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Eleições 2014 e os apoios regionais foram tema no Debate das Dez da Pajeú

Por Nill Júnior

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Hoje nos estúdios da Pajeú, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e atual secretário de recursos hídricos do Estado, Totonho Valadares (PSB) e o jornalista Mário Viana Filho (PTB), falaram sobre os apoios e o andamento das campanhas para as próximas eleições. Totonho como liderança política do grupo de Eduardo Campos e Mário como liderança do grupo de Armando Monteiro. Participou também o deputado federal João Paulo (PT) que falou sobre a visão e como deve se comportar o PT.

Desafios

Totonho disse que Eduardo Campos assim como nas eleições passadas, conseguiu eleger como prefeito de Recife um nome também desconhecido pela população na área política.

“O governador Eduardo Campos além de se um grande administrador e um grande politico é também um grande estrategista”, disse Totonho.

Inovação

Totonho disse que Eduardo está buscando inovar o ingresso de pessoas na área politica e foi buscar um de seus auxiliares, o Paulo Câmara, que segundo informações é um grande técnico é uma pessoa que tem ajudado bastante no desenvolvimento do Estado de Pernambuco para disputar a eleição como candidato a governador.

“Por outro lado à gente também sabe que das dificuldades que vamos ter, pois vamos enfrentar um candidato forte, conhecido, senador que já vem participando das campanhas”, lembrou Totonho.

Totonho disse que confia em Eduardo Campos e que por isso vai marchar junto com ele, mas que o por ele (Tonho) o candidato seria Fernando Bezerra Coelho que vai ser candidato a senador.

Totonho disse que pelo fato do governador Eduardo Campos ter que se dividir entre o grande projeto que é a candidatura a presidência e apoiar os seus indicados do bloco governista a responsabilidade das lideranças politicas regionais para ter sucesso na candidatura de Paulo Câmara, mas que dependendo do desempenho do governador para Presidência da República isso pode contribuir também nessa arrancada.

“Nós hoje temos três candidatos a Dilma, o Aécio e Eduardo, dependendo do desempenho dessa campanha de Eduardo Campos, pode efetivamente contribuir para que o Paulo Câmara tenha um grande desempenho e do esforço também dos correligionários e de todas as pessoas que fazem parte tanto do PSB como dos partidos coligados da Frente Popular aqui do Estado de Pernambuco”, disse Totonho.

Confiança

Perguntado sobre o suposto clima de já ganhou dentro do PTB com o anúncio de que o candidato do PSB seria Paulo Câmara, Mário Filho disse que não, pois todos sabem que toda eleição é difícil e principalmente quando se trata de um pleito de governo do Estado.

Mário disse que vê Armando Monteiro com grandes chances desde que foi anunciada a sua pré-candidatura, vem pontuando índices importantes em todas as pesquisas, liderando em todos os cenários e em todas as regiões de Pernambuco e que isso é evidente e claro, mas que não existe eleição fácil nem definida.

“Eu acho que essa escolha talvez não tenha sido a melhor do PSB porque acredito que teria outros quadros que talvez trouxesse assim uma vantagem maior para o partido, como seria o caso de Fernando Bezerra”, disse Mário.

A posição do PT

Por telefone o deputado João Paulo (PT) falou que o partido continua fazendo suas avaliações.

“Setores mais à esquerda defendem dois palanques (com PT e PTB cada um para um lado) para favorecer o segundo turno. Outro, um palanque forte para disputa”.

Segundo João Paulo, uma posição só sai no final de abril. Apertado sobre sua disposição pessoal, João Paulo não abriu o jogo. “Estou preferindo que o PT defina a estratégia política. Temos outros nomes como Humberto e Tereza. Tenho que ter cautela, aguardar a estratégia e depois o nome”.

Sobre a escolha de Paulo Câmara como candidato governista, João Paulo também tem parecer cauteloso. “Vamos esperar a definição oficial e avaliar. Prematuramente, sabe-se que não é uma eleição fácil, já que o governador também tem um trabalho no Estado”, ponderou.

