Em nota, prefeita de Flores diz que vai cobrar ação do Governo após explosão do BB
Por Nill Júnior
Foto: Jr Campos
A prefeita de Flores Soraya Murioca emitiu nota sobre a explosão e assalto ao Banco do Brasil de Flores, na madrugada desta sexta, crime que teve ampla repercussão na região. Soraya defendeu a ação da PM.
“Nossa Polícia Militar , sob o comando do Major PM Gildo Tomé da Silva, Comandante Interino do 14º Batalhão da PMPE de Serra Talhada e do Capitão Fabiano Charley Oliveira, que está a frente da 3ª Companhia da PMPE, sediada em Triunfo, nos atende heróica e eficazmente, mesmo com pouco efetivo policial e com escassez de recursos e de infraestrutura”.
Foto: Roberto Rodrigues, via Whatsapp ao blog
Soraya promete que envidará esforços “no sentido de obter alguma providência das autoridades estaduais para a manutenção da harmonia e do clima pacífico no município”.
Ao final, a gestora manifestou sua preocupação, acompanhada de providências que informou já estar tomando em solicitar das autoridades policiais e do governo de Pernambuco, medidas para que nossa cidade “não volte aos tempos da violência e da insegurança que outrora grassavam suas ruas e praças públicas”.
População vai sofrer até reabertura: um preço alto deve ser pago pela comunidade, pois o banco não retomará seu atendimento até que sejam feitos os reparos necessários. Pelo tamanho do estrago, como ocorreu em ações similares na região, são necessários cerca de 30 dias para retomada normal das atividades.
Isso justamente no início do mês, quando há pagamento de funcionários públicos, aposentados e pensionistas. Eles deverão recorrer a cidades como Princesa Isabel, Serra Talhada, Carnaíba e Afogados da Ingazeira.
Não cumprimento de repasses de convênio com Ministério das Cidades atrasa Pátio das Feiras. Tem empresa sem receber um centavo desde obra começou. A prefeitura de Afogados da Ingazeira não noticiou publicamente, mas pelo que o blog apurou, uma das obras mais importantes do fim de ciclo da gestão José Patriota, o novo Pátio de […]
Não cumprimento de repasses de convênio com Ministério das Cidades atrasa Pátio das Feiras. Tem empresa sem receber um centavo desde obra começou.
A prefeitura de Afogados da Ingazeira não noticiou publicamente, mas pelo que o blog apurou, uma das obras mais importantes do fim de ciclo da gestão José Patriota, o novo Pátio de Feiras do município, está parada e o pior, gerando problemas para empresas contratadas que não receberam nada pelo executado. O problema estaria na falta dos repasses pactuados pelo governo federal.
O blog apurou, por exemplo, o que foi contratado entre a prefeitura e a empresa Brito & Melo Incorporações Ltda, para a coberta do pátio. A obra estaria parada há mais de quatro meses.
O recurso é fruto de convênio com o Ministério das Cidades. O contrato com a empresa, firmado há nove meses, conforme Portal da Transparência e divulgação da Comissão Permanente de Licitação, prevê que o pagamento seja feito em até trinta dias de entrega da NF e medição atestando a execução dos serviços. Mas a Brito & Melo Incorporações Ltda não recebeu um centavo até agora.
Uma saída é a pressão do prefeito José Patriota, que preside a AMUPE, junto ao Ministério das Cidades para cumprir o que fora firmado. Caso contrário, a obra pode sofrer mais atrasos e corre o risco de não ser concluída até o final do prazo pactuado, março de 2022. O orçamento total é de mais de R$ 1 milhão e 400 mil.
Tribunal intimou o ex-presidente nesta quinta-feira (23). Petista terá que contestar, por meio de seus advogados, 16 impugnações e notícias de inelegibilidade apresentadas à Justiça Eleitoral. Do G1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intimou nesta quinta-feira (23) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – candidato do PT à Presidência – a apresentar defesa de […]
Tribunal intimou o ex-presidente nesta quinta-feira (23). Petista terá que contestar, por meio de seus advogados, 16 impugnações e notícias de inelegibilidade apresentadas à Justiça Eleitoral.
