Ex-prefeito de Água Branca toma rasteira de ex-candidato a deputado que ele apoiou
Por André Luis
O prefeito de Água Branca, Tarcísio Firmino
Por Anchieta Santos
O ex-prefeito de Água Branca, Tarcísio Firmino, deve estar se perguntando onde foi que ele errou.
Deu esplêndida votação ao então candidato João Azevedo. Votou no denominado candidato da terra para deputado estadual, o médico e vice-prefeito de Princesa Isabel Aledson Moura.
Mas agora viu seu afilhado, que gerenciava a Região de Saúde, Edísio Francisco da Silva, ser substituído por Maria Alany de Sousa Moura, irmã do ex-candidato a deputado que recebeu seus votos em 2018.
Alany era a diretora da UPA de Princesa. Saiu de lá promovida ao cargo de Gerente da Região de Saúde. Edisio era gerente e foi rebaixado ao cargo de diretor da UPA. Convém lembrar que a UPA de Princesa foi alvo de denúncias dentro da Operação Calvário.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, neste sábado, 13 de junho, até às 17 horas, foram confirmados quatro (04) novos casos de Covid-19. O boletim diário tem 167 confirmados, 21 suspeitos, 277 descartados, 17 óbitos e 71 recuperados. Vale lembrar, que dentro dos 167 confirmados, estão contabilizados os 17 óbitos e 71 curados. […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, neste sábado, 13 de junho, até às 17 horas, foram confirmados quatro (04) novos casos de Covid-19.
O boletim diário tem 167 confirmados, 21 suspeitos, 277 descartados, 17 óbitos e 71 recuperados. Vale lembrar, que dentro dos 167 confirmados, estão contabilizados os 17 óbitos e 71 curados.
Nas barreiras das entradas da cidade foram abordados 389 carros de fora.
Em Pernambuco, foram confirmados 799 novos casos e 90 mortes, totalizando 44.671 positivos e 3.784 óbitos.
Por André Luis, editor executivo do blog O pedido público feito por Zezé di Camargo para que o SBT retire do ar seu especial de fim de ano não é um gesto de coerência artística nem de “princípio moral”, como ele tenta fazer parecer. Trata-se, na prática, de uma tentativa de constrangimento político e de […]
O pedido público feito por Zezé di Camargo para que o SBT retire do ar seu especial de fim de ano não é um gesto de coerência artística nem de “princípio moral”, como ele tenta fazer parecer. Trata-se, na prática, de uma tentativa de constrangimento político e de veto ideológico a uma emissora que ousou exercer algo básico em qualquer democracia: pluralidade.
Embora o cantor não cite nominalmente o presidente Lula nem o ministro Alexandre de Moraes, o contexto de sua fala é inequívoco. O incômodo de Zezé surge após a inauguração do SBT News, evento que contou com autoridades da República e simbolizou uma mudança editorial mínima: a de reconhecer institucionalmente o Estado brasileiro. Para um bolsonarista assumido como ele, isso foi suficiente para acionar o alarme ideológico.
Zezé não critica conteúdo jornalístico, não aponta erros, distorções ou desvios éticos. Seu ataque é mais raso e, ao mesmo tempo, mais perigoso: ele rejeita o simples fato de a emissora dialogar com atores políticos que não pertencem ao seu campo ideológico. Ao afirmar que o SBT “não condiz com o pensamento dele e de grande parte do povo brasileiro”, o cantor se coloca como porta-voz de uma maioria imaginária — expediente clássico do bolsonarismo, que confunde opinião pessoal com vontade nacional.
O discurso degringola ainda mais quando Zezé resolve atacar as filhas de Silvio Santos. Ao dizer que “filho que não honra pai e mãe não existe”, ele abandona qualquer resquício de debate público e parte para o moralismo rasteiro, tentando transformar decisões empresariais e editoriais em traição familiar. É uma fala autoritária, patriarcal e profundamente desrespeitosa, que ignora não só a autonomia das herdeiras como o fato de que Silvio Santos jamais condicionou o SBT a um alinhamento político único.
A palavra escolhida por Zezé para definir a emissora — “prostituindo” — revela o grau de intolerância do posicionamento. Não se trata de crítica, mas de desqualificação. Para ele, abrir espaço institucional a vozes que não reverenciam o bolsonarismo é sinônimo de degradação moral. É a lógica do “ou pensa como eu ou não presta”, tão comum nos últimos anos e tão nociva ao convívio democrático.
Há ainda um componente de arrogância difícil de ignorar. Zezé pede que um especial já gravado, com outros artistas envolvidos e custos assumidos, seja simplesmente descartado, como se sua vontade política estivesse acima do trabalho coletivo, do público e da própria emissora. Em nome de uma cruzada ideológica pessoal, ele se dispõe a jogar no lixo um produto cultural destinado a milhões de brasileiros.
No fundo, o episódio escancara uma contradição: Zezé fala em amor, Natal e povo brasileiro, mas reage com exclusão, ataque e tentativa de silenciamento. O que o incomoda não é o SBT “pensar diferente”, mas o fato de não se submeter à sua visão política. Ao pedir que seu especial não vá ao ar, o cantor revela não um apego a princípios, mas dificuldade em conviver com a democracia real, aquela em que emissoras, artistas e cidadãos não precisam pedir autorização ideológica para existir.