Totonho disse que acha que se o PT não fizer parte da chapa de Armando e optar por uma candidatura própria, a eleição fica mais fácil para que o PSB consiga eleger Paulo Câmara.

“Eu acho que tudo isso vai depender ainda do desempenho que a Dilma esta tendo, que tem sido de certa forma negativo em relação ao que já esteve em pesquisas anteriores”, disse Totonho.

Já Mário disse que pelas conversas que tem escutado nos bastidores, acha que é praticamente certo o apoio do PT a Armando Monteiro, mesmo porque o PTB nacional está do lado da presidente fazendo parte hoje do grupo que dá sustentação ao governo e também que quando Eduardo rompeu com o governo federal, por outro lado Armando declarou o seu apoio à Dilma.

“Acho que por toda essa relação de aproximação e demonstração de apoio, eu acredito que já é quase definido, agora quanto a formação da chapa eu acho que ainda leva um tempo”, disse Mário.

Durante o intervalo do Debate, Totonho Valadares falou sobre a acusação do vereador Renon de Ninô (PROS) que em entrevista a Pajeú na última sexta-feira (21) disse que ele (Totonho), estaria cercando uma rua que dá acesso a sua fazenda e deixando vários moradores prejudicados.

Renon afirmou que o ex-prefeito desapropriou vários terrenos durante o tempo em que esteve à frente do município como prefeito e, que agora, espera a atitude do atual prefeito (José Patriota) se terá “peito” para “peitar” o ex-prefeito com essa situação.

Totonho disse que a área que está sendo cercada é de sua propriedade, onde o mesmo adquiriu quando no local somente havia mato e fez a estrada interligando a PE 292 até a sua propriedade. O ex-prefeito afirmou que tomou a iniciativa de cercar a área, devido quando há festas no Aplausos Shows, fica impossibilitado de ter acesso até a sua propriedade devido aos veículos de pessoas que estão na festa, estarem estacionados na estrada, impedido a passagem.

O ex-prefeito falou que o vereador Renon de Ninô estaria incitando as pessoas a derrubarem a cerca e que isso não seria postura correta para um legislador.

“Eu não sabia que Renon como vereador e ex-presidente da Câmara, podia estar incitando o pessoal a derrubar cerca ou muro de áreas que não lhe pertencem, fica até uma coisa muito deselegante para uma pessoa estar fazendo isso”, disse Totonho.

Clique aqui e ouça o Debate na íntegra no Portal Pajeú Rádio Web

Outras Notícias

MP Eleitoral pede impugnação de oito ex-prefeitos candidatos. Veja quais:

Da Itapuama FM O Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu, nesta quarta-feira (26/08), a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco. Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais. As Ações […]

Da Itapuama FM

O Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu, nesta quarta-feira (26/08), a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco.

Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais.

As Ações de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC), movidas pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-PE), envolvem oito postulantes ao cargo de deputado federal e outros dois para estadual. Os pedidos ainda não foram julgados.

A lista inclui os nomes de Keko do Armazém (PSDB), ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho); Izaias Regis (PSD), ex-prefeito de Garanhuns; Yves Ribeiro (MDB), ex-prefeito de Paulista, e Luciano Duque (Podemos), ex-prefeito de Serra Talhada.

Também foram alvo de pedido de impugnação as candidaturas de Judite Botafogo (PSD), ex-prefeita de Lagoa do Carro; Humberto Mendes, (Republicanos), ex-prefeito de Santa Maria da Boa Vista; Joamy Alves, (PSD), ex-prefeito de Araçoiaba.

Entre os gestores, apenas Luciano Duque tenta uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), enquanto os demais concorrem a federal.

Impugnação

O MP Eleitoral também solicita a impugnação da candidatura de Betinho Gomes (Republicanos), que não pagou a multa estabelecida pela Justiça Eleitoral após ser condenado por propaganda eleitoral ilícita, e de Sargento Nadelson (Republicanos), demitido da Polícia Militar após processo administrativo disciplinar.

Ambos buscam uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília. A candidata a deputada estadual Jacy Modas (Avante) também teve o registro questionado, mas renunciou ao pleito antes do julgamento.

