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Em Arcoverde, Siqueirinha encerra sessão acusando gestão LW de montar “claque do tumulto”

Por Nill Júnior

Conversa entre Rejane Maciel e Zirleide Monteiro é apontada como prova da articulação de cargos comissionados para invadirem Câmara

Sessão começaria a deliberar pedidos de casssação de Wellington Maciel

A sessão da Câmara de Arcoverde foi encerrada pelo presidente Weverton Siqueira, o Siqueirinha.

Depois de muitos temas discutidos por governistas e oposição, seria feito o sorteio da comissão de três vereadores que avaliariam a denúncia e pedido de impeachment contra o prefeito Wellington Maciel.

Seria realizado o sorteio para composição da comissão prévia a ser realizada em data a ser definida pela Presidência do Parlamento, após a emissão do presente opinativo, para escolha de três vereadores, excluído o chefe do legislativo.

Uma vez expedido parecer pela referida comissão, que o mesmo seja incluído em pauta para fins da deliberação do Parlamento sobre o prosseguimento ou interceptação da denúncia.

Mas o pedido não prosperou, dada a movimentação intensa de plenário. O presidente Siqueirinha encerrou a sessão sugerindo que a gestão montou uma tropa de choque, claque, principalmente detentores de cargos comissionados, para tumultuar a sessão.

Enquanto a vereadora Célia Galindo criticava a gestão, era alvo de gritos do plenário. “Não tem nada que faça ele deixar de ser o pior prefeito da história de Arcoverde”. E disse entender os que foram mandados à sessão. “Na hora do telefonema pra trazer o povo pra Câmara, quem não trouxesse iria ser escanteado”.

A vereadora foi bastante interrompida na reta final da fala e até vaiada. Uma mulher identificada como Eliane grita com Célia. “Essa senhora foi a que mais esculhambou Wellington e Rejane Maciel. A senhora deveria respeitar Márcio Alexandre”.

Siqueirinha avisou: “Eliane, por favor. Eu vou encerrar a sessão. A confusão contunua. Se não parar eu vou encerarr a sessão. “Essa senhora é desequilibrada”, diz Célia. “Vocês vieram, com o intuito de acabar a sessão? Esse pessoal da prefeitura? E porque não repeita? Está encerrada a sessão!”

Depois, Luciano Pacheco apela: “Presidente, a sessão pode ser retomada. Até porque eles vão vir de novo”, disse.

Rejane comemora: “bora botar pra torar!”

Chamou a atenção a repercussão nas redes sociais em um grupo de  WhattsApp, o “Juntos por Arcoverde”, de aliados do governo Wellington Maciel, a que o blog teve acesso.

A primeira dama e Secretária Rejane Maciel foi flagrada  trocando diálogo com a ex-vereadora Zirleide Monteiro.

“Estão aguentando a pressão não”, diz Zirleide. “Deu certo amiga. Bora botar pra torar”, diz Rejane. “Segunda feira de novo”, avisa.

“Muito bem”, diz Zirleide. No grupo também foram postadas montagens ironizando Israel Rubis e Djnaldo Galindo.

Outras Notícias

Eleitor levado à Delegacia quis filmar voto, informa Justiça Eleitoral

Segundo Cristina Alencastro, a serviço da Justiça Eleitoral, não houve condução à Delegacia por boca de urna e sim por tentar quebrar a inviolabilidade do voto. “O eleitor foi conduzido pela guarnição por ter entrado com o celular na cabine e ter tentado tirar uma foto da urna.” O artigo 312 da Lei nº 4.737/1965 […]

Segundo Cristina Alencastro, a serviço da Justiça Eleitoral, não houve condução à Delegacia por boca de urna e sim por tentar quebrar a inviolabilidade do voto.

“O eleitor foi conduzido pela guarnição por ter entrado com o celular na cabine e ter tentado tirar uma foto da urna.”

O artigo 312 da Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral)(Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime “violar ou tentar violar o sigilo do voto”. Ou seja, é crime eleitoral fotografar ou filmar o voto, com pena que pode chegar a até dois anos de detenção.