A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou na manhã desta terça-feira (10), a Operação de Intervenção Tática, denominada Reconhecimento de Paternidade, resultante das investigações das equipes da Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição de Afogados da Ingazeira. A operação foi coordenada pela 20ª DESEC, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2 – DINTER II. A ação […]
A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou na manhã desta terça-feira (10), a Operação de Intervenção Tática, denominada Reconhecimento de Paternidade, resultante das investigações das equipes da Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição de Afogados da Ingazeira. A operação foi coordenada pela 20ª DESEC, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2 – DINTER II.
A ação teve como ambiente operacional os municípios de Afogados da Ingazeira e Carnaíba, e mobilizou vinte e cinco Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães.
A operação resultou no cumprimento de um mandado de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão, que tiveram como objetivo coletar elementos de informação no bojo de investigações de um Homicídio ocorrido no Povoado da Varzinha, zona rural de Afogados da Ingazeira, ocorrido em 10 de julho de 2023, cuja motivação se deu em decorrência da disputa de paternidade, pelo afeto e guarda de uma criança de seis anos.
Como fruto do cumprimento das buscas, foi apreendida uma Espingarda de fabricação artesanal, modelo antecarga (bacamarte artesanal), quatro celulares, e a quantia de R$ 23.459,00 (vinte e três mil, quatrocentos e cinquenta e nove reais).
Promessa é de que a água chegará nesta terça em São José do Egito e na sequência em Tuparetama. O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, em nome da 3º Circunscrição do MP, acaba de informara ao blog, que houve uma determinação da Presidência da Celpe para agilizar as ligações para que a Adutora do […]
Promessa é de que a água chegará nesta terça em São José do Egito e na sequência em Tuparetama.
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, em nome da 3º Circunscrição do MP, acaba de informara ao blog, que houve uma determinação da Presidência da Celpe para agilizar as ligações para que a Adutora do Pajeú comece a atender municípios que estão em colapso total no abastecimento.
Como fora anunciado, havia estações elevatórias prontas em Tabira e Riacho do Meio, mas que dependiam da ligação da Celpe para funcionar. A de Tabira funcionava com motor a diesel, só para testes.
“Hoje uma equipe da Celpe veio ligar. O trabalho se concentra na Estação Elevatória 7, em Tabira e na sequência fará a da Estação 8, em Riacho do Meio. Foi necessário fazer um chamado estudo de seletividade”, diz Lúcio.
Ele acrescenta que as equipes estão trabalhando esses dias à noite, entrando pela madrugada, porque um gerador quebrou e precisou vir outro equipamento de Salvador.
O cronograma original prometido por Dnocs, Projetec e Compesa não seria mantido se não fosse essa jornada extra. “Se tudo der certo, a água chegará nesta terça em São José do Egito e na sequência em Tuparetama”.
A garantia, diz o promotor, é para que cerca de oito dias depois, chegue em Iguaraci e na Ingazeira.
Por Celso Brandão Os amigos Ciclistas: Ronivaldo Gomes (44) André Luis (41) Marcos Henriques (33), resolveram fazer história pedalando, planejaram e pegaram a estrada no último sábado dia 12 de dezembro para pedalar por 17 horas e 30 minutos e percorrer 260 km. Os três são integrantes do Kalangos Bike Club, grupo de ciclismo de estrada de […]
Os amigos Ciclistas: Ronivaldo Gomes (44) André Luis (41) Marcos Henriques (33), resolveram fazer história pedalando, planejaram e pegaram a estrada no último sábado dia 12 de dezembro para pedalar por 17 horas e 30 minutos e percorrer 260 km.
Os três são integrantes do Kalangos Bike Club, grupo de ciclismo de estrada de Afogados da Ingazeira, adeptos dos chamados pedais de longa distância. Deixaram Afogados da Ingazeira por volta das 3 da madrugada e percorreram no lombo de suas bikes por Carnaíba, Flores, Triunfo subida da serra aproximadamente 9 km, Serra talhada, onde tomaram o café da manhã, Sítio dos Nunes, parada para o almoço nesta, seguiram para Custódia, e começaram assim o caminho de volta, Albuquerquené, Iguaraci e Afogados da Ingazeira.
Lendo parece ter sido muito fácil, mas os aventureiros sofreram com as intempéries como: vento forte e contrário, além de três pneus furados, subidas acumuladas, asfalto em má conservação e parte do trajeto no período noturno.
O que amenizou bastante a aventura dos três foi o apoio dado por familiares de Ronivaldo, Sua mãe Dona Maria de Lourdes, irmã Maria Gomes e irmão João Gomes, deram apoio de Sítio dos Nunes a Albuquerquené, abastecendo os ciclistas com água e frutas.
Em um pedal anterior, Ronivaldo Gomes e André Luís já tinham pedalado 220 km, isto no mês de agosto passado.
Para o ano que vem os ciclistas pretendem fazer um pedal ainda maior, quer acompanhar? Se cuide.
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