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Eduardo evita falar em possível dobradinha com Aécio

Por Nill Júnior

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do JC Online

Protagonista do evento da direção nacional do PPS, realizado em Brasília nesta sexta-feira (14), o governador Eduardo Campos (PSB) se esquivou das perguntas feitas sobre a construção de uma aliança com o senador Aécio Neves (PSDB) em um eventual segundo turno da disputa presidencial deste ano.

Eduardo e Aécio deverão disputar com Dilma Rousseff a Presidência da República no próximo mês de outubro. Os dois vêm atuando praticamente com o mesmo discurso oposicionista nesse início de pré-campanha.

Ao responder sobre o tema, Eduardo evitou dar como certa a dobradinha com os tucanos no segundo turno, mas ressaltou a proximidade com o presidente do PSDB. Segundo o governador, a relação foi fortalecida na eleição de Belo Horizonte, quando Aécio foi o principal apoiador do nome de Márcio Lacerda (PSB).

“Essa forma de fazer política o Brasil vê hoje com mais alegria, que é conviver com os diferentes. A vida inteira aprendi a conviver com os diferentes, respeitar os diferentes”, afirmou Eduardo. “Estou tranquilo, não estamos no tempo de falar no segundo turno porque não começou nem o primeiro turno. Estamos em pré-campanha. Fazer o debate qualificado, vai dar tudo certo até a eleição”, acrescentou.

Em outro momento, ele foi questionado pelos integrantes do PPS sobre a avaliação que fazia sobre o número de ministérios criados pelo atual governo. “Virou um consenso nacional de que temos ministérios demais. Precisamos fazer um debate, quem sabe reduzir à metade. Perceber que o Estado brasileiro está muito distante da cidadania. Em alguns Estados e municípios há a tentativa de aproximar o Estado do Brasil real, que exigiu dos gestores capacidade de atuar dentro de alguns limites”, disse o governador de Pernambuco.

O evento desta sexta foi feito em clima de pré-campanha e Eduardo Campos aproveitou também para criticar a condução do atual governo na área econômica. O pernambucano defendeu um “novo ciclo político” para o País.

“Nós começamos a viver um tempo em que o Brasil desacelerou, a sensação que passa à sociedade brasileira é a de que nós paramos e que o Brasil interrompeu um ciclo em que as pessoas percebiam, com acertos e erros, que estávamos acumulando conquistas em setores importantes na sociedade”, afirmou Eduardo na abertura do evento. “No momento em que o Brasil inaugura o quarto ano da gestão que está aí, notamos que paralisou, que o rumo estratégico não está sendo perseguido e colocamos em risco as conquistas dos últimos 30 anos”, acrescentou.

O governador defendeu que deve haver “humildade” para ouvir as demandas da população e usou um dos motes que devem fazer parte da campanha de que o País não deve ser “dividido”. “Acho que temos que discutir a produtividade da economia, qualidade de vida nos grandes centros urbanos, questão do campo brasileiro, questão da energia. Quem quer discutir essas questões centrais tem que fazer com muito equilíbrio. Acho que a gente não precisa dividir o Brasil. Acho pelo contrário a gente precisar unir os brasileiros”, afirmou.

Eduardo se esquivou ao ser questionado sobre uma possível candidatura do ex-presidente Lula na campanha deste ano à Presidência da República. “Não estamos discutindo a candidatura de outros partidos. Estamos discutindo neste momento o pensamento e as propostas desses partidos que estão reunidos: PPS, PSB, e Rede, para apresentar ao Brasil uma alternativa”.

Sobre a alianças do partido nos Estados, Eduardo afirmou que somente após o dia 15 a Executiva Nacional deverá tratar sobre o tema. “A pauta do povo neste momento não é a montagem dos palanques estaduais”, disse. “Problemas regionais serão discutidos pelas direções regionais. No dia 15 março voltará à pauta nacional o quadro de cada Estado. Até lá não vamos nos posicionar sobre questões que são próprias dos Estados”.

Outras Notícias

Coluna do Domingão: a eleição do fim do mundo está em Pernambuco

A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso. Essa semana,  novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final. No Datafolha divulgado em […]

A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso.

Essa semana,  novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final.

No Datafolha divulgado em 11 de setembro, Raquel apareceu com 47% contra 42% de João Campos. Na Quaest, divulgada três dias antes, Raquel tinha 43% e João, 37%.

Na mesma linha, o Múltipla apresentou Raquel com 44% e João Campos com 39%.

