Notícias

Empresário anuncia que não apoiará nenhum candidato em Tabira

Por André Luis

teaPor Anchieta Santos

A decisão é do empresário tabirense Téa da Damol que mesmo residindo em São Paulo, sempre participa dos pleitos do município.Téa tinha simpatia pelo bloco das oposições e torcia pela escolha de um candidato que apresentasse um projeto de desenvolvimento para o município.

Já que o Grupão não prosperou e o PSB abdicou de uma candidatura para se aproximar do Prefeito Sebastião Dias(PTB), Téa da Damol revelou a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta que não se sente motivado a apoiar as candidaturas do Prefeito Sebastião Dias(PTB)(reeleição) e Nicinha de Dinca(PMDB) pela oposição.

Outras Notícias

Especialistas temem pelo crescimento da intolerância em manifestações

Agência Brasil – Além da incerteza sobre o futuro cenário político do país, o acirramento das manifestações nas ruas têm elevado o nível de apreensão de especialistas que acompanham manifestações políticas e populares. Presidente do Instituto de Pesquisa Social DataPopular, criado em 2001, o pesquisador Renato Meirelles alertou que todo movimento fascista registrado no mundo […]

5

Agência Brasil – Além da incerteza sobre o futuro cenário político do país, o acirramento das manifestações nas ruas têm elevado o nível de apreensão de especialistas que acompanham manifestações políticas e populares. Presidente do Instituto de Pesquisa Social DataPopular, criado em 2001, o pesquisador Renato Meirelles alertou que todo movimento fascista registrado no mundo foi iniciado com o aumento da intolerância.

“A intolerância está crescendo em uma velocidade muito maior do que qualquer democrata pode querer. Quando você fala e não ouve, quando agride, começamos a nos questionar se é possível sair deste momento politico que estamos. Não dá para agredir alguém pela cor da camisa, pela cor da bicicleta que usa”, afirmou.

De acordo com Meirelles, o ambiente hostil pode se intensificar ainda mais se não houver um “freio de bom senso”. “É preciso ter claro quais regras do jogo, ter claro quais os ambientes do debate politico, ter claro que só é possível sair dessa crise através do saudável debate democrático onde se respeite a voz das ruas e se respeite a voz das urnas”, disse.

Sérgio Moro

Ao fazer uma analogia com um campeonato, o pesquisador destacou que, dos dois lados manifestado nas ruas, é unânime que a única ligação entre direita e esquerda são as reivindicações pelo combate à corrupção. Meirelles lembrou, no entanto, que, para que a população acredite no jogo democrático, é preciso a “certeza da isenção do juiz.”

Na opinião de Meirelles, parte da população começou a questionar se a Operação Lava Jato está sendo conduzida de forma isenta. “Todo mundo só acredita numa boa final de campeonato quando o juiz é isento. Sob nenhum aspecto se pode imaginar que o juiz Moro não saberia das consequências politicas [do vazamento do grampo]. Não estou dizendo se é bom ou ruim, mas ele corre o risco de colocar em xeque todos os avanços da Lava Jato”, afirmou.

Doutor em ciências politicas e professor da PUC-MG, Malco Camargos compartilha da mesma preocupação. “Não tenho nenhuma dúvida de que os excessos dele [juiz Sergio Moro] nos últimos dias podem colocar por terra todo o ganho de capital que ele conseguiu ao longo dos anos com a Lava Jato.” Segundo Camargos, as últimas medidas adotadas por Moro foram parcialmente responsáveis por reforçar o movimento a favor do governo da presidente Dilma.

Democracia

“Esses fatos têm gerado um acirramento da disputa que talvez não aconteceria se não fossem os excessos. São excessos sempre relacionados ao ex-presidente, que é colocado como chefe de quadrilha. Mas um chefe de quadrilha com tão poucas posses? Supostas evidências de sítio e de apartamento não ocupado são tão frágeis que fica difícil entender”, questionou.

Camargos acrescentou que há uma ameaça real à democracia, mas atribui isso a “deteriorização de todos os partidos e todos os políticos de nosso ordenamento como todo”. O professor disse não acreditar que esta seja a motivação de parte da população nas ruas. “Quando dizem que estão nas ruas em defesa desse ordenamento e não em defesa de Lula ou de Dilma, acho que é mais um constrangimento em defender o governo neste momento, uma vez que, mesmo aqueles que votaram na presidenta, não estão satisfeitos com o governo dela”, destacou Camargos.

