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Estado transforma em política pública projeto de coleta seletiva de Serra Talhada

Por André Luis

O projeto Recicleiros Mais Serra Talhada, que implantou a coleta seletiva porta a porta em todos os bairros da cidade do Sertão do Pajeú e virou referência em gestão ambiental, será transformado em política pública do Estado.

Nesta terça-feira (15), o Governo de Pernambuco lança, no Palácio do Campo das Princesas, o programa Recicla Mais Pernambuco, inspirado na experiência exitosa do município sertanejo.

A iniciativa estadual vai qualificar a gestão de resíduos sólidos urbanos em diversas cidades, reduzindo custos e promovendo a reciclagem.

A prefeita Márcia Conrado (PT) participará da cerimônia de lançamento.

“Esse reconhecimento é motivo de muito orgulho para nossa cidade. Implantamos a coleta seletiva com planejamento, responsabilidade social e compromisso ambiental”, declarou Márcia Conrado.

Ela ressaltou que ver o projeto se transformar em uma política pública estadual mostra uma gestão no caminho certo. “O modelo gera trabalho, renda e protege o meio ambiente”, destacou.

Apoios

O projeto teve início em Serra Talhada a partir de 2019, com o apoio do Instituto Recicleiros e da Cooperativa Recicla Serra Talhada, e se consolidou como referência em sustentabilidade.

A cidade criou seu Plano Municipal de Coleta Seletiva, aprovou uma lei específica sobre o tema, implantou a coleta seletiva porta a porta em todos os bairros e inaugurou a Unidade de Processamento de Materiais Recicláveis (UPMR).

Impacto

Com mais de 736 toneladas de recicláveis processados até março de 2025, a iniciativa alia impacto ambiental positivo à geração de renda para os 25 cooperados e diversos empregos indiretos.

“Ao expandir esse modelo para todo o estado, Pernambuco dá um passo firme rumo a um futuro mais sustentável. Temos muito orgulho de ver Serra Talhada como inspiração para esse avanço.”, pontuou.

A prefeita acredita ser possível transformar vidas por meio da inclusão produtiva e da preservação do meio ambiente. “O Recicla Mais Pernambuco mostra que a mudança começa no município, mas pode alcançar todo um estado”, enfatizou.

Outras Notícias

Relação entre PSB e PT nunca foi mar de rosas, afirma dirigente socialista

Do JC Online O Partido Socialista Brasileiro (PSB) está prestes a oficializar sua postura de oposição ao governo Dilma Rouseff (PT), de quem já foi aliado. A palavra final será dada esta semana pela Executiva nacional do partido e, a julgar pelas declarações do seu dirigente máximo, Carlos Siqueira, esse é um caminho sem volta […]

Carlos Siqueira defende que PSB oficialize posição como partido de oposição à presidente Dilma Rousseff
Carlos Siqueira defende que PSB oficialize posição como partido de oposição à presidente Dilma Rousseff

Do JC Online

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) está prestes a oficializar sua postura de oposição ao governo Dilma Rouseff (PT), de quem já foi aliado. A palavra final será dada esta semana pela Executiva nacional do partido e, a julgar pelas declarações do seu dirigente máximo, Carlos Siqueira, esse é um caminho sem volta a curto ou médio prazo. Apesar do histórico de parceria entre petistas e socialistas, sobretudo em relação à presidência da República, o dirigente defende o distanciamento entre as legendas. “A relação entre PT e PSB nunca foi um mar de rosas ou um rosário de concordâncias. Embora tenhamos sido aliados, sempre tivemos visão crítica do partido”, fala.

Carlos Siqueira lembra que Miguel Arraes, então presidente nacional do PSB, lançou Anthony Garotinho como candidato à presidência da República contra Lula (PT) em 2002. Os socialistas só apoiaram o PT no segundo turno, na eleição que pôs fim a oito anos de governo do PSDB. “O doutor Miguel Arraes me disse algumas vezes que não acreditava que o PT conseguiria fazer as mudanças estruturais que o Brasil precisa”, enfatiza.