Todos os institutos trouxeram um fato em comum: a tênue redução da vantagem de Raquel Lyra,  dentro da margem de erro. No Datafolha foi de 7% para 5%. Na Quaest,  de 8% para 6%. E na Múltipla,  de 6% para 5%. Só a próxima rodada dos dois institutos nacionais essa semana vão apontar se essa movimentação está dentro da margem de erro ou se é uma curva de redução da vantagem da governadora, o que geraria uma hecatombe para as duas semanas restantes até a eleição. Em resumo, estabilidade ou aumento da vantagem serão celebrados por Raquel. Redução real da vantagem dará gás à campanha de João.

Das cartas na manga até a eleição, João Campos tem a associação com o presidente Lula e a perspectiva real de sua vinda a Pernambuco na próxima sexta. Aliados de Campos confiam que, por baixo, essa vinda agregará pelo menos mais um ponto percentual imediato pra João.  Já os raquelistas apontam zero possibilidade de que haja movimentação dos números dado o discurso de Raquel atestando sua proximidade com Luiz Inácio.

Outra questão é o número de indecisos. Pra onde penderem, decidem a eleição. As pesquisas aferem intenção,  que pode mudar até a hora de teclar os números. Na pesquisa espontânea da Quaest, por exemplo, 40% não sabem ou não respondem em quem votar. No Datafolha, 19% não definiram o voto.

Esse eleitor que ainda não cristalizou completamente sua escolha será o principal objeto de desejo das campanhas nas próximas semanas.

Não basta olhar para a liderança numérica das pesquisa. É preciso observar rejeição, conhecimento, espontânea, avaliação de governo, transferência de votos, comportamento regional e, sobretudo, a capacidade de cada candidato de crescer entre os eleitores que ainda estão fora da disputa. Quem arrisca um prognóstico?

As eleições mais apertadas do Brasil estão no Nordeste

Além de Pernambuco (Raquel Lyra x João Campos), as disputas mais apertadas do Brasil estão na Bahia (ACM Neto x Jerônimo Rodrigues), com diferença oscilando em 2%, Alagoas (JGC x Renan Filho) na casa dos 3% e Ceará (Ciro Gomes x Elmano), com o atual governador reduzindo a diferença para 5%, ou menos.

E as mais folgadas 

Em Santa Catarina,  Jorginho Melo (PL) tem 45% de vantagem sobre João Rodrigues (PSD). No Piauí,  o petista Rafael Fonteles lidera com frente de 30 pontos sobre Joel Rodrigues,  do PSD.  E no Amapá,  Dr Furlan (PSD) bate Clécio Luiz (UB)  com 28% de vantagem.

Cumpre

O Deputado Estadual Luciano Duque (Podemos) manteve a palavra já empenhada por Miguel Duque e garantiu que ele cumpre o mandato de Deputado Federal se eleito,  mesmo que tenha o nome cotado em 2028 para disputar a prefeitura de Serra Talhada. A declaração foi dada após pergunta desse jornalista na TV Farol.

Imprudência que mata, mas pouco se pune…

Revoltante a morte de Abner Costa, professor de música e maestro da Banda Marcial da EREMA (Escola de Referência em Ensino Médio de Arcoverde), após um carro supostamente perder o controle em um racha na PE-270, na saída de Arcoverde para Buíque. Pior é saber que a interpretação desse crime como homicídio com dolo eventual vai percorrer um longo caminho.

Não pegam ar

Diferente do pai,  uma característica dos irmãos Costa é a capacidade de não pegar ar nem sob pressão. Ontem, João Paulo Costa foi provocado pela fala de Maria Arraes,  que disse não saber o que ele colocou de recursos em Afogados. Antes de confrontar a informação,  disse “ter grande respeito por Maria” e que “desejava vê-la colega na ALEPE”. Tratou a informação como “infeliz”, disse que vai falar com ela ja que estão no mesmo palanque e que é um dos Deputados que mais destinaram recursos a Afogados.

Viralizou o “pra deixar preso”

A fala de Lula de que Flávio Bolsonaro quer ser eleito para soltar o pai dele e ele quer vencer para mantê-lo preso repercutiu muito nas redes sociais e lhe rendeu um apelido: “Lula do Velho Testamento”.

O motivo

O blog apurou com nomes próximos a Madalena Britto que a ex-prefeita se queixava de falta de contato ou retorno de Diogo Moraes para as demandas do enfrentamento da campanha em Arcoverde. Sabe-se lá porque,  ele simplesmente parou de retornar. No estilo “merece meu amor quem a ele corresponde”, foi pra Regina da Saúde.

Debate

O candidato a Deputado Federal Danilo Simões estará no Debate das Dez da próxima quarta-feira. Danilo destacou recentemente em sua rede social que aceitou ser candidato por uma convocação de Raquel Lyra. Também, sem citar nomes, que a campanha é desigual contra nomes endinheirados na campanha,  mas que depois que entrou na política, passou a ter responsabilidade com sua base.

