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Em noite de homenagens às mulheres, legislativo tabirense faz história

Por Nill Júnior

Em Tabira, inda repercute a Sessão Solene que homenageou o Dia Internacional da Mulher. Na ocasião foi entregue a medalha de honra ao mérito Maria Celeste Vidal, que reconhece os valores ao relevantes serviços prestados à sociedade tabirense pelas mulheres.

Com a presença de um grande público que lotou a casa Eduardo Domingos de Lima, mais de vinte mulheres foram homenageadas e também as vereadoras que estão exercendo o mandato e as que passaram pelo legislativo.

Além dos vereadores e demais autoridades a sessão contou com a presença do deputado federal Carlos Veras (PT) e da prefeita do município, Nicinha Melo (MDB).

Em sua fala o presidente agradeceu a presença de todos e destacou a importância que as mulheres tem na sociedade, “ Fico muito feliz por esta noite tão especial, quero aqui dizer que vamos criar a galeria com as 10 primeiras mulheres que já passaram por esta casa e as aqui estão hoje, bem como com à primeira mulher prefeita do município, para que na emancipação política da nossa cidade possamos entregar mais essa homenagem a toda sociedade,” destacou o presidente, Valdemir Filho(MDB).

Valdemir, agradeceu aos funcionários da casa pelo trabalho que foi desempenhado para o sucesso que foi a sessão, “parabenizo todos os funcionários desta casa, em especial as mulheres, enquanto estivermos a frente deste poder vamos honrar o nome de todos, com transparência e honestidade fazendo um trabalho que orgulhe todos nós” concluiu. Veja mais imagens:

Outras Notícias

O Blog e a História: como a mídia influenciou as eleições de 1989

As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica. A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da […]

As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica.

A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da classe política de voltar ao poder, ao todo 22 se candidataram na disputa pela presidência, número que perdura até hoje como o maior.

No primeiro turno das eleições destacaram-se Fernando Collor de Mello (PRN), Leonel Brizola (PDT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mário Covas (PSDB) e Paulo Salim Maluf (PDS), com o segundo turno tendo a disputa entre Collor e Lula. Tanto a direita, quanto a esquerda tinham um representante com grandes chances de vitória, o que resultou em uma eleição extremamente disputada.

Cada um dos candidatos construiu sua imagem na mídia, através de entrevistas e debates transmitidos pelas grandes redes de televisão. Lula ainda se atrelava aos seus ideais sindicalistas que pararam o bairro do ABC paulista na década de 70, trazendo para si uma imagem de “líder socialista”, apesar do mesmo afirmar que essa não era a sua intenção. Porém Lula tinha o apoio de candidatos como Leonel Brizola (PDT) e Mário Covas (PSDB), o que lhe trouxe uma grande força para a disputa do segundo turno.

Collor, por outro lado, era um candidato que se baseava muito mais na imagem para atrair os votos. Apelidado como Caçador de Marajás, por suas políticas de moralização do serviço público, usava de frases de efeito e boa estampa nas televisões para conquistar o eleitorado. “Com boa aparência, um discurso carismático e o apoio financeiro do empresariado brasileiro, Collor se transformou na grande aposta da direita” (SOUSA, 2017, p.1). Na reta final das eleições, os debates passaram a ter um peso massivo para os ambos. Os brasileiros consideraram Collor superior nos últimos debates, e esse fator foi decisivo para ser empossado como presidente do Brasil.

Muitos afirmam que a vitória de Collor se deu pela manipulação e edição da Rede Globo no debate. As suspeitas poderiam ser confirmadas com a vitória de Collor nas urnas.

Dados mais concretos também podem ser observados: “Um relatório da DENTEL (Departamento Nacional de Telecomunicações), divulgado em 08/12/89, aponta o favoritismo da Rede Globo para Fernando Collor de Mello: ele teria 78,55% mais tempo de divulgação no noticiário político, se comparado ao do seu concorrente Lula, no período de 27/11 a 06/12/89.” (AVELAR, 1992, p. 9).

Em 2011, em entrevista ao Globo News, Boni, então diretor da emissora, afirmou: “Todo aquele debate foi produzido. Não o conteúdo, o conteúdo era do Collor mesmo, mas a parte formal nós é que fizemos”. Boni sugeriu e Collor não aceitou simular gotas de suor no candidato.

Até mesmo o ex-presidente Fernando Collor admitiu ter tido uma vantagem sobre Lula. Provando então a teoria que a televisão teria poder suficiente para moldar uma nova realidade, e influenciar o povo que pela falta de acesso a outros meios, se informam apenas pela mídia televisiva.

Infarto mata o ex-vereador Zé Nazário

Um infarto fulminante tirou a vida do vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Zé Nazário. Ele tinha 70 anos. Nazário fazia a barba em casa segundo relato de familiares quando sentiu-se mal. Ele foi levado às pressas para o Hospital Regional Emília Câmara, mas os médicos não conseguiram reanimá-lo. Zé […]

Zé Nazário e o filho Frankilin: morte por infarto fulminante

Um infarto fulminante tirou a vida do vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Zé Nazário. Ele tinha 70 anos.

