputa fluminense é influenciada pelo desgaste da gestão anterior: o ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo em março de 2026 e foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governo Castro terminou com 47% de desaprovação, o que se reflete no desejo do eleitorado por mudança: 43% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador altere completamente o trabalho que vinha sendo realizado.
No Rio Grande do Sul, a pesquisa aponta um cenário aberto, com equilíbrio entre os nomes da oposição e elevado índice de indecisos.
No principal cenário de primeiro turno, há um empate técnico entre a deputada estadual Juliana Brizola (PDT), com 24%, e o deputado federal Luciano Zucco (PL), que aparece com 21% das intenções de voto. Mais atrás estão o vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 6%, Marcelo Maranata (PSDB), com 2%, e Rejane Oliveira (PSTU), com 1%.
A indefinição do eleitorado gaúcho chama atenção: 34% dos entrevistados se dizem indecisos, e 68% afirmam que ainda podem rever sua escolha, um dos índices mais altos entre os estados pesquisados.
Em relação ao governo atual, o governador Eduardo Leite (PSD) mantém 51% de aprovação e 39% de desaprovação.
Apesar de a maioria aprovar a gestão de Leite, o capital político do governador não se transfere automaticamente: 49% dos eleitores afirmam que ele não merece eleger um sucessor.
No contexto político estadual, Eduardo Leite confirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, após o PSD definir o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato do partido à Presidência da República.
Em São Paulo, o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera a corrida com 38% a 40% das intenções de voto. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar, variando entre 26% e 28%. Outros candidatos, como Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), pontuam com 5% cada.
A gestão de Tarcísio conta com 54% de aprovação, e ele venceria Haddad em um eventual segundo turno por 49% a 32%.
Por outro lado, Haddad enfrenta o maior índice de rejeição, com 58% dos eleitores paulistas afirmando que não votariam nele, enquanto a rejeição de Tarcísio é de 38%. A decisão de voto no estado está dividida: 48% dizem ser definitiva e 51% afirmam que podem mudar.
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