Geraldo Tadeu Moreira Monteiro, cientista político e professor da Uerj, pensa de outra forma. Para Monteiro, há um movimento dos dois lados políticos de instigar temores que podem impactar o perfil dos manifestantes. “Vimos grupos que não apoiam a presidenta Dilma e foram para a rua um pouco pelo medo do [abre aspas] “fascismo” [fecha aspas]. Se de um lado, a direita instiga o medo do comunismo, de outro a esquerda trata do fascismo”, disse.

Monteiro citou como exemplo boatos que correram pela internet alertando sobre uma possível movimentação do Exército brasileiro. “Depois viram que era apenas exercício para as Olimpíadas. Chegamos a este nível de pânico e incerteza”, alertou.

Legalidade

“Temos hoje uma situação em que a esquerda brasileira se tornou refém da legalidade. A esquerda perdeu a rua para as manifestações de classe média, que tem um certo conteúdo de direita extrema”, avaliou ao citar faixas que pediam o fim do comunismo durante manifestações no Rio de Janeiro.

“É um fantasma que a direita utiliza para mobilizar seu grupo e isso acabou empurrando a esquerda para a legalidade. A defesa da legalidade, das instituições e do Estado Democrático de Direito passou a ser uma necessidade de esquerda pela própria polarização politica”, acrescentou Monteiro.

Segundo ele, a inversão política ocorreu quando os setores de esquerda alinhados com o governo passaram a defender a legalidade. “A esquerda, na oposição, esteve à frente de campanhas que exigiam o fora FHC e que apostavam mais no aspecto substantivo da democracia do que nos aspectos formais, por exemplo com ocupações de fazendas pelo MST”, concluiu o cientista político.

Câmara de Afogados muda horário das sessões

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira abre hoje uma mudança no Regimento Interno, com o novo horário das sessões, que passarão a acontecer às terças e quintas às três e meia da tarde. A alteração, segundo os vereadores, não deve necessariamente melhorar o público na Casa, mas pode favorecer à agenda dos parlamentares. […]

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira abre hoje uma mudança no Regimento Interno, com o novo horário das sessões, que passarão a acontecer às terças e quintas às três e meia da tarde.

A alteração, segundo os vereadores, não deve necessariamente melhorar o público na Casa, mas pode favorecer à agenda dos parlamentares. Para suprir a pequena presença de público nas sessões, a Câmara manterá as transmissões das sessões através de emissoras de rádio e redes sociais.

Outra propostas na revisão da Lei Orgânica feita pela Câmara é a inclusão do chamado orçamento impositivo, que prevê a possibilidade de que os legisladores possam indicar obras no município com 1% do orçamento anual.

A proposta só poderá ser posta em prática em 2021, na nova legislatura, segundo o presidente da casa, Igor Mariano, que esteve com o vereador Augusto Martins no Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Igor garantiu que o projeto também tem a concordância da gestão José Patriota, que participou das discussões sobre o tema.

Sandrinho revela que Raquel o cantou para apoiá-la em 2026

“Depois que dei não, os atendimentos ficaram escassos” O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, revelou ao Debate das Dez desta quinta-feira que, depois que deu um não a Raquel Lyra, o município de Afogados da Ingazeira passou a não ter suas demandas atendidas pelo Estado. Sandrinho revelou que, de fato,a governadora […]

“Depois que dei não, os atendimentos ficaram escassos”

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, revelou ao Debate das Dez desta quinta-feira que, depois que deu um não a Raquel Lyra, o município de Afogados da Ingazeira passou a não ter suas demandas atendidas pelo Estado.

Sandrinho revelou que, de fato,a governadora Raquel Lyra o convidou para apoiá-la em 2026, mas que manteve a disposição em apoiar a candidatura do prefeito do Recife, João Campos.

Perguntado se havia sido convidado por Raquel, respondeu: “várias vezes”. E que em todas pontuou seu apoio ao socialista. “João Campos ganhando essa eleição vai ajudar muito Sandrinho”, disse.

O prefeito afirmou que depois do não, os atendimentos aos pedidos ficaram escassos, citando por exemplo a Expoagro. O Estado não deu atração nenhuma, segundo ele.

Sandrinho é tido como um dos aliados de primeira ordem do prefeito do Recife na região. Nomes como ele, Berg Gomes (Carnaíba), Aline Karina (Itapetim) e outros socialistas já reclamaram de tratamento político da governadora em relação a pleitos institucionais.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Nill Júnior (@nill_jr)

Empurraremos extremismo para a margem da história, diz Barroso na véspera de julgamento de Bolsonaro

Às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos demais réus no caso da trama golpista, que acontece a partir desta terça-feira (2), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que em breve o Brasil vai “empurrar o extremismo para a margem da história” e viver novo ciclo […]

Às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos demais réus no caso da trama golpista, que acontece a partir desta terça-feira (2), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que em breve o Brasil vai “empurrar o extremismo para a margem da história” e viver novo ciclo de maior ponderação na política.