Nazário fazia a barba em casa segundo relato de familiares quando sentiu-se mal. Ele foi levado às pressas para o Hospital Regional Emília Câmara, mas os médicos não conseguiram reanimá-lo. Zé Nazário é pai do ex-vereador e também ex-presidente Frankilin Nazário, que renunciou este ano.

Velório e sepultamento: o Presidente da Câmara Igor Sá Mariano noticiou que a sessão prevista para esta terça está cancelada em virtude do falecimento. O velório acontece na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. O sepultamento acontece às 17h no Cemitério São Judas Tadeu.

José Tenório de Morais, Zé Nazário era policial civil aposentado. Militou politicamente por décadas em Afogados da Ingazeira. Foi vereador em mais de um mandato e chegou a ocupar a Presidência da Câmara. seu filho, Frankilin, herdou seu espólio político, a ponto de se apresentar para os eleitores como Frankilin de Zé Nazário. A última eleição que disputou foi em 2004, ficando na suplência após receber 475 votos.

O Prefeito José Patriota decretou luto oficial de três dias. “Quero externar o meu profundo sentimento pela perda, tão inesperada quanto repentina, do meu amigo José Nazário. Ex-Vereador, Ex-Presidente da Câmara, partilhei de sua amizade e do seu convívio, desde quando, juntos, fomos vereadores constituintes, no início dos anos 80.
Que Deus dê conforto à família enlutada para que possa mitigar seu sofrimento com a partida, e que acolha a alma do querido amigo José Nazário em um bom lugar”.

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, em nome do seu Presidente Igor Mariano, vem a público demonstrar o mais profundo sentimento pelo falecimento do ex-vereador e ex-presidente da Câmara, José Nazário. Desejamos que Deus conforte toda sua família neste momento de profunda dor, em especial o também ex-presidente desta casa, Franklin Nazário. A Câmara aproveita para informar à população afogadense que sua sessão ordinária que seria realizada amanhã esta cancelada.

Homenagem – No último dia 13 de setembro o ex-presidente foi homenageado pela Câmara de Vereadores. Uma das salas administrativas do Poder Legislativo carrega seu nome, por escolha dos próprios servidores da câmara. “A melhor decisão que tomamos foi homenagear ele em vida, seu legado será pra sempre lembrado”, destacou Igor Mariano.

A vereadora Aline Mariano emitiu nota de pesar:  “venho me solidarizar com os familiares e amigos do ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Zé Nazário. Homem, sério, honesto e cumpridor de seus deveres, faleceu aos 70 anos, vítima de infarto fulminante.

Zé Nazário deixa saudades àqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele. Pedimos a Deus que conforte o coração de todos neste momento de dor. A Frankilin Nazário, seu filho, também político sertanejo que herdou a vocação para a vida pública, manifesto meus mais sinceros pêsames”.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Afogados da Ingazeira, em nome de todo comércio local, manifestou o mais profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador e ex-presidente da Câmara. “Eleito mais de um mandado como vereador, atuou na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, contribuindo com o desenvolvimento de nosso município. Neste momento, a CDL se solidariza com os familiares e amigos, e expressa as mais sinceras condolências pela perda”.

Anderson e Gilson reúnem lideranças e apoiadores do Agreste em ato em Gravatá

Pré-candidatos ao Governo do Estado e Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado (PL) realizaram, na noite desta quinta-feira (14), em Gravatá, mais um evento da caravana Simbora Mudar Pernambuco.  O ato contou com a presença do vice-prefeito Júnior Darita (PL), de pré-candidatos da base de apoio a Anderson e Gilson à Assembleia Legislativa […]

Pré-candidatos ao Governo do Estado e Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado (PL) realizaram, na noite desta quinta-feira (14), em Gravatá, mais um evento da caravana Simbora Mudar Pernambuco. 

O ato contou com a presença do vice-prefeito Júnior Darita (PL), de pré-candidatos da base de apoio a Anderson e Gilson à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados, lideranças políticas e apoiadores de diversas cidades do Agreste.

“Estamos seguindo o caminho da verdade e ouvindo as pessoas por cada canto desse estado por onde estamos andando com a caravana Simbora Mudar Pernambuco. E é assim, com o compromisso de apresentar propostas, em vez de promessas vazias, que a gente tem unido um time do bem. O resultado dessa união é visto em atos como esse, um auditório lotado, um movimento orgânico em prol do melhor para o nosso estado”, disse Anderson.

“Gravatá não pode continuar sofrendo os impactos pelo abandono e pela falta de gestão de um governo que envergonha os pernambucanos. O nosso estado deixou de ser uma potência para se tornar sinônimo de atraso. Paulo Câmara (PSB) precisa olhar pro presidente Jair Bolsonaro (PL) para aprender a trabalhar pelos que mais precisam”, acrescentou Gilson, ao comemorar a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que eleva para R$ 600 o valor do Auxílio Brasil.