Apesar dessa declaração, PSB e PT caminharam juntos em diversos momentos. Em 1989, Lula disputou a presidência da República pela primeira vez com um quadro do PSB, o gaúcho Paulo Bisol, como candidato a vice. Os dois repetiriam a dobradinha em 1994, mas Lula formou chapa com o petista Aloizio Mercadante. Quatro anos depois, os socialistas não tiveram candidato à presidência, mas apoiaram a chapa composta por Lula com o pedetista Leonel Brizola.

Para o cientista político João Feres Júnior, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), os recentes movimentos do PSB mostram uma mudança no campo ideológico. “O PSB tinha Arraes, uma figura com tradição de esquerda. Mas o partido foi indo para a direita e um exemplo disso é quando fechou o apoio a Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno da eleição presidencial (de 2014). O Roberto Amaral (ex-presidente nacional do PSB) foi isolado no partido. Houve um processo de endireitização”, avalia.

Essa mudança de rumo também é identificada pelo cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco. “Apesar de toda a dificuldade em representar, hoje, a localização dos partidos no espectro ideológico, penso que o PSB tem dado essa guinada à direita desde o afastamento do governador Eduardo Campos do governo Dilma Rousseff, em especial quando optou por apoiar Aécio no segundo turno em 2014”, opina.

O presidente nacional do PSB rebate a tese de que está havendo uma mudança para o campo da direita. “Somos um partido de esquerda. O PSDB é de centro. Queremos um polo de oposição diferente, à esquerda, com a Rede e o PPS”, diz. Segundo Carlos Siqueira, a ida do PSB para oposição não é resultado de uma vontade pessoal. “A decisão não é minha, é coletiva. Não fui eu quem propôs a medida embora goste de tudo mais definido. A militância também não quer ligação com o PT e nem gostaria sequer de se aliar com eles nas eleições municipais”, defende.

Marina Silva segue internada com Covid-19, mas quadro tem boa evolução

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, segue internada em hospital de São Paulo após ter sido diagnosticada com Covid-19 na manhã deste sábado (6). Segundo boletim médico divulgado pelo Instituto do Coração (InCor) neste domingo (7), o estado de saúde de Marina é considerado estável e com boa evolução. “A […]

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, segue internada em hospital de São Paulo após ter sido diagnosticada com Covid-19 na manhã deste sábado (6).

Segundo boletim médico divulgado pelo Instituto do Coração (InCor) neste domingo (7), o estado de saúde de Marina é considerado estável e com boa evolução.

“A Sra. Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, segue sob cuidados médicos no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP). Sua condição clínica mantém-se estável e com boa evolução. A paciente permanece em acompanhamento pelo cardiologista Dr. Sérgio Timerman, pela infectologista Dra. Tânia Mara Varejão Strabelli e pelo Diretor da Divisão de Pneumologia do InCor, Dr. Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho”, informa o boletim médico.

Ingazeira garante nova ambulância em articulação política no Recife

O presidente da Câmara de Vereadores de Ingazeira, Djalminha Veras, assegurou a destinação de uma nova ambulância para a cidade. O anúncio ocorreu após reunião na capital pernambucana com o deputado federal Pedro Campos (PSB). O veículo, orçado em R$ 400 mil, é fruto de uma articulação direta entre o legislativo municipal, a prefeitura — […]

O presidente da Câmara de Vereadores de Ingazeira, Djalminha Veras, assegurou a destinação de uma nova ambulância para a cidade. O anúncio ocorreu após reunião na capital pernambucana com o deputado federal Pedro Campos (PSB).

O veículo, orçado em R$ 400 mil, é fruto de uma articulação direta entre o legislativo municipal, a prefeitura — sob gestão de Luciano Torres — e o gabinete federal de Campos. A previsão é que o equipamento chegue ao município até o final do primeiro semestre de 2026.

Durante o encontro, Veras destacou a importância de parcerias que priorizem o bem-estar social e a manutenção do serviço público de qualidade. O parlamentar também reafirmou a aliança política com Pedro Campos, visando a continuidade de projetos que beneficiem a população de Ingazeira.

Para o presidente da Casa, o diálogo entre as esferas de poder é fundamental para garantir direitos básicos. ‘Essa conquista é resultado de um esforço conjunto para cuidar da nossa gente’, afirmou Djalminha. Com informações do blog Flaviano Ferreira Ingazeira.