Do G1
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intimou nesta quinta-feira (23) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – candidato do PT à Presidência – a apresentar defesa de sua candidatura em até 7 dias corridos, prazo que termina em 30 de agosto.
Por meio de seus advogados, o petista deverá contestar todas as 16 impugnações e notícias de inelegibilidade apresentadas por outros partidos, candidatos e cidadãos ao seu registro de candidatura.
Pela Lei da Ficha Limpa, Lula está inelegível, em razão de ter sido condenado criminalmente por tribunal de segunda instância. Mas a candidatura dele ainda será julgada pelo TSE.
O pedido de registro da candidatura foi protocolado pelo PT em 15 de agosto e questionado em razão da condenação de Lula no caso do triplex em Guarujá (SP). O ex-presidente está preso, desde abril, em uma cela especial da superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
Uma das impugnações à candidatura de Lula foi apresentada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. A decisão sobre o registro de Lula caberá ao plenário do TSE, formado por 7 ministros.
Em caso de rejeição, a defesa ainda poderá tentar manter a candidatura do petista junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), composto por 11 ministros.
O PT tem até 17 de setembro para substituir Lula, caso considere inviável mantê-lo como titular. Neste caso, poderá assumir a cabeça de chapa o atual candidato a vice, Fernando Haddad, tendo como sua vice Manuela D’Ávila (PC do B).
Após analisar a defesa de Lula, o relator do pedido de registro do petista no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, ainda poderá ouvir testemunhas (em até 4 dias), coletar provas (mais 4 dias) e pedir alegações finais das partes (outros 5 dias) antes de levar a decisão sobre o registro ao plenário do TSE.
Embora haja prazo máximo para cada uma dessas fases, há a possibilidade de o processo correr mais rápido se as partes e o ministro não usarem todo o tempo previsto.
À TV Globo, Luiz Fernando Pereira, um dos advogados de Lula no TSE, disse que não usará todo o tempo disponível para apresentar a defesa.
“Fomos intimados. Vamos cumprir o prazo. Não vamos pedir produção de prova e nenhuma medida protelatória. Só o procedimento normal”, afirmou Pereira.
Se isso ocorrer, é possível que a candidatura de Lula seja julgada até meados de setembro, em tempo hábil para o PT substituir o nome do candidato a presidente nas urnas eletrônicas.
Do UOL Na avaliação do juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a polêmica em torno do cumprimento de pena após a condenação em segunda instância –questão que se encontra em análise no STF (Supremo Tribunal Federal) devido a um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]
Sergio Moro no ‘Roda Viva’, da TV Cultura (TV Cultura/Reprodução)
Do UOL
Na avaliação do juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a polêmica em torno do cumprimento de pena após a condenação em segunda instância –questão que se encontra em análise no STF (Supremo Tribunal Federal) devido a um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)– não deve ser vista tendo em consideração apenas o caso do petista.
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda (26), Moro afirmou que uma eventual revisão do entendimento do STF, “que foi um marco no enfrentamento contra a corrupção, teria um efeito prático muito ruim”. Disse ainda que seria “uma pena”.
“São 114 penas executadas por mim e por minha colega, desde 2016, 114 condenações confirmadas pela segunda instância”, argumentou, afirmando que entre elas estão em sua maioria casos de corrupção do poder público, mas que há inclusive condenações de “traficante”, “pedófilo” e “doleiros”. A decisão do STF poderá afetar esses casos.
Segundo o magistrado, como o sistema judicial brasileiro é “extremamente generoso com recursos”, esperar o último julgamento de um réu para então determinar que ele cumpra sua pena é um processo que “leva à impunidade” –o que Moro classificou como “um desastre”.
Em 2016, o STF decidiu, por 6 votos a 5, autorizar a prisão após condenação em segunda instância – sem torná-la obrigatória. Atualmente, duas ações que tratam da revisão do tema aguardam julgamento no Supremo, mas a ministra Cármen Lúcia já afirmou que não pretende pautá-las por se tratar de uma jurisprudência recente.