Sávio Torres tem audiência com Superintendente dos Correios

O prefeito Sávio Torres esteve em reunião, na manhã desta quarta-feira (08), com a Superintendente dos Correios de Pernambuco, Deyse Sobreira, pleiteando benefícios para Tuparetama. A reunião do prefeito com a superintendente aconteceu na agência central dos Correios, na Av. Guararapes, centro do Recife. “Solicitei que os Correios ofereça a custo zero aos munícipes para retirada do […]

O prefeito Sávio Torres esteve em reunião, na manhã desta quarta-feira (08), com a Superintendente dos Correios de Pernambuco, Deyse Sobreira, pleiteando benefícios para Tuparetama. A reunião do prefeito com a superintendente aconteceu na agência central dos Correios, na Av. Guararapes, centro do Recife.

“Solicitei que os Correios ofereça a custo zero aos munícipes para retirada do CPF. Além disso, solicitei um segurança na agência dos Correios para garantir mais proteção à população”, disse Sávio. Atualmente os Correios oferecem vários serviços de correspondências e de transações bancárias.

Segundo o prefeito, Deyse foi muito receptiva aos pleitos do município. “A superintendente firmou o compromisso de vir pessoalmente à Tuparetama ainda este mês. Nesta ocasião, vou reforçar a importância da empresa vir a oferecer mais serviços na cidade”, disse Sávio.

Monteiro: não há crescimento econômico sem investimento na indústria

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior abriu workshop “Elementos para uma nova Política Industrial do Brasil no período 2015-2018” Brasília – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse nesta terça-feira (25) que não existe crescimento econômico sem investimento na indústria. “A indústria brasileira é um ativo estratégico que não pode […]

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior abriu workshop “Elementos para uma nova Política Industrial do Brasil no período 2015-2018”

Ministro Armando Monteiro

Brasília – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse nesta terça-feira (25) que não existe crescimento econômico sem investimento na indústria. “A indústria brasileira é um ativo estratégico que não pode ser dispensado”. Monteiro participou hoje da abertura do workshop “Elementos para uma nova Política Industrial do Brasil no período 2015-2018”. Ele afirmou que iniciativas como essa, que buscam o aprimoramento da política industrial, são indispensáveis para a evolução do setor industrial. O evento foi realizado em Brasília e organizado pela Secretaria do Desenvolvimento da Produção do MDIC, em parceria do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

Para Monteiro, o Brasil não pode deixar de ter uma política industrial, pois o tema está no centro das estratégias do governo federal. “Um dos desafios atuais é definir o modelo de governança adequado à realidade brasileira, para que seja possível elevar a produtividade da indústria do Brasil”, afirmou.

O diretor do IBRE/FGV, Luiz Guilherme Schymura, e o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Glauco José Côrte, também participaram da abertura do evento. Segundo Schymura, o aprimoramento da política industrial é uma constante em todos os países. “É um tema de debate extremamente importante”, afirmou. Côrte cumprimentou o ministro Monteiro por participar pessoalmente do projeto e também se mostrou satisfeito com a iniciativa. “Apesar de ter sido impactada por contextos econômicos desfavoráveis, a indústria brasileira tem grande expectativa em relação a uma nova política industrial.”

O workshop foi organizado em quatro painéis de discussões. O secretário de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha, participou da sessão que debateu os desafios para uma nova política industrial. Os outros painéis trataram de temas como: experiências recentes de política industrial no Brasil; diretrizes a serem adotadas após o ajuste fiscal; produtividade e custos.

O workshop foi estruturado em quatro painéis:

1. Visão Geral sobre Política Indústrial: o painel contou com a participação do secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Dyogo Oliveira, o diretor de Políticas Estratégicas da CNI, José Augusto Fernandes, o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Mariano Laplane. As discussões foram moderadas pelo Secretário Carlos Gadelha.

2. Desafios para uma nova Política Industrial: as discussões foram conduzidas pelo secretário Carlos Gadelha, pelo presidente da Agência Brasileiras de Desenvolvimento Industrial, Alessandro Teixeira, pelo diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, João Carlos Ferraz, e pelo diretor do Instituto de Economia da UFRJ, David Kupfer. O painel foi moderado pelo professor do Ibre/FGV Maurício Canêdo Pinheiro.

3. Produtividade e Custos: mesa composta pelo pesquisador do Ibre/FGV, Regis Bonelli, a diretora do Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), Fernanda de Negri e a coordenadora da FGV Joísa Dutra. Os debates foram moderados pelo diretor de Competitividade Industrial da SDP, Igor Nogueira Calvet.

4. Indústria e Desenvolvimento Produtivo no Brasil: discussão conduzida pelo assessor do MDIC, José Oswaldo Cândido, que contou com a participação do professor da FGV Nelson Marconi (EESP/FGV) e do professor do Ibre/FGV Maurício Canêdo Pinheiro.

Indústria e Desenvolvimento Produtivo no Brasil – Ao final do evento, foi lançado o livro “Indústria e Desenvolvimento Produtivo no Brasil”, da Escola de Economia de São Paulo e do Instituto Brasileiro de Economia, ambos da FGV, que reúne artigos com diferentes abordagens sobre a política industrial brasileira. A publicação tem como organizadores o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, Nelson Marconi, Maurício Canêdo Pinheiro e Laura Carvalho.