Em Brasília prefeita de Itaíba articula no FDNE mais duas escolas de 12 salas
Por André Luis
Ainda este semestre, a prefeita de Itaíba, Regina Cunha, deverá ver aprovada mais duas importantes obras na área da Educação. Em viagem à Brasília – DF, a gestora esteve com o Diretor de Gestão Articulação e Projetos Educacionais – DIGAP do FNDE, Gabriel Vilar, para tratar sobre a aprovação de mais duas (02) escolas e de novos ônibus escolares.
“Tiramos 2019 e 2020 pra fazer e entregar as grandes obras na infraestrutura e na Educação para nosso povo. Estamos com duas escolas sendo construídas, uma na Muzarellys com 06 salas de aula e outra em Itaíba, com 15 salas; e agora estamos conseguindo mais duas escolas. Uma pra Itaíba e outra para o Jirau”. As escolas chegam graças ao empenho do deputado federal Ricardo Teobaldo, afirmou a prefeita.
Segundo o Gestor de Convênios da Prefeitura de Itaíba, César Augusto Rodrigues, presente a reunião, as duas novas escolas terão 12 salas cada uma e estão orçadas em R$ 4 milhões cada unidade. Durante o encontro o representante do FNDE, foram apresentadas as exigências finais para a liberação dos recursos e das obras.
Cada escola tem capacidade de atendimento de até 780 alunos, em dois turnos (matutino e vespertino), e 390 alunos em período integral e sua área construída é de 3.228,08 m².
Para o Secretário de Educação, Júnior Brandão, “nunca se investiu tanto na educação da população de Itaíba como agora no governo Regina e Valdo do Pipa. São reformas e ampliação de escolas, construção de 02 novas escolas e agora mais 02 que virão, mobiliário para todas as escolas da cidade e zona rural, fardamento dos alunos, pagamento do piso já no primeiro mês do ano, sem falar na melhoria dos índices do IDEB e IDEPE”.
Negacionista, Fakhoury disparou contra máscaras, vacinas e medidas restritivas As manifestações do empresário Otávio Oscar Fakhoury contra vacinas e uso de máscaras e o argumento de que seus vídeos contra as medidas sanitárias e o isolamento social se trataram de um direito à liberdade de expressão causaram protestos de senadores na reunião da CPI da […]
Negacionista, Fakhoury disparou contra máscaras, vacinas e medidas restritivas
As manifestações do empresário Otávio Oscar Fakhoury contra vacinas e uso de máscaras e o argumento de que seus vídeos contra as medidas sanitárias e o isolamento social se trataram de um direito à liberdade de expressão causaram protestos de senadores na reunião da CPI da Pandemia nesta quinta-feira (30).
O posicionamento do depoente ao longo da reunião levou a constantes intervenções de alguns parlamentares, que se mostraram preocupados com os impactos de notícias falsas no combate à pandemia de covid-19.
Os senadores observaram que ele não tem conhecimento científico para tratar do tema, o que o próprio empresário admitiu.
— Isso não é liberdade de opinião. Quando a sua opinião compromete a saúde de todos, isso não é liberdade de opinião. Isso é crime — rebateu o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), após ouvir a fala de Fakhoury contra o uso de máscaras.
Para Otávio Fakhoury, o uso de máscaras é desnecessário. Para ele, o fato de ter gravado vídeos e publicado mensagens em redes sociais sobre o assunto é também “uma simples manifestação de liberdade de opinião”.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) chegou a pedir à presidência da CPI que, a cada fala negacionista do depoente, houvesse a intervenção de algum parlamentar do comando da comissão parlamentar de inquérito para esclarecimento do público.
— Esta CPI tem um nível de audiência muito grande no Brasil inteiro, as TVs estão transmitindo, e a população não pode receber uma informação dele como se fosse verdade, porque não é — declarou.
Vacinas
Indagado sobre as vacinas, Fakhoury disse que até hoje elas estão em “caráter experimental” por isso, não podem ser obrigatórias, e por isso disse não ter a pretensão de se vacinar “por enquanto”.