Minuta tinha ordem ‘que prendia todo mundo’, diz Cid em depoimento

Da revista VEJA Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre […]

Da revista VEJA

Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre suas cláusulas, ordens para levar para a cadeia não só os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, como registra relatório da Polícia Federal, mas uma extensa lista de autoridades. O motivo: os alvos não comungavam do mesmo alinhamento ideológico do capitão.

VEJA teve acesso ao trecho da delação de Cid em que ele explica as reuniões de novembro e dezembro de 2022 durante as quais personagens como o então assessor para Assuntos Internacionais Filipe Martins e o advogado Amauri Saad elaboraram uma série de “considerandos” na tentativa de embasar juridicamente uma possível anulação das eleições. Na mesma época, os três comandantes militares foram consultados sobre medidas a serem tomadas. Foi em um desses encontros, em 7 de dezembro de 2022, que o comandante Almir Garnier, chefe da Marinha na época, teria dado guarida à sublevação.

Nas declarações que integram seu acordo de colaboração, Cid diz “que o documento tinha várias páginas de ‘considerandos’, que retratava as interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo e no final um decreto que determinava diversas ordens que prendia (sic) todo mundo”.

Braço-direito de Bolsonaro ao longo dos quatro anos de governo, o delator afirma também que, além dos ministros Alexandre e Gilmar, e do senador Rodrigo Pacheco, os alvos das prisões planejadas na minuta eram “autoridades que, de alguma forma, se opunham ideologicamente ao ex-presidente”. Cid, no entanto, não nominou a quem estava se referindo.

A minuta do que a Polícia Federal trata como uma evidência inequívoca de que havia um golpe em curso no país anunciava ainda que novas eleições seriam convocadas, mas não detalhava, nas palavras de Mauro Cid, “quem iria fazer, mas sim, o que fazer”.

Foi a partir dessa reunião que Jair Bolsonaro, depois de tomar conhecimento do teor do documento, pediu que a minuta de decreto fosse editada para que só contassem a prisão de Alexandre de Moraes e a realização de nova disputa eleitoral sobre o pretexto de “fraude no pleito”.

Em 7 de dezembro daquele ano, em uma nova rodada de discussões no Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro chamou os três comandantes das Forças Armadas para apresentar a eles os “considerandos”. Na versão apresentada por Cid à Polícia Federal, àquela altura “o ex-presidente queria pressionar as Forças Armadas para saber o que estavam achando da conjuntura”, e os militares não foram informados de que faziam parte dos planos prender o principal algoz do bolsonarismo no Supremo e convocar novas eleições.

No relatório que embasou, no início de fevereiro, uma série de buscas contra militares de alta patente, a Polícia Federal afirma que o ex-ajudante de ordens apontou Almir Garnier como o comandante que teria colocado as tropas à disposição do golpe.

Sem estar presente na conversa em que o chefe da Marinha teria dado o ok para a insurreição, Mauro Cid diz ter ouvido do general Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, o teor do que fora discutido. Nas palavras de Cid registradas na colaboração premiada, “o ex-presidente apresentou o documento aos generais com o intuito de entender a reação dos comandantes das forças em relação ao seu conteúdo”.

Carlos Evandro: “Ele era meu amigo pessoal”

por Bruna Verlene O ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro, falou com o Blog ainda a pouco, e falou do seu último contato com o Presidente do seu partido e ex-Governador Eduardo Campos. “Recebi a notícia com muita tristeza. Fazemos aniversário no mesmo dia, 10 de Agosto, e liguei para ele domingo para parabeniza-lo, e […]

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por Bruna Verlene

O ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro, falou com o Blog ainda a pouco, e falou do seu último contato com o Presidente do seu partido e ex-Governador Eduardo Campos.

“Recebi a notícia com muita tristeza. Fazemos aniversário no mesmo dia, 10 de Agosto, e liguei para ele domingo para parabeniza-lo, e até brinquei com ele, dizendo que ele estava ficando velho, por conta do seus 50 anos, e ele disse, 50 não rapaz 49, você é quem está ficando velho que está fazendo 61. Hoje o povo de Pernambuco perdi um grande líder, e o Brasil o grande homem”, declarou Carlos Evandro.

Carlos ainda ressaltou, “Além de tudo, ele era meu amigo pessoal”. O ex-prefeito confirmou que estará presente no velório de Campos.