De acordo com o calendário eleitoral deste ano, o resultado dos julgamentos deve ser anunciado até 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. O prazo limite é estabelecido em função da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais pelo TSE, quando não é possível realizar alterações posteriores nas candidaturas registradas.

Grupo que controla o Habib’s pede recuperação judicial com dívida de R$ 265 milhões

Pedido foi aceito pela Justiça nesta terça-feira (25). Empresa afirma que operações seguem normalmente e terá 60 dias para apresentar plano de recuperação. O Grupo Gennius, responsável pelo controle das redes Habib’s e de outras marcas do setor alimentício, entrou em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 265,2 milhões. O pedido foi apresentado à […]

Pedido foi aceito pela Justiça nesta terça-feira (25). Empresa afirma que operações seguem normalmente e terá 60 dias para apresentar plano de recuperação.

O Grupo Gennius, responsável pelo controle das redes Habib’s e de outras marcas do setor alimentício, entrou em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 265,2 milhões.

O pedido foi apresentado à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais na segunda-feira (24), e aceito no dia seguinte. Segundo o grupo, a medida faz parte de um processo de reestruturação financeira para preservar as atividades e garantir a continuidade dos negócios.

A empresa informou que as operações seguem funcionando normalmente.

No fim de julho, o grupo já havia obtido na Justiça uma tutela cautelar contra credores, medida que buscava criar espaço para renegociação das dívidas. Como não houve acordo suficiente, foi apresentado o pedido de recuperação judicial.

Entre os fatores apontados para a crise estão os impactos da pandemia entre 2020 e 2022, mudanças nos hábitos de consumo e o crescimento das plataformas de delivery e marketplaces.

O grupo também mencionou um endividamento bancário superior a R$ 300 milhões, que passou a comprometer parcela crescente do fluxo de caixa.

A Justiça nomeou a KPMG Corporate Finance como administradora judicial. O Grupo Gennius terá 60 dias para apresentar o plano de recuperação aos credores.

O juiz também suspendeu cláusulas que poderiam antecipar vencimentos de determinadas dívidas e determinou a continuidade do fornecimento de insumos mediante pagamento à vista. Por outro lado, negou o pedido para liberar recebíveis dados como garantia aos bancos.

Expansão e mudança de modelo

Fundado em 1988 por Alberto Saraiva, o Habib’s expandiu-se nacionalmente por meio do sistema de franquias e chegou a operar cerca de 600 unidades, com faturamento anual de aproximadamente R$ 3 bilhões durante seu período de maior expansão.

Nos últimos anos, o grupo passou a reduzir o número de grandes restaurantes de rua e investir em formatos menores, como unidades em praças de alimentação, quiosques, delivery e dark kitchens.

Recuperação judicial não significa falência. O procedimento permite que empresas em dificuldades financeiras negociem suas dívidas sob supervisão da Justiça enquanto mantêm suas atividades.

Fonte: O Globo

Imagem: Divulgação

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TSE deve julgar na próxima semana uso de avatares criados por inteligência artificial nas campanhas

Tribunal deverá definir se candidatos podem utilizar personagens gerados por inteligência artificial na propaganda eleitoral. Discussão chegou à Corte após questionamento do PT sobre vídeo usado pela campanha de Flávio Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá julgar, na próxima semana, se candidatos podem utilizar avatares produzidos com inteligência artificial durante as campanhas eleitorais de […]

Tribunal deverá definir se candidatos podem utilizar personagens gerados por inteligência artificial na propaganda eleitoral. Discussão chegou à Corte após questionamento do PT sobre vídeo usado pela campanha de Flávio Bolsonaro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá julgar, na próxima semana, se candidatos podem utilizar avatares produzidos com inteligência artificial durante as campanhas eleitorais de 2026.

A expectativa é de que o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, inclua o tema na pauta do plenário. Nos bastidores do tribunal, segundo o Estadão, há a avaliação de que a prática poderá ser enquadrada como deepfake e, consequentemente, proibida.

As resoluções aprovadas pelo TSE para as eleições deste ano já proíbem o uso de deepfakes. A discussão, entretanto, envolve a definição do alcance dessa regra e se personagens ou reproduções digitais de pessoas reais gerados por inteligência artificial estão incluídos na vedação.