Declaração semana:

“Até a máfia tem ética. É preciso ter decência”.

De Gilmar Mendes, no STF,  acusando o colega André Mendonça de articular a exposição de Alexandre de Moraes com viés político eleitoral,  para interferir no pleito a favor de Flávio Bolsonaro. Ganhou apelido de “pixuleco eleitoral”.

Lula embarcou neste domingo para Nova York para Assembleia Geral da ONU

Presidente fará o tradicional discurso de abertura do debate geral na terça-feira (22) e terá encontros com autoridades durante a passagem pelos Estados Unidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou neste domingo (20) para Nova York, nos Estados Unidos, onde participará da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O […]

Presidente fará o tradicional discurso de abertura do debate geral na terça-feira (22) e terá encontros com autoridades durante a passagem pelos Estados Unidos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou neste domingo (20) para Nova York, nos Estados Unidos, onde participará da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

O principal compromisso da viagem será na terça-feira (22), quando Lula fará o discurso de abertura do debate geral. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a se pronunciar na sessão de alto nível da Assembleia Geral.

Na sequência, está previsto o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Durante a passagem por Nova York, Lula também terá encontro com o prefeito da cidade, Zohran Mamdani, e deve se reunir brevemente com o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Segundo o governo brasileiro, foram recebidos ao menos 30 pedidos de reuniões bilaterais com chefes de Estado. Apenas parte desses encontros deverá ser realizada devido ao espaço reduzido na agenda e às limitações de deslocamento e segurança durante a Assembleia.

Entre os temas que devem aparecer no discurso brasileiro estão a defesa do multilateralismo, da soberania nacional, da negociação como instrumento para solução de conflitos e do respeito ao direito internacional.

A participação ocorre também em meio às discussões sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos. Lula já afirmou que pretende defender o princípio da não interferência estrangeira em assuntos internos dos países.

A agenda presidencial em Nova York será concentrada entre esta segunda-feira (21) e terça-feira. Após o discurso na Assembleia Geral, a previsão é de retorno ao Brasil.

Fonte: Portal G1
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Flávio evita ataques a rivais de direita e mira custo de vida em busca de “voto útil”

Campanha do candidato do PL pretende ampliar discurso sobre inflação, juros e endividamento e buscar eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência pretende concentrar as últimas duas semanas antes do primeiro turno em temas relacionados ao custo de vida e na tentativa de […]

Campanha do candidato do PL pretende ampliar discurso sobre inflação, juros e endividamento e buscar eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência pretende concentrar as últimas duas semanas antes do primeiro turno em temas relacionados ao custo de vida e na tentativa de atrair eleitores que atualmente declaram apoio a outros candidatos de direita e centro-direita.

Segundo O Globo, a estratégia prevê evitar ataques diretos a Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), enquanto Flávio tenta convencer parte desses eleitores a antecipar para o primeiro turno um eventual apoio à sua candidatura.

O movimento vem sendo apresentado pela campanha como uma busca pelo chamado “voto útil”. Na quinta-feira (17), durante ato em Vitória da Conquista, na Bahia, Flávio fez um apelo direto aos eleitores de seus concorrentes.

“Pensem na possibilidade de votar em Flávio Bolsonaro no primeiro turno, para a gente resolver logo”, afirmou.

Paralelamente, a campanha pretende dar maior espaço a assuntos econômicos, principalmente endividamento das famílias, inflação, juros e custo de vida.

Entre as propostas apresentadas estão redução de impostos sobre energia e combustíveis, revisão de pontos da reforma tributária para diminuir a alíquota do IVA e investimentos em logística e armazenagem de safras. A campanha também defende estímulos à produção nacional de fertilizantes.

Outro projeto em elaboração prevê um programa de renegociação de dívidas. Segundo a coordenadora econômica da candidatura, Daniella Marques, a proposta pretende alcançar mais de 100 milhões de brasileiros. Os detalhes completos do programa ainda não foram apresentados.

A equipe econômica de Flávio também relaciona a redução da inflação e dos juros a um ajuste das contas públicas e fala em corte de despesas equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto. A campanha, porém, ainda não detalhou quais gastos seriam atingidos.

Nas últimas semanas, Flávio também tem criticado o governo Lula por temas econômicos e pelo reajuste do Bolsa Família. Apesar das críticas, decidiu não recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral para tentar suspender o aumento do benefício.

Na reta final do primeiro turno, a campanha pretende ainda concentrar viagens em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A tentativa de atrair eleitores de outros candidatos de oposição já provocou reações. Ronaldo Caiado classificou o movimento pelo voto útil como “desrespeitoso”. Renan Santos, por sua vez, afirmou considerar eventual efeito da estratégia sobre seus eleitores como “marginal”.