“Na democracia a regra é quem ganha leva, quem perde não fica despojado dos seus direitos e pode concorrer. O que me preocupa é o extremismo. Acho que em breve nós vamos empurrar o extremismo para a margem da história e teremos uma política em que estarão presentes conservadores, liberais, progressistas, como a vida deve ser”, afirmou o ministro nesta segunda (1°), em entrevista a jornalistas após palestra na PGE-RJ (Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro). 

Barroso afirmou que a história do Brasil é marcada por episódios de quebra de legalidade e que o julgamento que começa nesta terça pode “encerrar os ciclos de atraso no país”.

“Essa ideia de quem perdeu tenta levar a bola para casa ou mudar as regras é um passado que nós precisamos enterrar.”

Barroso não participa da Primeira Turma da corte, responsável por analisar as acusações contra Bolsonaro e outros sete réus. Participam o presidente da turma, ministro Cristiano Zanin, e os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

A expectativa é ter uma conclusão até o próximo dia 12.

A defesa de Bolsonaro tem pedido a análise do caso pelo plenário do Supremo, presidido por Barroso, mas até o momento não teve sucesso no pleito, que precisaria ser deferido por Moraes.

Dos cinco ministros da Primeira Turma, apenas Fux tem se apresentado como um contraponto do relator. Ainda assim, nos bastidores do tribunal, é dada como baixa a possibilidade de que ele ou outro magistrado interrompa o julgamento com um pedido de vista.

Caso isso ocorra, o prazo máximo de devolução do processo para continuidade é de 90 dias, o que permitiria a retomada ainda neste ano.

O julgamento no STF pode levar, pela primeira vez, à condenação e prisão de um ex-presidente brasileiro por tentativa de golpe de Estado.

Setembro é o último mês de Barroso na presidência do STF. No dia 13 de agosto o plenário elegeu o ministro Edson Fachin para assumir a corte no biênio 2025-2027. A posse será no dia 29 de setembro.

“Vivemos as tensões do julgamento do 8 de Janeiro e daquilo que o Procurador-Geral [Paulo Gonet] qualificou como tentativa de golpe, que ainda vai ser julgado. Nenhum país julga isso sem algum tipo de tensão. Mas a tensão foi absorvida institucionalmente. Acho que a vida democrática fluiu com naturalidade ao longo desse período [na presidência do STF].” As informações são da Folha de S. Paulo.

Morte de Taxista não teve relação com tragédia que matou cinco jovens em Tuparetama

Por Anchieta Santos Repercutiu na imprensa da região a notícia de que chocado com a tragédia que matou cinco jovens na madrugada da sexta-feira em Tuparetama, o senhor Severino Taxista teria infartado e morrido depois de visitar o velório das vítimas. Ontem a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta manteve contato com o […]

Por Anchieta Santos

Repercutiu na imprensa da região a notícia de que chocado com a tragédia que matou cinco jovens na madrugada da sexta-feira em Tuparetama, o senhor Severino Taxista teria infartado e morrido depois de visitar o velório das vítimas.

Ontem a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta manteve contato com o repórter Alicson Pereira e este esteve com os funcionários do Hospital que esclareceram o que houve.

O senhor Severino Taxista sentiu dores e foi levado pelo genro para o Hospital onde deu entrada no horário de 1h45 da madrugada. O acidente aconteceu ás 3h50 e por volta das 4hs as vítimas foram socorridas para a unidade hospitalar. Assim não existe relação entre as mortes.

A única vítima que escapou do acidente Damiana Micheli Barbosa Pereira, 23 anos, segue internada no Recife. Micheli se submeteu as cirurgias vascular e ortopédica. O traumatismo ainda preocupa os médicos.

No acidente onde um Fiat Uno se chocou com um Ônibus estacionado na Av. Carlos Caribé de Tuparetama, morreram Gabriel Araújo Pianco, de 21 anos, Guilherme Araújo Pianco, de 18 anos, Maurício André Viana de Menezes, de 20 anos e Kaíque José de Souza Marques dos Santos, 16 anos todos de Tuparetama, e Anderson Viana Araújo Pereira de Lima, de 23 anos de São Jose do Egito. Os corpos foram sepultados no final de semana.