Randolfe Rodrigues, mais tarde, observou que as vacinas aplicadas na população brasileira passaram pela fase 3, ao contrário do que disse o depoente, não tendo, portanto, caráter experimental. O relator Renan Calheiros (MDB-AL) quis saber ainda com base em quê ele classificou a Coronavac como “lixo de vacina”:
— Critiquei com base em informações à imprensa naquele momento. É uma conclusão pessoal baseada na minha liberdade de opinião — afirmou.
Em relação ao distanciamento social, o empresário se disse favorável ao “lockdown vertical”, isolando-se pessoas do grupo de risco, como idosos e portadores de comorbidades, de forma que a economia não pare e que os empregos sejam preservados. Os senadores também pontuaram que a tese defendida pelo depoente não tem base científica.
Mais adiante, Fakhouri foi indagado sobre suas relações com o coronel Hélcio Bruno, presidente da Ong Instituto Força Brasil, na qual atua como vice-presidente. O coronel, que também depôs à CPI, chegou a admitir ter atuado a aproximar a empresa Davati de funcionários do Ministério da Saúde.
Essas negociações foram alvo de investigações da comissão parlamentar de inquérito. O empresário disse ser amigo do coronel e declarou não participar das deliberações do Instituto Força Brasil. Randolfe apontou contradição, já que Fakhouri, que se diz contra as vacinas anticovid, participa de uma Ong que intermediou uma oferta de vacinas à pasta da Saúde.
Fake news
Na abertura de seu depoimento, o empresário se disse alvo de campanhas difamatórias e afirmou ter sido acusado injustamente e caluniado como propagador de fake news. Ele também se considera injustamente acusado de ser financiador de discursos de ódio, sem jamais ter pago por qualquer matéria ou notícia.
— Aliás, eu não produzo notícia, eu não sou jornalista, eu sou um cidadão com opinião. Tudo porque eu ousei acreditar na liberdade de expressão e defender que os conservadores e os cristãos merecem um espaço no debate público, devem ter voz na mídia e espaço para defender suas ideias, suas opiniões e suas perspectivas. Sou um defensor inveterado da liberdade de expressão — acrescentou.
Incluído no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na promoção de atos antidemocráticos, Fakhoury disse que participou de manifestações contra o governo de Dilma Rousseff e, até 2019, de manifestações de apoio a Jair Bolsonaro.
Ele declarou não ter tido participação “nas últimas três ou quatro manifestações” a favor de Bolsonaro, já neste ano. Fakhoury também negou ter cometido qualquer irregularidade durante a campanha eleitoral, em 2018.
Preconceito
Antes de o relator apresentar suas perguntas, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) acusou Fakhoury de fazer um ataque homofóbico contra ele por meio de redes sociais. Contarato mostrou a postagem do empresário, destacando que não foi apenas contra ele, mas contra toda a população LGBTQIA+. A CPI da Pandemia também encaminhou a denúncia ao Ministério Público Federal.
— Orientação sexual não define caráter — afirmou o senador.
O empresário pediu desculpas, reconheceu que foi uma “brincadeira infeliz”, de “mau gosto”, e disse que não teve intenção de ofender. Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Rogério Carvalho (PT-SE) também apresentaram agressões feitas pelo empresário por meio de redes sociais.
— Desejo muito que o mesmo respeito que o senhor pediu a sua família no início deste depoimento o senhor também tenha pela família dos outros — disse Randolfe.
Cronograma
Logo na abertura da reunião desta quinta-feira, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), informou que o planejamento nesta reta final de trabalho da CPI é que o relatório final seja apresentado em 19 de outubro, para que a votação ocorra no dia 20.
A semana que vem deve ser a última reservada a depoimentos.
A comissão deve ouvir Carlos Alberto Sá, executivo e proprietário da VTCLog, na terça-feira (5). Já na quarta-feira (6), a previsão é ouvir um dos médicos que denunciaram práticas irregulares na Prevent Senior. No dia seguinte, é a vez de um representante da Agência Nacional de Saúde Suplementar.
O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), confirmou o calendário e aproveitou para anunciar que vai propor o indiciamento do empresário Luciano Hang no relatório final da comissão. Segundo o parlamentar, Hang colaborou com a “política equivocada” de enfrentamento à pandemia promovida pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. As informações são da Agência Senado.