Condenado em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá, o ex-presidente Lula já pode ter expedido contra ele um mandado de prisão, ordenado por Moro. No entanto, o STF está julgando um pedido de habeas corpus do petista para aguardar em liberdade até que seu caso passe por todas as instâncias. Como a conclusão da análise do habeas corpus foi marcada para o dia 4 de abril, a Corte concedeu uma liminar para que Lula não seja preso até lá. Caso o recurso seja rejeitado, o ex-presidente poderá ir para a cadeia.
Moro disse acreditar que o entendimento sobre prisão após segunda instância não será alterado pelo STF–mas, caso seja, será reflexo de vivermos em uma democracia, “que tem uma certa dinâmica”.
Ele sugeriu que, caso o STF reveja a questão, o próximo presidente da República proponha uma emenda constitucional para colocar na Carta Magna do país a prisão após condenação em segunda instância. Hoje, a Constituição diz que uma pessoa só pode ser considerada culpada após o “trânsito em julgado”, isto é, quando o processo já tiver sido analisado em todas as instâncias. Críticos do atual entendimento do Supremo dizem que ele não respeita a Constituição. Para Moro e outros defensores da medida, ela combate a impunidade.
O juiz afirmou que é importante que as pessoas indaguem seus candidatos com relação a propostas sobre saúde e educação, “mas também para esse problema da corrupção”.
“Então se pode cobrar dos candidatos à Presidência qual é a posição em relação à impunidade e quais medidas eles pretendem estabelecer. Pode ser justamente substituir por uma emenda constitucional”, afirmou.
Prisão de Lula
O magistrado afirmou ainda que a questão do ex-presidente é um caso concreto “muito específico” e que não cabe a ele, mas sim ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), decidir pela prisão de Lula.
“Proferi a condenação na primeira instância, houve apelação, o tribunal julgou e, seguindo o STF, determinou a prisão. Se vier a decisão para mim, eu nem tenho opção de cumprir ou não cumprir, eu tenho que executar”, disse.
Questionado sobre a segurança de Lula caso seja determinada a sua prisão, Moro afirmou que é preciso ver se “vai chegar esse momento”, para então “fazer com que a ordem seja cumprida sem qualquer risco ao ex-presidente”.
Filmes e séries sobre a Lava Jato
Moro disse não se considerar um “crítico qualificado de cinema ou TV”, mas afirmou que tanto a série “O Mecanismo”, da Netflix, quanto o filme “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, ambos produzidos tendo como pano de fundo para suas histórias os desdobramentos da Lava Jato, “têm suas qualidades”.
“Nem a série e nem o filme retratam a realidade exatamente como aconteceu, mas existem pontos comuns, situações que conferem com o que aconteceu na realidade”, disse.
O magistrado disse ainda considerar que essas produções culturais cumprem o “importante” papel de chamar a atenção das pessoas para a questão da corrupção, “um problema muito grave entre nós” e que tem “uma dificuldade institucional de enfrentamento”.
“Mas não dá para se preparar com esses detalhes, se confere, se não confere. Vejo alguma coisa que reflete no meu trabalho, mas não exatamente”, disse.
Lançada há poucos dias, a série “O Mecanismo” tem sido alvo de polêmicas e inclusive de acusações de manipulação dos fatos reais.
Auxílio-moradia
Na entrevista desta segunda, Sergio Moro defendeu o pagamento de auxílio-moradia para juízes, mesmo tendo um imóvel próprio, como forma de compensar uma falta de reajuste nos salários dos magistrados.
O magistrado argumentou que o salário de juiz deve ser visto como uma “oportunidade de atrair boas pessoas para o mercado jurídico”, e que com vencimentos “não compatíveis com o que se encontra no mercado” se tem uma “magistratura de baixa qualidade”.
Mesmo assim, ele reconheceu que o benefício pode ser visto como “questionável”. “Compreendo as críticas das pessoas”, disse.
