EPTI entregou reforma do Terminal Rodoviário de Tabira
Por Nill Júnior
Após entrega, Presidente discutiu reforma da unidade de Afogados com gestor do município
O Governo de Pernambuco, por meio da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), concluiu a reforma do Terminal Rodoviário de Tabira e, na manhã da sexta-feira (31), realizou a cerimônia de assinatura do Termo de Cessão do equipamento à Prefeitura do município.
A Diretora Presidente da EPTI, Marília Bezerra, e o prefeito de Tabira, Sebastião Dias, visitaram o local para o descerramento da placa e inspeção dos resultados da obra. O Deputado Federal Carlos Veras também participou da solenidade.
O Terminal estava até então desativado, uma vez que a sua estrutura física ficou comprometida após um incêndio.
A Rodoviária de Tabira foi o primeiro a passar por reformas, com um investimento de mais de R$ 340 mil. Estão em andamento também as obras de manutenção preventiva e corretiva do Terminal de Araripina e de Carpina.
O próximo a ser contemplado será o Terminal Rodoviário de Cachoeirinha, cujas obras devem começar no próximo dia 4 de agosto.
Um encontro na manhã desta sexta-feira entre a Presidente da EPTI e o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, também discutiu a viabilização de obras de recuperação do terminal do município.
A Prefeitura de Carnaíba deu início ao ano letivo da Rede Municipal de Ensino nesta quinta-feira (06) com a primeira formação para professores, gestores e servidores da Educação. Durante o evento, realizado na Escola Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo, o prefeito Wamberg Gomes anunciou duas importantes iniciativas para fortalecer a qualidade do ensino no […]
A Prefeitura de Carnaíba deu início ao ano letivo da Rede Municipal de Ensino nesta quinta-feira (06) com a primeira formação para professores, gestores e servidores da Educação.
Durante o evento, realizado na Escola Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo, o prefeito Wamberg Gomes anunciou duas importantes iniciativas para fortalecer a qualidade do ensino no município: a implantação do programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP) e a inclusão de tênis e meias no fardamento escolar.
O JEPP, desenvolvido pelo Sebrae, busca estimular o empreendedorismo desde a infância, preparando os alunos do ensino fundamental para desenvolverem habilidades como criatividade, autonomia e inovação. A formação foi conduzida pela consultora do Sebrae, Kenia Cristina Santos, mestre em Administração e especialista em novas tecnologias, que apresentou a metodologia do programa e seus impactos positivos na formação dos estudantes.
Além do investimento na qualificação pedagógica, a Prefeitura anunciou uma medida que beneficia diretamente os alunos: a partir deste ano, o fardamento escolar será ampliado e passará a incluir tênis e meias, garantindo mais conforto e igualdade para todos os estudantes da rede municipal.
“O compromisso da nossa gestão é oferecer educação de qualidade, com estrutura adequada e oportunidades que preparem nossos alunos para o futuro. A inclusão do JEPP no currículo e a ampliação do fardamento são passos importantes para isso”, destacou o prefeito Wamberg Gomes.
A feira livre do distrito de São Vicente, em Itapetim, voltará às atividades na próxima terça-feira (14/06), inclusive com a inauguração da feira do gado. O anúncio foi feito durante visita do prefeito Adelmo Moura ao curral do gado da localidade, construído pela prefeitura. O Governo Municipal está dando total apoio a feira que vai […]
A feira livre do distrito de São Vicente, em Itapetim, voltará às atividades na próxima terça-feira (14/06), inclusive com a inauguração da feira do gado.
O anúncio foi feito durante visita do prefeito Adelmo Moura ao curral do gado da localidade, construído pela prefeitura.
O Governo Municipal está dando total apoio a feira que vai movimentar a economia de São Vicente contribuindo com a geração de emprego e renda.
Na terça também haverá o mutirão “Sou Mais Governo nos Bairros”, onde serão oferecidos diversos serviços de saúde e assistência social, de forma gratuita, a toda população de São Vicente e região.
Diante da repercussão negativa da postagem de um vídeo exaltando os atos golpistas de 8 de janeiro, a Deputada Federal eleita Clarissa Tércio apagou a postagem. Ela e o marido, Deputado Estadual eleito Júnior Tércio, compartilharam imagens das cenas de selvageria e crime na Capital Federal. Certamente alertada das implicações, deu um passo atrás e, […]
Diante da repercussão negativa da postagem de um vídeo exaltando os atos golpistas de 8 de janeiro, a Deputada Federal eleita Clarissa Tércio apagou a postagem.
Ela e o marido, Deputado Estadual eleito Júnior Tércio, compartilharam imagens das cenas de selvageria e crime na Capital Federal. Certamente alertada das implicações, deu um passo atrás e, apesar da firmeza de posições que costuma pregar nas redes, inclusive na defesa de tratamentos ineficazes contra a Covid-19, retirou o post.