Atualizado às 16h50 Afogados da Ingazeira voltou a registrar um homicídio no início da tarde desta segunda-feira (25). Segundo nota da Polícia Militar, a central tomou conhecimento de que no bairro São Brás, dois indivíduos em uma motocicleta chegaram na residência de Gustavo Silva, conhecido por Guga e efetuaram disparos de arma de fogo, o […]
Afogados da Ingazeira voltou a registrar um homicídio no início da tarde desta segunda-feira (25).
Segundo nota da Polícia Militar, a central tomou conhecimento de que no bairro São Brás, dois indivíduos em uma motocicleta chegaram na residência de Gustavo Silva, conhecido por Guga e efetuaram disparos de arma de fogo, o atingindo na cabeça, depois fugiram em uma moto com destino ignorado. Imagens da vítima circulam nas redes sociais.
O crime aconteceu na Travessa Janete Clair, Bairro São Brás, em Afogados da Ingazeira. Preliminarmente, o crime teria relação com o tráfico de drogas.
Ainda segundo a nota, Gustavo era ex-presidiário. A PM informou que o policiamento chegando ao local, verificou que a vítima já estava em óbito. Guarnições se encontram realizando rondas na tentativa de localizar algum suspeito.
O repórter Marcony Pereira esteve no local e contou da dificuldade, inclusive da polícia, em conseguir detalhes sobre o ocorrido.
Ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, Marcony contou que apesar de muitos curiosos, ninguém queria falar. “Até a Polícia Civil está tendo dificuldades de colher detalhes sobre a ação. Nem o modelo da moto populares quiserem revelar”, destacou. Foto gentilmente cedida pelo Mais Pajeú.
Primeira mão A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou ilegais três contratações temporárias realizadas pela Câmara Municipal de Ingazeira no primeiro quadrimestre de 2022. A decisão, tomada por unanimidade na sessão desta terça-feira (25), resultou na negação do registro das admissões. As contratações analisadas referiam-se às funções de vigilante […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou ilegais três contratações temporárias realizadas pela Câmara Municipal de Ingazeira no primeiro quadrimestre de 2022. A decisão, tomada por unanimidade na sessão desta terça-feira (25), resultou na negação do registro das admissões.
As contratações analisadas referiam-se às funções de vigilante e auxiliar de serviços gerais, tendo como responsável o então presidente da Câmara, Genivaldo de Sousa Silva. O processo foi relatado pelo conselheiro substituto Ruy Ricardo e contou com a atuação das advogadas Isadora Moura Veras (OAB 48035/PE) e Ritchele Vieira de Melo (OAB 47606/PE).
O julgamento teve como base o Relatório de Auditoria do TCE-PE, que apontou irregularidades nas admissões. Com a decisão, as contratações são consideradas nulas para efeitos legais, e a Câmara Municipal não poderá efetivar os vínculos.
A situação das barragens pernambucanas será acompanhada por Comissão Especial instalada na Alepe nesta segunda (11). Diante da tragédia ocorrida em Brumadinho (MG), em janeiro, o Parlamento Estadual decidiu monitorar as condições atuais dos equipamentos, a fim de evitar acidentes. Riscos já foram apontados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Os deputados Antônio Moraes (PP), […]
A situação das barragens pernambucanas será acompanhada por Comissão Especial instalada na Alepe nesta segunda (11). Diante da tragédia ocorrida em Brumadinho (MG), em janeiro, o Parlamento Estadual decidiu monitorar as condições atuais dos equipamentos, a fim de evitar acidentes. Riscos já foram apontados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Os deputados Antônio Moraes (PP), Tony Gel (MDB) e Romero Sales Filho (PTB) estão à frente do colegiado temporário.
Autor do Requerimento nº 10/2019, que propôs a criação do grupo, Moraes ressaltou que o objetivo é mapear os responsáveis e demandar planos de emergência. “Queremos entender como está a situação das barragens e saber de quem cobrar as manutenções”, destacou o parlamentar, escolhido presidente da Comissão. Representantes do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Crea-PE) e da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos serão convidados para audiência pública sobre o tema.