Presidentes da Câmara e do Senado visitam TSE em Brasília durante segundo turno das eleições

Os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm uma agenda institucional no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições presidenciais entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A visita foi programada para as […]

Os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm uma agenda institucional no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições presidenciais entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

A visita foi programada para as 12h30, na sede da Justiça Eleitoral, onde o presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, acompanha o andamento da votação em todo o país. A presença dos dirigentes do Congresso ocorre durante os trabalhos de organização e fiscalização do pleito.

Antes do compromisso em Brasília, Alcolumbre votou pela manhã em Macapá, capital do Amapá. Após registrar seu voto, o senador divulgou uma declaração em defesa da liberdade de escolha dos eleitores e do respeito às diferenças políticas.

“Hoje, a palavra é do povo”, afirmou o presidente do Senado, ao destacar que cada brasileiro deve exercer o direito ao voto com liberdade, consciência e tranquilidade.

Alcolumbre também defendeu que o respeito entre os cidadãos prevaleça independentemente das divergências políticas e que o compromisso com o país esteja acima das diferenças partidárias.

A programação no TSE inclui entrevistas coletivas de autoridades e o acompanhamento do funcionamento do sistema eleitoral. Pela manhã, Nunes Marques percorreu as instalações do tribunal e informou que a votação transcorria dentro do esperado, com poucas intercorrências.

O presidente da Corte também destacou a estrutura montada para acompanhar o processo de votação e a divulgação dos resultados. A apuração está prevista para começar após o encerramento da votação, às 17h, pelo horário de Brasília.

A visita dos presidentes da Câmara e do Senado ocorre em um momento no qual a Justiça Eleitoral concentra a atenção nacional, com a escolha do presidente da República e a definição das disputas estaduais que chegaram ao segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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“O Nordeste é decisivo, a vitória passa pelo Nordeste”, diz João Campos após votar no Recife

O presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou neste domingo (25), após votar no Recife, que o Nordeste terá papel decisivo no resultado do segundo turno presidencial. Integrante da coordenação nacional da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele também demonstrou expectativa de redução da abstenção e de maior participação dos eleitores em […]

O presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou neste domingo (25), após votar no Recife, que o Nordeste terá papel decisivo no resultado do segundo turno presidencial. Integrante da coordenação nacional da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele também demonstrou expectativa de redução da abstenção e de maior participação dos eleitores em comparação com o primeiro turno.

João votou na Escola Professor Cândido Duarte, no bairro de Apipucos, na Zona Norte da capital pernambucana. Após deixar a seção eleitoral, conversou com a imprensa sobre a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), a mobilização dos últimos dias de campanha e a importância do comparecimento às urnas.

“O Nordeste é decisivo, a vitória passa pelo Nordeste, então redução de abstenção foi algo que desde o início a gente trabalhou muito”, declarou.

Segundo o dirigente socialista, uma das preocupações da campanha foi alcançar os eleitores que não compareceram ao primeiro turno. Ele relatou que recebeu informações sobre pessoas que enfrentaram longas filas e acabaram desistindo de votar.

“A gente tem relatos de filas de 3, 4 horas no primeiro turno, pessoas que desistiram de votar, então a tendência é que a gente tenha uma votação maior, acredito que a abstenção vai ser reduzida agora no segundo turno”, afirmou.

João Campos também comentou sua participação nos últimos compromissos de campanha do presidente Lula. Nesse sábado (24), esteve ao lado do petista em atos realizados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Ao avaliar a mobilização na Avenida Paulista, classificou o encontro como o maior ato político que já presenciou. Segundo ele, integrantes da equipe presidencial também fizeram essa avaliação sobre a manifestação.

“Foi o maior ato político que eu já vi na minha vida, inclusive a própria equipe do presidente diz que é o maior ato político da vida do presidente”, declarou.

Questionado sobre o cenário eleitoral, João reconheceu a disputa acirrada e a divisão política do país, mas afirmou acreditar na vitória de Lula. Para o presidente do PSB, a eleição envolve também diferentes concepções sobre democracia, soberania nacional e políticas de proteção social.

“Uma eleição muito disputada, o Brasil num ambiente de divisão de escolhas, mas a gente acredita que só um lado representa a escolha democrática, a escolha de poder, inclusive, ter divergência, de poder escutar, de poder construir e de poder defender um Brasil soberano”, disse.

O dirigente também destacou o significado do voto e defendeu a participação de diferentes gerações no processo eleitoral. Segundo ele, a possibilidade de escolher representantes é um direito que precisa ser exercido.