Em seu lugar, fez uma postagem afirmando: “A Constituição Federal nos garante o direito à livre manifestação, de forma ordeira e pacífica. Em alinhamento com Jair Bolsonaro, somos totalmente contra qualquer ato de violência, vandalismo ou de destruição do patrimônio público, que venha ameaçar a nossa democracia. Orem pelo Brasil”, concluiu, em postura bem diferente de horas atrás.
Nas redes sociais, vários perfis denunciaram os parlamentares. A Deputada Federal Andrea Werner, do PSB de São Paulo propôs: “Vamos fazer uma thread só com parlamentares (de todos os estados e cidades) que estiveram no ato ou apoiaram pelas redes? Que tal? Prints aqui!” Também o Ministério Público Federal estimula denúncias de condutas criminosas de apoio aos atos.
Em ambos os casos, os perfis de Clarissa e Júnior Tércio estão entre os mais denunciados.
Deputada Federal eleita Clarissa Tercio postando vídeo que exalta a invasão terrorista ao congresso nacional.
Após os atentados contra os prédios do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e STF (Supremo Tribunal Federal) realizados por terroristas inconformados com a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro, a bancada do PSOL requereu ao STF que investigue uma lista de parlamentares bolsonaristas de todo o Brasil.
O casal Tércio está na lista, que ainda tem André Fernandes (PL/CE), Silvia Waiãpi (PL/AP), Magno Malta (PL/ES), Ricardo Barros (PP/PR), Sargento Rodrigues (PL/MG), José Medeiros (PL/MT), Coronel Tadeu (PL/SP), Carlos Jordy (PL/RJ) é Ana Campagnolo (PL/SC).
O pedido de investigação e responsabilização dos parlamentares tem fundamento na participação de autoridades públicas em crimes contra o Estado democrático de Direito tipificados nos artigos 359-L, 359-M e 359-N do Código Penal Brasileiro:
Abolição violenta do Estado Democrático de Direito – Art. 359-L. Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, além da pena correspondente à violência.
Golpe de Estado – Art. 359-M. Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 12 (doze) anos, além da pena correspondente à violência.
Interrupção do processo eleitoral – Art. 359-N. Impedir ou perturbar a eleição ou a aferição de seu resultado, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral: Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.
Ameaçou este jornalista de processo por crítica à atuação na pandemia: Em 2020, no auge da pandemia, Clarissa, apoiou o projeto “Doutores da Verdade”, em que profissionais de saúde realizavam caravanas para promover o tratamento e a prevenção do novo coronavírus (covid-19) através da prescrição e distribuição de hidroxicloroquina, medicamento comprovadamente ineficaz, que, ao contrário, matou muita gente levada a acreditar em sua eficácia em lugar de se imunizar.
As ações pelo uso da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, foram amplamente defendidas nas redes sociais da parlamentar. “Eu sempre acreditei que a medicação é uma aliada importante, quando usada precocemente”, defendeu, conforme reportagem do JC de maio de 2020.
Àquela altura, vários estudos como os publicados pelo Journal of The American Medical Association, feito por pesquisadores da Universidade de Albany, em Nova York, apontavam não haver relação entre o uso da cloroquina e a redução da mortalidade causada pela covid-19. Mas a Deputada chegou a dizer que doava parte do seu salário de deputada estadual para comprar a medicação e distribuir nas comunidades que recebiam o projeto.
À Clarissa, chegou um vídeo de um programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, em que este jornalista dizia que ela e outros bolsonaristas que defendiam tratamentos ineficazes contra a Covid-19 deveriam responder criminalmente pelas mortes que ajudaram a provocar e até ir presos. A Deputada usou a fala para auto promoção, ameaçando processar esse jornalista, em caso que teve repercussão estadual. Até hoje, não há nenhuma manifestação jurídica sobre o caso.
A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira 6, em entrevista à CNN, que pretende se apresentar voluntariamente às autoridades italianas e pedir refúgio no país. A parlamentar está na Itália após ter sua prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira 4. “Vou declarar os […]
A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira 6, em entrevista à CNN, que pretende se apresentar voluntariamente às autoridades italianas e pedir refúgio no país.
A parlamentar está na Itália após ter sua prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira 4.
“Vou declarar os meus dados para pegar os documentos. Estou aqui de boa-fé. Estou aqui por conta de uma perseguição política. Vou provar isso. Fui condenada sem provas. Na outra condenação, de cinco anos, foi ridícula, porque eu tinha porte legal. Eles me condenaram por porte ilegal. Eu quero provar isso aqui e buscar refúgio na Itália”, disse Zambelli.
Ela também afirmou que respeita a Justiça italiana, mas não reconhece legitimidade nas decisões do ministro do STF.
“Quero demonstrar boa-fé para com a Justiça e o governo italiano. Fazer tudo certo. Respeito as leis brasileiras, mas não respeitarei mais a injustiça do Moraes”, declarou.
Zambelli ainda disse temer a extradição. “Temo, porque respeito a justiça italiana. Mas creio em Deus que não deixará isso acontecer.”
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