O deputado federal Carlos Veras, conhecido por sua aliança de longa data com o presidente Lula, expressou seu desapontamento com a tentativa da prefeita de Tabira, Nicinha Melo, de descredibilizar sua contribuição para a articulação de importantes projetos para o município. A informação foi veiculada na Coluna do Domingão, do Blog, neste domingo (10). “Abri […]
O deputado federal Carlos Veras, conhecido por sua aliança de longa data com o presidente Lula, expressou seu desapontamento com a tentativa da prefeita de Tabira, Nicinha Melo, de descredibilizar sua contribuição para a articulação de importantes projetos para o município. A informação foi veiculada na Coluna do Domingão, do Blog, neste domingo (10).
“Abri as portas do meu gabinete e dos ministérios para ela e, juntamente com seu secretário, negou nossa atuação para garantir o retorno da Operação carro-pipa. Não vivo do reconhecimento e do agradecimento dela. Vivo da minha luta!”, rebateu Veras.
A controvérsia surgiu após Nicinha Melo utilizar suas redes sociais para contestar informações divulgadas pelo deputado federal Carlos Veras sobre o anúncio de obras para Tabira. Em um vídeo, a prefeita desmentiu as informações repassadas pelo deputado, afirmando que não correspondiam à realidade dos fatos.
Anteriormente, Veras havia enviado uma nota ao blog, afirmando ter articulado recursos do Governo Federal para Tabira, incluindo a construção de uma creche e uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Os recursos, segundo a nota, seriam provenientes do Governo Lula, através do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC Seleções, destinados aos setores de Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia e Infraestrutura Social e Inclusiva.
No entanto, no vídeo divulgado pela prefeita, ela enfatizou que a construção da creche e da unidade básica de saúde não foram fruto da articulação do deputado federal, mas sim resultado do esforço administrativo de sua gestão.
A disputa política entre Veras e Melo destaca a complexidade das relações entre representantes políticos e governantes municipais, evidenciando a importância das parcerias para o desenvolvimento local.
O pré-candidato a governador Danilo Cabral reuniu lideranças políticas de todo Sertão Central em mais uma edição do “Vamos Juntos, Pernambuco”, realizado nesta terça-feira (14), em Salgueiro. Na ocasião, Danilo assumiu o compromisso de viabilizar junto a Lula, em 2023, a conclusão da ferrovia Transnordestina. “Diferente do que fez Bolsonaro, que nunca conversou com os […]
O pré-candidato a governador Danilo Cabral reuniu lideranças políticas de todo Sertão Central em mais uma edição do “Vamos Juntos, Pernambuco”, realizado nesta terça-feira (14), em Salgueiro. Na ocasião, Danilo assumiu o compromisso de viabilizar junto a Lula, em 2023, a conclusão da ferrovia Transnordestina.
“Diferente do que fez Bolsonaro, que nunca conversou com os governadores, no primeiro mês de governo, o presidente Lula vai chamar todos os governadores do Brasil, seja de que partido for, e vai pedir que cada um deles apresente três propostas que considerem importantes. Eu quero assumir um compromisso com o povo de Salgueiro. Uma das três propostas que iremos apresentar é a da Transnordestina”, pontuou Danilo.
Ele lembrou do ciclo com Lula na Presidência da República e Eduardo Campos no governo. “Tinha tanta coisa boa, não é? Tinha empregos. Vamos fazer um reencontro do Brasil com Pernambuco. Para que isso volte a acontecer, precisamos eleger Lula. E eu não tenho dúvida que serei governador de Pernambuco”, cravou Danilo.
Acompanhando Danilo no ato estavam o governador Paulo Câmara, o prefeito Marcones Sá, a ex-prefeito Creuza Pereira, deputados, pré-candidatos e vereadores. No seu discurso, Danilo fez uma menção especial à Dona Creuza, que, aos 85 anos, é uma liderança histórica do PSB. “Eu quero dizer, minha companheira, da inspiração que você representa; pela história de vida que você tem, pelos valores da a família carrega, pela sua forma. Pela sua essência honesta, cristã; de conduzir sua vida se tornando um instrumento de transformação na vida das pessoas”, enalteceu.
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