João Campos deve seguir para São Paulo, onde acompanhará a apuração do segundo turno ao lado de Lula e de integrantes da campanha presidencial.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

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Abstenção cai em 11 países e quase 9 mil brasileiros a mais votam no segundo turno no exterior

O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção […]

O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção nesses locais.

O crescimento da participação ocorre após o primeiro turno registrar um elevado número de ausências entre os brasileiros residentes fora do país. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), responsável pela totalização dos votos no exterior, a abstenção chegou a 62,69%, com 574.345 eleitores que não compareceram às urnas.

Entre os países que registraram aumento no comparecimento está a Nova Zelândia, onde 526 brasileiros votaram no segundo turno, contra 339 na primeira etapa da eleição. O crescimento também foi observado na Austrália, na China e no Japão, conforme os primeiros levantamentos dos boletins de urna.

Na China continental, o comparecimento passou de 432 para 532 eleitores, um aumento de aproximadamente 23%. A abstenção caiu de 71% para 64,6%, considerando os eleitores aptos a votar nas seções de Pequim, Xangai e Cantão.

O aumento da participação ocorreu em países com resultados eleitorais distintos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu mais votos que Flávio Bolsonaro (PL) na Austrália, na Nova Zelândia e na China, enquanto o candidato do PL manteve ampla vantagem no Japão.

No primeiro turno, 341.766 brasileiros compareceram às urnas no exterior. A taxa de abstenção foi superior à registrada em 2022, quando 56,24% dos eleitores deixaram de votar, e também à de 2018, que ficou em 59,44%.

Apesar do crescimento observado nos 11 países, ainda não é possível afirmar que a abstenção tenha diminuído no conjunto do eleitorado brasileiro no exterior. A apuração depende do encerramento da votação e da totalização dos resultados nas demais localidades, incluindo Estados Unidos e Portugal, que concentram os maiores contingentes de eleitores fora do Brasil.

Fonte: O Globo

Foto: Reprodução

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Ministério aciona Anac após cancelamentos de voos às vésperas do segundo turno das eleições

O Ministério de Portos e Aeroportos acionou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) neste domingo (25), após relatos de cancelamentos de voos que poderiam prejudicar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. A pasta também solicitou esclarecimentos às companhias aéreas e determinou o acompanhamento da situação nos aeroportos ao longo […]

O Ministério de Portos e Aeroportos acionou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) neste domingo (25), após relatos de cancelamentos de voos que poderiam prejudicar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. A pasta também solicitou esclarecimentos às companhias aéreas e determinou o acompanhamento da situação nos aeroportos ao longo do dia.

Em comunicado divulgado pela manhã, o ministério informou que três decolagens haviam sido canceladas por motivos operacionais, segundo informações prestadas pelas empresas responsáveis. Os passageiros teriam sido reacomodados em outras aeronaves.

Posteriormente, a Anac informou a identificação de quatro cancelamentos de voos com destino ao Nordeste entre sábado (24) e domingo (25). As ocorrências envolveram as companhias Gol, Azul e Latam.

Entre os voos afetados estão uma ligação entre Porto Alegre e Salvador, duas operações da Azul com destino ao Recife, partindo de Brasília e Maceió, e um voo da Latam entre Guarulhos e Maceió.

De acordo com a agência reguladora, as ocorrências estão dentro dos padrões habituais da aviação comercial. A Anac afirmou não ter identificado anormalidades no funcionamento da malha aérea nacional.

Diante da repercussão dos cancelamentos, a agência encaminhou, às 8h50 deste domingo, ofícios às três companhias solicitando informações urgentes sobre as providências adotadas para a reacomodação dos passageiros.

O Ministério de Portos e Aeroportos informou que a estrutura aeroportuária brasileira dispõe de condições para manter as operações regulares durante o processo eleitoral. Segundo a pasta, mais de 3 mil decolagens são realizadas diariamente no país.

O governo federal afirmou que continuará acompanhando a movimentação nos aeroportos para identificar eventuais problemas e cobrar medidas que permitam o deslocamento dos eleitores.

Até a atualização divulgada pela Anac, não havia indicação de cancelamentos fora da normalidade operacional nem comprovação de que as suspensões tivessem motivação eleitoral.

Fonte: Diário de Pernambuco

Foto: Reprodução

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