O caso chegou ao tribunal após questionamento apresentado pelo PT sobre um vídeo utilizado no lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Na peça, uma versão de Jair Bolsonaro criada por inteligência artificial aparece declarando apoio ao filho.

A decisão do TSE poderá estabelecer um entendimento válido para as campanhas sobre os limites do uso de inteligência artificial na produção de vídeos e avatares.

Pesquisas eleitorais também serão analisadas

Após a análise desse processo, Nunes Marques deverá pautar outro caso relacionado ao uso de recursos audiovisuais, desta vez em pesquisas eleitorais.

Em decisão individual, o ministro suspendeu anteriormente a divulgação de uma pesquisa que mostrava Flávio Bolsonaro em queda. O entendimento foi de que os recursos audiovisuais apresentados aos entrevistados poderiam ter influenciado as respostas.

O julgamento chegou ao plenário, mas foi interrompido por pedido de vista. Em julho, o TSE ouviu institutos de pesquisa para discutir regras que possam orientar o setor durante as eleições.

Segundo o Estadão, a tendência é de que o tribunal permita a utilização de recursos audiovisuais em pesquisas, desde que os entrevistados sejam previamente informados e a metodologia esteja registrada na Justiça Eleitoral.

Fonte: Estadão

Imagem: Reprodução

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Lula diz que quer “pacificar o Brasil” e afirma: “Ninguém aguenta mais essa polarização”

Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate […]

Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate nacional.

A declaração foi feita no Palácio da Alvorada, após um almoço, quando Lula comentou relatos apresentados por ex-comandantes das Forças Armadas ao Supremo Tribunal Federal sobre pressões e discussões envolvendo uma possível ruptura institucional durante o governo de Jair Bolsonaro.

“O que eu quero é governar. Ninguém aguenta mais essa polarização”, afirmou o presidente.

Durante a fala, Lula comparou o atual ambiente político com episódios ocorridos durante o governo de Juscelino Kubitschek. Ele citou a Revolta de Jacareacanga, movimento de militares da Aeronáutica contra o governo JK, e lembrou que parte dos envolvidos em movimentos daquele período posteriormente participou do golpe militar de 1964.

“Parte daqueles anistiados por Juscelino Kubitschek, oito anos depois, ajudaram a promover o golpe de 64”, declarou.

Lula afirmou que pretende priorizar a administração federal e questões econômicas e sociais, evitando que as disputas políticas dominem permanentemente a agenda do país.

Ao defender a pacificação, o presidente voltou a associar o tema à preservação das instituições democráticas e à necessidade de superar confrontos políticos que, segundo ele, dificultam o debate sobre os problemas enfrentados pela população.

Fonte: Correio Braziliense

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“Eu quero ver prova”, diz Raquel ao rebater acusação de gabinete do ódio contra João Campos

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso. Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, […]

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso.

Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, citado pela reportagem e exonerado do Governo do Estado nesta quarta-feira (26).

“Querer dizer que ele conversou comigo, ele vai estar muito distante disso. Eu quero ver provar. Eu quero ver prova”, afirmou a governadora.

A reportagem da Record informou que a Polícia Federal apura uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB). No material exibido, Amisadai aparece em gravações falando sobre contatos com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.

Na sabatina, Raquel argumentou que a presença de um servidor na estrutura estadual não significa participação do governo em eventuais atos individuais. Disse também que não aceita ser associada a práticas que considera desonestas e afirmou que vem sendo alvo de ataques desde a eleição de 2022.

A candidata afirmou ainda que sua campanha já denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco mais de 430 perfis que classifica como “robotizados” e também uma suposta rede formada por mais de 40 perfis.

“Eu sou uma pessoa que você pode falar o que quiser, mas não vai dizer que eu sou uma pessoa desonesta, que utiliza de jogo sujo”, declarou.

Raquel disse que pretende manter a campanha centrada na apresentação de propostas e na prestação de contas de sua gestão. A governadora afirmou que as medidas jurídicas relacionadas às acusações estão sendo analisadas por sua equipe.

Fonte: Diario de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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