A orientação da campanha de Flávio, segundo a reportagem, é evitar romper pontes com esses candidatos, inclusive diante da possibilidade de um segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Daniel Ramalho

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Raquel percorre Boa Viagem, Pina e Brasília Teimosa e cita R$ 2,7 bilhões em investimentos no Recife

Governadora e candidata à reeleição cumpriu agendas na capital neste domingo (20) e abordou ações nas áreas de saúde, saneamento, abastecimento e transporte. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, neste domingo (20), de atividades de campanha entre Boa Viagem, Pina e Brasília Teimosa, no Recife. Raquel esteve acompanhada da vice-governadora Priscila […]

Governadora e candidata à reeleição cumpriu agendas na capital neste domingo (20) e abordou ações nas áreas de saúde, saneamento, abastecimento e transporte.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, neste domingo (20), de atividades de campanha entre Boa Viagem, Pina e Brasília Teimosa, no Recife.

Raquel esteve acompanhada da vice-governadora Priscila Krause (PSD) e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de candidatos proporcionais da coligação.

Durante o percurso, a governadora falou sobre investimentos realizados pelo Estado na capital. Segundo dados apresentados pela campanha, as ações somam R$ 2,7 bilhões em diferentes áreas.

Entre os investimentos citados estão recursos destinados à reforma do Hospital da Restauração, intervenções relacionadas ao Hospital Otávio de Freitas e obras de saneamento. Os valores e o conjunto de ações foram apresentados pela própria campanha durante a agenda.

Raquel também voltou a tratar do abastecimento de água. A candidata afirmou que pretende ampliar as intervenções para reduzir o racionamento e avançar no fornecimento diário à população.

“A gente está trabalhando para garantir água para todos, fazendo com que todos os dias a população de Pernambuco tenha água em suas torneiras”, declarou.


A governadora também abordou o turismo e a segurança pública, relacionando os dois temas à infraestrutura oferecida na capital e em outras regiões do estado.

Ao encerrar a passagem por Brasília Teimosa, Raquel citou ainda a proposta de climatização dos ônibus da Região Metropolitana do Recife e afirmou que pretende ampliar investimentos em saneamento e abastecimento caso seja reeleita.

Fotos – Beto Figueiroa
Fotos – Yacy Ribeiro

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No Cabo, João Campos promete 10 mil obras em áreas de morro e pavimentação de 10 mil ruas

Candidato ao Governo de Pernambuco também apresentou propostas para a PE-28, segurança, ensino técnico e conclusão do Compaz no município. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, neste domingo (20), de uma caminhada pelo Centro do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, onde apresentou propostas de infraestrutura para o […]

Candidato ao Governo de Pernambuco também apresentou propostas para a PE-28, segurança, ensino técnico e conclusão do Compaz no município.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, neste domingo (20), de uma caminhada pelo Centro do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, onde apresentou propostas de infraestrutura para o estado e compromissos específicos para o município.

João esteve acompanhado dos candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT), do prefeito Lula Cabral, do candidato a deputado estadual Batista Cabral e de outras lideranças da Frente Popular.

Durante a agenda, o candidato afirmou que, caso seja eleito, pretende realizar 10 mil intervenções em áreas de morro e pavimentar 10 mil ruas em Pernambuco. Segundo a campanha, as ações nos morros envolveriam obras como contenção de encostas, drenagem, escadarias e melhoria de acessos.

“Quando eu fui prefeito do Recife, fiz seis mil obras em área de morro. Como governador, nós vamos fazer dez mil, além de calçar 10 mil ruas”, declarou. O número referente às intervenções realizadas no Recife foi apresentado pelo próprio candidato durante o ato.

Para o Cabo de Santo Agostinho, João prometeu viabilizar o retorno de um batalhão da Polícia Militar ao município e duplicar a PE-28 no trecho conhecido como Estrada da Matinha.

O candidato também citou a conclusão do Compaz em parceria com a Prefeitura e o governo federal e defendeu a ampliação da oferta de educação técnica no município.

João afirmou ainda que pretende ampliar investimentos na malha rodoviária da Região Metropolitana e construir novas escolas técnicas caso seja eleito.

A caminhada começou na Praça Ministro André Cavalcanti, em frente à Prefeitura, e percorreu ruas do Centro.

Após a passagem pelo Cabo, a programação de João neste domingo incluiu atividade na Praça de Casa Forte, no Recife, antes de uma agenda prevista em Petrolina, no Sertão do São Francisco.

Fotos: Marlon Diego

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