Ao expor preocupações com a segurança dos moradores do entorno e com as consequências ambientais, Moraes resgatou o rompimento, em 2015, da barragem de Fundão, em Mariana (MG), que deixou 19 mortos. “Não queremos ser surpreendidos com tragédias como as ocorridas em Minas Gerais”, frisou. Os debates devem subsidiar a elaboração de leis para garantir a segurança das barragens do Estado.
A relatoria da Comissão Especial caberá ao deputado Romero Sales Filho. Ao enfatizar a necessidade de constante acompanhamento e manutenção dos empreendimentos, ele defendeu a importância de a sociedade ter acesso às informações. “O assunto é muito sério. As consequências de acidentes em barragens são devastadoras.”
Escolhido vice-presidente do colegiado, Tony Gel também chamou atenção para o monitoramento: “Vai ser muito relevante o trabalho de mapear as barragens, inclusive para despertar os órgãos competentes sobre a responsabilidade de manutenções periódicas”. Alertou, ainda, para o fato de técnicos dizerem que uma catástrofe em uma barragem de água acontece muito mais rapidamente do que com uma de rejeitos.
Acerca do risco apontado sobre os equipamentos existentes em Pernambuco, o parlamentar ponderou que isso se deve mais à condição geográfica do que a perigo de rompimento: “Há barragens perto de áreas urbanas, com habitações nas proximidades”.
A preocupação com pessoas que residem em áreas no entorno da Barragem de Serro Azul, em Palmares (Mata Sul), foi pontuada por Clovis Paiva (PP), que relatou queixas dos moradores: “Muitas famílias informam que ainda não foram indenizadas após a desapropriação e continuam morando lá. Também existe uma escola a 300 metros da barragem”. “É preciso que a Comissão também se debruce sobre essas situações”, sugeriu.
Além dos parlamentares citados, ainda participa, como titular, o deputado William Brigido (PRB). Já Delegado Erick Lessa (PP), Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), Priscila Krause (DEM), Simone Santana (PSB) e Roberta Arraes (PP) atuarão como suplentes. “Precisamos entender onde existem problemas e de que maneira podemos favorecer o nosso povo”, declarou Roberta.
Sobre o rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que resultou na morte de 197 pessoas e no desaparecimento de 111, em janeiro, a Assembleia conta com a Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco. Instalado em fevereiro, o colegiado coordenado por Lucas Ramos (PSB) está avaliando os impactos da tragédia sobre o rio.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) usou suas redes sociais para repercutir o ato promovido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (8), data que marcou os dois anos dos atentados antidemocráticos promovidos por bolsonaristas que tentaram dar um golpe de estado no Brasil. “Democracia sempre! Estive hoje no ato que marcou os […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) usou suas redes sociais para repercutir o ato promovido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (8), data que marcou os dois anos dos atentados antidemocráticos promovidos por bolsonaristas que tentaram dar um golpe de estado no Brasil.
“Democracia sempre! Estive hoje no ato que marcou os dois anos da tentativa de golpe contra o Brasil, ao lado do presidente Lula, reforçando nosso compromisso com a memória e a justiça”, afirmou Veras em sua publicação.
Durante a cerimônia, realizada em Brasília, o presidente Lula simbolizou a reconstrução da democracia com a devolução ao povo brasileiro de obras de arte e peças históricas que haviam sido destruídas nos ataques. “Um gesto que simboliza o esforço de reconstruir tudo o que foi atacado, de forma tão violenta, por pessoas que querem destruir o país”, destacou o parlamentar pernambucano.
O evento também serviu como um marco na reafirmação dos valores democráticos e na necessidade de vigilância permanente para preservar as instituições. Para Carlos Veras, o ato reforça que “a democracia é nosso bem mais precioso e a base de um Brasil livre e justo para todos”.
Com sua participação ativa na cerimônia, o deputado reforçou seu compromisso com a luta por justiça e pela memória dos acontecimentos que abalaram a estabilidade democrática do país. Ele concluiu sua mensagem reafirmando que a reconstrução é diária e depende da união e da vigilância de todos os brasileiros que desejam um futuro mais justo e democrático.
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